O Professor no Contexto Escolar
 
O Professor no Contexto Escolar
 


BRUNO ESTEVES

BRUNO PANDELÓ BRUGGER

FABIANA RIBEIRO DOS SANTOS

FERNANDA PYRAMIDES DO COUTO

RAFAELLA GEVEGY NEGRÃO1  INTRODUÇÃO

O tema do trabalho foi idealizado e inspirado pela professora Mara, que ministra as aulas de Estrutura e Funcionamento do Ensino no Curso de Ciências Biológicas do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, a fim de complementar o conteúdo da matéria supracitada. O presente trabalho foi desenvolvido por alunos do curso de licenciatura de Ciências Biológicas, onde serão tecidas considerações sobre o pensamento sistêmico direcionado ao contexto escolar bem como a reflexão sobre o papel do professor. Através deste trabalho buscamos também fomentar um maior entendimento acerca dos assuntos relacionados à formação e atuação do docente.Este trabalho tem como proposta discutir a importância do professor no contexto escolar, a partir de experiências vivenciadas por vários educadores. Buscando compreender os fenômenos que ocorrem dentro da escola e a forma como o profissional que atua na área educacional contribui tornando-se um agente transformador. O trabalho docente se justifica e torna-se essencial pelo fato de o professor trabalhar diretamente com pessoas em formação e que exigem deste profissional o conhecimento teórico e o equilíbrio emocional para lidar com a diversidade que se encontra em uma sala de aula. Os educadores são modelos de valores e padrões que os educandos tenderão a imitar, possibilitam que o conhecimento esteja ao alcance de todos e permitem que um outro "mundo" seja possível, um mundo do saber. Afinal de contas, tudo vale a pena quando a vocação é grande.

1.1- METODOLOGIA E ORGANIZAÇÃO DE ESTUDO:

A pesquisa de natureza qualitativa será baseada em artigos de autores lidos e obtidos por meio da Internet para que a equipe possa tomar conhecimento do tema abordado e assim elaborar o trabalho.

A pesquisa de campo será realizada com base em entrevistas com professores da educação básica, que atuam na área de Ciências e lecionam no ensino fundamental, das escolas em que os integrantes do grupo realizam o estágio obrigatório.

A entrevista semi estruturada será realizada por meio de perguntas abertas, feitas oralmente, na qual o entrevistando pode acrescentar questões de esclarecimento ou investigar as respostas do entrevistado. O entrevistador deve estabelecer uma relação marcada pela cordialidade e respeito mútuo. Uma atitude de neutralidade é fundamental (SILVA, 2007).

O estudo realizar-se-á de modo que todos os integrantes do grupo participem ativamente da elaboração do trabalho. As tarefas serão divididas igualmente entre todos e, ao final das pesquisas um encontro acontecerá com a finalidade de discutir os resultados obtidos e digitar o trabalho.

2- OS ASPECTOS LEGAIS DAS ATIVIDADES DO MAGISTÉRIO

A nova LDB se refere aos professores e profissionais da educação, especialmente remuneração, plano de carreira, formação, recrutamento e seleção. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

A Constituição Federal de 1988 assegura aos profissionais da educação maior valorização e garantias de trabalho (art. 206, V). O artigo 60  do Ato das Disposições Transitórias, desta constituição, foi alterado pela Ementa Constitucional n° 14 (12/09/96), objetivando assegurar a universalização do ensino fundamental e garantir remuneração digna para o magistério. Criou-se então, o Fundo de Valorização do Magistério, onde uma parte deste será destinada ao pagamento de professores do ensino fundamental em efetivo exercício no magistério e também para a capacitação de professores leigos (art. 7º, da Lei nº9.424/96). Essa medida acaba com a discriminação de "professor primário  professor secundário", ao incentivar a elevação cultural e técnica sem qualquer distinção. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, da Constituição Federal, e diversos dispositivos legais contemplam atualmente o magistério e suas disposições. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

A atividade de magistério abrange diversas atividades: a de professor e a de profissionais da educação. O professor pode ser qualificado de acordo com o nível em que atua, por exemplo: professor de educação infantil, de ensino fundamental ou médio. Os profissionais da educação são os diretores escolares, supervisores de ensino, inspetores escolares ou outras designações, de acordo com a nomenclatura adotada pelo sistema de ensino. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

Dentro do Direito Educacional existe um corpo legislativo complexo onde, entre outros elementos, se ressaltam normas sobre o magistério. A Constituição Federal de 1988 contempla o magistério com a qualificação de profissionais de ensino. O artigo 206, desta constituição, estabelece princípios para que o ensino seja ministrado: "V  valorização dos profissionais de ensino, garantidos, na forma de lei, planos de carreira para o magistério público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, assegurado regime único para todas as instituições mantidas pela União". O artigo fala no que tange à importância do ensino, que pressupõe profissionais pedagogicamente capacitados e conhecidos socialmente, o que, numa construção de democracia obriga a um reconhecimento social da função. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

