José de Paiva Netto
Escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), da International Federation of Journalists (IFJ), da Academia de Letras do Brasil Central, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janei
Artigos publicados
Homenagens ao TBV
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 18/02/2010
- Sociedade e Cultura
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O Templo da Boa Vontade, em Brasília, recebeu este mês outras importantes manifestações de reconhecimento popular e cultural. Gizelle Tonin de Almeida, da Comunicação da LBV, destaca que “os ambientes do TBV têm sido citados em letras de músicas e reproduzidos artisticamente em carros alegóricos e em vestimentas de alas específicas nas escolas de samba que contam em seus enredos a história dos 50 anos da capital do Brasil”.
Inimigo silencioso
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 18/02/2010
- Saúde e Beleza
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Numa excelente matéria produzida pelo programa Viver é Melhor!, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), o dr. Fadlo Fraige Filho, endocrinologista, presidente da ANAD (Associação Nacional de Assistência ao Diabético) e da FENAD (Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes), trouxe importantes esclarecimentos sobre o perigo do diabetes e das doenças a ele correlacionadas.
Abordamos, mais uma vez, esse relevante tema por se tratar de assunto de saúde pública ainda não suficientemente difundido na população. E nesta época de carnaval, a turma costuma abusar de tudo. Portanto, todo alertamento é bem-vindo.
Mandela, Carnaval da Bondade e Grupo Estado
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 10/02/2010
- Sociedade e Cultura
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No próximo dia 11 completam-se duas décadas da libertação do advogado e líder político Nelson Rolihlahla Mandela, ícone da luta contra o Apartheid, na África do Sul. Em 1990, aos 72 anos, deixava o presídio de Robben Island, na Cidade do Cabo. Quatro anos mais tarde se tornaria o primeiro presidente negro de seu país.
O regime de segregação racial sul-africano vinha de longa data, Gandhi lutou contra isso desde o século 19. Mas a situação se impôs completamente, com uma legislatura impiedosa, quando da vitória, nas eleições de 1948, dos africânderes (estabelecidos na região a partir dos séculos 17 e 18, descendentes de colonos calvinistas dos Países Baixos, além da Alemanha e da França).
Principal opositor do Apartheid, sistema que não reconhecia os direitos políticos, sociais e econômicos dos negros, Mandela, Prêmio Nobel da Paz de 1993 ao lado do ex-presidente sul-africano Frederik Willem de Klerk, é considerado um dos mais fortes emblemas da luta pela liberdade.
Perto de completar 92 anos, dedicamos ao seu poderoso coração este aforismo que cunhei, o qual reflete de modo irretocável a sua lição de vida: Ninguém aprisiona o Espírito de um Homem livre.
Em 1997, Nelson Mandela foi condecorado, no Brasil, com a Comenda da Ordem do Mérito da Fraternidade Ecumênica, láurea entregue pelo ParlaMundi da LBV àqueles que mais se destacam em suas áreas de atuação e tendo como princípio básico a Solidariedade sem fronteiras.
60 anos de Fraternidade
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 2/02/2010
- Sociedade e Cultura
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Paiva Netto
Ao raiar de 2010, a fraterníssima Legião da Boa Vontade completou 60 anos de profícua existência. Seis décadas ao lado do povo, ajudando-o a suplantar as mais árduas pelejas da vida. Nascida no Rio de Janeiro, no dia da Confraternização Universal, em 1o de janeiro de 1950, pela genialidade do saudoso jornalista, radialista e ativista social Alziro Zarur (1914-1979), a LBV tem como logomarca um coração azul, entrelaçado por 34 elos –
COP15 e Economia Sustentável
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 8/12/2009
- Meio Ambiente
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A Organização Mundial de Meteorologia anunciou recentemente que houve, desde a era pré-industrial (1750), um acréscimo de 38% na concentração de gás carbônico (CO2) na atmosfera.
Tabagismo na Idade Escolar
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 8/12/2009
- Saúde e Beleza
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Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 90% dos fumantes tiveram o primeiro contato com o tabaco em idade escolar, na faixa etária entre 5 e 19 anos.
Zumbi e Ecumenismo Étnico
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 25/11/2009
- Sociedade e Cultura
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Numa homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado no último 20 de novembro, e à memória do valente Zumbi, apresento trecho de artigo que preparei para a Folha de S.Paulo em 15/5/1988.
O Sol nasce para todos
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 13/11/2009
- Sociedade e Cultura
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O Pai Celestial permanece sempre disposto a nos oferecer reiteradas oportunidades, mostrando-nos um infinito de belezas sem igual.
