Pneumonia Pneumocócica
 
Pneumonia Pneumocócica
 


1. INTRODUÇÃO

Este trabalho trata-se de um estudo de caso, referente a uma paciente do setor de enfermaria pediátrica do hospital municipal leal Jr - Itaboraí, cujo diagnóstico principal é a pneumonia pneumocócica.
Através desse estudo, foi feito um levantamento bibliográfico a cerca da anatomia e fisiologia correspondente ao sistema respiratório, bem como a patologia em questão: pneumonia.
Em seguida, foi esmiuçado o conteúdo á cerca das complicações, diagnósticos, sintomas e tratamentos da pneumonia. E na visão do momento do cuidado a este paciente desenvolvemos o processo de enfermagem, descrevendo o histórico, exame físico, o cuidado de enfermagem nas interações medicamentosas e o plano de cuidados, onde se baseia em descrever o diagnóstico de enfermagem, os resultados esperados, as intervenções e a evolução de enfermagem.











2. CASO CLÍNICO
Nome: J.V.C.O, 1 ano e 3 meses, brasileira, natural do Rio de Janeiro. Cor parda, sexo feminino, filiação: Patrícia Pereira da Costa Severino.
Data de internação: 12/10/2009 às 18:00 hrs.
Diagnóstico Provisório:
Broncopneumonia
Diagnóstico Definitivo:
Pneumonia
Tratamento:
Internação Hospitalar
Antecedentes mórbidos familiares:
Irmão asmático. Nega CA, Tuberculose, Eplepsia.
Antecedentes mórbidos pessoais:
Tem asma segundo informações da mãe.
Anamnese e Fisiologia:
Nasceu prematuro com 7 meses, ficou intenada em UTI +- 2 anos.
Vacinação:
Em dia.
Dados clínicos:
Tosse durante 4 dias, febre 4 dias = alta. Dispnéia (+ positiva), Tiragem (+ positiva), Sibilo (+ positiva)
Diagnóstico:
Asma e Febre
Evolução médica:
Menor com tosse + febre + dispnéia (+ positiva). Ao exame: Taquipnéia + Tiragem + Creptações.
Exames laboratoriais:
Resultados Valores normais 0,5 a 2 anos
Leucócito 14.000 6.000 a 10.000/mm³
Plaquetas 383.000 200.000 a 500.000/mm³
Hemoglobinas 9.8% 12,0 (10,5 ? 13,5) (g/dl)
Hematócrito 27,9% 36 (33 - 39) %
Eosinófilos 01 40 a 650/mm³
Bastões 08 300/mm³
Segmentados 159 3.200/mm³
Linfócitos 29 3.000 a 9.500/mm³
Monócitos 03 250 a 1.300/mm³

Resultado dos exames:
Anemia e leucocitose.
Anemia: É a diminuição dos níveis de hemoglobina na circulação. A principal função da hemoglobina, uma proteína presente nas hemácias é o transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos.
Leucocitose: Aumento do volume de glóbulos brancos, por volume de sangue circulante. Os glóbulos brancos são as células de defesa e regeneração que o sangue conduz tecnicamente conhecidas como leucócitos.
Conduta:
Penicilina Cristalina 200.000
Data: 13/09/09
? D1IH 1º dia de internação hospitalar
? PNM (pneumonia)
? D1 Penicilina Cristalina
Dia anterior sem intercorrências.
E.F. Corada, hidratada, anictérica, acianótica, taquipnéia leve, ausculta respiratória com estertores criptantes difusos. FR: 60 irpm AV; RCR 2T(Avaliação do rítimo cardio respiratório em dois tempos), BNF (bulhas normofonéticas) FC: 100 bpm. Abdômen flácido, depressíveis, sem massas. MMII sem edemas.
Conduta:
Rx de tórax. Mantendo Penicilina Cristalina 200.000/kg/dia. Nbz (nebulização) 6/6 hrs. HCTz (hidrocolitiazida) 10 mg/kg/dose.
Data: 16/10/09

