O Ensino de História Local
 
O Ensino de História Local
 


Resumo: A História sempre foi considerada uma disciplina maçante, os pequenos geralmente não se identificam muito com esta disciplina devido ao abstratismo da mesma, no presente artigo, irei discutir e apresentar a trajetória desta disciplina, desde o século passado até os dias atuais, enfatizando o trabalho da História local de Brasília especificamente da cidade do Núcleo bandeirante, cidade esta que foi o berço da capital do nosso país. Esta disciplina poderia ser ministrado pelos professores efetivos das escolas, e em eventuais ocasiões a participação da comunidade, realizando de certa forma uma inclusão social, entre a escola e comunidade pioneira desta cidade. Através de pesquisas qualitativas, entrevistas, análise dos PCNS de História e currículo de História do Distrito Federal, irei observar nesta cidade como é feito o ensino de História local e quais instrumentos é utilizado pelos educadores. Palavras-Chave: Ensino de história; Pioneiros; Didática.

1- Introdução

A pesquisa buscou analisar as contribuições da comunidade do Núcleo Bandeirantes na aprendizagem da História local das crianças do Ensino Fundamental, conhecer moradores ou parentes de alunos que fazem parte da História local desta cidade, verificar a possibilidade de ministrar aulas com a presença de anciões e Introduzir a História Local da cidade com a ajuda dos antigos moradores.

A História está presente em cada passo que damos em nossas calçadas das cidades onde vivemos, mas está História que estou falando é a de cada cidade, cada local, vilarejo ou espaço que existem comunidades, História essa que é chamada de História Local.

Nas escolas, esta disciplina esta presente, mas nem sempre o educando participa e conhece a História dopróprio local que vive, a proposta que venho preconizar neste artigo cientifico, seria inclusão deste conhecimento por aulas ministradas e diferenciadas em cada instituição de ensino, visando mostrar ao aluno que a História não é uma disciplina tão maçante e desagradável, como muito aluno pensa, e sim esta pode ser agradável, e é claro fazer parte da realidade do aluno e proporcionar aos anciões e pioneiros da cidade uma forma de estar sendo ativo com a educação dos pequenos, e de certa forma sendo a História viva de cada cidade.

Cada cidade principalmente em Brasília, que as cidades não são muito antigas, é preciso encontrar a presença de vários historiadores e pessoas que ajudaram a construir estas cidades, pessoas que na maior parte das vezes ficam com esse conhecimento só para ci e quando muito passa é para os seus filhos e parentes mais próximos. Essa é minha proposta, introduzir esta História viva dentro das salas de aula.

2- O Ensino de História no Distrito Federal

De acordo com os PCNS de História, "o ensino desta disciplina no Brasil nunca foi privilegiado devido a forte influencia positivista no ensino, com a supervalorização das ciências exatas em detrimento das ciências humanas."

Por muito tempo, a aprendizagem de História foi considerado como decoreba (Sousa,1996) e por isso mesmo, criticado por muitos autores e percussores de outras ciências e disciplinas que quiseram utilizar esta, como se fosse representante e porta voz das classes dominantes e Igreja.

No ano de 1827 surgiu à primeira lei sobre a instrução nacional do Império do Brasil, estabelecia que "os professores ensinariam a ler, a escrever, as quatro operações de aritmética (...), a gramática da língua nacional, os princípios de moral cristã e de doutrina da religião católica e apostólica romana, proporcionadas à compreensão dos meninos; preferindo, para o ensino da leitura, a Constituição do Império e História do Brasil". Pg. 03 Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998. pg. 03

O ensino da disciplina de História era usado simplesmente par uso restrito da História do Brasil, deixando de lado outras partes desta disciplina como: a História medieval, do mundo e é claro de diferentes povos e culturas.

Posteriormente a História passou a ser divida e considerada por estudiosos da época em dois tópicos: História profana e História sagrada, mostrando outra vez,a função reprodutora de ideologias que esta disciplina possuía e exercia nas comunidades desta época.

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de História:

Os métodos de ensino então aplicados nas aulas de História eram baseados na memorização e na repetição oral dos textos escritos. Os materiais didáticos eram escassos, restringindo-se à fala do professor e aos poucos livros didáticos compostos segundo o modelo dos catecismos com perguntas e respostas, facilitando as argüições. Desse modo ensinar História era transmitir os pontos estabelecidos nos livros, dentro do programa oficial, e considerava-se que aprender história reduzia-se a saber repetir as lições recebidas. Pag. 03 Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998. pg. 03

Ensinar História nesta época desestimulante para o professor, pois este, não utilizava de criações e aperfeiçoamentos de novos conhecimentos, utilizavan-se apenas, de reproduções das idéias da burguesia e igreja.