Templo da Paz e Dia das Nações Unidas (Final)
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 11/11/2009
- Sociedade e Cultura
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Na primeira parte deste artigo, apresentei um resumo sobre o que
motivou a criação da ONU, tendo o desejo de Paz
entre os povos como seu principal pilar. Trata-se de um dos grandes
propósitos do Templo da Boa Vontade (TBV), que completou 20
anos de existência em 21 de outubro.
LBV – 60 anos
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 6/11/2009
- Sociedade e Cultura
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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul promoveu, numa proposição do deputado estadual Ivar Pavan, presidente do Parlamento Gaúcho, um ato solene pelos 60 anos de trabalho da Legião da Boa Vontade no Brasil e no exterior, a serem completados em 1o de janeiro de 2010.
Templo da Paz e Dia das Nações Unidas
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 5/11/2009
- Sociedade e Cultura
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Paiva Netto
José de Paiva Netto, Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade.
Durante os festejos dos 20 anos do Templo da Boa Vontade, ocorridos no sábado, 24/10, em Brasília/DF, prestamos tributo à Organização das Nações Unidas (ONU), que, naquela data, completava 64 anos de existência. Aliás, o sentimento que pautou a decisão da comunidade internacional de criá-la, em 1945, é o mesmo do TBV: o desejo de Paz.
BREVE HISTÓRICO
Após as atrocidades da Segunda Grande Guerra, que dizimou e mutilou, física e psiquicamente, milhões de pessoas, lideranças mundiais procuravam mecanismos que pudessem assegurar a Paz entre os povos. De 25 de abril a 26 de junho de 1945, na cidade de São Francisco/EUA, foi elaborada – pelos representantes de 50 países na conferência sobre Organização Internacional – a Carta das Nações Unidas. Por sinal, o termo Nações Unidas foi idealizado pelo presidente norte-americano Franklin Roosevelt. A base do documento nasceu de propostas de delegações da China, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da antiga União Soviética, da França. Em 24 de outubro de 1945 passa a existir oficialmente a ONU. Imaginemos quantos e que tipos de discussões reservadas para chegarem a um consenso, inclusive nos campos devocionais e laicos ─ que o diga dona Eleanor Roosevelt (1884-1962) ─, ocorreram nos bastidores, das quais, por mais bem informados que estejamos hoje, não temos plena consciência. Se o acordo se formalizou, àquela época, depois do desestimulante fracasso da Liga das Nações, que tanto fez penar Woodrow Wilson (1856-1924), após a Primeira Guerra, por que as novas providências, auguradas por tantas nações, que agora se projetam internacionalmente, cenário em que o Brasil se destaca, não serão concretizadas? O mundo, sem apelação, segue adiante; às vezes, todavia, momentaneamente, move-se para trás. Parado é que não fica.
A PAZ NÃO É UTOPIA
Em contribuição ao tema, trago-lhes improviso meu que a Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, em parte publicou na obra “A Proclamação do Novo Mandamento de Jesus — A saga heroica de Alziro Zarur (1914-1979) na Terra”, que sábado lançamos nas superlotadas dependências do TBV.
(...) Existem aqueles que acham, como se fora fatalismo, por eles atribuído em censura aos místicos, que a guerra é indissociável do Ser Humano, sem que haja outra possibilidade de progresso rápido. Naturalmente, estão equivocados. Talvez lhes falte ainda a resolução de contrapor-se a qualquer obstáculo e pugnar sem receios por tempos de fato mais pacíficos. Isso requer dose decisiva de ânimo: ir contra aquilo que certos “costumes milenares” ruinosos “decidiram” ser o caminho inarredável dos povos. Mas há muitos que possuem esse destemor. Sérgio Vieira de Mello (1948-2003) foi um deles. Não afirmo que o instinto assassino vá desaparecer de uma hora para outra da face do planeta. Somente não aceito modelos fatalistas, capitulados como realismo irremovível. Digamos, porém, para argumentar, que, se a guerra viesse, teríamos de enfrentá-la com a disposição necessária. Entretanto, um dia, a Fraternidade e a Justiça mudarão para melhor o destino acidentado das criaturas, das famílias, das pátrias. Quando a criatura se purifica, tudo se transforma à sua volta.
Jesus, o Mestre do ensino, no ensino, como Mestre
- Por José de Paiva Netto
- Publicado 23/10/2009
- Educação
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Em 15 de outubro, comemoramos o Dia do Professor.


