O planejamento físico do centro cirúrgico e da central de material e esterilização: do ideal ao...
 
O planejamento físico do centro cirúrgico e da central de material e esterilização: do ideal ao real
 


Introdução

Particularmente o Centro Cirúrgico (CC) deve proporcionar local adequado para realização dos procedimentos anestésico-cirúrgicos e endoscópicos. Com os avanços tecnológicos na área da robótica e o advento das cirurgias minimamente invasivas, com utilização de equipamentos de radiodiagnóstico, as salas de cirurgias devem possuir dimensões adequadas para acomodar tais equipamentos, bem como todo um sistema de segurança para o paciente e a equipe cirúrgica. O ambiente de CC deve estar inserido em uma área com menor circulação de pessoal1.

Como ciência, o processo de esterilização possui menos de duzentos anos. Com a descoberta da bactéria e a busca da morte microbiana muito se evoluiu no campo microbiano e conseqüentemente no processo de esterilização. Até o inicio da década de 40 a limpeza, o preparo e o armazenamento dos materiais era realizado pela equipe de enfermagem das próprias unidades. A dinâmica do serviço era descentralizada. Em meados da década de 50, surgiram as Centrais de Materiais e Esterilização (CME) parcialmente centralizadas e semi-centralizadas na qual, parte dos instrumentos e materiais começaram a ser preparados e esterilizados. Cada unidade preparava seus materiais e os encaminhava para esterilização em um único local2.

Com o avançar da tecnologia e do conhecimento em saúde, especificamente na CME, a partir das últimas décadas do século XX surgiu à necessidade de um aprimoramento das técnicas e dos processos de limpeza, preparo, esterilização e armazenamento de materiais e roupas. Com conseqüência, a CME tornou-se centralizada e com a supervisão de um enfermeiro2.

Atualmente o Ministério da Saúde preconiza que a unidade de CC e a CME devem atender à legislação sanitária vigente, seguindo normas estruturais de arquitetura e área física, por ser uma área complexa e de acesso restrito.

Sendo assim, este estudo teve como objetivo relatar a situação ideal versos à realidade dos CC e CME nas instituições de saúde2.

 

 

Revisão da literatura

O Centro Cirúrgico (CC), sob a ótica do profissional enfermeiro, é considerado uma das unidades mais complexas do hospital, devido a sua especificidade e a presença de agentes estressores, bem como às possibilidades de riscos à saúde. Esta unidade é constituída por um conjunto de áreas e instalações que permitem efetuar as cirurgias nas melhores condições de segurança para o paciente, e de conforto e segurança para as equipes que o assistem3.

Sendo um setor de circulação restrita, destacam-se, entre suas finalidades, a realização de procedimentos cirúrgicos, devolvendo os pacientes às suas unidades de origem nas melhores condições possíveis de integridade; otimação de campo de estágio para a formação, treinamento e desenvolvimento de recursos humanos; e o desenvolvimento científico para o aprimoramento de novas técnicas cirúrgicas4.

A Central de Material e Esterilização (CME) deve ser uma unidade de apoio técnico dentro do estabelecimento de saúde destinado a receber material considerado sujo e contaminado, descontaminá-los, prepará-los e esterilizá-los, bem como preparar e esterilizar as roupas limpas oriundas da lavanderia e armazenar esse tipo de artigo para futura distribuição4.

A unidade de CC deve estar localizada em uma área do hospital que ofereça segurança necessária às técnicas assépticas, portanto distante de locais de grande circulação de pessoas, de ruído e de poeira. Recomenda-se que seja próximo às unidades de internação, pronto socorro e unidade de terapia intensiva, de modo a contribuir com a intervenção imediata e melhor fluxo do pacientes4.

De acordo com a organização hospitalar, podem fazer parte do bloco cirúrgico a Recuperação Pós-Anestésica e a Central de Materiais e Esterilização4.

Segundo a legislação brasileira, a capacidade do CC é estabelecida baseada na proporção de leitos cirúrgicos e de sala de operação. A resolução da diretoria colegiada nº 307/2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) do Ministério da Saúde, determina uma sala de operação para cada 50 leitos não especializados ou 15 leitos, se cirúrgicos5.

Para o dimensionamento ideal, devem-se levar em consideração alguns aspectos como: horário de funcionamento do CC; especialidade cirúrgica (cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, etc.); duração média da cirurgia; número de cirurgias por dia; hospital escola e quantidade de artigos médicos e instrumentais cirúrgicos disponíveis6.