Posteriormente esta disciplina passou a ter um caráter civilizatório e patriótico, aliado a Geografia, a escola formava cidadãos patrióticos, logo depois por volta de 1930, o ensino de Históriapassou a ser idêntico em todo o país, especialmente pela chegada do movimento escolanovista e tambémda nova disciplina, Estudos Sociais que substitui efetivamente a disciplina de História e Geografia durante o governo militar amparado pela lei 5.692/71.

O movimento escolanovista consistia em um novo sistema de educação, onde os alunos deixavam de ser passivos, tornando-se ativos. As aulas deixavam de ser puras decorebas e era valorizado os trabalhos concretos executados pelos educandos, como confecção de maquetes, assistir filmes, comparar fatos e épocas, coordenar os conhecimentos históricos aos geográficos, infelizmente o que ainda permacia, ou podemos nos referenciar a herança da antiga metodologia de ensino, seria a memorização e as festividades cívicas que passaram a ser parte fundamental do cotidiano escolar. ARANHA, 2006 pag. ????

O principal objetivo da disciplina de Estudos Sociais seria que o ensino deveria ser ministrado de acordo com a zona de desenvolvimento dos alunos, ou seja, os conteúdos deveriam ser ministrados partindo do concreto para o abstrato, em etapas crescentes e sucessivas. O estudo de localidades como estados, capitais e municípios devem partir primeiro pelos municípios, estados e posteriormente que vai ser estudado as capitais.

Os Estudos Sociais foram abolidos nos meados dos anos setenta, com isso se findou também o curso de graduação desta disciplina, é importante frisar que esta disciplina teve seus pros, que seria a criação de cursos de licenciatura com curta duração, ampliando os conhecimentos e currículos dos docentes da época, também proporcionou o fim do exame de admissão e o ensino obrigatório de oito anos da escola de primeiro grau, teve seus contras que seria o afastamento entre as universidades e as escolas de primeiro e segundo graus.

No início dos anos oitenta a disciplina de História e Geografia voltaram a serem ministradas, nas instituições de ensino do nosso país, pode-se dizer que a mesma voltou com força total, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de História, as disciplinas objetivavam:

Introduzir a chamada História Crítica, pretendendo desenvolver com os alunos atitudes intelectuais de desmistificação das ideologias, possibilitando a análise das manipulações dos meios de comunicação de massas e da sociedade de consumo.

Uma perspectiva que, para o ensino de história, significava valorizar atitudes ativas do sujeito como construtor de sua história, em consonância com a visão de alguns educadores sobre propostas pedagógicas construtivistas. Pag. 07 e 08, Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998. pg. 07 e 08.

Podemos observar nesta pequena trajetória citada acima, o grande desenvolvimento que esta disciplina obteve, tanto no âmbito de conteúdos, quanto na forma metodológica de se ministrar esta ciência, abrindo novos rumos e tendências ao aluno e professor, tornando-se um processo crítico e participativo entre as duas partes, educador e educando.

Na História do Distrito Federal, ou seja, na forma que esta disciplina era ministrada, os conteúdos, as dificuldades que os docentes e discentes possuíam, acompanharam de certa, forma essa trajetória percorrida em todo território nacional, não por completo devido à idade de Brasília, que é uma cidade muito nova comparando-a com a idade de descobrimento do Brasil e a existências de outras capitais.

Atualmente os educadores de História no Distrito Federal devem manter a postura crítica com os educandos, propiciando aos mesmos momentos de debates e discussões, visualizando que cada aluno faz parte de uma História diferente em sua classe escolar, escola e cidade como um todo, podendo contribuir em muitosmomentos de aprendizagem, devido a capital do país ser composto por moradores de várias localidades diferentes da nossa, com certeza seus descendentes (filhos), vão herdar um pouco dessa cultura e é claro podem dividir conhecimentos com o restante da classe e conseqüentemente com o educador presente dentro de sala de aula, seria este um dos principais objetivos do ensino de Historia no Distrito Federal e em outras localidades do nosso Brasil.

Os conteúdos de História das series iniciais de acordo com os pcns para o primeiro ciclo é composto por: História localdo cotidiano, conteúdos comuns às temáticas históricas, A localidade, Comunidade indígena. Conteúdos comuns as temáticas históricas. Para o segundo ciclo os conteúdos são: História das organizações populacionais, Deslocamentos populacionais, Organizações e lutas de grupos sociais e étnicos, Organizações políticas e administrações urbanas.

