Importância da adesão ao tratamento da hipertensão arterial
 
Importância da adesão ao tratamento da hipertensão arterial
 


 

ACADEMICAS:

ADRIANA FERREIRA DOS SANTOS

DEBORAH MARIELEM MATOS VIEIRA

FLAVIANE DA SILVA DOS SANTOS

JOSELIA BARBOSA DE ALMEIDA

LAIANI CURSINO MADUREIRA

MARIA CELDA FREIRE CARVALHO

RAYANA TEREZA AZEVEDO MARQUES

A hipertensão arterial é um problema grave de saúde publica em todo mundo, e a mais freqüente das doenças cardiovasculares. Apresenta-se na maioria das vezes assintomática, sendo também o principal fator de rico para as complicações potenciais de órgãos alvos, potencializando o risco de vida ao portador.
Também é sua importância considerar o impacto na qualidade de vida das pessoas visto que, para consegui-lo, é necessária a adoção de medidas individuais como as mudanças nos hábitos de vida; medidas coletivas como apoio da família e agregados para a manutenção do regime terapêutico e enfim, um conjunto de condições convergentes para a promoção de saúde do cliente hipertenso.

APRESENTAÇÃO

 

O presente projeto de intervenção será realizado no Programa de Saúde da Família (PSF) IV CAIC, localizado na Rua Horto Florestal S\N bairro Cascalheira na cidade de Barreiras-Ba, tendo como objetivo o desenvolvimento de ações educativas através de palestras junto aos portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), da micro área número 04 enfocando a importância na adesão ao tratamento.

A hipertensão arterial é um problema grave de saúde publica em todo mundo, e a mais freqüente das doenças cardiovasculares. Apresenta-se na maioria das vezes assintomática, sendo também o principal fator de rico para as complicações potenciais de órgãos alvos, potencializando o risco de vida ao portador.

Também é sua importância considerar o impacto na qualidade de vida das pessoas visto que, para consegui-lo, é necessária a adoção de medidas individuais como as mudanças nos hábitos de vida; medidas coletivas como apoio da família e agregados para a manutenção do regime terapêutico e enfim, um conjunto de condições convergentes para a promoção de saúde do cliente hipertenso. 

 

DIAGNOSTICO SITUACIONAL

 

A unidade de saúde da família, (PSF) VI, fica localizada na Rua Horto Florestal S\N bairro Cascalheira na cidade de barreiras – BA em anexo ao colégio CAIC sendo responsável pela área N12, aestrutura física constitui de um prédio em regular estado de conservação onde funciona duas unidades de Saúde, o PSF VI, é distribuído em recepção, consultório de enfermagem, consultório médico, consultório odontológico, sala de vacina, sala de triagem e curativo, sala de esterilização do material de curativo, farmácia, sala de espera e três sanitários.

A equipe multiprofissional é formada por Enfermeira, uma Médica, duas Técnicas de Enfermagem, uma recepcionista, uma auxiliar de dentista e uma Dentista. No PSF realiza atendimentos diversos como puericultura, pré-natal, preventivo atendimento á mulher e ao homem, planejamento familiar e o programa de hiperdia.

A população da micro área(04), é constituída aproximadamente de  141 famílias, sendo 30 hipertensos, 05 diabéticos , 03 hipertensos de diabéticos, 6 gestantes e 36 crianças menores de  cinco anos,  cadastrados no programa de hiperdia e  pré-natal, além das crianças que são atendidas no programa de puericultura e puerpério. Sendo que na sua grande totalidade tem um baixo poder aquisitivo e um nível de escolaridade ignóbil.

 

JUSTIFICATIVA

 

Este projeto de intervenção e uma proposta que possibilita e garante um aprendizado qualificado junto aos portadores de hipertensão arterial sistêmica com o objetivo de enfocar a importância da adesão ao tratamento desta patologia, partindo do ponto de que a falta de conhecimento e orientações dificulta a adesão ao tratamento.

Diante do exposto, visa-se então, a necessidade da realização desse projeto, pois a micro área estudada, comporta um alto índice de hipertensos cadastrados no programa hiperdia, então a intervenção irá incentivar como  orientar a adesão ao tratamento da HAS, para que assim, possa-se contribuir para uma melhoria na qualidade de vida, alcançando o controle dessa patologia, além de contribuir com o aumento da adesão ao programa que engaja o hipertenso, hiperdia. 

Brasil (2006) relata que a Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais freqüente das doenças cardiovasculares. É também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal.

