O DANO AMBIENTAL PROVOCADO PELO LOTEAMENTO CIDADE JARDIM EM MARABÁ - PA
 
O DANO AMBIENTAL PROVOCADO PELO LOTEAMENTO CIDADE JARDIM EM MARABÁ - PA
 


Valtey Martins de Souza
Renato Noronha Martins
Luiz de Oliveira Silva
Jocilene Costa Vanzeler
Janaina Justino da Silva

RESUMO

O presente texto aborda a expansão urbana das cidades de Marabá e São Domingos do Araguaia, no estado do Pará, onde tal expansão provocou danos ambientais. A título de exemplo desses danos, falaremos do loteamento Cidade Jardim em Marabá, do Grupo Leolar, que está provocando o assoreamento do Igarapé do Guido devido à retirada da vegetação ciliar, e do caso da microbacia do igarapé Açaizal em São Domingos do Araguaia. Quanto à expansão urbana na última cidade citada, o maior impacto foi sobre a microbacia do igarapé Açaizal, que está sendo assoreado devido a construções irregulares, como o balneário ainda sem nome que a gestão municipal local está construindo. Abordaremos também, algumas normas que regulam o território e proporemos ações que visam minimizar os danos ambientais advindos da expansão urbana.

Palavras-chave. Expansão urbana. Dano Ambiental. Igarapé do Guido. Microbacia do igarapé Açaizal.

NOTAS INTRODUTÓRIAS

Nesse texto iremos tratar sobre a construção do loteamento Cidade Jardim, do Grupo Leolar, que provocou o desmatamento da vegetação ciliar das margens do igarapé do Guido. Esse desmatamento pode trazer conseqüências ruins para as pessoas que residem no entorno do mencionado igarapé, pois isso já aconteceu em outros lugares. Como exemplo de dano ambiental provocado pelo desmatamento da vegetação ciliar, resolvemos citar o caso da microbacia do igarapé Açaizal na cidade de São Domingos do Araguaia, Pará. Os dois casos apresentam semelhanças no que tange ao dano ambiental, justamente porque são conseqüências da expansão urbana.
Nesses termos, o presente texto foi elaborado no intuito de abrir o debate a respeito das questões ambientais e incidir um pouco de luz sobre o processo de acumulação que os atores hegemônicos programam no espaço regional. Assim sendo, esse trabalho se justifica pela intenção de desvendar o modo pelo qual atores hegemônicos se apropriam de parcelas consideráveis do espaço, sem muita preocupação com os danos que possam provocar.
Nesse caso, começaremos falando do loteamento Cidade Jardim, em que os atores hegemônicos são o Grupo Leolar, e depois, faremos uma breve comparação com a construção de um balneário na cidade de São Domingos do Araguaia, em que os gestores municipais assumem o papel de hegemonia. Para o desenvolvimento desse trabalho fizemos uma breve revisão bibliográfica e fomos a campo verificar in loco, como se encontram o igarapé do Guido e o balneário sobre o igarapé Açaizal.
Nessas condições, faremos sugestões de como minorar os danos ambientais causados pela expansão urbana sem os devidos cuidados com os que são afetados: meio ambiente e população do entorno. Após essas considerações, falaremos um pouco sobre as normas que se aplicam ao uso do meio ambiente. E, em nossas conclusões, além de fazermos uma breve retrospectiva sobre nossos escritos, iremos sugerir novamente formas de diminuir os danos causados pela falta de cuidado com as construções humanas em áreas de proteção permanentes (APPs).

 
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Sobre este autor(a)
Professor de Geografia atuando na rede estadual e municipal na cidade de São Domingos do Araguaia-Pa, no ensino fundamental e médio e educação de jovens e adultos.
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