O plano de carreira é o instrumento que vai assegurar o progresso individual e profissional do professor. Ele é objeto de referência no artigo 10, inciso II da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: "Art. 10  os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão comprovar: II  apresentação de Plano de Carreira e Remuneração do Magistério de acordo com as diretrizes emanadas pelo Conselho Nacional de Educação". (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

A Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, em seu parecer 10/97, fixou diretrizes de acordo com artigo 10, pela Resolução CNE/CEB Nº 3/97: integram a carreira do magistério "os profissionais que exercem atividades de docência e os que oferecem suporte pedagógico direto a tais atividades, incluindo as de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional". Para o exercício destas funções de magistério é pré-requisito a experiência docente mínima de dois anos, em escolas públicas ou privadas. O ingresso por concurso público deve obedecer aos seguintes princípios: legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade. São equipamentos que buscam o mérito e não o favoritismo e privilégios sociais, de classes econômicas e políticas. (MENESES, 1999, p. 291 a 294).

3 - A FORMAÇÃO DO MAGISTÉRIO

3.1  FORMAÇÃO INICIAL:

A formação do magistério é proposta numa linha programática que incentiva sua progressiva elevação cultural e técnico-pedagógica e com orientação que atenda aos objetivos específicos de cada nível. A lei estabelece que a formação terá como fundamento a associação entre teoria e práticas, inclusive a capacitação em serviço (MENESES, 1999, p. 294).

A princípio, a lei que exigia o Ensino Superior pra o exercício do Magistério fracassou, porem o baixo nível de escolarização dos professores era comum em muitos estados e municípios. Agora um novo prazo foi proposto para obter uma melhoria na formação dos docentes e espera-se, com isso, que somente serão admitidos para a docência professores habilitados em nível superior. (MENESES, 1999, p. 295).

É norma geral a exigência de curso superior em licenciatura plena com formação mínima para atividades docentes de Educação Básica. Para atuar na Educação Infantil e nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental é admitida a formação oferecida em nível médio, na modalidade Normal. Os institutos superiores de educação oferecem cursos formadores de profissionais para a educação básica, programas de formação pedagógica para portadores de diplomas de educação superior que queiram atuar na educação básica e programas de educação continuada. (MENESES, 1999, p. 295).

A formação de profissionais da educação básica deve ser feita em curso superior de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação. De acordo com Pimenta (2005) além de fornecer a habilitação legal para o exercício da docência, espera-se que o curso realmente forme o professor. "(...) espera-se da licenciatura que desenvolva nos alunos conhecimentos e habilidades, atitudes e valores que lhes possibilitem permanentemente irem construindo seus saberes-fazeres docentes a partir das necessidades e desafios que o ensino como prática social lhes coloca no cotidiano." (PIMENTA, 2005, p.17-18)

O Professor de Escola Pública deve se inscrever ao concurso de ingresso ao magistério que são regidos por instruções especiais que estabelecem a moda idade do concurso, conteúdo das provas, critérios de aprovação, entre outros. Já o professor de escola particular não precisa passar por concurso, a admissão depende da vontade do responsável pela instituição, desde que obedecidas às disposições da legislação trabalhista. (MENESES, 1999, p. 295-296).

Ao final do curso de graduação, em alguns casos, o licenciado recebe dois diplomas: o de bacharel e o de licenciado. Este deve ser registrado para que o licenciado tenha o direito de exercer legitimamente sua profissão. (MENESES, 1999, p. 297).

3.2 FORMAÇÃO CONTINUADA

O êxito do processo educacional não depende apenas do nível de formação inicial dos educadores. Os conhecimentos se renovam, as práticas se modificam. O acesso a inovações é um direito do profissional que pretende desempenhar suas funções durante toda sua vida de trabalho. O desenvolvimento profissional é um direito do indivíduo e, mais do que uma obrigação, um especial interesse do Poder Público que tem mandato legal, emanado da sociedade, de prover educação de qualidade para todos os cidadãos. Além disso, um profissional com contínuas oportunidades de atualização está permanentemente estimulado ao empenho e ao comprometimento com o seu trabalho. (MARTINS, 2003, p. 13-14).

