Resgate de identidade e perspectivas em idosos asilares:
 
Resgate de identidade e perspectivas em idosos asilares:
 


RESGATE DE IDENTIDADE E PERSPECTIVAS EM IDOSOS ASILARES:

UMA PROPOSTA INTERVENTIVA

 

Janaina dos Santos de BRITO*

Cibelle Marchi de Angelo DOURADO*

Vanessa Marques Gibran FACO*           

 

 Faculdade da Fundação Educacional de Araçatuba

 

RESUMO: A Psicologia em sua amplitude de saberes e conhecimento, conta-lhe com sua aplicação a Instituições de Saúde, sendo este um importante campo de atuação da Psicologia, contando com a atuação de profissionais capacitados e habilitados nesta área, para o desenvolvimento de um trabalho significativo e contribuinte efetivo para esferas de transformações para novas perspectivas de pesquisa e aplicação, dedicando-se na contribuição da Psicologia Saúde. Partindo deste pressuposto o presente projeto  tem como objetivo desenvolver espaço de escuta terapêutica direcionados aos idosos, com o intuito de minimizar o sofrimento provocado pela institucionalização, através do acolhimento e reflexão, gerando um espaço que promova o empoderamento do grupo e a possibilidade de enfrentamento dos conflitos inerentes ao processo de institucionalização. O espaço de escuta tem como funções: o resgate da identidade e subjetividade, da autonomia, de desejos e de projetos. Pretendeu-se trabalhar com questões inerentes a essa faixa etária que geravam angústia, tais como, dificuldades em lidar com suas doenças e limitações físicas, proporcionadas pela idade avançada, além do sofrimento provocado pelos sentimentos de privação e abandono. Foram realizados encontros com um grupo de idosos de uma instituição asilar, utilizando recursos programáticos relacionados ao resgate individual, das vivências, lembranças, angústias e frustrações relacionadas ao envelhecimento, instaurando a identidade de cada sujeito. Foi possível observar através da aplicação deste projeto grandes transformações, como aumento da auto estima, auto confiança e desejos e, conseqüentemente, uma melhora na condição de saúde e bem estar biopsíquico.

 

Palavras-Chave: Psicologia da saúde. Terceira idade. Asilamento.

 

 

1 INTRODUÇÃO

 

      A Psicologia aplicada a Instituições de Saúde é um importante campo de atuação da Psicologia, sendo que os profissionais dessa área podem atuar desenvolvendo um trabalho de pesquisa ou aplicado, dedicando-se na interface Psicologia Saúde.

 

Sabemos que o trabalho do psicólogo não se baseia na modificação da condição biológica ou de condições sociais, mas se fundamenta na expectativa de mudanças internas que permitam viver melhor aquilo que se apresenta como conflito assim como lidar com novas possibilidades que se revelam. (LOPES; BARBIERE; GAMBALE, 2009. p.196)

 

 

            A psicologia em instituição asilar, a qual se refere este projeto, trata dos aspectos psicológicos em torno do envelhecimento; desse modo, o profissional psicólogo deve estar comprometido com o trabalho de reconhecimento do idoso, promovendo seu bem-estar e qualidade de vida, comprometido em atuar junto na promoção de saúde que se define [...] “não apenas como a ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e social”. [...] (SEGRE, 1997). Identificar os fatores que interferem nesse processo de desenvolvimento biopsicossocial é considerar aspectos psicológicos subjetivos e, portanto, particulares implicados, não só no envelhecer, mas também no afastamento do convívio social.

 

 

2 DESENVOLVIMENTO

 

A nossa conceituação de Psicologia da Saúde é brasileira, apresenta em seu bojo toda a nossa condição de desesperança, humilhação, dor, desamparo, submissão cultural, açoitamento existencial, falta de dignidade humana, colonização e, principalmente, de sua falta de perspectivas diante de uma realidade tão turva e tão sem horizontes (Atualidades em Psicologia da Saúde. 185p.).

 

      A Psicologia da Saúde tem sido considerada como um campo de trabalho da Psicologia que nasce para dar resposta a uma demanda sócio-sanitária. Os Psicólogos da Saúde, procedentes em sua maioria no Brasil da Psicologia Clínica, da Medicina Psicossomática e da Psicologia Social Comunitária estão adaptando seus enquadres e técnicas a um novo campo de aplicação. A Psicologia da Saúde se refere, antes de tudo, a sua projeção e luta no marco institucional, sendo que na história do Brasil, esse período foi marcado pela repressão da ditadura militar e,dessa forma, a prática psicológica neste contexto era destinada basicamente a atuar na denominada solução de problemas de ajustamento. (PEREIRA e NETO, 2003. p.24).

