Wagner Torlezi
Professor de Língua Portuguesa e Literatura para o Ensino Médio e de Leitura e Produção de Texto para o Ensino Superior e pós-graduando em Língua Portuguesa pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio, em Itu
Artigos publicados
O Caneco De Prata: Projeto Leitura
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 25/08/2008
- Literatura
-
Avaliação:




Este Projeto de Leitura é baseado na obra infanto-juvenil O Caneco de
Prata, do escritor João Carlos Marinho, da Editora Global, 12ª. Edição,
publicado em 1994. João Carlos Marinho nasceu no Rio de Janeiro em
1935, seu nome completo é João Carlos Marinho Homem de Mello. Ele fez
os primeiros estudos em Santos, SP, mudando-se logo para São Paulo,
onde cursou a admissão e o antigo ginásio no Colégio Mackenzie. Em
seguida, fixou residência na Suíça, onde obteve o certificado de
Maturité Fédérale Suisse. Em 1962, formou-se em Direito pela Faculdade
do Largo São Francisco e passou a morar em Guarulhos, onde foi titular
do escritório de advocacia trabalhista J.C.Marinho até 1987, quando
voltou a morar em São Paulo. Essa obra, publicada inicialmente em 1969,
inaugurou as Aventuras da Turma do Gordo. A base dessa turma é o Gordo
(Bolachão), a Berenice, o Edmundo e o Pituca. Nos livros seguintes,
juntaram-se mais seis crianças, além da participação marcante da
Professora Jandira, do frade João e do alucinante mordomo Abreu. São
outras obras com essa mesma turma: O Gênio do Crime, o Livro de
Berenice, Sangue Fresco, Berenice Detetive entre outras. A obra em
questão, O Caneco de Prata, centraliza-se na disputa do “Caneco de
Prata”, citado no título, campeonato de futebol amador disputado entre
escolas de São Paulo. O conflito principal é a rivalidade entre duas
delas: o Garibaldi do Cambuci, do Prof. Giovani, diretor da escola e
técnico do time de futebol; e o Três Bandeiras, do Gordo, aluno cujo
pai é rico, por isso ele “compra” tudo o que pode para se dar bem.
Depois de conquistar sete vezes seguida o tal Caneco de Prata, o
Garibaldi do Cambuci fica ameaçado de perder o título para a escola
rival. No jogo final do campeonato, após várias confusões, arma-se
diversas falcatruas, de ambos os lados. O Prof. Giovani, do Garibaldi
do Cambuci, contrata um cientista alemão para produzir uma bomba com
bactérias de várias doenças contagiosas e lança-a no vestiário do time
rival, deixando todos os jogadores infectados com diversas doenças. O
time é desfalcado e fica obrigado a entrar em campo sem nenhum dos
jogadores titulares ou reservas. Apela, então, para outros alunos da
escola, que nunca jogaram futebol. Do outro lado, o Gordo compra uma
partícula radioativa e coloca-a dentro da bola a ser utilizada na
partida, assim vai poder controlá-la, da arquibancada do Maracanã, com
um controle remoto. Ele faz o que quer com a bola. Resultado: vitória
do time do Gordo, o Três Bandeiras, mesmo com o time reserva. E o Prof.
Giovani tem um infarto e “estoura”. Vamos, então, ao projeto de leitura
dessa obra.
Sociedade Do Conhecimento Ou Sociedade Das Ilusões?
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 27/06/2008
- Resumos e Resenhas
-
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Este artigo tem por objetivo apresentar um levantamento dos pontos principais da obra "Sociedade do conhecimento ou sociedade das ilusões" de Newton Duarte, da coleção "Polêmicas do nosso tempo". Este resumo será apresentado em forma de tópicos e mostrará as idéias relevantes de cada um dos quatro artigos que compõem a obra. Pode ser útil para o entendimento geral da obra e induzir a discussões acerca do tema tratado.
Vidas Secas: Uma Análise Semiótica Da 'Mudança'
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 27/06/2008
- Literatura
-
Avaliação:




Este trabalho tem por objetivo apresentar a análise semiótica da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, autor da 2ª fase do Modernismo brasileiro, em especial o primeiro capítulo, entitulado Mudança, associando-o ao último capítulo, denominado Fuga. Tal obra retrata a vida de uma família de retirantes formada por Fabiano, sua mulher Sinha Vitória, o filho mais novo, o filho mais velho e a cachorra Baleia que saem das regiões secas do Nordeste em busca de uma vida melhor. Esta análise será feita a partir da teoria semiótica desenvolvida pelo lingüista francês Algirdes Julien Greimas (1917-1992), a chamada Semiótica Greimasiana, estudada, no Brasil, por Diana Luz Pessoa de Barros em sua Teoria Semiótica do Texto. Procuraremos analisar na obra o chamado “percurso gerativo de sentido”, idéia defendida por essa semiótica e que aparece dividido em três níveis que serão analisados: o fundamental, o narrativo e o discursivo. Esses conceitos serão desenvolvidos ao longo desta análise, inclusive o próprio conceito geral da Teoria Semiótica.