O tamanho da sala cirúrgica depende dos equipamentos necessários aos tipos de cirurgias a serem realizadas; seu formato deve ser retangular ou oval. Segundo a RDC 307/2002, quanto ao tamanho, às salas serão assim classificadas: Sala pequena 20m2 com dimensão mínima de 3,45m, destinadas as especialidades de otorrinolaringologia e oftalmologia. Sala media 25m2 com dimensão mínima de 4,65m, destinadas ás especialidades gástrica e geral. Sala grande 36m2 com dimensão mínima de 5m especifica para as cirurgias neurológicas, cardiovasculares e ortopédicas7.

A recomendação do Ministério da Saúde com relação à planta física da CME é a de um fluxo contínuo sem retrocesso e sem cruzamento dos artigos limpos com os contaminados. Portanto, o planejamento desta unidade é de suma importância, considerando-se as diferentes etapas do reprocessamento dos artigos até a sua distribuição às unidades do hospital8.

Discussão

O CC pode ser considerado uma das unidades mais complexas do hospital pela sua especificidade e presença constante de estresse. Nesta perspectiva, a Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Central de Material e Esterilização (SOBECC) também define o CC como uma área complexa e de acesso restrito7. Assim, a necessidade do controle de todos os procedimentos e a exigência dos recursos necessários para a realização do ato cirúrgico-anestésico, acelera o ritmo de trabalho e aumenta a segurança dos pacientes9. Tendo uma qualidade da assistência de enfermagem prestada ao paciente, tanto no período que antecede a cirurgia quanto durante e após a realização da mesma, interfere na realização dos procedimentos realizados10.

Pode-se notar que muitas das normas exigidas pelo Ministério da Saúde não são cumpridas, o que pode interferir diretamente na assistência prestada, expondo o paciente a agentes lesivos a sua saúde tais como agentes físicos e biológicos. Ao voltar nosso olhar para a CME, observou que 78,3% encontram-se vinculada ao CC e, ainda, verifica-se que 52,2% dessas unidades são inadequadas, e com suas estruturas físicas e seus equipamentos sucateados11.

Os vestiários, por exemplo, são barreiras físicas importantes na estrutura física de uma CME, por fazerem a ligação entre áreas críticas e não críticas. Quando um profissional de saúde atravessa de uma área semicrítica para outra crítica ele deve passar por uma antecâmara (barreira física), que impeça a contaminação de artigos já esterilizados, mantendo a limpeza do ambiente, reduzindo o risco ocupacional e facilitando o trabalho. Mas a atualidade das instituições é outra, foram constatadas que 91,3% destes vestiários são desprovidos de antecâmara ou vestiários específicos, para funcionários que trabalham neste setor.

O Ministério da Saúde estabeleceu parâmetros para a aprovação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais à saúde, onde prevê áreas e dimensões específicas para cada etapa de processamento dos artigos médicos-hospitalares12.

Conclusão

Este estudo mostrou que a maioria dos CC e CME devem seguir normas estabelecidas pela ANVISA, mas a realidade hoje, vista no cenário dos hospitais não é esta . Identificou-se, na bibliografia, a importância da arquitetura no controle de infecção hospitalar. Constatamos, também, que o profissional enfermeiro é a pessoa mais importante para o CC e CME, devido ele supervisionar o local, identificando se há alguma deficiência na estrutura física, evitando assim, a contaminação dos profissionais que trabalham no local e principalmente do paciente que estará sendo submetido a um processo invasivo e conseqüentemente estará mais vulnerável a contaminação dentro do local. Caso, a Vigilância Sanitária apareça na instituição e identifique que o local não está dentro das normas, dará um prazo para adequar-se há elas, se no retorno constatarem que não foi cumprido o prazo, este receberá uma multa e conseqüentemente terão suas portas fechadas.

Referências

1. Bianchi ERF, Turrini RNT. Planejamento físico do centro cirúrgico. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. 1ªed. Barueri: Manole; 2007.p. 22-37.

 

2. Carvalho MR, Antônio PA. Quem tem medo da Arquitetura Hospitalar 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/artigos/artigo_CME_flavia_leite.pdf

 

3. ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde 2005. Disponível em:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/artigos/artigo_CME_flavia_leite.pdf

 

4. Brasil, MS, ANVISA. Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002. Regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde 2002. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2002/50_02rdc.pdf

 

5. ANVISA. Resolução RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002. – SOMASUS 2002. Disponível em: http://dtr2004.saude.gov.br/somasus/cme.html

 

6. Mugaiar KHB, Bordin LC. Revista Eletrônica de Enfermagem. Risco de queda de pacientes: percepção do enfermeiro. Junho 2004. Disponível em: http://www.nursing.com.br/

 

7. SOBECC, Sociedade brasileira de enfermagem de centro cirúrgico, recuperação anestésica e centro de material e esterilização. 5ªed. Editora Referência. 2009.