      Tratando-se do trabalho da psicologia voltado ao idoso é importante destacar como ponto culminante da problemática da velhice caracterizada pela sociedade capitalista, que implica na perda do seu valor social à medida que diminui a capacidade produtiva.  

[...] “profissionais que assumiram o envelhecimento como um campo para a prática profissional e para construção de saberes tem travado um poderoso embate na tentativa de resgatar o valor social do idoso, depreciado no processo de evolução capitalista contemporâneo. E as estratégias certamente passam por assegurar seus direitos de cidadania”. (CALDAS, 2004. p.51)

 

      Contudo é papel do Psicólogo lutar para assegurar que, no mínimo, os direitos constantes no Estatuto do Idoso sejam praticados:

Art. 10. É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na Constituição e nas leis. (Estatuto do Idoso, 2003)

 

      Partindo desta perspectiva utilizou-se como base teórica à Psicologia da saúde e do desenvolvimento que considera as funções orgânicas, físicas e mentais no processo de envelhecer levando em conta que “[...] o desenvolvimento humano é um processo longo e gradual de mudanças. Neste processo, cada pessoa, à sua maneira e no seu tempo, dá sentido à sua vida”. (CÓRIA –SABINI, 2001. p.09)

      Pretendeu-se neste projeto, que os conteúdos pudessem emergir de forma natural, através de conversas informais até a formação do vínculo, onde foi feito o levantamento das necessidades, e este foi o ponto de partida para colocarmos em prática as técnicas pertinentes para proporcionar a esses idosos o bem estar biopsicossocial, porém, sabe-se da existência de características típicas dessa faixa etária e dos sentimentos que giram em torno do processo de institucionalização, especialmente no que diz respeito à despersonalização do sujeito, o sentimento de incapacidade provocado pelas limitações físicas, a falta de autonomia e etc.

      Portanto, pensou-se na utilização de algumas estratégias para melhorar a qualidade de vida desses idosos e conseqüentemente ampliar a possibilidade de um estado de saúde no sentido mais amplo.

      Visou-se, contudo, abordar assuntos com a intenção de resgatar a história de vida através do lúdico e elaborar atividades que possibilitassem a exploração da criatividade, provocando o sentimento de capacidade e produção.

      “Os exercícios na área da criação estimulam a vitalidade psíquica dos idosos ao se sentirem capazes de realizações pessoais nessa área; a autoconfiança aumenta ao mesmo tempo em que se abrem novas perspectivas existenciais”. (AZAMBUJA, 1995. p.100)  

      A instituição inaugurada em 08 de Abril de 1999, atualmente, abriga 23 idosos. Sua manutenção fica por conta da Prefeitura Municipal, do Estado e por alguns dos idosos que recebem aposentadoria. Periodicamente são promovidos pela direção chás beneficentes entre outros eventos.

      Como no caso de qualquer instituição beneficente, o Asilo conta para se manter com a ajuda de voluntários. Entre eles estão uma associação de Professores Aposentados da cidade local.

      Para o desenvolvimento do projeto, foram realizadas três etapas: uma observação que delimitou aspectos relevantes da realidade da instituição, posteriormente um levantamento de informações segundo as necessidades e medidas a serem aplicadas e, por fim, o processo interventivo propriamente dito.

      Foram realizados encontros semanais aos sábados, em períodos diurnos, totalizando 11 encontros.

      No primeiro encontro, como um primeiro momento tomamos contato com o funcionamento da instituição e seus moradores com o objetivo de conhecer a história de cada idoso, e apresentar nosso trabalho como estagiárias de psicologia.

      Fomos apresentadas para cada morador pela enfermeira chefe da instituição, a fim de perceber na prática e conjuntamente com o grupo de idosos a dimensão do trabalho do psicólogo na área da saúde pública, e compreender as possibilidades para o trabalho.

 

Sabemos que o trabalho do psicólogo não se baseia na modificação da condição biológica ou de condições sociais, mas se fundamenta na expectativa de mudanças internas que permitam viver melhor aquilo que se apresenta como conflito assim como lidar com novas possibilidades que se revelam. (LOPES, BARBIERI, GAMBALE, 2009)

 

 

      Neste primeiro contato podemos dizer que fomos recebidas de forma acolhedora, porém, com certa distância e resistência. Colhemos dados como a idade, profissão, vínculos afetivos familiares, observamos a capacidade de comunicação, sinais de depressão etc.

  Em um segundo encontro nos aproximamos um pouco mais, a fim de conhecer sobre a história de vida dos idosos e compreender o que sentem a respeito da institucionalização. Nossa meta neste encontro foi fortalecer o vínculo com os idosos, e como estratégia foi utilizada à escuta para o acolhimento, afetividade e a valorização do outro. O vínculo com os idosos ampliou a eficácia das ações e favoreceu adesão ao projeto.

