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NERI P. CARNEIRO

Concluí mestrado em Educação (UFMS), especialização em Educação (UNESC-Cacoal-RO), em Teologia (CEBI), graduação em Filosofia, Teologia, História. Sou Prof. de História e Filosofia (R. Moura-RO); de Filosofia e Ética na FAP (P Bueno-RO). Sou paranaense mas escolhi viver em Rondônia. Contato para cursos ou palestras sobre filosofia e/ou educação: neri.car@hotmail.com. Gostou do que leu? INDIQUE AOS SEUS AMIGOS e faça seu comentário.
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 Artigos publicados

Não me tomem por machistas, nem pensem que este é só mais um título chamativo com tendências apelativas. O título acima, que mais parece uma história com começo meio e fim, aqui, é o retrato de um drama que nasce da angustiada sinceridade dos homens. Por pura sinceridade é que nos sentimos obrigados, coagidos a contar maravilhosas mentiras às mulheres.

Festejos Juninos

Levante o dedo quem nunca participou de festejos juninos! Talvez essa abrangência tão grande seja uma das explicações para o fato de ano a ano crescer a empolgação das pessoas ao redor dos festejos juninos. Os “arraiás” já adentraram o mês de julho de modo que as festas “julhinas” estão sendo extensões das festas de junho. E aqueles folguedos que se realizavam de forma um tanto contrita e religiosa entraram pelos portões das escolas como formas de arrecadação de fundos para a manutenção em seu abandono; e vamos além: nos dias atuais estão expostas nos pátios e balcões e vitrines de todos os gêneros de comércio.

ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE

Uma questão que ganha cada vez mais espaço em todos os níveis de discussão é o meio ambiente e os problemas do meio ambiente. A filosofia também se interessa pelo tema, principalmente porque envolve, além de aspectos conceituais, problemas éticos.

O TRABALHO

O homem se humaniza, não só por que pensa, mas principalmente por que trabalha. Afirma-se, inclusive, que não foi o pensamento, mas o trabalho que fez o homem. O fato é que o homem vive, sobrevive e faz o mundo a partir do trabalho. O progresso da humanidade se deve menos ao pensamento que ao trabalho. Foi a ação laboriosa do homem, ao longo de milhares de anos que gerou o mundo em que vivemos.
O acidente do avião da Air France, é a bola da vez dos veículos de informação. É a noticia que nos move a curiosidade sobre a desgraça dos outros. Suas possíveis causas e o horror pelo qual devem ter passado todos os que estavam a bordo. Mas, insisto, essa é a bola da vez esperando a tacada da próxima catástrofe a encher as páginas dos noticiários e os círculos de conversa.
Para nós que as enfrentamos ou sofremos suas conseqüências, as crises, catástrofes, cataclismos, tragédias, ou grandes acidentes – depende de como as queiramos denominar – não são bem vindas. Mas as tragédias são o prato principal, do qual se nutre a imprensa e são esperadas ou buscadas – ou fabricadas – para deleite do sensacionalismo, principalmente televisivo. Exemplo típico está ocorrendo agora.
A globalização é uma “conquista” do liberalismo, mais especificamente do neoliberalismo: supressão do Estado em favor da liberdade de mercado, em nome do lucro. E isso tem gerado profundas implicações na geração de empregos e na educação.
Para falar em educação de jovens e adultos é necessário tocar em algumas questões anteriores que podem ajudar a melhor analisá-la: a questão sócio econômica ou a quem se destina a educação de jovens e adultos; a caracterização de educação de jovens e adultos relacionada com educação popular; a atuação de Paulo Freire; a insolvência do problema educacional no Brasil. Não esquecendo que a história da educação, no Brasil, é entrecortada não por evidências de avanços, mas pela ausência tanto de política educacionais definidas como pela ausência de instituições escolares.

Educação dos primórdios aos nossos dias

Nossas opiniões sobre nosso presente, fundamentam-se no passado. Essa é a razão pela qual fazemos tantos esforços para compreender a história. Não porque estejamos interessados no passado, mas porque estamos interessados no presente. Como tudo é história, a educação também o é. E pelo que conseguimos descobrir, da história, os processos educacionais foram se alterando ao longo dos milênios. Até chegar ao modelo atual.