 

8. Cláudia CS, Aline JR. Espaço físico do centro cirúrgico: situação ideal versus realidade 2010. Disponível em:

http://www.portaldaenfermagem.com.br/pesquisa_read.asp?id=537

 

9. Guadagnin SVT, Primo MGB. Centro de material e esterilização: Padrões arquitetônicos e o processamento de artigos 2005. Disponível em: http://www.fen.ufg.br/revista/revista7_3/original_05.htm.

 

10. Eniva MFS, Rubia TM. Dificuldades Enfrentadas por enfermeiros em centro cirúrgico 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n3/v15n3a11.pdf

 

11. Guadagnin SVT, Tipple AFV. Avaliação Arquitetônica do centro de material e esterilização de hospitais do interior do estado de Goiás 2007. Disponível em: http://www.fen.ufg.br/revista/v9/n3/v9n3a07.htm

 

12. Alberto N. Arquitetura e engenharia de centros cirúrgicos 2011. Disponível em:

http://www.engenhariaearquitetura.com.br/noticias/140/Arquitetura-e-engenharia-de-centros-cirurgicos.aspx

Normas para publicação na Revista do Instituto de Ciências da UNIP

O Journal of the Health Sciences Institute = Revista do Instituto de Ciências da Saúde tem por objetivo contribuir na divulgação dos conhecimentos na área das ciências da saúde, publicando artigos originais, relatos de casos clínicos, revisão e divulgação. São abertos á colaboradores da comunidade científica em âmbito nacional e internacional.

Estas instruções baseiam-se no “Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals”* (the Vancouver style) elaborado pelo “International Committee of Medical Journal Editors” (ICMJE).

  1. Apresentação dos trabalhos

    1. Os trabalhos enviados para publicação devem ser inéditos, não sendo permitida a sua apresentação em outro periódico em formato impresso ou eletrônico.

    2. Os trabalhos serão submetidos a consultores escolhidos dentro da especialidade e somente serão aceitos após o parecer dos mesmos, que podem solicitar modificações. Os trabalhos não aceitos pelo Corpo Editorial serão devolvidos aos autores.

    3. Os conceitos emitidos nos trabalhos são de responsabilidade exclusiva dos autores, não refletindo a opinião do Corpo Editorial.

    4. À Revista reservam-se todos os direitos autorais do trabalho publicado, permitindo, entretanto, a sua posterior reprodução como transcrição e com a devida citação da fonte.

    5. A data de recebimento e aceitação do original constará, obrigatoriamente, no final do mesmo, quando da sua publicação.

    6. Quando houver experimentos realizados in vivo em homens ou animais, devem vir acompanhados com aprovação do Comitê de Ética que analisou a pesquisa, o autor deve enviar o Certificado de Aprovação do Comitê de Ética por meio eletrônico em formato PDF. Os seres humanos não poderão ser identificados a não ser que dêem o consentimento por escrito.

    7. Os nomes dos autores devem aparecer apenas na página de título, não podendo ser mencionados durante o texto. Se o trabalho for aceito, todos os autores devem assinar uma Declaração de Responsabilidade Pública pelo conteúdo do trabalho, bem como o Termo de Transferência de Direitos Autorais (serão enviados ao autor de correspondência após o aceite do trabalho).

    8. A eventual citação de produtos e marcas comerciais não expressa recomendação do seu uso pela Revista.



  1. Envio dos trabalhos

    1. Os trabalhos devem ser encaminhados, inicialmente, por e-mail, [email protected], para uma triagem a ser feita pelo Corpo Editorial. Não serão aceitos trabalhos em desacordo com as instruções. Podem ser em português ou inglês para apreciação de consultor da área. Uma vez aceita a submissão do trabalho para análise a resposta será via e-mail.

    2. Colocar como titulo do e-mail “Artigo para Submissão”

    3. As figuras e ilustrações devem ser enviadas em arquivos separados do texto, no mesmo e-mail. As mesmas devem estar em arquivo TIF com resolução de 300 dpi para imagens de 1200 dpi para esquemas gráficos em escalas de cinza.

