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andré gonçalves de oliveira

Graduado em Música pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) Professor Assistente (efetivo) do curso de Música da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

 Artigos publicados

É crescente o interesse de pesquisadores das áreas da música, filosofia, ciência cognitiva, psicologia e neurociência, apenas para citar algumas áreas e autores, no estudo da relação entre música e emoção e no que por ventura essa relação pode gerar como significações.
A educação musical contemporânea pode e precisa relacionar-se com outras áreas quando é o caso de tratar de assuntos específicos como: aprendizagem, cognição, ou percepção, por exemplo.
O presente artigo aborda o conceito de conhecimento musical a partir de propostas distintas daquelas envolvidas com a abordagem tradicional da psicologia e filosofia apoiadas na metáfora do processamento de informações.
: O objetivo deste artigo é apresentar princípios que consideramos fundamentais para o desenvolvimento de uma musicologia de orientação fenomenológica. Iniciamos por uma descrição histórica da musicologia apresentando os estudos sobre música relevantes para a formação da cultura ocidental e tratamos também dos limites e alcances dos estudos musicológicos a partir do século XVIII. Classificamos os estudos sobre música em três vertentes musicológicas principais e apontamos uma crítica sobre problemas conceituais específicos a cada vertente. Como última etapa descrevemos princípios organizadores de uma musicologia fenomenológica. Tais princípios são apenas descritos como um primeiro conjunto conceitual para o desenvolvimento de estudos futuros no desenvolvimento de novas tendências nos estudos musicológicos.

Vai A Tarde

Vai a tarde...

Do Hotel Pra Sala

Vou escrever essa coisa toda.
2. Objetivo(s) Geral: Apresentar e refletir sobre procedimentos composicionais em direção a uma estética naturalizada, desenvolvidos a partir de estudos sobre percepção e cognição na ciência cognitiva atuacionista e na fenomenologia. Específicos: I. Descrever princípios da ciência cognitiva atuacionista como um novo paradigma para o estudo da cognição e da percepção. II. Apresentar a fenomenologia como uma alternativa ontológica na filosofia da mente. III. Propor tecnologia em composição musical a partir de um no novo paradigma para estudo da percepção e cognição, em direção a uma estética naturalizada.
Resumo: O presente texto apresenta uma reflexão sobre o desenvolvimento de uma proposta em educação musical denominada como ecológica. Isso será feito através de três etapas com a exposição de conceitos que se relacionam de uma maneira específica para a clara descrição de tal proposta. Na primeira parte discutiremos as relações entre audição e comportamento e as diferentes implicações conceituais decorrentes das diferentes maneiras de descrever tais relações, tendo como referencial a teoria da percepção direta e de aquisição de informação de Gibson (1966 e 1979). A partir da formação de um referencial de análise e descrição que tem como base o paradigma da percepção/ação, poderemos então encaminhar argumentos para contribuir com a discussão sobre como ocorre emergência de significado em diferentes situações de audição. Dessa forma estaremos prontos para a terceira etapa na qual apresentaremos o que estamos considerando como princípios fundamentais para uma proposta de educação musical ecologicamente orientada.
Rael Bertarelli Gimenes Toffolo

André Luiz Gonçalves de Oliveira

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publicado nos anais do Simpósio de Pesquisa em Música de 2005 da UFPR.

Resumo: O presente artigo pretende desenvolver uma nova perspectiva para a descrição da percepção (écoute) utilizada por Pierre Schaeffer, apoiada na fenomenologia pontyana e na teoria do conhecimento atuacionista de Maturana (1995) e Varela et al (1991). O trabalho de Schaeffer desenvolve-se centrado na fenomenologia de Husserl que por sua vez já sofreu inúmeras reformulações ao decorrer do desenvolvimento histórico da fenomenologia moderna. Neste trabalho apresentamos os conceitos chaves da teoria de Schaeffer (1966) e apontamos algumas reformulações necessárias, para que dessa forma tais conceitos acompanhem as transformações ocorridas na fenomenologia. Palavras-chave: Pierre Schaeffer, Marleau-Ponty, fenomenologia,

André Luiz Gonçalves de Oliveira – Patrícia Mertzig – Sabrina Schulz

El presente trabajo se somete a consideración del Comité Científico de la 5ta. Reunión Anual de la Sociedad Argentina para las Ciencias Cognitivas de la Música, Buenos Aires, 29 de Octubre de 2005 Resumo Discutir cognição musical tem sido um importante ponto de convergência para diferentes pesquisadores e mesmo para diferentes áreas do conhecimento humano. A própria ciência cognitiva, de natureza interdisciplinar, acaba propiciando tais características ao estudo da cognição musical e da percepção, tão importante nesse contexto. Este artigo apresenta uma nova perspectiva no entendimento de cognição musical, a partir da concepção de conhecimento como a história das condutas de um corpo em um mundo. Para apresentar alguns princípios dessa nova perspectiva de cognição musical, em primeiro lugar, iremos investigar as possibilidades de definição de conhecimento musical, depois vamos apresentar a noção de conhecimento como atuação. Posteriormente esperamos descrever o conhecimento musical como um tipo de ação perceptivamente orientada de um corpo em um mundo específico. Por fim iremos apresentar uma reflexão sobre os limites e alcances das possíveis conseqüências trazidas por uma nova perspectiva da noção de conhecimento musical como conhecimento corporificado e situado.

com Patrícia Mertzig

O presente artigo tem como objetivo principal refletir sobre o papel da percepção auditiva em quatro propostas de educação musical. Iniciaremos realizando uma revisão das propostas de Violeta Gainza, Shinichi Suzuki, Murray Schafer e Hans J. Koellreutter. Na seqüência apontamos para a necessidade da descrição clara e adequada da noção de conhecimento musical segundo a tradição do estudo da ciência cognitiva e da filosofia da mente. Posteriormente nos ocupamos da descrição de diferentes atividades que envolvem audição em cada uma das propostas dos autores citados acima. Nossa intenção é investigar as possibilidades funcionais atribuídas à audição no processo de desenvolvimento musical dentro de cada abordagem metodológica. Também esperamos, com isso, destacar a importância da audição como fundamento para o desenvolvimento da cognição musical em todos os seus aspectos envolvidos em diferentes perspectivas de educação musical.