Segundo o mesmo autor citado acima, no Brasil são cerca de 17 milhões de portadores de hipertensão arterial, 35% da população de 40 anos e mais. E esse número e crescente: seu aparecimento estar cada vez mais precoce e estima se que cerca de 40% das crianças e adolescentes também sejam portadoras. A carga de doenças representa pala morbimortalidade devida a doença e muito alta e por tudo isso a HAS e um problema grave de saúde publica no Brasil e no mundo (BRASIL, 2006).

A hipertensão arterial constitui-se em uma das afecções mais comuns do mundo moderno e atinge, em média, de15 a20% da população adulta. No Brasil, encontra-se a mesma estimativa na população com idade acima de 20 anos sendo portadora de hipertensão arterial, no total aproximado de 12 milhões de brasileiros (SIMONETTI, BATISTA & CARVALHO, 2002).

            Modificações de estilo de vida são de fundamental importância no processo terapêutico e na prevenção da hipertensão. Alimentação adequada, sobretudo quanto ao consumo de sal, controle do peso, prática de atividade física, tabagismo e uso excessivo de álcool são fatores de risco que devem ser adequadamente abordados e controlados, sem o que mesmo doses progressivas de medicamentos não resultarão alcançar os níveis recomendados de pressão arterial (BRASIL, 2006).

A pesquisa nos confirmou como é importante a influência do profissional de saúde durante a vida dos hipertensos, pois visa a melhoria da qualidade de vida desses portadores, ao mesmo tempo em que nos dá o crescimento  profissional, nos enriquece quanto seres humanos, transmitindo segurança. Ver o sistema de saúde se preocupar com a saúde do individuo, trabalhando na prevenção e promoção da saúde da população, traz uma estimulação ainda maior para a nossa realização quanto acadêmica de enfermagem, e futuros profissionais da saúde.

Diante disso, a escolha do tema se justifica, pois o tratamento da hipertensão em um bairro periférico do município de Barreiras – BA é bastante relevante, tendo em vista, que as pesquisadoras poderão através dos estágio curricular I no  posto de saúde do bairro cascalheira, realizar essa pesquisa para a produção do projeto de intervenção, e assim contribuir com a qualidade de vida dos hipertensos dessa micro área.

 

OBJETIVOS

 

GERAL

- Esclarecer e orientar os pacientes portadores de HAS - Hipertensão Arterial Sistêmica - sobre a importância na adesão do tratamento desta patologia enfocando suas complicações.

 

ESPECIFICOS

 

- Orientar os portadores de HAS sobre as formas de tratamento e estimular habito de vida saudáveis;

- Esclarecer junto aos pacientes sobre os riscos de desenvolverem complicações da HAS;

- Enfatizar junto aos pacientes portadores de HAS sobre a importância da consulta e da assistência de enfermagem.

 

REVISÃO BLIBIOGRAFICA:

           

Conforme Brasil (2006), a hipertensão arterial (HA) ou hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma das patologias que acomete grande parte da população brasileira sendo a mais frequente das doenças cardiovasculares. É também como fundamental fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal.

Os autores Simonetti, Batista e Carvalho (2002) apontam que a hipertensão arterial é uma das afecções mais comuns do mundo moderno e atinge, em média, de15 a20% da população adulta. No Brasil, encontra-se a mesma estimativa na população com idade acima de 20 anos sendo portadora de hipertensão arterial, no total aproximado de 12 milhões de brasileiros.

 

O Ministério da saúde alerta que,

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo. Ela é um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais, sendo responsável por pelo menos 40% das mortes por acidente vascular cerebral, por 25% das mortes por doença arterial coronariana e, em combinação com o diabete, 50% dos casos de insuficiência renal terminal. a prevalência na população urbana adulta brasileira varia de 22,3% a 43,9%, dependendo da cidade onde o estudo foi conduzido (BRASIL, 2006, P. 9).

 

 

CLASSIFICAÇÃO

 

A hipertensão arterial pode ser classificada de diversas formas segundo Brasileiro Filho (2000) as principais são: a) suas causas b) aspectos hemodinâmicos; c) característica clinica e prognósticos.

Quando a hipertensão arterial é causada por doenças conhecidas, (ex: afecções endócrinas ou renais), fala-se em hipertensão secundária. Em cerca de 90%dos casos não existe uma causa evidente, e ela é chamada hipertensão primaria ou essencial.

