O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
 
O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
 


DIFERENTES CURRÍCULOS... DIFERENTES PESSOAS?

Celinei Pereira Amaral
Juliana Pereira Barbosa

RESUMO

Esse artigo apresenta uma pesquisa feita com três professoras da rede pública de Vitória da Conquista. No início deste artigo traçamos a respeito do currículo e como ele se constitui dentro da Educação Infantil. Apresentamos um breve comentário a respeito do currículo e de como ele se constitui dentro da Educação Infantil. E, posteriormente analisamos as falas das três docentes entrevistadas sobre a opinião que tem a respeito do currículo. Para construção desse artigo foi necessário um breve resgate histórico da Educação Infantil na Europa e no Brasil. Mais especificamente no Brasil nos detemos nos desdobramentos da Educação Infantil. E por fim a análise das falas das professoras.

Palavras-chave: Educação Infantil. Currículo. Infância.

1. INTRODUÇÃO

O presente artigo apresenta uma pesquisa feita com uma amostra de três professores que trabalham com a educação infantil. Nossa pesquisa tem o objetivo de analisar algumas falas desses professores no que tange à compreensão do que seja o currículo na educação infantil e de que maneira elas estão inseridos nesse processo. Nossa pesquisa é de cunho qualitativo, partindo do pressuposto de que "o propósito fundamental da pesquisa qualitativa é a compreensão, exploração e especificação do fenômeno social" (Narde e Santos, apud PAINE, 2007, p. 52)
Para desenvolver a análise dos dados utilizamos o referencial teórico levantado para confrontar com algumas falas. Esse referencial teórico é composto de um resgate histórico da educação infantil no Brasil, bem como algumas leis que asseguram os direitos da criança de freqüentar a escola, escrevemos sobre o currículo e como ele se constitui na Educação Infantil. Para tanto analisamos, além de trabalhos referentes ao tema, as falas de três docentes que estão atuando na Educação Infantil. Buscando compreender como o currículo pode formar diferentes pessoas. Sobre esse pensamento Silva (1996, p. 81) nos diz,
Diferentes currículos produzem diferentes pessoas, mas naturalmente essas diferenças não são meras diferenças individuais, mas diferenças sociais, ligadas à classe, à raça, ao gênero. Dessa forma, uma história do currículo não deve estar focalizada apenas no currículo em si, mas também no currículo enquanto fator de produção de sujeitos dotados de classe, raça, gênero.
Dessa maneira buscamos rever a história do currículo e como determinado assunto pode fazer ou não parte do currículo escolar. Fazendo sempre referência à Educação Infantil, tema central desse trabalho.

2. Breve histórico da educação infantil
2.1 Educação Infantil na Europa

Na Idade Média, na qual o tipo de sociedade era feudal, os senhores de terra possuíam um poder quase que monárquico nas suas propriedades. Nesta época, a criança era considerada um pequeno adulto, que executava as mesmas atividades dos mais velhos.
Não existia traje especial para diferenciar adulto de criança. Havia os trajes que diferenciavam as classes sociais. "A criança, ao menos a criança de boa família, quer fosse nobre ou burguesa, não era mais vestida como adulta. Ela Agora tinha trajes reservado à sua idade, que a distinguia dos adultos". (ARIÈS, 1978, p. 70)
Quando surge a sociedade burguesa a criança passa a ser alguém que necessita ser cuidada, escolarizada e preparada para uma atuação futura. Essa missão era incumbida aos colégios, mas não misturando as classes. O ensino do pobre era diferenciado do estudo dos nobres. Também surgem as primeiras creches para abrigarem filhos das mães que trabalhavam na indústria. Dessa maneira,
A origem da creche acompanhou o desenvolvimento do capitalismo e da organização da família na nova estrutura social. A creche era considerada uma instituição de caráter assistencial-filantrópico de cuidado com a higiene e com a segurança física da criança. (CHAVES, 2008, p. 99)

Após a Segunda Guerra Mundial o atendimento pré-escolar se tornou maior por causa da demanda das mães que começaram a trabalhar nas indústrias bélicas ou naquelas que substituíam o trabalho masculino.
Terminadas essas considerações sobre a concepção de infância e a educação infantil de tempos atrás, faremos um comentário sobre a Educação no Infantil no Brasil.

