O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM MUNDO DE DIFERENTES EXPERIÊNCIAS VIVIDAS E APLICADAS
 
O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM MUNDO DE DIFERENTES EXPERIÊNCIAS VIVIDAS E APLICADAS
 


Acadêmica Andreza Santos Firmino

Acadêmica Shirlaine Hora dos Santos

Acadêmica Sidivania Andrade Santos

Orientação Mestre Maria José de Azevedo Araújo

RESUMO

Ao estudar o tema o ensino da matemáticabuscou-se aprender a olhar as dificuldades enfrentadas tanto por educadores quanto por educandos no processo ensino-aprendizagem. Apresenta-se, portanto uma pesquisa bibliográfica e qualitativa, cujos principais objetivos são: obter um vasto conhecimento de métodos e didáticas que contribuirão para uma aprendizagem eficaz, lúdica e criativa, aprofundar os conhecimentos direcionados ao ensino da matemática, entendida como: um mundo de diferentes experiências vividas e aplicadas, a fim de, despertar nas pessoas o interesse de olhar, para ver o quanto a matemática está tão presente em nossas vidas. Há um conjunto de fatores que podem atrapalhar ou ajudar a aprendizagem dos alunos, por exemplo, o método de ensino adotado pelo professor, a relação entre os alunos, o próprio professor e o ambiente escolar. Contudo, é a escola e o seu sistema social quem mais prejudica a aprendizagem livre e criativa dos alunos. Por não existir uma receita infalível no processo de ensino, traçamos aqui alguns métodos que já foram aplicados e que tem garantido a aprendizagem livre e criativa dos alunos, garantindo assim, a realização tanto do educador quanto do educando.

PALAVRAS-CHAVE

Matemática, métodos, ensino, professor, aluno.

ABSTRACT

By studying the topic of mathematics education was sought to learn to look at the difficulties faced by both educators and students in the teaching-learning process. It presents, so a literature search and qualitative, whose main goals are to gain a vast knowledge and teaching methods that contribute to effective learning, creative and playful, deepening knowledge directed to the teaching of mathematics, understood as a world of different experiences and applied in order to arouse the people's interest in looking to see how the math is so present in our lives. A number of factors that can help or hinder students' learning, for example, the teaching method adopted by the teacher, the relationship between students, other teachers and school environment. However, the school and its social system who most affect the free and creative learning students. There is not a recipe in the teaching process, we made a few methods that have been applied and has guaranteed free and creative learning students, thus ensuring the achievement of both the educator and the student.

KEYWORDS

Mathematics, methods, teaching, teacher, student.

INTRODUÇÃO

Desde a Antigüidade, o homem já fazia uso da matemática. Só que esta, diferentemente da que usamos hoje, dava qualidade aos objetos, portanto, era uma matemática adjetiva. Eles tentavam reproduzir materiais com a finalidade de obter outro igual ao anterior, ou seja, simétrico. Com a fabricação de armadilhas e trançados, surge a necessidade de contar, dá-se início aos primeiros números, e com o desenvolvimento destes, já torna-se possível a construção de um calendário.

A evolução continua na medida em que a sociedade fica mais complexa. A matemática com o passar dos anos foi sofrendo muitas modificações e rupturas por ser a mais antiga das ciências.

A matemática atualmente atingiu um grau de complexidade maior, ou seja, ela está mais difícil. O motivo de ser uma das matérias mais "complicada e difícil" no âmbito escolar, fez com que alguns especialistas procurassem meios de deixá-la bem mais fácil com o uso da tecnologia, dos jogos e didáticas.

Nesta pesquisa bibliográfica a preocupação é com o processo ensino-aprendizagem da Matemática e está relacionada aos estudos de investigação. Procurar o porquê de ser tão imperceptível aos olhos humanos, buscar métodos que a torne lúdica em sala de aula e enumerar problemas enfrentados tanto por alunos quanto por professores nas escolas públicas torna-se uma das responsabilidades do matemático inovador.

ONDE PODEMOS ENCONTRAR A MATEMÁTICA?

A Matemática assim como qualquer outra disciplina, vem sendo desenvolvida pelo homem de acordo com suas necessidades sociais. Tendo como conseqüência a sua utilização que se faz mais necessária e presente na vida de todos.