      Foi ressaltada também a relevância dos sonhos e desejos do passado e perspectivas para o futuro, onde cada um expunha sua historia de vida, suas lembranças, suas vivências.

      Além disso, percebeu-se no decorrer das conversas, enorme necessidade dos idosos de compartilhar um pouco de suas vivências do passado, com a intenção de transmitir algum conhecimento adquirido com o passar dos anos através do relato de suas histórias e experiências.

 

[...] “Cada um de nós mede suas conquistas, o que evitamos, o que nos foi evitado. Sentimos também a necessidade de transmitir, de garantir uma filiação dos valores baseados em nossa história, na História. Pois uns dos sinais da passagem é descobrir aos poucos, para cada um, que temos uma história, que ela não se confunde com a atualidade, que ela se encontra com a história dos outros”. (OLIEVENSTEIN, 1999.)

 

 

      Em uma tentativa de criar novos dispositivos que incrementassem a vida dessas pessoas tais como algo que os estimulassem a repensar suas habilidades e talentos, foram realizados rodas de conversas, onde pode-se tomar contato de alguns desejos, sendo esses alimentados segundo a possibilidade de desenvolvimento. através do dialogo realizado pela sugestão, um dos internos do asilo, comprou uma viola, evidenciando sua vontade de aprender a tocar, caracterizando principalmente a importância do desejo de realizar ainda seus desejos,  contribuindo para a idéia de que ao serem estimulados é possível repensar habilidades e sentir-se “vivo” para concretizar sonhos e projetos pessoais.

 

A partir do momento que conseguirmos infiltrar essa imagem positiva de ser idoso ao próprio idoso, conseqüentemente eles irão se sentir menos isolados pela sociedade. Isso leva o idoso a redescobrir novos interesses, sente-se estimulado a participar em todas as etapas de sua vida, e com essa postura tem mais chance de solucionar seus problemas pessoais (CORAZZA, 2005).

 

 

      Com o objetivo de distração e a provocação de um pequeno esquecimento do ambiente institucional, foi realizado em um dos encontros uma roda de viola, proporcionando um momento interativo entre os internos asilados e a quebra da rotina caracterizada e instituída pela instituição devido a longa permanência. Pôde se através da musica, tomar a emoção e a sensação de reviver as lembranças e recordações do passado,( uma vez que os violeiros tocavam musicas raiz) proporcionando também alegria e descontração, percebida pelo relatar, e pela demonstração por eles através da dança, onde foram através do embalar da musica levados a danças.

      Foi realizado também, na semana de páscoa, data comemorativa que trás muitos conteúdos afetivos e religiosos importantes, repletos de lembrança e significados, a entrega, a cada morador, de uma cestinha tipicamente decorada com um coelhinho, contendo bombons de chocolates. Com um simples gesto de confraternização, esses idosos se sentiram valorizados e lembrados gerando um aumento da auto - estima. Proporcionando um espaço de escuta e acolhimento, sendo que esse, muitas vezes, é suficiente para que os idosos exteriorizem e compartilhem quase como um legado, suas memórias da infância e de um mundo que segundo eles, são “sobreviventes”. “Ao mostrar com sua própria vida como o individuo se ajusta às mudanças ocorridas sem seu meio social, o velho reforça seu valor e sua dignidade [...]” (CALDAS, 2004. p58)

      Também foi construído um painel, com fotos dos eventos e da rotina do andamento do projeto, deixando literalmente uma marca efetiva do trabalho realizado.

Na realização do painel de fotos, alguns se aproximaram, mas ninguém ajudou na produção, na tentativa de envolvê-los na atividade, obteve-se apenas respostas de interação verbal, surgiram assuntos sobre a perda de liberdade na velhice, caracterizado pela dependência de cuidados, provocou lembranças de como se deu as suas institucionalizações juntamente com o manifesto desejo de privacidade. Sobre esse assunto nossa atuação se deu com o objetivo de fornecer informações sobre o processo de envelhecimento, discutindo que esta é mais uma forma de estar no mundo, incentivando pensar em novos objetivos para dar um novo sentido à vida. (DECKER; PEREIRA, 2009)

Com a conclusão do painel de fotos, expressaram valoração e auto estima ao se verem evidenciados no refeitório,o lugar foi escolhido por eles para exibir o painel, talvez porque seja o lugar que representa confraternização e compartilhamento, onde talvez por um momento, ou refeição diretamente dizendo, sintam-se em um ambiente familiar, representando uma grande família.

Provocando o sentimento de pertencimento, atribuímos as conseqüências positivas deste trabalho as intervenções advindas de um igual, outro elemento do grupo, que repercutem muito mais no individuo  do que as atividades do próprio terapeuta. (LOPES, BARBIERI E GAMBALE. 2009). 