2.2 Educação Infantil no Brasil

No Brasil, as creches serviam para atender não unicamente os filhos das mães que trabalhavam na indústria, mas também os filhos das empregadas domésticas. A educação infantil é muito nova, sendo aplicada realmente no Brasil a partir dos anos 1930, quando surge a necessidade de formar mão-de-obra qualificada para a industrialização do país.
Da década de 60 e meados de 70, na educação, o nível básico passa a ser obrigatório e gratuito. Nessa década de 1970 acontece uma crescente evasão escolar e repetência das crianças das classes pobres no primeiro grau. Por causa disso, foi instituída a educação pré-escolar, também chamada de educação compensatória, para crianças de quatro a seis anos, para suprir as carências culturais existentes na educação familiar da classe baixa.
Nesse mesmo momento há um fortalecimento da nova concepção de infância. Os direitos da criança passam a ser garantido por Lei. Cria-se o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente); a nova LDB, Lei nº9394/96, incorpora a Educação Infantil como primeiro nível da Educação Básica, e institui os municípios como sendo os responsáveis para oferecer essa modalidade de. Em 1998, é criado RCNEI (Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil), um documento que procura guiar o trabalho realizado com crianças de 0 a 6 anos de idade. Trazendo uma proposta que integra o cuidar e o educar, o que é hoje um dos maiores desafios da Educação Infantil.

2.3 Objetivos e práticas da educação infantil

A necessidade por pré-escola aparece, historicamente, como reflexo direto das grandes transformações sociais, econômicas e políticas que ocorrem na Europa, a partir do século XVIII. Eram as creches que surgiam, com caráter assistencialista, tendo em vista afastar as crianças pobres do trabalho servil que o sistema capitalista em expansão lhes impunha, além de servir como guardiãs de crianças órfãs e filhas de trabalhadores. Nesse sentido, a pré-escola tinha como função principal a guarda das crianças.
No século XIX, uma nova função passa a ser atribuída à pré-escola, mais relacionada à idéia de "educação" do que a de assistência. A função dessa pré-escola, mais voltada para educação do que a de assistencialista. Os direitos da criança passam a ser expressos. Esses direitos estão explicitados em documentos que vão desde a Declaração Universal dos Direitos da Criança, para mencionar o plano internacional, passando pela Constituição Federal Brasileira de 1988, Estatuto da Criança e do Adolescente ? ECA (lei n. 8.069 de 1990), Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ? LDB (n. 9.394/96), e o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, de 1998, entre outros.
Quanto à questão educacional, o aspecto mais relevante da Constituição Federal de 1988 para a educação infantil está em seu art. 208, inciso IV, ao afirmar que "o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: (...) atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade."
O Estatuto da Criança e do Adolescente define os seguintes direitos como fundamentais: direito à vida e à saúde (cap. I), à liberdade, ao respeito e à dignidade (cap. II), à convivência familiar e comunitária, à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer (cap. III). Quanto à educação, o direito é previsto para todas as faixas etárias, incluindo a criança de 0 a 6 anos de idade.
A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, além de ratificar o contido na Constituição e no ECA quanto à obrigatoriedade de oferecimento de educação infantil em creches e pré-escolas por parte do Estado (art. 4°, inc. IV), em seu art. 29 define como finalidade da educação infantil "o desenvolvimento integral da criança até 6 anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade." Além disso, afirma que a avaliação nessa etapa da educação "far-se-á mediante acompanhamento e registro de seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental."
Como se pode perceber, a idéia de direitos tem sido diversificadamente abordada e difundida, estando presente em diferentes leis e documentos oficiais.

3. O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A origem do pensamento curricular no Brasil teve inicio a partir dos anos 1920 e 1930 do século XX, tendo como parâmetro diferentes teorias, principalmente a dos Estados Unidos, sob influência das idéias de John Dewey e Kilpatrick, que criticavam o currículo tradicional, elitista e defendiam idéias progressivistas.
É necessário ressaltar que os conteúdos escolares no Brasil até então, tinham uma forte ligação com a concepção jesuítica do período colonial em relação à educação, dessa forma, reinava absolutamente o currículo tradicional na primeira metade do século XX.
A partir da Primeira Guerra Mundial e das grandes crises econômicas do começo do século XX a educação passa a ser proposta como o mais poderoso instrumento de reconstrução social, política e moral responsável pela melhoria social e bem estar coletivo.
Nosso artigo busca enfatizar o currículo na educação infantil e no que se refere ao a isso,
Do mesmo modo que em outros níveis, a elaboração de um currículo para educação infantil envolve a definição de diferentes aspectos como: organização do tempo e espaço, seleção e utilização de material, agrupamento das crianças, definição dos conteúdos selecionados, metodologia condizente à teoria adotada e, finalmente, forma de avaliação do processo avaliativo. (BARRICELLI, 2007, p. 28)