Evolução:
Criança acompanhada por mãe. Ativa, reativa, ventilando espontaneamente em ar ambiente, pele hidratada, tonificada, afebril, anictérica, assianótica. Couro cabeludo íntegro, olhos sem secreção, lábios hidratados. Dieta+ amamentação preservadas. Pescoço: Sem edema de gânglios. Tórax simétrico com presença de creptações na ausculta, mais intensificada no pulmão D. Vibração na palpação costal. Respiração de característica costo abdominal. Padrão respiratório eupneico com tosse produtiva. MSD com AVP presente sem sinais flogísticos e salinizado. ABD distendido e flácido ? alimentada no momento do exame. Eliminação vesical presente, intestinal ausente até o momento ? às 10:15 hrs. MMII sem edema ou outros sinais identificados. P= 141 bpm, FR= 31 irpm, T= 35,6ºC





















3. REVISÃO DE LITERATURA

3.1 Principais conceitos ? Anatomia e Fisiologia do aparelho respiratório
A função do sistema respiratório é facultar ao organismo uma troca de gases com o ar atmosférico, assegurando permanente concentração de oxigênio no sangue, necessária para as reações metabólicas, e em contrapartida servindo como via de eliminação de gases residuais, que resultam dessas reações e que são representadas pelo gás carbônico.
Este sistema é constituído pelos tratos (vias) respiratório superior e inferior. O trato respiratório superior é formado por órgãos localizados fora da caixa torácica: nariz externo, cavidade nasal, faringe, laringe e parte superior da traquéia. O trato respiratório inferior consiste em órgãos localizados na cavidade torácica: parte inferior da traquéia, brônquios, bronquíolos, alvéolos e pulmões. As camadas das pleura e os músculos que formam a cavidade torácica também fazem parte do trato respiratório inferior.
O intercâmbio dos gases faz-se ao nível dos pulmões, mas para atingi-los o ar deve percorrer diversas porções de um tubo irregular, que recebe o nome conjunto de vias aeríferas. As vias aeríferas podem ser divididas em:
? Nariz
? Faringe
? Laringe
? Traquéia
? Brônquios
? Pulmões



3.2 Pneumonia
O termo pneumonia inclui qualquer condição inflamatória do pulmão, na qual alguns ou todos os alvéolos estão preenchidos com líquido e células sanguíneas. Um tipo comum de pneumonia é a pneumonia bacteriana, causada freqüentemente por pneumococos.
Essa doença começa com uma infecção alveolar; a membrana pulmonar fica inflamada e intensamente permeável, de modo que líquido e até mesmo hemácias e leucócitos passam do sangue para os alvéolos. Dessa maneira, os alvéolos infectados vão sendo progressivamente preenchidos com líquido e células, e a infecção se dissemina pela passagem de bactérias de alvéolo para alvéolo. Eventualmente, extensas áreas pulmonares, algumas vezes lobos inteiros ou mesmo um pulmão, tornam-se "consolidadas", o que significa que estão cheias de líquido e restos celulares.
Na pneumonia, a função pulmonar se altera nas diferentes fases da doença. Nas fases iniciais, o processo pneumônico pode muito bem estar localizado em apenas um pulmão; a ventilação alveolar está seriamente reduzida enquanto o sangue continua fluindo normalmente pelo pulmão. Isto resulta em duas grandes anomalias: (1) redução da área total da membrana respiratória disponível e (2) diminuição da aeração de todo o sangue que flui através do pulmão consolidado.
Estes efeitos provocam redução da capacidade de difusão pulmonar, que resulta em hipoxemia (diminuição do oxigênio no sangue) e hipercapnia (aumento do dióxido de carbono no sangue).


Complicações:
Com base nos dados do histórico, os problemas interdependentes ou as complicações potenciais que podem ocorrer incluem:
? Sintomas continuados depois do início da terapia.
? Choque
? Insuficiência respiratória
? Atelectasia
? Confusão
? Derrame pleural
? Superinfecção

Diagnóstico:
Com base nos dados do histórico, os principais diagnósticos de enfermagem podem incluir:
? Eliminação traqueobrônquica ineficaz relacionada as secreções traqueobrônquicas copiosas.
? Intolerância à atividade relacionada à função respiratória prejudicada.
? Risco de déficit de volume de líquidos relacionados à febre e dispnéia.
? Nutrição alterada: ingestão menor que as necessidades corporais.
? Déficit de conhecimento relativo ao regime de tratamento e às medidas de saúde preventivas.