Entre A Objetividade Do Fato E A Subjetividade Do Humano
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 4/06/2008
- Educação
-
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Este artigo tem por objetivo tecer comentários a respeito da seguinte questão:
Pesquisar na área de Língua Portuguesa e da Educação é caminhar entre a objetividade dos fatos e a subjetividade do humano.
Procuraremos analisar essa questão sob a ótica da comparação e do contraste, através da análise da aproximação mais adequada de pesquisas na área de Língua Portuguesa e Educação à subjetividade do humano, já que a área em estudo está ligada diretamente à atuação do ser humano. Tomaremos por base as teorias desenvolvidas por Marilena Chauí e Antônio Carlos Gil, em suas respectivas obras Convite à Filosofia e Métodos e Técnicas de Pesquisa Social.
Teoria Da Literatura
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 20/05/2008
- Literatura
-
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Este relatório tem como objetivo apresentar a síntese da obra Teoria da Literatura “Revisitada” de Magaly Trindade Gonçalves e Zina C. Bellodi, em especial os capítulos IV , V e VI que abrangem a Era Medieval, o Renascimento, o Neoclassicismo e o século XIX, estabelecendo um paralelo entre as teorias literárias apresentadas pelas autoras e o texto literário. No final, vamos elaborar um comentário crítico, expondo nossa opinião e nossa visão sobre as teorias apresentadas neste relatório.
A Tropicália E A Análise De Seu Dicurso
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 20/05/2008
- Literatura
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Este trabalho tem como objetivo apresentar a Análise do Discurso presente na letra da música Tropicália, de Caetano Veloso, cantor, compositor e um dos principais ícones do movimento definido como Tropicalismo, sendo definido por ele mesmo, um movimento “avesso à Bossa Nova”. Foi um movimento polêmico, duramente criticado, principalmente por estudantes da época, que viam aquilo como uma afronta, algo vindo dos Estados Unidos para impor dominação aos brasileiros, por isso os movimentos estudantis atacavam os tropicalistas por todos os lados. Pretendemos analisar discursivamente a letra dessa música, composta no final dos anos 60, durante a Ditadura Militar, e perceber a sua ideologia, sua história, sua linguagem, os seus sentidos possíveis, a relação entre a língua e o discurso, a materialidade lingüística, a construção do texto quanto à sintaxe, sua formação discursiva e suas condições de produção
O Valor Do Simbólico Na Análise Do Discurso
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 20/05/2008
- Linguistica
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Este trabalho tem como objetivo apresentar a resenha do artigo Paráfrase e Polissemia – A Fluidez nos Limites do Simbólico de Eni P. Orlandi, apresentado no Encontro “Semiótica, Ensino e Aprendizagem”, em maio de 1997. A autora em questão é um dos grandes nomes da Análise do Discurso no Brasil, ganhou notoriedade depois de exaustivos estudos nessa área, um segmento da Lingüística, disciplina que tem como “pai”, o suíço Saussere. A disciplina “Análise do Discurso” é relativamente nova, foi implementada no final da década de 60 do século XX, quando chegou ao Brasil. Essa disciplina começou a ser estudada na França, um pouco antes, e teve em Michel Pêucheux um dos seus principais expoentes. Eni P. Orlandi se aprofundou nesses estudos, escrevendo e publicando diversas obras na área, voltadas, principalmente, aos iniciantes nos estudos dessa disciplina. No artigo em questão, a autora propôs mostrar que, os que trabalham com a Análise do Discurso, devem ficar atentos à relação dos processos de ensino e aprendizagem com o que se chama de memória discursiva ou interdiscurso, atentando para o mesmo (paráfrase) e o diferente (polissemia).
A Língua De Eulália: Uma Novela Sociolingüística
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 20/05/2008
- Linguistica
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trabalho tem como objetivo apresentar a resenha da obra “A Língua de Eulália”, novela sociolingüística, de Marcos Bagno, que retrata, basicamente, as diferenças entre o português padrão, chamado pelo autor de PP e o português não-padrão, chamado de PNP. A obra mostra as variedades lingüísticas do português, atribuindo-as às condições sociais, econômicas e raciais dos falantes. O autor procura distinguir o que é falar “certo” ou “errado”, mostrando que muitos falantes, devido aos desníveis em que se encontram, tendem a utilizar a língua dentro de uma norma não-padrão, não considerada um erro pelo autor. Mostra, também, a origem de algumas formas consideradas “erradas” pelos falantes mais cultos, provando que a maioria delas tem fundamento na questão histórica ou filológica. O autor nos apresenta suas idéias de uma forma inovadora, através da personagem Irene, especialista em lingüística e de três amigas, Vera, Emília e Sílvia, quando estas vão visitá-la em Atibaia, cidade onde mora. Eulália, a personagem-título, é empregada da casa de Irene e tem um a fala diferente, não-padrão, que dá início a uma série de discussões entre as personagens, transformando a obra teórica num romance cheio de atrativos.
É Possível Ensinar Literatura?
- Por Wagner Torlezi
- Publicado 20/05/2008
- Literatura
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Não tem se efetivado o ensino de Literatura para o Ensino Médio em sala de aula. O motivo é simples: vem tudo pronto no livro didático. Parte-se das teorias e não se prova na prática. O processo deve ser reverso, só assim se garante a aprendizagem. O texto literário deve ser o objeto de estudo da Literatura.