O ser humano: o indivíduo e o grupo

Desde quando o ser humano pode ser considerado homem? Não existe uma resposta exata. As ciências do homem embora busquem essa resposta, sabem quão difícil será encontrá-la. Talvez por isso se desenvolvam tantas teorias. Talvez por isso se choquem o criacionismo e o evolucionismo. O fato é que o ser humano se diferencia dos outros animais, por ser capaz de interferir conscientemente no mundo. Além disso, ao mesmo tempo em que preserva e deseja manter-se isolado e em sua individualidade, sente-se impelido para o grupo, formando a sociedade humana.

Professor x Lixeiro

Na realidade não estou querendo contrapor os professores aos lixeiros. Esse título me veio ainda e 2007 a partir de uma “noticia” publicada em 1947 no Jornal Cruzeiro do Sul. Nossa questão, aqui, nem é o dinheiro. Nossa questão refere-se ao problema de prioridades: discute-se, fala-se, afirma-se que educação é prioritária! digo que não!!!!

O desvalor das palavras

No furacão das transformações as palavras perdem seu valor. Não digo isso como reclamação, nem como apologia da tradição. Apenas como constatação. Como disse a raposa, ao princepezinho: “as palavras são uma fonte de mal entendidos”. Ou, como disse Belchior, são navalhas que ferem. Sempre ferem! Podem agradar a alguns, mas não a todos. E se não agradam a todos é porque desagradam a alguns, pois agem como a navalha: cortam! Em “eu sou apenas um rapaz latino-americano”, canta:

Família: Pra onde vamos com isso?

É o seguinte. Somos filhos do século XX ... sei que alguns mais arrojados já são do século XXI... mas esses são filhos das famílias que formamos. Então a quantas andam as relações familiares. Já se tornou lugar comum dizer que é crescente a crise de valores em que vive a nossa sociedade e dentro dela a família está em crise. Mas de onde vem isso? O que significa isso? Isso tem explicação?

Há Crise?

Terminamos um ano e começamos outro sob o signo da crise. Mas antes de discutirmos a crise mundial, que, dizem, assola a economia e, como conseqüência, atinge outros setores da vida social e política, leia a seguinte mensagem que circula pela internet. É um daqueles textos que entopem a rede, mas, neste caso, a gente pode tirar algum proveito. Diz o seguinte:

Da Didática às Tendências Pedagógicas

Entre os elementos que contribuíram para a humanização e desenvolvimento do ser humano, podemos dizer que um de fundamental importância foi o processo de transmissão dos conhecimentos acumulados. O homem não se humanizou somente porque produziu conhecimentos, mas também porque soube transmiti-los. Desse ponto de vista tão importante quanto produzir conhecimentos é seu processo de transmissão. Talvez por esse motivo, ao longo da história humana, o processo educacional tenha recebido tanta atenção não só por parte de quem está envolvido no processo de ensino e aprendizagem, mas também por quem estuda esse processo. Assim a história da educação é um capítulo importante não só para se saber o que já foi feito, mas também para aprender, comparativamente, como agir mais eficazmente no presente.

Educação ambiental: há espaço para isso?

Meio Ambiente, Educação Ambiental, Ecologia são temas que se interligam. Entretanto, antes de discutir essa possível relação somos levados a outra indagação. Uma vez que a Educação Ambiental entrou na pauta do momento importa indagar se há espaço para isso?

Avaliação: Revisitando um mundo desconhecido

Inicialmente algumas considerações em relação a este título. Por que estamos falando em avaliar, revisitar e mundo desconhecido? Avaliação é um tema recorrente em reunião de professores, na literatura e na prática pedagógica dos professores. Isso quando não extrapolamos o mundo acadêmico-escolar e o levamos para o mundo dos negócios, da vida cotidiana... então, o que é avaliar?