Vale lembrar que, o estudo da Matemática é de extrema importância, carece de embasamento do conhecimento e até o 5º ano, os alunos estão no período das operações concretas definido por Piaget e, ainda conforme Piaget para aqueles que estão cursando o ensino fundamental a partir do 6º ano, momento das operações abstratas. Pois, de acordo com Ernesto Rosa Neto (2006):

A partir da 4ª série o aluno está pronto para adquirir uma linguagem mais apropriada, fórmulas e técnicas que representem os conteúdos que ele mesmo construiu durante os quatro anos de atividades.

Será capaz, portanto, de iniciar o processo de sistematização, organizando as informações que possui para, mais tarde, entrando no estágio das operações formais, desenvolver a habilidade de demonstrar, criando uma Geometria racional.

O ser humano que não sabe matemática, com certeza, não se dará bem no convívio social. É muito importante estudar matemática, além do mais, ela é uma disciplina que está constantemente na vida do ser humano e em todos os lugares do mundo, como por exemplo: o dia do nascimento, na hora de acordar, dormir, na hora do almoço, no produto que você compra, na hora do trabalho, no comércio, nos livros, em bordados, etc.

Atualmente, há pessoas que não suportam ouvir a palavra matemática. Dizem até, que "nunca" aprenderam e "nunca" conseguirão aprender. Afirmam, também, que a odeiam e questionam o porquê da sua existência.

Toda disciplina, seja ela: Geografia, Biologia, Educação Física, História e entre outras, tem os seus objetivos estabelecidos, principalmente a Matemática que apesar de ser vista como um "bicho de sete cabeças'' tem um papel fundamental no convívio social. Por apenas ver e não olhar, os alunos acabam relacionando a matemática com o cotidiano de forma restrita. Muitos alunos já devem ter se perguntado:

Ao passar de uma série para outra, os alunos, vêem que a matemática não se restringe às quatro operações matemáticas, soma, subtração, multiplicação e divisão. É preciso interpretar, exercitar e estudar, para isso é indispensável a organização das atividades também, por parte dos alunos.

Segundo Ernesto Rosa Neto (2006) é importante que a escola tenha preocupação com os alunos nos três níveis do conhecimento:

·Cognitivo: conhecimento: simbologia, sintaxe, teorias, métodos, etc.

·Afetivo: gostar do que faz, fazer com gosto, com interesse.

·Psicomotor: desenvolvimento de habilidades motoras.

O ENSINO DA MATEMÁTICA NA ESCOLA REAL

Todo educador sonha com uma escola ideal, com plenas condições de trabalho educativo. A escola que temos é a escola real. Em algumas destas escolas, ao entrar na sala de aula, o professor se depara com obstáculos que dificultam a aplicação dos conteúdos, tais como:

·Sala com pouca ventilação e/ou iluminação e em algumas não tem sequer energia elétrica;

·Falta aparelhagem tecnológica: televisão, computador, DVD, retroprojetor, etc.;

·A biblioteca da escola, não possui livros suficientes para que os alunos construam um conhecimento científico ou, as prateleiras da estante estão cheias de livros antigos, portanto, desatualizados, ou ainda, nem biblioteca as escolas possuem.

·As carteiras se encontram deterioradas ou até mesmo quebradas;

·Deterioração no quadro-negro, quadro-verde ou quadro-branco;

·Em algumas escolas, a quantidade de salas de aula é insuficiente para satisfazer a demanda, ou estão super lotadas;

·No inverno, chove mais "dentro da sala do que fora dela" e ainda assim, o professor consegue driblar essas dificuldades a fim de transmitir aos alunos "o saber desconhecido".

Se a escola trabalhar em conjunto com o professor, procurando entender as diferentes características peculiares de cada família, às quais os seus alunos pertencem, como:a quantidade de irmãos, e a educação familiar, por exemplo, perceberemos uma redução significativa, ou até mesmo, total dos outros efeitos negativos à aprendizagem livre e criativa dos alunos.

