
Este estudo propõe-se a narrar a experiência de ser mãe adolescente, e a expansão da menor (mamãe) vivida em uma cidade serrana na no estado do Rio de Janeiro. Tendo como, descrição, e interpretação do fenômeno, esquadrinhar informações a fim de entender o prodígio ocorrido nesta idade considerada crítica neste aspecto. A falta de diálogo com os pais, a falta de conhecimento de métodos contraceptivos contribuem com esse grande índice gerando então um problema sócio-econômico-cultural atingindo todas as classes sem distinção, percebidas que as adolescentes passam a ser mulher, assumindo uma responsabilidade de estar gerando uma nova vida, porém desconhecendo o seu papel futuro, de ser mãe.A partir dos dados estatísticos das adolescentes gestantes, foi em que as pesquisadoras preocuparam-se em verificar os fatores interveniente que ocorrem na gravidez precoce. Esta preocupação surgiu a partir do conhecimento adquirido através da disciplina da enfermagem obstétrica em que se verificou a necessidade de aprofundar neste estudo a fim de identificar a incidência da gravidez na adolescência através dos dados estatísticos pelo SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE NASCIDO VIVOS (SINASC). A partir da identificação dos fatores interveniente que ocorrem na gravidez precoce, traçou-se um plano de orientação aos adolescentes a ser desenvolvido no período escolar para contribuir com a redução neste índice. Foram levantados os dados dos anos de 2000 a 2005 através do site www.datasus.gov.br cujo os resultados demonstram um índice elevado de gravidez precoce, resultando em 2003, 12 puerperais entre 10 e 14 anos enquanto 2005 houve 198 puerperais entre 15 a 19 anos dados esses significativos diante a situação socio-econômica-cultural.
PALAVRA-CHAVE: Gravidez adolescência; fenômeno .