            Finalizando o projeto, foi realizado um passeio com os idosos nos pontos referenciais da cidade, terminando em uma sorveteria e retornando ao asilo. Pode-se dizer que este tipo de trabalho favorece a revisão da vida e a expansão das possibilidades, autonomia e de auto – realização. (LOPES, BARBIERI E GAMBALE. 2009) 

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

      Na realização do presente projeto de estágio especifico na área de Psicologia em instituições de saúde obtiveram-se êxito quanto ao desenvolvimento e objetivos a ele propostos.

      O trabalho proporcionou transformações no existir dos idosos possibilitando a criação de um espaço novo, na busca do resgate da auto confiança, auto estima e de seus desejos e projetos, levando em conta que o papel do psicólogo foi e é indispensável para que se compreendam os aspectos subjetivos que permeiam a velhice. Desse modo, buscamos alternativas para que essas pessoas vivam com mais dignidade, com o objetivo de promover a saúde biopsicossocial.

 

 

REFERÊNCIAS

 

ALMEIDA, Osvaldo P. ALMEIDA, Shirley A. Confiabilidadeda Versão brasileira da escala de depressão em geriatria (GDS) versão reduzida. Arq Neuropsiquiátrica 99;57(2-B): 421-426. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso: 01.06.2011 : http://www.scielo.br/pdf/anp/v57n2B/1446.pdf

ANGERAMI, Valdemar. Psicologia da Saúde no Século XXI - Contribuições, Transformações e Abrangências. In. CAMON (Org.) Atualidades em Psicologia da Saúde. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2004. 185p.

 

AZAMBUJA, Thais. Uma oficina de criação para a terceira idade. Textos sobre envelhecimento, v.8 n.2 Rio de Janeiro,  2005. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso: 27.05.2011. http://revista.unati.uerj.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-59282005000200007&lng=es&nrm=iso

 

CALDAS, Célia; A valorização do conhecimento da pessoa idosa e a manutenção do espírito crítico. In: LEMOS, Maria; ZAGAGLIA, Rosângela. (Org). A Arte de envelhecer: saúde, trabalho, afetividade, Estatuto do Idoso. Rio de Janeiro: Idéias & Letras, 2004. 51-59p.

 

CORAZZA, Maria Alice. Terceira idade & atividade física. Phorte Editora, São Paulo 2 ed, 2005.

 

CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida; Psicologia do desenvolvimento.São Paulo: Ática, 2001. 168p.

 

DECKER, Sheila; PEREIRA, Elaine. Trabalhando a percepção do corpo e da auto estima na terceira idade: relato de experiência. Curitiba: Centro Reichiano, 2009. Disponibilidade e acesso na Internet. Data de acesso: 01/06/2011. http://www.centroreichiano.com.br/artigos/Artigos

 

ESTATUTO DO IDOSO.

Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.741.htm.  Data de acesso em: 22 de fev. 2011

GONÇALVES, Célia. Idosos: abuso e violência. * Rev Port Clin Geral 2006. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso: 05.06.2011. http://www.apmcg.pt/Download.aspx

JÚNIOR, Abraão ; CONRADO, Mariela; ANDRADE, Denise; MIOTO, Elisa. A importância do vínculo entre equipe e usuário para o profissional da saúde. v. 8 | n. 1-3 | p. 11–18 | JAN. /DEZ. 2008. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso: 27.05.2011

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LOBATO, Alzira; Considerações sobre o trabalho do serviço social com idosos. In: LEMOS, Maria; ZAGAGLIA, Rosângela. (Org). A Arte de envelhecer:saúde, trabalho, afetividade, Estatuto do Idoso. Rio de Janeiro: Idéias & Letras, 2004. 11-19p.

 

LOPES, Ruth; BARBIERI, Natália; GAMBALE, Carina. Velhice contemporânea e a atuação do psicólogo. In: FALCÃO, Deusivania; ARAUJO, Ludgleydson. (Org). Psicologia do envelhecimento. Campinas : Alínea, 2009.195-212p.

 

PEREIRA, Fernanda. NETO, André. O Psicólogo no Brasil: Notas sobre o seu processo de profissionalização. Psicologia Estudo [online]  2003. Vol. 08. n.02. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso 07.02.2011.

(http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-73722003000200003&script=sci_arttext&tlng=in)

 

SEGRE, Marco, O conceito de saúde. Rev. Saúde Pública, 31 (5): 538-42, São Paulo, 1997. Disponibilidade e acesso na internet. Data de acesso: 27.05.2011. http://www.scielosp.org/pdf/rsp/v31n3/2334.pdf

 

 

 
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