A falta de estimulação é um dos fatores que atrapalham a aprendizagem dos alunos principalmente, quando está relacionado ao estudo matemático. Na verdade, o incentivo à aprendizagem causa estímulo que vem a despertar nos alunos a motivação para aprendizagem. Há várias justificativas no que diz respeito à ausência de atividades lúdicas em sala de aula, como:

·Os alunos não sabem trabalhar em grupo;

·O tempo para trabalhar todo o conteúdo programático determinado para o período da duração das aulas;

·O despreparo de professores tradicionais, por não saberem manipular jogos, ou não possuírem conhecimento suficiente para lidar com softwares matemáticos;

·Não saber lidar com situações que exigem mais análise e compreensão dos trabalhos dos alunos.

·O não uso de metodologias específicas nas primeiras séries do ensino fundamental, principalmente, contribuem para o não entendimento das relações da matemática com o dia-a-dia e que provoca o afastamento e a falta de interesse pela matemática.

·A quantidade de alunos em sala de aula, impedindo um atendimento mais individualizado, entre outros problemas.

Com base no artigo A lógica no Cotidiano e a Lógica na Matemática de autoria da Mestra em Matemática e doutoranda do Departamento de Educação da PUC  RIO, Flávia Soares, afirma-se que

Os livros didáticos por muitos anos excluíram os alunos da construção dos conteúdos, abandonando o raciocínio dedutivo e as demonstrações, e enfatizando o uso de algoritmos e fórmulas nem sempre bem compreendidas pelos estudantes.

Já que "os livros didáticos" excluíram os alunos da construção dos conteúdos, cabe ao professor deduzir as fórmulas para que então, facilite a sua compreensão e assimilação, abolindo, pois, a memorização mecânica no qual impossibilita a resolução de qualquer tipo de problema desconhecido.

Nas dificuldades de aprendizagem matemática, muitas pessoas têm colocado a culpa no mobilizador desta aprendizagem que é o professor. Sabemos que isso pode ocorrer, porque às vezes ele não utiliza-se da seqüenciação dos objetivos, hoje abordam um assunto e amanhã outro, totalmente diferentes e dispersos do planejamento, com aulas não muito atrativas. Os alunos não sabem porque estão estudando determinado assunto, por isso, a importância da disciplina tem que ser divulgada, mostrar aos alunos que é preciso adquirir conhecimento não só da Matemática, mas de todas as disciplinas para que valorizem o que vão estudar futuramente.

Os assuntos estudados serão a base para quando o aluno chegar ao ensino médio. Ah! Mas, a Matemática não entra na minha cabeça!Hoje não, mas quem sabe amanhã? Com um pouco de esforço, dedicação aos estudos, didáticas e metodologias específicas, você com certeza conseguirá.

TIPOS DE EDUCAÇÃO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

Há dois tipos de educação: a "bancária" ou a "convergente" e a "problematizadora" ou "libertadora".

A educação "bancária" consiste em: Sendo o professor, o possuidor de conhecimentos, este, preocupa-se somente em transmiti-lo com o objetivo de que seus alunos o absorvam e que os reproduzam fielmente em suas provas.

Na escola tradicional, por exemplo, as carteiras são colocadas sempre em fileiras, não permite a troca de conhecimentos, de idéias, e discussões em grupo ou entre grupos. Tendo como conseqüência um aluno submisso, passivo e dependente. Segundo, Ernesto Rosa Neto (2006, 56): "Passivo não é estar sentado escutando, é estar obrigado".

A educação "problematizadora" dá-se na interação entre professor-aluno através de uma situação-problema, onde o aluno passa a ter uma visão "analítica" do mesmo, tendo como objetivo principal a compreensão do assunto. O ambiente que favorece a interação entre o educador e o educando é um ambiente diferente da escola tradicional.

Na escola inovadora, as carteiras, estão posicionadas de forma que possibilitem a troca de conhecimento, idéias entre os alunos e permita, principalmente, que ele seja um ser reflexivo e criativo.

PAPEL DO PROFESSOR / EDUCADOR

Sendo o professor o responsável pela escolha do método de ensino, deve-se ter sempre o aluno como centro do seu universo. Já que não há uma receita infalível ao qual o assegure de que sempre os seus objetivos serão alcançados, pois a escolha dos mesmos vai depender das características dos alunos como: idade, nível de desenvolvimento mental, do seu ritmo pessoal, das condições físicas, do tempo estabelecido, etc.