  2. Preparação dos trabalhos

    1. O texto deve ser preparado em formato A4, com espaço de 1,5 entre linhas (fonte Arial, corpo 12). Todas as páginas devem estar numeradas a partir da página de título. Manter as margens laterais com 3 cm e superior e inferior com 2,5 cm. Os trabalhos devem ser digitados em Microsoft Word. O trabalho deve ter aproximadamente 3.000 palavras. Os autores devem manter em seu poder uma copia do material enviado.

    2. A página de título deve conter as informações na seguinte ordem:

  1. Título em português e inglês, completo e conciso;

  2. Título resumido, com até 60 caracteres, incluindo espaço;

  3. Nome por extenso dos autores em letras minúsculas, separados por vírgula;

  4. Nome, endereço, telefone e e-mail do autor de correspondência;

  5. Indicação numerada da filiação institucional de cada autor (até duas), sem abreviaturas;

  6. Fontes de auxílio, bolsas e equipamentos mencionando o n° do processo;

  7. Declaração da inexistência de conflitos de interesse;

  8. Determinar a área específica do artigo.

    1. Os resumos em português e inglês devem constar na página 2. Os artigos originais devem conter o resumo e o “abstract” no formato estruturado, com máximo de 250 palavras, com os seguintes itens em formato de um só parágrafo com cabeçalhos em negrito dentro do texto. Objetivo/Objective – (objetivos do estudo baseado em referências fundamentais). Métodos/Methods – (descrição do objeto do trabalho tais como, pacientes, animais, plantas etc. e a metodologia empregada). Resultados/Results – (ordem lógica sem interpretação do autor). Conclusões/Conclusions – (vincular as conclusões ao objetivo do estudo).

Dar preferência ao uso da terceira pessoa e de forma impessoal. Para outras categorias de artigos o formato dos resumos deve ser o narrativo com ate 250 palavras.

Os descritores identificam o conteúdo do artigo. Devem ser indicados ate cinco descritores. Para determinar os mesmos em português consultar “ Descritores em Ciências da Saúde” (DeCS) elaborado pela Bireme (http://decs.bvs.br/). Para indicar os descritores em inglês consultar “ Medical Subject Headings” ( MeSH). Outros fontes podem ser utilizadas tais como “ Descritores em Odontologia” (DeOdonto), “Index to Dental Literature” e “ International Nursing”. Caso não se localizem descritores que expressem o conteúdo podem ser indicados termos consagrados.

    1. As ilustrações ( desenhos, fotografias) devem ser citadas como Figuras, com suas legendas em folhas separadas e numeradas, consecutivamente, em algarismos arábicos, após as referencias. Os gráficos são representados pela palavra gráfico. Cada tipo de ilustração deve ter a numeração própria seqüencial de cada grupo. As fotografias devem ser preto e branco e com contrastes.

Não serão publicadas fotos coloridas, a não ser em casos de absoluta necessidade e a critério do Corpo Editorial, podendo ser custeadas pelos autores. A posição das ilustrações deve ser indicadas no texto.

  1. Imagens fotográficas devem ser submetidas na forma de arquivo digital em formato TIF, com dimensão mínima de 10X15 cm e resolução de 300 dpi.

  2. Não serão aceitas imagens inseridas em aplicativos de texto (Word) ou apresentação (Power Point).

  3. Não serão aceitas imagens fora de foco.




3.5 As tabelas e quadros devem ser representados pelas palavras Tabela ou Quadro, numerados, consecutivamente, em algarismos arábicos, na ordem em que aparecem no texto. As legendas das tabelas e quadros devem ser colocadas na parte superior das mesmas.
Na montagem das tabelas seguir as “Normas de apresentação tabular” do IBGE.
As tabelas são abertas nas laterais, elaboradas apenas com linhas horizontais de separação no cabeçalho e no final. Os quadros são fechados.
As notas explicativas devem vir no rodapé da tabela.
As tabelas que foram extraídas de trabalhos publicados devem ter permissão do autor por escrito e deve ser mencionada a fonte de origem.
3.6 Os nomes de medicamentos e materiais registrados, bem como produtos comerciais devem ser escritos por extenso e não abreviados.
Devem constar somente nomes genéricos, seguidos entre parênteses do nome do fabricante, da cidade e do país em que foi fabricado, separados por vírgula.
3.7 Para as abreviaturas deve ser utilizada a forma padronizada e, para unidades de medida, devem ser usadas as unidades legais do Sistema Internacional de Unidades (SI).
3.8 As notas de rodapé serão indicadas por asteriscos e restritas ao indispensável.