O alvo deste artigo é centrado para o primeiro ciclo, onde o educador deve explorar os conteúdos citados acima interagindo com os alunos e explorando as experiências dos mesmos, visando o aprendizado do professor e demais educandos, focalizando o ensino da História local de cada cidade, neste caso preconizara a História local do Núcleo Bandeirante ministrada pelos pioneiros desta cidade, a seguir veremos uma síntese desta cidade e posteriormente os resultados de entrevistas aplicadas a professores de series iniciais, moradores pioneiros desta cidade e os filhos destas, ou seja, pessoas que nasceram e vivem até hoje nesta bela cidade.

3-O ensino de História local no Núcleo Bandeirante

O Núcleo Bandeirante foi uma das primeiras Regiões Administrativas a existir, alguns historiadores enfatizam o surgimento primeiro da Candangolândia, outros afirmam que o foi o Núcleo Bandeirantes, categoricamente as duas cidades nasceram e cresceram juntas, sendo a primeira a sede da velhacap, onde se realizavam todas as operações administrativas, pagamento inclusive o quartel dos militares responsável pela segurança localizava-se nesta região e a segunda conhecida como cidade livre, pois esta era livre de impostos estimulando os comerciantes a migrarem para esta localidade.

Em Julho de 1957 de acordo com o Censo do IBGE o Núcleo Bandeirante contava com uma população de 2.212 habitantes, dos quais, 1.328 eram homens e 874 mulheres. As moradias eram construídas com madeira e cobertas com chapas de alumínio, zinco ou palha. É importante frisar que neste vilarejo já possuía comercio, hotéis, boates, restaurantes, barbearias, de certa forma era na cidade livre que os trabalhadores gastavam um pouco do seu dinheiro com diversão merecida, a segurança destas pessoas eram feitas pela Guarda Especial de Brasília (GEB).

Após a construção de Brasília os habitantes desta cidade teriam que se deslocarem de volta as suas localidades natais, mas com o apoio do presidente Jânio quadros os moradores se mobilizaram reivindicando seus direitos e conseguiram tornar a cidade livre em Núcleo Bandeirantes o berço de Brasília.

Aplicamos um questionário para os moradores do Núcleo Bandeirantes que habitam nesta cidade desde a criação da mesma, constando também entrevistados que nasceram nesta localidade, ou seja, pode me fornecer informações riquíssimas de como era anteriormente a cidade e é claro o seu interesse pela participação efetiva no ensino dos pequenos em escolas desta localidade.

A maioria dos entrevistados são pioneiros do núcleo bandeirante, moram na cidade em torno de 35 a 45 anos, conseqüentemente comerciantes e aposentados que trabalharam na antiga Nova Cap., ou seja, estes aposentados trabalharam efetivamente na construção de Brasília, tanto na parte operacional, como também em áreas administrativas. É importante frisar também que entre estes entrevistados conseguir sondar que a cidade Candangolândia nasceu primeiro que o Núcleo Bandeirantes, pois esta era um acampamento que abrigava alguns trabalhadores, também sede da velha cap. e o quartel da guarda municipal GEB, que era responsável na época pela segurança dos pioneiros ou pode-se dizer trabalhadores.

Quando interpelados se tinham interesse de participar da educação dos pequenos em escolas dos anos inicias, os entrevistados se prontificavam e alguns até se ofereciam devido o tédio de serem aposentados, já os moradores que trabalham no comércio, gostariam de participar, mas argumentaram a questão de tempo. Todos os entrevistados de modo geral acharam interessante a idéia de poder passar suas idéias e conhecimentos para os educandos, pois defendem a tese que eles realmente acompanharamnão somenteo inicio do Núcleo Bandeirante, mas sim toda a construção da capital do país, Brasília.

Cem por cento dos entrevistados afirmaram e demonstraram o imenso amor que sente por esta bela cidade, inclusive três entrevistados citaram a mesma frase quando lhe foi perguntado se tinha alguma pretensão de mudar do Núcleo Bandeirante, eles responderam: daqui só me mudo para o cemitério.

Apliquei outro questionário na Escola classe 03 do Núcleo Bandeirante, onde foram entrevistados dez professores que atuam nas series inicias, buscando informações que diz respeito ao ensino de História nos anos iniciais e a funcionalidade dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNS). As entrevistas foram entregues a um funcionário que é responsável pela parte administrativa da escola e o mesmo repassou os instrumentos aos professores que responderam em momento de coordenação.