O comportamento que os alunos detêm, pode ser modificado através do comportamento exposto pelo professor. Um professor autoritário e dominador,por exemplo,incentiva os alunos a adotarem tal comportamento já que para os mesmos, o professor é um exemplo em sala de aula. Esse tipo de comportamento traz um clima de competição, de desigualdades, cujos efeitos são negativos a aprendizagem.

Manter um bom relacionamento com os alunos e conhecê-los, é uma ótima oportunidade para rever procedimentos, métodos adotados, enfim, fazer uma auto-avaliação, para que o professor consiga atingir os objetivos estabelecidos.

O conhecimento dos fatores que podem contribuir ou não para a aprendizagem, também o ajuda a atingir o sucesso do seu trabalho. De acordo com Nelson Piletti:

Na medida em que o professor é oriundo de uma determinada classe social, pode não levar em consideração tais diferenças e apresentar dois comportamentos negativos para a aprendizagem:

1)Desconhecer que o não aproveitamento dos alunos pode ser conseqüência da inadaptação à própria escola;

2)Tentar impor seus próprios valores de classe a todos os alunos, desrespeitando a realidade de cada um.

A busca pela perfeição é a garantia da aproximação do sucesso. Uma vez alcançado, o professor sente-se realizado tanto profissionalmente como emocionalmente. Essa realização vai depender do desejo de construção pedagógica inovadora, da remuneração paga ao professor e do incentivo dado pela escola para que o educador busque a sua qualificação.

Quando estas condições não são satisfeitas o professor vê-se obrigado a procurar trabalho em outras instituições, o que impossibilita, na maioria das vezes, um trabalho inovador e diversificado em sala, tendo como conseqüência a não realização dos alunos.

MÉTODOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA

Existem algumas técnicas muito importantes para o ensino da Matemática. Mas para isso ocorrer o professor também tem que atualizar-se, pesquisar, buscar conhecimentos, para que o aluno aprenda de forma mais rápida e lúdica. Talvez, daqui a alguns anos eles confirmarão que a Matemática não é tão complicada e difícil como parece?

A divisão dos alunos em grupos proporciona a primeira vista, somente um ambiente inovador, que facilita a discussão e a criatividade dos alunos. Entretanto, através dele, o aluno aprende a conviver em sociedade, a respeitar as idéias e opiniões contrárias a sua.

A tecnologia tornou-se uma ferramenta indispensável para o estímulo da aprendizagem dos alunos. Hoje, os professores podem dispor de softwares matemáticos que ajudam os alunos a compreender e assimilar os conteúdos da matéria com mais facilidade e eficácia, tornando assim suas aulas prazerosas e interessantes.

É importante fazer o uso da tecnologia em sala de aula. Embora, seja questionável o seu uso dentro da mesma por profissionais mais tradicionais. Contudo, a tecnologia e os jogos podem despertar o interesse do aluno em aprender matemática. Como dizia Guy Brousseau, (conforme material apostilado: capítulo 3. S/D. S/A.):

Contrato didático significa as atitudes, comportamentos, posturas, e ações dos alunos, que são esperadas pelo professor, e aquelas do professor, que são esperadas pelos alunos. É a partir dele, que o professor define as regras que serão utilizadas no jogo sobreposto em sala de aula.

Ao ensinar Matemática o professor pode incentivar os seus alunos a compreender e assimilar os conteúdos aplicados em sala de aula, por meio de atividades que estimulem os níveis afetivos e psicomotores já que estes, não são sua especialidade.Respeitando, é claro, a ordem psicológica de cada indivíduo.

REFERENCIAIS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DO APRENDIZADO

Estudar significa a procura de conhecimentos onde podemos tirar nossas dúvidas e aprender. Aprender matemática torna-se difícil no momento em que nós simplesmente não queremos aprender, mas quando temos força de vontade com certeza, obteremos bons resultados.

Apresentamos orientações necessárias para maior aproveitamento da aprendizagem da Matemática na vida do estudante:

I.Organizar-se, pois temos tempo para dormir, acordar, tomar café, lanchar, assistir, sair com os amigos. Por que não organizar-se para arrumar um tempo para o estudo?