4. Estrutura do texto
4.1 Para os artigos originais seguir o formato: Introdução, Métodos, Resultados, Discussão, Conclusões, Agradecimentos (opcional) e Referências.
4.2 Os casos clínicos devem apresentar uma Introdução concisa, breve Revisão da literatura, Relato do caso, Discussão e Conclusões que podem incluir recomendações para conduta dos casos relatados.
4.3 As revisões da literatura devem apresentar Introdução, Revisão da literatura, Discussão e Conclusões
4.4 Redigir o texto sempre que possível na terceira pessoa e de forma impessoal.

5. Referências
As referências devem ser citadas em ordem de aparição no texto, numeradas em ordem crescente e normatizadas de acordo com o estilo Vancouver (http://www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html). As referências não devem ultrapassar o número de 30.
Os títulos dos periódicos devem ser abreviados de acordo com o “List of Journals Indexed in Index Medicus” (http://www.nlm.nih.gov/).
Para revistas nacionais e latino-americanas consultar http://portal.revistas.bvs.br. Deve-se colocar ponto depois do título abreviado.
A menção das referências no texto deve ser feita por algarismo arábico em forma de potenciação e numeradas de acordo com a lista das referências (podendo, no entanto, ser acrescido dos nomes dos autores e a data de publicação entre parênteses). Se forem dois autores devese citar no texto ambos separados pela conjunção “e”. Se forem mais de dois autores, citar o primeiro autor seguido da expressão et al. A exatidão das referências e a citação no texto é de responsabilidade do autor.Comunicação pessoal ou documentos não publicados devem vir em nota de rodapé na página do texto onde são mencionados.

Exemplos:

Artigos de periódicos
De um autor até seis autores, mencionar todos.
Mais de seis autores, incluir os seis primeiros autores seguidos de et al. separando-os por vírgula.
Cordeiro MCR, Armonia PL, Scabar LF, Chelotti A. O creme dental fluoretado, a escova dental e a idade da criança como fatores de risco da fluorose dentária. Ver Inst Ciênc Saúde. 2007;25(1):29-38.

Livro com dois autores
Armonia PL, Rocha RG. Como prescrever em Odontologia – marcas e genéricos – avaliação cardiovascular. 9ª ed. São Paulo: Santos; 2010.

Capítulo de livro
Costa ALS, Bianchi ERF. Convivendo com o estresse. In: Calil AM, Paranhos WY, organizadoras. O enfermeiro e as situações de emergência. São Paulo: Atheneu; 2007. p.117-26.

Autor corporativo
World Health Organization. World Health Day 2007: International Health Security. Geneva; WHO; 2007.

Formato eletrônico
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil. Brasília; 2009 [acesso 01 mar 2010]. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/livro_guia_fluoretos.pdf

Scabar LF. Estudo morfológico através de microscopia eletrônica de varredura do esmalte dental humano irradiado com laser de ’ND:YAG’ utilizando o verniz fluoretado e o carvão vegetal como fotoabsorvedores [dissertação em CD-ROM]. São Paulo: Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Paulista; 2003.

Dissertação e tese
Allegretti CE. Avaliação clínica e microbiológica de próteses parciais fixas com limites supra e subgengivais [dissertação de mestrado]. SãoPaulo: Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Paulista; 2007.

Trabalho apresentado em evento
Lima FPC, Moura MRS, Marques Júnior AP, Bergmann JAG. Correlações de Pearson para parâmetros andrológicos e zootécnicos em touros Nelore elite. In: Anais do XVII Congresso Brasileiro de Reprodução Animal: 2007; Belo Horizonte. Belo Horizonte, MG: Colégio Brasileiro de Reprodução Animal; 2007. v.1 p.116.

Lista de checagem (check-list)
Envio dos trabalhos por e-mail:
1. Colocar como título do e-mail “Artigo para submissão”
2. Declaração de que o estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa
3. Endereço, telefone e e-mail do autor para contato
4. Lista de referências de acordo com as instruções (estilo Vancouver)
5. Legendas das figuras em páginas separadas

Após aprovação
1. Declaração de autoria e responsabilidade e termo de transferência assinada por todos os autores.

E-mail: [email protected]

Referência
* Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals. Bethesda: NLM; 2006 [updated 2006 Feb; cited 2007 Jan]. Available from: www.icmje.org

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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