Por terem respondido em momento de coordenação, achei as respostas dos mesmos parecidas e sintetizadas, o mais preocupante foi que os mesmos demoraram a entregar os instrumentos de pesquisa, mas enfim, entregaram a tempo e foi de grande valia para finalizar este artigo.

Os professores me informaram que a disciplina de História era trabalhada semanalmente e nessa escola se trabalha o ensino da História local. Quando perguntei aos educadores de que forma era trabalhado a História local, os entrevistados responderam como se fosse um coral adestrado e extremamente ensaiado: aula expositiva , discussão e trabalhos em grupo.

Quando interpelado sobre o livro didático, os entrevistados responderam de forma fraguimentada, alguns deles enfatizaram a importância do mesmo alegando que participou da escolha do mesmo, os que expressaram insatisfação com tal material alegou a falta de opção e especificidade na História do Núcleo Bandeirante, nesta escola nunca aconteceu eventos relacionados à História local desta cidade envolvendo familiares, educadores e educandos, de forma geral os professores apoiaram a idéia e até se prontificaram a organizar tal evento com a presença de pioneiros, que por sua vez sejam parentes de alunos, estreitando o relacionamento do ciclo de educação (familiares, educandos e educadores) e consolidando de forma prática este conteúdo, que inclusive é previsto em documento legal, como citado anteriormente na fundamentação teórica deste artigo.

A entrevista se findou, pedindo a opinião dos educadores: de que forma poderia ser trabalhado a História local desta cidade, que foi o berço da capital do nosso país? Os professores exporam varias idéias, de certa forma este questionário surtiu certo efeito, alguns destes regentes falaram de visitas de pontos turísticos que existem próximo a localidade, eventos contendo familiares, que de certa esteve presente na trajetória e crescimento desta cidade, a confecção de portfólio contendo fotos de ponto turístico do Núcleo Bandeirante e por fim pesquisa contendo informações de pessoas mais velhas que residem nesta cidade a muito tempo.

Agradeço a todos os moradores e professores que participaram de forma efetiva na construção do meu trabalho de conclusão de curso, especialmente os moradores que prontamente se disporam a responder as indagações que o instrumento proporcionou.

4- Conclusão

Pude concluir neste trabalho que a Historia local do Núcleo Bandeirante é trabalhada de forma descentralizada, ou seja, a população desta cidade não participa de eventos ou palestras que inclua os pioneiros no meio escolar objetivando o ensino dos pequenos de forma prática e lúdica com a presença de familiares que participaram da construção da cidade e efetivamente de Brasília como um todo.

Os professores desta cidade são desmotivados, quando se trata do ensino de História local dos pequenos do Núcleo Bandeirante, a desmotivação dos mesmos foi notória, inclusive com a dificuldade que tive para obter os questionários na escola, demorou exatamente dois meses, e só a metade das entrevistas foram respondidas e desta metade algumas questões foram desconsideradas ou apenas respondido com sim ou não. A todos os professores que se dispuseram a colaborar com o meu trabalho o meu muito obrigado, aqueles que não deram a mínima, lembre-se que estiveram no meu lugar a alguns anos atrás, mas de formageral o apoio de alguns professores e da instituição de ensino contribuíram para o fechamento do meu trabalho.

Os pioneiros desta cidade não mediram esforços para contribuir com as entrevistas. Pude concluir com estas belas pessoas que o Núcleo Bandeirante contou com estes anteriormente na construção da cidade e pode contar até hoje para somar com a educação dos pequenos que estudam nesta localidade, prestando suas valiosas informações que os acompanham eternamente e demonstrando o seu imenso amor que tem por sua cidade, que hoje é considerada é considerada por estes como cidade natal, muito obrigado pioneiros e moradores do Núcleo Bandeirante por contribuir com o meu trabalho, espero somar com vocês posteriormente na educação dos pequenos inserindo no meio escolar pioneiros e historiadores vivos desta cidade.

Bibliografia:

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO NUCLEO BANDEIRANTES. Histórico do Núcleo Bandeirante. Disponível em: http://www.bandeirante.df.gov.br Acesso em: 15 de outubro de 2009 as 13:15.

ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia  Geral e do Brasil. 3ª.ed. São Paulo:Moderna,2006

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998.

SOUSA, Jose Francisco de. Decorando a História  o psicodrama aplicado. Brasilia:UnB/FE,1996 (dissertação de Mestrado
 
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Sobre este autor(a)
Nasceu em Pombal-PB, mora em Brasilia há mais de 35 anos. Formado em historia, letras e peagogia, mestre em educação, doutor em historia antiga e doutorando em psicologia.Professor da Secretaria de Ensino do DF e de Instituições de Ensino Superior do DF
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