II.Freqüentar as aulas; se não freqüentar as aulas, como terá proveito dos assuntos abordados na sala de aula?

III.Levar o material de aprendizagem para sala de aula.

IV.Definir horários para a revisão dos conteúdos para que se possa economizar tempo e favorecer a retenção do conteúdo.

V.Estudar um determinado conteúdo além do nível apresentado possibilita a reprodução imediata do mesmo e aumenta a possibilidade de tirar as melhores notas.

VI.Manter atenção redobrada na sala de aula para ouvir as explicações do professor, no qual é de suma importância para a compreensão dos assuntos.

MANEIRAS SIMPLES PARA APRENDER MATEMÁTICA.

Podemos utilizar a matemática fazendo sanduíche;

Fazendo o uso de combinação dos ingredientes, por meio deste, podemos utilizar as quatro operações fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão;

Observando o pedreiro, colocando os pisos retangulares na parede, vemos que ele está trabalhando com materiais retangulares, por meio deste podemos trabalhar com a Geometria, e identificar a multiplicação, onde podemos obter a área do retângulo: base x altura.

O trabalho em grupo permite discussões dentro e fora dele.

Fazendo uso dos jogos e softwares matemáticos, assimilamos e compreendemos melhor o assunto em questão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em busca de métodos para a melhoria da aprendizagem observamos que a escola e o seu sistema social é quem mais prejudica a aprendizagem dos alunos. A sua estrutura física não oferece ao professor e aos alunos condições favoráveis à aprendizagem, a troca de conhecimento e/ou à troca de idéias. Impossibilita também, o professor, na maioria das vezes, a levar o conhecimento de programas matemáticos para os alunos, pois não há laboratório de informática na mesma.

Lembrando que, a nossa intenção não foi colocar em questão a estrutura física das escolas brasileiras, e sim, a de mostrar que o professor, é quase um herói. Mesmo estando no meio de tantas dificuldades, ele consegue ultrapassar barreiras e a atingir os objetivos estabelecidos.

Quando as escolas dispõem de estruturas físicas adequadas, nem sempre oferecem ao professor a possibilidade de qualificar-se em sua área ou em qualquer outra área relacionada à educação.

O educando também possui um papel importante no processo de ensino-aprendizagem. A sua colaboração em sala de aula facilita a aplicação do conteúdo e o sucesso do mesmo.

SOBRE AS AUTORAS

Andreza Santos Firmino, Shirlaine Hora dos Santos e Sidivania Andrade Santos, são alunas de graduação do 2º período do Curso de Licenciatura em Matemática noturno da Universidade Tiradentes, Propriá/SE. O trabalho é resultado de prática investigativa na forma de pesquisa qualitativa do tipo pesquisa bibliográfica. Este artigo foi produzido sob orientação da professora Maria José de Azevedo Araújo, no transcurso da disciplina "Psicologia da Educação", no segundo semestre letivo de 2009. E-mail para contato: azevedo1956@bol.com.br

REFERÊNCIAS

FIORENTINI, Dário e NACARATO, Adair Mendes. Cultura, formação e desenvolvimento profissional de professores que ensinam matemática: investigando e teorizando a partir da prática. São Paulo: Musa, 2005;

HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2004;

JUAN, Díaz Bordenave e PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino-aprendizagem. 25ª edição. Rio de Janeiro: vozes, 2004;

NETO, Rosa Ernesto. Didática da matemática. 11ª ed. São Paulo: Ática, 2006;

PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. 2ª Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002;

PILETTI, Nelson. Psicologia educacional. 17 ed. São Paulo: Ática, 2006.

VEDOVATO, Maria Antonia de Oliveira. Ensinando Matemática na escola e para a vida [online]. Disponível na internet via http//www.sindicatoapase.org.br/File/2007/suplemento_abril_site.pf. 25 de Novembro de 2009.

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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Sobre este autor(a)
Especialista e Mestre em Educação. Professora universitária de cursos de graduação e de pós-graduação. Líder do grupo de estudos GEPISTAE/UNIT. Possui sete livros publicados: Estágio Supervisionado III, Estágio Supervisionado IV, Organização do Trabalho Pedagógico; Quem Tem Medo do TCC? Psicologia ...
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