Sintomas:
A presença de febre, calafrios ou sudorese noturna em um paciente que também apresenta sintomas respiratórios deve alertar para a possibilidade de pneumonia bacteriana.
Um exame respiratório identificará adicionalmente as manifestações clínicas da pneumonia: dor do tipo pleurítica, fadiga, taquipnéia, uso dos músculos acessórios da respiração, bradicardia ou bradicardia relativa, tosse e escarro purulento.
Tratamento:
As principais metas para o paciente podem incluir a permeabilidade melhorada da via aérea, repouso para conservar a energia, manutenção do volume hídrico adequado, manutenção da nutrição adequada, uma compreensão do protocolo de tratamento e das medidas de prevenção e ausência de complicações.




4. METODOLOGIA

Tipo de pesquisa:
Estudo de caráter exploratório através do levantamento de dados clínicos com o intuito de associar informações a cerca da patologia, sintomas patológicos, diagnóstico focado no paciente escolhido, bem como seus resultados laboratoriais, medicamentos prescritos e tratamento do mesmo. Esse estudo baseia-se na pesquisa qualitativa onde tem por objetivo focar a atenção do enfermeiro a este caso clínico específico.
Coleta de dados:
O método utilizado para coleta de dados foi através de leitura do prontuário do paciente buscando por seus dados clínicos tais como o diagnóstico e quais foram os procedimentos solicitados durante sua internação.
Após esta etapa, entramos em contato com o paciente e seu responsável para levantar partes do historio e exame físico juntamente com a avaliação dos sinais vitais, realizando por fim uma evolução de enfermagem.

Sujeito da pesquisa:

Criança pré escolar, acompanhada por mãe.

Cenário da pesquisa:

Setor de enfermaria Pediátrica do Hospital Municipal Leal Jr. Itaboraí ? Rio de Janeiro.





5. PROCESSO DE ENFERMAGEM

Histórico:

O histórico de enfermagem compreende a coleta e verificação de dados e a análise de todos os dados para estabelecer um banco de dados sobre as suas necessidades, problemas de saúde e respostas do paciente a esses problemas.
Compreendem dados sobre:

? Nível de consciência;
? História clínica pregressa;
? História familiar;
? História ambiental;
? História psicossocial e cultural;
? Uma revisão de sistemas corporais.

Exame Físico:

Avaliam-se os sinais vitais e outros sistemas corporais. Utilizando as técnicas de inspeção, palpação, percussão, ausculta e olfato para observar anormalidades que podem produzir informações sobre problemas de saúde: passados, atuais e futuros. Antes de conduzir o exame físico o enfermeiro prepara o paciente, o ambiente e os equipamentos necessários. O exame físico é feito sistematicamente no sentido encéfalo caudal.

Interação Medicamentosa

Ø Penicilina Cristalina (antibiótico ? penicilina natural)
Aricilina, Cristalpen

Indicação:
Tratamento de várias infecções, incluindo pneumonia pnemocócica, faringite estreptocócicas, sífilis e gonorréia. Tratamento de infecções enterocócicas (requer a adição de um aminoglicosídeo). Prevenção de febre reumática. IM ou IV (adultos): 1-5 MUI, 4/4h ou 6/6 h. IM ou IV (crianças): 8.333-16.667 UI/kg, 4/4 h; 12,550 ? 25 mUI/kg, 6/6 h; na maioria das infecções ? 30 mUI/kg, 12/12 h (até 1MUI/dia tem sido usado para listeriose).
Mecanismo de ação:
Uso IM e IV
Início da ação:
? Efeito rápido a nível sanguíneo: 0,25 ? ½ hora (IM).
? Efeito logo após a infusão (IV)
? Duração: 4-6 horas (IM e IV)
? Metabolismo: hepático (mínimo)
? Eliminação: via renal (inalterada)
? Meia vida: 30-60 minutos

Cuidados de Enfermagem:
? A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendada e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhora. O tratamento deve ser mantido, durante 48-72h, após o paciente tornar-se assintomático
? Anteriormente ao início do tratamento, o paciente/responsável deverá informar ao médico sobre qualquer medicamento que esteja usando ou pretenda usar (inclusive aqueles obtidos sem prescrição médica), como também se tem ou já teve outros problemas de saúde e reação alérgica a qualquer medicamento (inclusive antibióticos).
? Informe ao paciente/responsável as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma, principalmente as incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser consultado.
? Recomende ao paciente/responsável que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
? Antes da administração da primeira dose, avalie: reações de hipersensibilidade; os resultados da cultura e do antibiograma.