De acordo com a evolução do prognóstico, a hipertensão arterial pode ser benigna ou maligna. Segundo o mesmo autor na hipertensão arterial benigna, que corresponde a grande maioria dos casos, as cifras tensionais não são muito elevada (a diastólica, mantem-se baixo de 110mm/Hg) as complicações graves só ocorrem tardiamente e os pacientes evoluem por vários anos ou décadas, ( média de 20 anos).

Ainda neste contexto Brasileiro Filho (2000) indica que na maioria dos casos, os pacientes são assintomáticos ou apresentam manifestações inespecíficas como: cefaléia, tonteira, ou cansaço e ainda se tratando de hipertensão arterial maligna se torna mais grave, pois as cifras tensionais são muito altas (a diastólica em geral ultrapassa 120mm/hg) e complicações graves são comuns.

Comumente os parceiros apresentam cefaléia (geralmente a occipital), distúrbios da visão, alterações ao exame de fundo de olho (exudatos, hemorragias e Papiledema), insuficiência renal, falência cardíaca e encefalopatia hipertensiva. Se não tratada, apenas 25% dos pacientes sobrevivem mais de um ano, em 75% dos casos existem elevação dos níveis de renina e angiotensina I e II.

 

MANIFESTAÇÕES CLINICAS

 

A HAS é uma doença silenciosa os estudos dos autores Smeltzer e Bare apontam que a hipertensão, é por vezes chamada de silencio, pois “[...] as pessoas que a possuem freqüentemente não evidenciam sintomas” (SMELTZER E BARE, 2004, p. 905).

Porém os autores Brêtas e Gamba (2006) alertam que o paciente hipertenso pode apresentar sintomas, devido à elevação da pressão arterial, cefaléia no período da manhã, fadigas, palpitações, tonteira e visão ofuscada.

Smeltzer e Bare (2004), quando os sinais e sintomas específicos apresentam, elas geralmente indicam a lesão vascular, com manifestações especificas relacionadas com órgãos servidos pelos vasos afetados, como angina ou o acidente vascular cerebral.

 

DIAGNOSTICO

 

O Segundo Brêta atualmente o diagnostico clinico da HAS é bastante eficaz tendo em vista que este é baseado “[...] em anamnese, exames físico, exames complementares que auxiliam na realização de diagnostico da doença propriamente dita, etiologia, grau de comprometimento de órgãos-alvo e identificação dos fatores de risco cardiovascular associado” (BRÊTA, 2006, p.189).    

            A opinião do Ministério da Saúde (BRASIL, 2006) quanto ao diagnostico da hipertensão arterial é que é necessário ter cautela antes de diagnosticar alguma pessoa como hipertensa, tanto pelos riscos de um diagnostico falso positivo como pela repercussão na própria saúde do individuo e custo social resultante.

Em indivíduos sem diagnostico prévio e níveis de PA elevada em aferição, recomenda-se repetir a aferição de pressão arterial em diferentes períodos, antes de caracterizar a presença de HAS. 

De acordo Smeltezer e Bare (2005), a hipertensão arterial e diagnosticada através de exames laboratoriais rotineiros incluem a urinálise  bioquímica  sanguínea (glicemia em jejum, creatinina, potássio, analise dos níveis de sódio, colesterol total e lipoproteína de alta densidade (LDH) do colesterol) e um eletrocardiograma com 12 derivações.

 

TRATAMENTO

 

Basicamente, há duas abordagens terapêuticas para a hipertensão arterial: o tratamento baseado em modificações do estilo de vida e o tratamento medicamentoso uma delas é a mais fácil e principal para a prevenção da hipertensão é a adoção de hábitos de vida saudáveis.

Brasil (2006) alerta que a abordagem multiprofissional é de extrema relevância no tratamento da hipertensão e na prevenção das complicações crônicas, pois como todas as doenças crônicas, a hipertensão arterial exige um processo contínuo de motivação para que o paciente não abandone o tratamento.

Ainda neste contexto o mesmo documento revela que as principais estratégias para o tratamento não farmacológico consistem em controle de peso, adoção de hábitos alimentares saudáveis, redução do consumo de sal de bebidas alcoólicas, abandono do tabagismo e prática de atividade física regula.

Sendo a hipertensão primaria é uma doença que não tem cura, seu tratamento deve persistir por toda vida a vida. No entanto, geralmente pode ser controlada por  dois tratamentos distintos as modificações no estilo de vida e com uso de medicamentos.