O professor deve ter a preocupação constante de atualizar-se, procedendo a uma revisão crítica de sua proposta pedagógica e de sua atuação, possibilitando aprendizagens significativas, favorecendo o desenvolvimento afetivo cognitivo e o sucesso do processo ensino-aprendizagem. Portanto, deve-se promover o desenvolvimento desse professor, orientando-o e assistindo-o na organização de um ambiente escolar e no processo ensino-aprendizagem significativo para o educando. Assim, permitirá a formação de jovens que pensem, sintam e atribuam valores, como indivíduos criativos e produtivos, conscientes de seu próprio valor pessoal, interessados na condição humana, capazes de idealizar e vislumbrar um mundo melhor, do qual possam fazer parte. (SARTI, 2008, P. 47  65).

4 O PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL

Costuma-se dizer que os professores são avessos às mudanças, que insistem na reprodução das velhas práticas pedagógicas e que, por isto, são os grandes responsáveis pelo fracasso das reformas educacionais implementadas nas redes públicas de ensino. Essa imagem "reacionária" tantas vezes atribuída aos professores e às suas práticas faz-se presente nos discursos educacionais, ora enfatizando a indisposição que o magistério teria para as inovações, ora ressaltando sua incapacidade para acompanhá-las. (SARTI, 2008, P. 47 - 65).

A virada do último milênio foi marcada pela popularização das novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC)  computadores, internet, web e tantos outros recursos que suportam o trânsito de imensos e contínuos fluxos de informação, redes de pessoas, produtos e serviços, a criação e divulgação de produtos e manifestações culturais. Tudo isso acontecendo em espaços virtuais e flutuantes, desvinculados das antigas noções de tempo, espaço, status social e econômico. (HAETINGER, 2006).

Como o mundo hoje vive na era da informação, o professor deve ter um perfil dinâmico, condizente com "uma nova maneira de ser e pensar o mundo". Sob tal perspectiva, espera-se que os professores sejam no plano pessoal, receptivos à diversidade, abertos a inovações, sensíveis às dificuldades dos alunos e comprometidos com seu êxito; no plano intelectual, portadores de uma sólida formação científica e cultural, domínio da língua materna e das novas tecnologias; no plano profissional, capazes de articular os conteúdos curriculares de sua disciplina com vários outros conhecimentos e, ainda, trabalhar em equipe e assumir a gestão de seu próprio desenvolvimento profissional. Para isso faz-se mister que, no plano cognitivo, sejam capazes de aprender a aprender, de saber fazer e refletir sobre o que fazem. (SARTI, 2008). A definição do "bom professor" como aquele que se sentindo politicamente comprometido com seu aluno, conhece e utiliza os recursos capazes de lhes propiciar uma aprendizagem real e plena de sentido, com a prevalência do significado e não a simples associação entre estímulo e resposta; para ele, uma das possíveis dificuldades dos professores em promover a aprendizagem por compreensão pode vir do fato de que eles também tenham sido submetidos a um ensino mecânico e cujos conteúdos deveriam ser memorizados. Ainda, em consonância com esta constatação, define o educador como o que já aprendeu mais, e para quem "educar é ensinar o encanto da possibilidade" (p.83), o que leva a entender que o "bom professor" é o que busca saber mais e não valoriza apenas os conhecimentos sedimentados. (OLIVEIRA, 2005).

Em suma, o novo milênio exige um profissional que direcione o seu olhar para o futuro. Exercitando a imaginação e a fantasia de seus alunos na tentativa de solucionar problemas ou situações que os novos tempos trazem. É importante que ele seja provocador e desafiador, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e autônomos. Ele tem como compromisso: cultivar no aluno o espírito inquiridor, ensiná-lo a expressar adequadamente as suas idéias, a aprender com os erros e a enfrentar obstáculos, levá-lo a acreditar em si e a descobrir seus talentos e potencialidades, despertando o desejo pelo saber. O professor com visão de futuro amplia o seu campo de ação educacional, o que proporciona ao aluno descobrir o funcionamento e o significado do que lhe é proposto, sabendo o porquê do ensinar e o porquê do aprender. O professor necessário nessa nova realidade é aquele que atende as necessidades impostas pela sociedade contemporânea e que não tem medo de usar o saber e ousar com este saber. Ele transporta a realidade para a educação inventando uma nova forma de ensinar. (RAMPINELI, 2008).

