Adriano Saraiva
Sou Pedagogo,funcionário público, torcedor do Internacional, fã de rock/blues e amante da boa literatura, especialmente aquela que relata a dor e o desespero da alma. Meus mestres são: Bukowski, Mário Quintana, Nelson Rodrigues, Dalton Trevisan, Walmor Santos, Henry Miller, Knut Hamsun, Schopenhauer e Charles Kiefer, que muito me ensinou em sua oficina literária.
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Artigos publicados
Discípulo Do Relógio
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 17/06/2008
- Poemas e Poesias
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O despertador grita.
Tempestade Na Metrópole
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 30/04/2008
- Poemas e Poesias
- Sem avaliações
Turbulência e fúria
O céu cinzento descarrega sua ira
Os adultos se agridem
Alfa E Beta
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 8/04/2008
- Contos
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Alfredo estava com a arma nas mãos. Este “canhão” é o modelo 85s da Taurus, calibre 38, cinco tiros, cano com 51 milímetros de comprimento, acabamento oxidado e peso 640 gramas, falava orgulhosamente o menino vendedor que acabara de chegar de um assalto. Quanto? Indagou Alfredo.
Redenção Dos Pecados
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 7/04/2008
- Contos
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Coragem decididamente não é uma das minhas virtudes. O pior de tudo é que a amo muito. Como irei lhe dizer? Repugnante covardia a me encurralar nos labirintos aziagos da vida. Mas confessar é preciso, nem que eu tenha que rasgar os tímpanos dos mortos em estridentes alaridos de arrependimento. Qual será o lugar mais propício?
A Fúria Do Lobo
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 4/04/2008
- Poemas e Poesias
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Ontem eu vi!
Uma menina buscando alimento
Em sacos de lixo jogados na rua.
O que eu vi todos já viram!
Frenesi
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 3/04/2008
- Contos
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O destino oculta armadilhas como um apólogo zombeteiro esgueirando-se nas diáfanas sombras do inferno. Minha existência... Uma fábula pestilenta escarrando todo o seu cruel escárnio na minha face. Tédio, solidão, cansaço da vida... Preciso sair ou vou morrer, melhor, me matar.
Reflexões Sobre Um Amor Improvável
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 1/04/2008
- Poemas e Poesias
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Intangível para mim é teu amor, e corpo também
nem ao tempo a esperança pertence.
No Coração Da Cidade
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 26/03/2008
- Contos
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Estou perdido na multidão, mais um rosto sem nome, mais um trapo humano a se arrastar na esperança da clemência alheia.
Vivendo Na Madrugada
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 19/03/2008
- Poemas e Poesias
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É depois da meia-noite que tudo acontece
Realidade vira ilusão
No torpor da escuridão
Solto minhas ansiedades
E mato minhas vontades.
Saudade
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 14/03/2008
- Poemas e Poesias
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O FALO É MEU ESCUDO
A PENA MINHA ESPADA
LUTO PARA ESQUECER
ESTA PAIXÃO SUFOCADA.
42 Anos
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 28/01/2008
- Contos
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Quarenta e dois anos. Fase da maturidade ou do conformismo? Éverton era um homem aparentemente feliz. Muito tempo de serviço prestado ao banco, uma esposa agradável e três lindos filhos saudáveis. Uma vida estável apesar de monótona. Não imaginava nada além disso e não queria mais.
Mulher-águia
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 25/01/2008
- Poemas e Poesias
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Vamos buscar em cumplicidade
O esquecimento do mundo
Em momentos de prazer eterno
De um paraíso perdido
Não Sei
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 22/01/2008
- Poemas e Poesias
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A imensidão crepuscular da dor Solitude de um eremita
Ruminando tristezas sem fim
O Lobo E A Harpia
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 17/01/2008
- Poemas e Poesias
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Quase toca o sol
Exuberante e charmosa
Voa alto a harpia.
Fantoches De Aluguel
- Por Adriano Saraiva
- Publicado 13/01/2008
- Crônicas
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O fato de vivermos num “mundo paralelo” onde nos assemelhamos a meros fantoches já foi exaustivamente discutido. O filme Matrix coloca essa idéia de uma maneira extrema e genialmente provoca uma parada para reflexão.