Ø Hidroclorotiazida (diurético depletor de potássio)
Clorana, Clorizin, Drenol, Hidroclorotiazida, Mictrin
Indicações:
Diurético no tratamento dos seguintes edemas: da insuficiência cardíaca congestiva, renais, medicamentosos, da toxemia gravídica e como coadjuvante no tratamento da hipertensão arterial.
Mecanismo de ação:
Afeta o mecanismo tubular renal de reabsorção de eletrólitos. Nas doses terapêuticas máximas, todas as tiazidas são aproximadamente iguais em sua potência diurética. Aumentam a excreção de sódio e cloreto em quantidades aproximadamente equivalentes. A natriurese causa uma perda secundária de potássio e bicarbonato. Não afetam a pressão arterial normal.
Cuidados de Enfermagem:
? Instrua o paciente a tomar a medicação, exatamente conforme recomendado (todos os dias sempre no mesmo horário), e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento do médico, ainda que alcance melhora. Se uma dose for esquecida, ela deverá ser administrada tão logo possível, exceto quando no mesmo horário da próxima dose. As doses esquecidas não devem ser dobradas. Informe ao paciente que a medicação controla, mas não cura a hipertensão.
? Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente fraqueza ou câimbra muscular, náusea vômito, diarréia ou tontura, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente
? Recomende que o paciente verifique o seu peso (a cada 15 dias) e que, diante sinais e sintomas de retenção hídrica (inchaço em tornozelos e pés, aumento de peso) ou fadiga geral, febre, dor muscular ou nas articulações, dor torácica, rash, dor ou inflamação de garganta ou dormência, formigamento, dor ou fraqueza em mãos e pés.
? Recomende ao paciente, quando possível, o acompanhamento de um nutricionista para orientar em uma dieta rica em potássio (frutas cítricas e banana)
? Recomende ao paciente que informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou à cirurgia.
? Recomende ao paciente o uso de protetores solares e de roupas mais adequadas para evitar reações de fotossensibilidade, durante a terapia.
? Pode causar tontura ou sonolência. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estados de alerta, até que a resposta a medicação seja conhecida.
? Hipertensão: instrua o paciente (e/ou seus familiares) sobre a técnica correta para monitorar a PA; recomende que PA seja verificada, pelo menos, uma vez por semana, e que as alterações significativas observadas sejam relatadas ao médico; recomende ao paciente que o emprego de medidas adicionais para o controle da hipertensão.
? Antes da administração, avalie: antecedentes de hipersensibilidade às sulfonamidas; diariamente durante a terapia, monitore: a PA, o balanço hídrico e o peso; e avalie: edema (pés, pernas e região sacral); principalmente naqueles sob uso de glicosídeos digitálicos, sinais de desequilíbrio eletrolítico (anorexia, náusea, vômito, câimbras musculares, parestesia, confusão) e, na presença destes sinais, comunique imediatamente ao médico (o paciente sob o uso destas drogas é mais suscetível a toxidade digitálica devido ao efeito depletor de potássio do diurético).
? Exames laboratoriais: antes do início e periodicamente durante a terapia monitore os eletrólitos (principalmente potássio), a glicose no sangue, BUN, a creatinina sérica e os níveis de ácido úrico; pode causar: aumentos da glicose no sangue e na urina em pacientes diabéticos e das concentrações séricas (bilirrubina, cálcio, creatinina, ácido úrico, colesterol, LDL e triglicerídeos) ou diminuições das concentrações séricas de magnésio, potássio e sódio e cálcio na urina ou de iodo ligado à proteína (PBI).
? VO: a medicação deve ser administrada, preferencialmente, pela manhã para não interromper e prejudicar o sono do paciente durante a noite; a medicação pode ser administrada com alimentos ou leite para minimizar a irritação GI; os comprimidos devem ser macerados e misturados com líquidos para facilitar a sua administração
? Recomende que o paciente mude de posição ou que se levante lentamente para minimizar a hipotensão postural durante a terapia.
? Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas.










6. PLANO DE CUIDADOS

Diagnóstico de enfermagem:

Um Diagnóstico de enfermagem é um julgamento clínico sobre respostas do indivíduo, família ou comunidade para problemas reais e potenciais de saúde ou processos de vida. É um relato que descreve a resposta real ou potencial do paciente a um problema de saúde que o enfermeiro tem autorização e competência para tratar. O diagnóstico de enfermagem fornece a base para a seleção de intervenções de enfermagem que levem aos resultados pelos quais o enfermeiro é o responsável. A seleção acurada do diagnóstico de enfermagem exige que se use pensamento crítico e bom julgamento clínico.

