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Cleber Moreira de souza

Souza, C. M. Licenciado em física pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

 Artigos publicados

Ciências Forenses Em Sala De Aula

Atualmente, a televisão faz parte de nossas vidas acompanhando-nos em nosso percurso existencial, servindo-nos como instrumento de socialização, pelo qual muitas vezes orientamos, quer nossas ações, quer nossos padrões de consumo. Dentre os programas televisivos, destaca-se devido ao grande interesse do publico, o aumento significativo de séries televisivas que abordam temas referentes a ciências forenses. Estas abrangem diversos ramos de pesquisas ligadas a ciências físicas e naturais, entretanto, dar-se-á ênfase aqui ao processo de análise e interpretação de acidentes de trânsito, cujos princípios da Mecânica utilizados na investigação são os mesmos presentes na grade curricular do ensino médio. PALAVRAS-CHAVE: Ensino, Ciências, Investigação.

É Física Ou é Matemática?

Embora a Física deva grande parte do seu sucesso como modelo de ciência natural ao fato de sua formulação utilizar uma linguagem que é ao mesmo tempo uma ferramenta muito poderosa, a Matemática. A utilização excessiva da linguagem matemática torna-se responsável pelo distanciamento entre os conceitos científicos aprendidos em sala de aula e as questões científicas verdadeiramente relevantes para a vida das pessoas. Normalmente, a Física é apresentada não só aos estudantes, como um emaranhado de equações matemáticas, totalmente descontextualizada das vivências desses alunos. Não sendo possível assim, no decorrer das aulas saber se o que lhes é apresentado é Física ou é Matemática. PALAVRAS-CHAVE: Ensino, Física, Matemática.

C.s.i. Investigação Criminal

A Física Forense é o segmento da física aplicado às pesquisas forenses que tem como principal objetivo observar e analisar os fenômenos físicos naturais, cuja interpretação é do interesse do poder judiciário. Palavras-chave: Pesquisa forense, acidentes de trânsito.

A óptica Em Vermeer

Apesar da pouca quantidade de quadros pintados, Vermeer se destaca pelo uso, com maestria, do jogo de luz e sombras, o que ressalta vários conceitos ópticos em suas obras.
O presente trabalho trata-se de uma análise referente ao ensino de Física, voltado a portadores de deficiência visual total e visão subnormal, baseado na experiência de lecionar uma matéria que em sua maior parte é apresentada matematicamente. Analisaremos aqui as dificuldades e desafios encontrados por esses alunos, referente à matéria em questão, e pelos educadores na elaboração e aplicação dos conceitos relacionados à matéria, abordando a adaptação e utilização de um jogo já conhecido por estes alunos, visando um melhor aprendizado dos conceitos apresentados no decorrer das aulas. Palavras-chave: Aprendizagem, jogo, dificuldades, deficiência visual.