Entre outras questões, quando se constrói o currículo a para a educação infantil é preciso considerar a criança como um sujeito social e histórico que se constitui na interação com outros sujeitos da cultura, compreendendo as instituições de Educação Infantil como espaço de cuidado e educação das crianças de 0 a 6 anos, e estas, por sua vez, possibilite a integração entre os diferentes aspectos do desenvolvimento humano.
Quando se refere a palavra currículo o que vem em mente é um conceito variado e diverso que leva a questionar a questão da seleção do currículo escolar a ser seguido na educação infantil. Ressalta-se que no ambiente escolar, apesar de existirem pessoas que exercem diferentes cargos, somente quem tem a vivência em sala de aula que é capaz de analisar, argumentar a aplicar de forma coerente as reais necessidades de um currículo.
O ideal é que as experiências vividas na sala de aula contribuam para a geração de um processo permanente de revisão das programações dos ciclos da Educação Infantil e do projeto curricular. Mediante a apresentação deste projeto curricular voltado para a Educação Infantil seriam elaboradas propostas pelos professores que neste caso se tornam responsáveis pelas programações curriculares.
Citaremos a seguir algumas reflexões sobre o currículo na Educação:
Ï Um currículo deve proporcionar experiências para que as crianças interajam e transitem com confiança e autonomia num mundo complexo como este que vivemos;
Ï Um currículo deve levar em consideração as necessidades das crianças pequenas, portanto deve-se ficar atento aos tempos de espera e qualificar mais os tempos das atividades;
Ï Um currículo deve proporcionar equilíbrio entre atividades onde as crianças se envolvam por conta própria e atividades em que se envolvam em algo coletivo. Que proporcione tempos para que as crianças se envolvam equilibradamente em atividades mais espontâneas e atividades mais dirigidas pelos professores;
Ï Um currículo deve proporcionar momentos coletivos em que todas as crianças participam de uma mesma vivência, momentos de trabalhos diversificados, realizados em pequenos grupos em que as elejam segundo suas motivações e momentos de privacidade e relaxamento;
Ï Na elaboração do currículo, ou planejamento flexível entram também elementos do contexto da instituição, ou seja, deve-se levar em consideração o Projeto Político Pedagógico.
O currículo é o movimento. E a proposta pedagógica, é o convite ao movimento, onde expressam valores, os caminhos, as intenções e está ligada a realidade, mas não se efetiva sem que os profissionais estejam engajados a ela.
É preciso que o currículo esteja amarrado no projeto político pedagógico da Unidade, no espaço físico, na formação do professor e nos conteúdos.

3.1 COMO ALGUNS EDUCADORES VÊEM O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

Foram entrevistamos três professores da rede pública de Vitória da Conquista, onde as perguntas eram referentes ao currículo da educação infantil. Quais assuntos estavam sendo trabalhados e como foi a participação das mesmas na elaboração desses assuntos bem como o entendimento que elas tinham sobre o currículo.
De inicio voltamos ao que Lopes nos diz sobre o ensino das disciplinas, relata que devemos estudar os conteúdos ensinados, mas devemos sempre coloca-los numa relação estreita com os métodos e as práticas, pois com isso iremos compreender o que realmente se passa em sala de aula. Uma disciplina está tanto ligada aos seus objetivos quanto ao seu público alvo, mas mudanças podem intervir no planejamento pedagógico de acordo com as caracteristicas dos alunos.
Quando perguntado o que está trabalhando com a turma, como planejou esses assuntos e se algum é novidade, as professores responderam:

Trabalho com dinâmicas, com tarefinhas impressas, os conteúdos do dia. Pesquiso isso em livros, internet e até mesmo com colegas que eu planejo as aulas. As novidades são muitas. Hoje o livro didático trás muitas novidades, brincadeiras, jogos. (Ana)

Estou trabalhando as sílabas, e para isso uso tarefinhas que são impressas. Esse conteúdo não é novidade para mim não. (Carla)

Procuro trabalhar com conteúdos que levem eles a esmiuçar as coisas, jogos. Em relação ao planejamento eu me baseio nos resultados das atividades anteriores, procurando reforçar o que já foi dito. Geralmente não são novidades, eu procuro, às vezes, pegar a idéia e fazer algo novo. (Lara)


Nas falas das entrevistadas nota-se, apesar de elas estarem trabalhando de uma maneira que possivelmente está levando os alunos a raciocinar, o modo de trabalhar se volta para o tradicionalismo. Uma das entrevistadas tem o livro didático como instrumento principal de trabalho. A fala das outras duas professoras nos leva a entender que estão em constante repetição de conteúdos e modo de transmitir esses conteúdos, sendo mudado um ou outro detalhe.
Saviani em Curriculo e Trabalho Pedagógico relata que é imposivel pensar a organização do curriculo sem a participação de quem vai negiciá-lo no monento da sua realização. Isso vai de encontro no que diz uma das professoras entrevistadas quando questionadas sobre a participação no planejamento. Duas das entrevistadas responderam que foi relevante a participação, uma dessa disse que até levou sugestões retiradas da internet. Apenas uma disse que na escola onde trabalha os professores não tem direito concreto de participar do planejamento dos conteúdos, porque não há coordenação, completando dizendo:

Eu procuro me focar segundo o caminhar da turma e como ela tem correspondido aos conteúdos no sentido da aprendizagem deles. (Lara)

Em relação aos livros didáticos, foi unânime a resposta positiva nas falas das professoras. Disseram que os livros didáticos eram bons, bem explorados, muita interpretação de texto, dizendo ser um instrumento que auxilia o trabalho em sala de aula.
Ainda sobre o livro didático, essas professoras disseram que utilizam os livros, mas procura outros meios de desenvolver as atividades. Disseram que os livros foram praticamente escolhidos pela diretoria.
As professoras acham os livros bons, mas utilizam outros meios para passar os conteúdos, mas esses livros são praticamente escolhidos pela diretoria, o que tira a autonomia do professor em poder escolher algo que, provavelmente, ele estará consultando durante o ano todo.
Para a elaboração das aulas essas professoras utilizam matérias de fácil disponibilidade: o próprio livro e a internet.
No entender dessas professoras, o currículo toma significados diferentes, que preferimos, no momento da entrevista, não esclarecer a definição de currículo que estava sendo abordada no nosso trabalho. Vejamos as falas:
É um agrupamento de conteúdos, de atividades realizadas pela pessoa, mas também é uma matéria. É como uma bússola para que a pessoa se situe. (Lara)

É você se "identificar", mostrando seus dados pessoais, seu objetivo e conhecimentos profissionais, formação acadêmica (Ana)

É você colocar suas experiências em prática (Carla)

E o que seria importante colocar num currículo para essas professoras:
Os dados pessoais, experiências profissionais, curso. (Ana)

Experiências profissionais, curso. (Carla)

Colocar nossa realidade, algo que compõe nossa história profissional e que não pode ser algo distante, pois se trata da nossa profissão. (Lara)

E como avalia o aprendizado, essas professoras disseram:
Através de avaliação, participação em classe. (Ana)
Com avaliação. (Carla)

Ela é diária, pois você vê se a criança está acompanhando e nota se ela tem condição de prosseguir. (Lara)

No que tange à avaliação nota-se, entre as professoras, uma pendência pelo tradicionalismo.



4. CONCIDERAÇÕES FINAIS

O conceito de infância reflete consideravelmente no papel da Educação Infantil, pois direciona todo o atendimento prestado à criança pequena. A educação voltada para criança pequena só ganhou notoriedade quando esta passou a ser valorizada pela sociedade, se não houvesse uma mudança de postura em relação à visão que se tinha de criança, a Educação Infantil não teria mudado.
Não se pode perder de vista, que o conceito de infância construído pela humanidade ocasionou uma padronização da criança, como se esta fosse um ser universal, sem características próprias de cada sociedade e de cada contexto histórico.
Por isso, a Educação infantil terminou sendo um bem da criança burguesa, e uma proposta distante das crianças pobres. Apesar da Educação Infantil no Brasil ter sido institucionalizada como direito das crianças, poucas têm acesso a um atendimento de qualidade, com professores que desconhecem os pressupostos pedagógicos que devem direcionar o trabalho com crianças pequenas, descaracterizando a especificidade da Educação Infantil.

Referências

ARIÈS, Philippe. História Social da Criança e da Família, 1978, 2° Ed


BRASIL, Constituição Federativa do Brasil de 1988, disponível em: Acesso em 03 Dez 2009 às 11h23min

_____________. Governo. Estatuto da criança e do adolescente. Lei federal n. 8.069 de 13 julho 1990.

_____________.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9.394 de 20 dez. 96.


_____________. Plano Nacional de Educação. Lei federal n. 10.172 de 9 jan. 2001.
Cadernos de Pesquisa, n. 119, julho/ 2003 111


_____________. Política nacional de educação infantil. Brasília: MEC/SEF/DPE/Coedi, 1994.

_____________. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.


Lopes, Alice C; Macedo, Elizabeth. (org). Curriculo: Debates conteporâneos.
Rio de Janeiro: Cortez, 2002.

PAINE, Simone Ana Lazarotto, A formação de educadores no Curso de Pedagogia: Desafios e perspectivas no contexto atual. Dissertação (Mestrado em Educação) ? Universidade do Oeste de Santa Catarina, Joaçaba, 2007.



Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf. Acesso em 03 Dez 2009 às 14h22min
 
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