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jackson cruz dos santos

Licenciado em Letras pela Universidade Etadual da Bahia, professor língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, pós-graduação nas Faculdades Integradas de Jacarepagúa na nesma área. Estudante das relações identitárias de gênero.
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 Artigos publicados

Leitura e Globalização

Problemas como reprovação, repetência e evasão seriam dirimidos, senão eliminados da realidade escolar, se os educandos fossem motivados a ler, interpretar a coisa lida e ressignificá-la. E, certamente, no futuro teríamos um exército de adultos leitores, reais sujeitos de sua história.

Ele cuida de você

Deus é Real.

Quando o Impossível Acontece

Às vezes o impossível acontece. Isso é o que chamamos de Milagre. Vc pode ser o próximo alvo de um...
Há Algumas Razões para SER e Muitos Motivos para ESTAR.

Metáforas: fotografias e sentidos

Metáforas: fotografias e sentidos

Carinhosa

Carinhosa

Disparate

O disparate.

Inexplicável

Inexplicável...

Encontros

Pés e pernas cominham juntos e encontros acontecem...

Nós 2

Nós 2

Cheiro

Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmm.

Barulho

Ouça os sons da minha menice... que saudade!

Paisagem

Feche os olhos e veja como é linda a paisagem...!

Teu Sorriso

Smile...

Estações

Primavera, verão, outono, inverno.

Sussurros do coração

Ó tum, tum, tum. Bate coração...

Você (Poesia)

Você!

Poesia

Poesia

A cidade

Sons, imagens; coisas da cidade!!!!!!!!!!!!!!!!

Sinsestesia

Cheiro.

Palavras ao vento

palavras, vento, pensamento... vida, tempo.

De repente, professor

Penso que o ensino do português, principalmente, pode e deve ser mais agradável do que o que se tem por aí. Espero que tenha contribuído para isso. O texto é uma conversa descontraída sobre saudades e anseios, ironias e sonhos. É isso, boas letras.

Convite (Poesia)

É apenas um convite.

Tempestade em copo d'água

A Língua é um organismo vivo e dinâmico. Não precisamos fazer tempestade em copo d'água tornando o ensino da língua portuguesa odioso e sem proveito. É disso que o texto trata.

Meu Porto

Gosto de ter para quem voltar no fim do dia, do doce toque de sua pele, da segurança dos seus braços: meu porto!