Diante do caso clínico foram estabelecidos os seguintes diagnósticos de enfermagem:-

? Desobstrução das vias aéreas ineficaz;
? Amamentação ineficaz;
? Troca de gases prejudicada;
? Atividades de recreação deficientes;
? Medo;
? Padrão de sono perturbado;
? Ventilação espontânea prejudicada.

Resultados esperados:

Os resultados esperados do paciente podem incluir:
1. Apresenta a permeabilidade melhorada da via aérea, conforme evidenciado pela oxigenação adequada a partir da oximetria de pulso ou gasometria arterial, temperatura normal, sons respiratórios normais e tosse efetiva.
2. Repousa e conserva a energia ao limitar as atividades e permanecer no leito, enquanto sintomático, e aumentar lentamente as atividades.
3. Mantém a hidratação adequada, conforme evidenciado por uma ingestão hídrica e débito urinário adequado e turgor cutâneo normal.
4. Consome a ingesta nutricional adequada, conforme evidenciado pela manutenção ou aumento de peso corporal sem ganho excessivo de líquido.
5. Determina a explicação para as estratégias de tratamento.
6. Adere às estratégias de tratamento.
7. Não exibe complicações
a. Apresenta medições normais dos sinais vitais, oximetria de pulso e gasometria arterial.
b. Reporta a tosse produtiva que diminui com o passar do tempo.
c. Apresenta a ausência de sinais e sintomas de choque, insuficiência respiratória ou derrame pleural.
d. Permanece orientado e ciente das circunvizinhanças.
e. Mantém ou aumenta o peso.
8. Adere ao protocolo de tratamento e às estratégias de prevenção.

Intervenções de Enfermagem:

Seis fatores a se considerar na escolha das intervenções de enfermagem incluem: resultado desejado ou esperado do paciente, características do diagnóstico de enfermagem, base de pesquisa para a intervenção, aceitabilidade do paciente e capacidade do enfermeiro.A implementação do cuidado de enfermagem pode exigir conhecimento adicional, técnicas de enfermagem e recursos pessoais.A implementação bem sucedida das intervenções e de enfermagem exige que o enfermeiro use técnicas cognitivas, interpessoais e psicomotoras.

Intervenções de enfermagem para o caso clínico:

? Manter livre as vias aéreas;
? Manter a criança em posição de Fowler quando necessário;
? Manter hidratação;
? Medicação nos horários prescritos pelo médico;
? Verificação contínua dos sinais vitais.

Evolução de enfermagem:

A evolução de enfermagem é uma etapa do processo de enfermagem que permite que os enfermeiros determinem se as intervenções de enfermagem tiveram êxito em melhorar uma condição ou o bem ? estar do paciente.
A partir disso a enfermagem espera como evolução para este caso clínico:
? Que a terapia medicamentosa tenha sido bem realizada, combatendo a pneumonia;
? O restabelecimento da saúde da paciente.












7. CONCLUSÃO

O presente estudo mostrou durante o seu desenvolvimento ser de grande relevância para a formação profissional como acadêmico de enfermagem. Isto se deve ao fato de ser a primeira experiência a nível hospitalar com paciente internado.A necessidade de estudar, levantar bibliografias que ofereçam suporte teórico para todas as informações recolhidas nos proporcionou muitos conhecimentos que tornaram a prática assistencial muito valiosa.
O contato com o cliente por meio do estágio e da entrevista acrescentou sensivelmente a nossa formação, não somente com os novos conhecimentos técnicos científicos, mas também com a experiência relacionada a cada indivíduo, seus sentimentos, emoções e expectativas. Por tudo isso, identificamos que o desenvolvimento desse estudo atingiu nossos objetivos com um significado ganho para todos nós.















8. REFERÊNCIAS

Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem: 2007/2008. ? 5º. Ed. ? Rio de Janeiro: EPUB, 2006.

Fundamentos de enfermagem. Patrícia A.Potter, Anne Griffin Perry; 6ª Ed. ? Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

Brunner & Suddarth Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica Autores: Suzane C. Smeltzer e Brenda G. Bare Editora: Guanabara 10º edição

Bulas de Medicamentos na Internet. http://www.bulas.med.br/. Acesso dia 21 de nov. de 2009, às 15h43min




 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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