5- REFLETINDO O FAZER DOCENTE

Considerando as entrevistas realizadas com professores, podemos chegar a um maior entendimento em relação aos diferentes tipos de experiências nas redes de ensino, públicas e privadas. Sendo assim, os entrevistados apontaram algumas disparidades entre as duas redes de ensino. Segundo estes, nas escolas particulares as capacitações são realizadas com os professores periodicamente, inclusive os professores da própria escola tendo oportunidade de mostrar como estão desenvolvendo seus trabalhos interdisciplinares, nas escolas públicas se torna mais complicada a realização de capacitações. Uma das principais diferenças apontadas pelos entrevistados é que nas escolas públicas, há a tendência para um gerenciamento totalmente político, dificultando a implementação de novas idéias e ainda, conta-se com um mau gerenciamento dos recursos financeiros o que na maioria das vezes, prejudica as escolas públicas. Nas escolas da rede de ensino particular, geralmente há mais investimentos e, há uma maior aceitação das idéias, estando menos resistentes às mudanças. Quanto à importância de lecionar a matéria de ciências nas escolas, a resposta foi unânime entre os entrevistados, onde concordam que através do ensino de ciências o educando se torna apto a compreender o meio ambiente como um todo, feito isso, sua interação torna-se mais harmoniosa, permitindo um alto grau de conscientização ecológica. O livro de ciências foi apontado como um vilão em alguns casos, pois acaba por induzir o professor a segui-lo fielmente (geralmente por cobrança dos próprios alunos), porém alguns professores fazem uso do livro, somente como suporte, a maioria dos conteúdos são planejados antecipadamente, utilizando vários outros meios para a confecção dos planos de aula. Segundo a maioria dos entrevistados, as aulas práticas são realizadas na medida do possível, porém muitos educadores apontam a falta de recursos financeiros para a montagem de laboratórios como um dificultador na abordagem prática do conteúdo. A arte do improviso dentro de sala é a solução para levar até os alunos a aplicabilidade dos conteúdos previamente teorizados.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nunca foi tão necessário a competência técnica aliada ao compromisso político-pedagógico. Além disso, é necessário que os (as) futuros (as) profissionais da educação conheçam e compreendam as políticas e a gestão da educação durante o seu processo de formação inicial, assim como em sua formação continuada. Acreditamos que somente a partir do conhecimento profundo da realidade é possível fazer as intervenções necessárias para ajudar a transformá-la. Concluindo o nosso pensamento, o papel do professor no processo da aprendizagem é proporcionar aos seus alunados, motivação em prol da criatividade dos mesmos, para que eles adquiram capacidades de construir seu conhecimento que, deve partir de dentro para fora. O professor deve ser aquele que está em sintonia com os conhecimentos, a fim de ser um eterno pesquisador, que busca o aperfeiçoamento de conteúdos e de práticas didáticas que venham ao encontro com a realidade dos alunos, supondo-se que ele nao apenas conseguiu o título por meio da ocupação de um espaço acadêmico que lhe atribuiu funções de produção e consideravelmente condições de transmitir aos seus alunados disciplinas via ensino. Apesar de tudo, os profissionais da área educacional, são verdadeiros heróis pelo trabalho profícuo que têm desempenhado muitas vezes contra a maré, enfrentando a falta de recursos, a não valorização profissional e, principalmente o desafio de motivar os educandos rumo ao saber.

7- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MARTINS, Ricardo Chaves de Rezende. Formação de profissionais do magistério. Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia. Consultoria Legislativa. Anexo III  Térreo. Brasília  DF. Novembro de 2003. Disponível em: www2.camara.gov.br/publicacoes/estnottec/tema11/pdf/301279.pdf.Acesso: 02 de maio de 2009.

SILVA, José Maria da; SENA Emerson. Apresentação de Trabalhos Acadêmicos: normas e técnicas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2005

SARTI. F,M. O Professor e as Mil Maneiras de Fazer no Cotidiano

Escolar. EDUCAÇÃO: Teoria e Prática - v. 18, n.30, jan.-jun.-2008, p.47-65.

HAETINGER, D. et al. Formação de Professores e Práticas Pedagógicas no Contexto Escolar das Séries Iniciais. Novas Tecnologias na Educação CINTED-UFRGSV.4 Nº 2, Dezembro, 2006

OLIVEIRA, C.B.E. Ensino Fundamental: Papel do Professor, Motivação e Estimulação no Contexto Escolar. Paidéia, 2005, 15(31), 227-238. 2005.

RAMPINELI, E.F.Ser ou estar professor? A construção da ética no contexto escolar. Diretora da Escola Barriga Verde de Orleans SC. Especialista em Fundamentos da Educação .Mestranda em Educação e Cultura pela Universidade do Estado de Santa Catarina  UDESC em convênio com a Fundação Educacional Barriga Verde FEBAVE  Orleans SC. 2008.

MENESES, J. G. C., A Profissão de Professor e dos Profissionais da Educação Básica. Capítulo 14. páginas 291 a 294.

BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 18. ed. Petrópolis : Editora Vozes, 1998. 312 p.

SANTOS, S. C. O processo de ensino-aprendizagem e a relação professor aluno: aplicação dos "sete princípios para a boa prática na educação de ensino superior". Caderno de Pesquisas em Administração, v. 8, n. 1, p. 69-82, jan./mar. 2001.

 
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