Uma antropologia do trabalho

Por que o homem tem que trabalhar? Esta é uma das indagações que tem angustiado a humanidade. De um lado alguns pensadores tem apresentado uma resposta que prioriza o homem como ser que nasceu para o prazer da vida. Para a auto-realização que se dá pela ociosidade. De outro lado há aqueles que defendem a trabalho como sendo uma das poucas coisas que realizam a vida humana, pois mediante o resultado do trabalho o homem pode construir aquilo que sonha. Onde está a verdade? O homem existe para trabalhar ou para “curtir” a vida? Ou haveria uma alternativa mediana, afirmando que o homem está no mundo para superar as limitações que lhe são impostas e que a superação é o que lhe dá prazer. Mesmo que essa superação seja superar a tarefa que seu trabalho lhe impõe cotidianamente?

Uma pedagogia do capital?

O mundo e as relações sócio-econômicas sofreram muitas alterações nesses últimos tempos e continuam mudando muito rapidamente. E com isso o perfil do trabalhador, solicitado pelas empresas se altera. Qual o papel da escola diante dessas novas exigências?
Quem olha, superficialmente, o sistema escolar brasileiro e as políticas que o norteiam, pode cair em equívocos. Isso porque vemos um emaranhado de siglas que direcionam dinheiro e prevêem a participação da comunidade na vida da escola. O equivoco se manifesta porque esses projetos e programas dão a impressão de que o sistema escolar nacional anda na contramão das posturas e propostas internacionais, de caráter neoliberal, que propõem a não interferência do Estado no cotidiano das relações com o capital e direcionar recursos às escolas seria uma interferência; da mesma forma que a participação da comunidade nas decisões sobre a aplicação dos recursos públicos poderia dar a impressão de que se vive num regime socialista. Na realidade, podemos dizer, esse não é o melhor nem o único caminho para entender as políticas públicas nacionais e sua relação com as políticas internacionais

Gestão Educacional: Algumas Considerações

Quando se fala em gestão escolar ou educacional, em geral nos vem à lembrança os modelos administrativos. Quase que de imediato nos lembramos de expressões ou conceitos como: gestão participativa, autonomia escolar, flexibilização da gestão. E tudo isso nos leva à algumas indagações como: Por que nosso sistema escolar ainda enfrenta problemas tanto gestionários como didático-pedagógicos? A causa do baixo rendimento escolar de nossos alunos se explica a partir dos modelos administrativos? Planejando, avaliando e recebendo apoio financeiro as escolas conseguirão resolver seus problemas? Ou direcionar dinheiro às escolas é só mais uma forma de mascarar o verdadeiro problema? Qual seria, então esse problema? Tentemos examinar alguns deles?

ATOS DOS APÓSTOLOS: O Pentecostes

No livro de Atos dos Apóstolos encontramos uma das passagens mais controvertidas, discutidas e, ao mesmo tempo, belas, do Novo testamento. Trata-se At, 2,1-11 que se popularizou como fundamentação para a festa do Pentecostes.

As Viagens de Paulo

Em se tratando de estudos bíblicos nem tudo são certezas e unanimidade. Existem contradições em relação às opiniões e conclusões. Uma delas é em relação a Lucas e à autoria do evangelho de Lucas e os Atos dos Apóstolos. A tradição cristã atribui tanto o texto do quarto Evangelho como o de Atos dos Apóstolos a Lucas, médico mencionado por Paulo em 2Tm 4,11; Cl 4,14 e Fm 24. O padre José Comblin, entretanto prefere dizer que ambos são personagens distintos
A historicidade da Bíblia é, muitas vezes, colocada como argumento de fé. Muitas vezes a Bíblia é usada de forma definitiva, sem considerar elementos simbólicos e textuais que não podem ser desconsiderados. Se for encarada dessa forma tanto a fé como a razão tem que se submeter a algumas contradições textuais que estão presentes no texto bíblico.

ATOS DOS APÓSTOLOS: Os sumários

Os retratos das comunidades, que muitas vezes são utilizados par mostrar a perfeição da Igreja nascente em oposição aos pecados das nossas comunidades ou igrejas, na realidade são o que chamamos de sumários. Esses conjuntos de textos, pequenos resumos, aparentemente não são obra de Lucas e não faziam parte do texto original.