Victor (2005) indica que o objetivo destes tratamentos é a redução na pressão arterial e nas anormalidades metabólicas associadas suficientemente para se reduzir risco de doenças a órgão-alvo cardiovascular e renal, sem comprometer a qualidade de vida do paciente.

Brasil (2002) expõe que o tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial tem como objetivos incentivar atividades de promoção da saúde através de hábitos alimentares saudáveis, aumentar o nível de conhecimento da população sobre a importância acerca da patologia e promoção da saúde.

Ainda neste sentido o tratamento não medicamentoso visa reduzir os níveis pressóricos para valores inferiores a 140/90 mmhg. Reduções abaixo desse valor são recomendadas a situações especificas, como em pacientes de alto risco cardiovascular, insuficiência cardíaca comprometimento renal e na prevenção secundaria de acidente vascular cerebral sendo que em pacientes diabéticos a pressão alvo é inferior a 130/80 mmhg.

Segundo os estudos de Mion Jr. (2002) o tratamento medicamentoso visa a reduzir os níveis pressóricos para valores inferiores a 140 Mmhg de pressão sistólica e a 90 mmhg de pressão diastólica, respeitando-se as características individuais, a presença de comorbidades e a qualidade de vida dos pacientes.

O Ministério da Saúde (2006) aponta que os agentes anti-hipertensivos podem ser relacionados em riscos classes que são elas os diuréticos, inibidores adrenérgicos, vasodilatadores diretos, antagonistas do sistema renina-angiotensina e os bloqueadores dos canais de cálcio. Todos eles agem de forma diferente, mas com a função de intervir na fisiopatológica da HAS.

As principais classes de anti-hipertensivos são os diuréticos, inibidores adrenérgicos, vasodilatadores diretos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), bloqueadores dos canais de cálcio e antagonista do receptor de angiotensina II.

Qualquer grupo de medicamento, com exceção dos vasodilatadores de ação direta, pode ser apropriado para controle da pressão arterial em monoterapia inicial. A padronização recomenda inclui como de primeira escolha a hidroclorotiazida (diurético) e ou propranolol (betabloqueador), seguido de captopril (IECA), especialmente para os diabéticos, a alfametildopa para as gestantes e o minoxidil (vasodilatador de ação direta) para os casos mais graves (NÓBREGA & CASTRO, 2005).

 

COMPLICAÇÔES

 

A elevação da pressão arterial representa um problema de saúde comum com conseqüências generalizadas e, algumas vezes devastadoras, quase sempre permanece assintomática até uma fase tardia da sua evolução, constituindo um dos fatores de risco mais importante na cardiopatia coronariana e nos acidentes vasculares cerebrais, além disso, pode resultar em hipertrofia cardíaca com insuficiência cardíaca (cardiopatia hipertensivo), dissecção da aorta e insuficiência renal (ROBBINS, 2000).

A hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença cardiovascular que ocorre com mais constância. É também considerada como o principal fator de risco para as complicações que acomete os pacientes portadores desta patologia, tais como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, lembrando também da doença renal crônica de fase terminal (BRASIL, 2006).

A lesão característica da hipertensão, no coração, apresenta-se como hipertrofia, ou seja, espessamento das paredes do ventrículo esquerdo, com aumento do peso a diminuição da cavidade. Esse aumento da massa ventricular esquerdo não é acompanhado pelo aumento da circulação coronária, o que acarreta alteração entre gasto energético e oferta, levando á isquemia miocárdica. (BRASIL, 2006).

 

CONSULTA E ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM

 

O enfermeiro, como membro integrante da equipe interdisciplinar, tem atribuições fundamentais é de grande relevância na educação para o auto-cuidado e instituições de ações preventivas e curativas, que levam a adesão satisfatória quando aplicada de maneira continua e eficiente, interferindo de forma satisfatória nos viveis pressóricos do paciente portador de hipertensão.

Para Nettina (2004), o enfermeiro deve durante a consulta obter informações a respeito do histórico familiar do usuário assim como dos problemas atuais, sendo na entrevista explorada questões relacionadas ao surgimento de sintomas típicos como: desconforto habitual atrelado a problema com sono, dificuldade para andar proveniente de cãibras e força muscular reduzida, irritabilidade por causa da evolução da hipertensão.

Na consulta de enfermagem quando for realizado exame físico, o enfermeiro deve dar atenção em especial, na aferição da pressão arterial, por ter uma relação direta com débito cardíaco e a pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias e veias; o exame físico prossegue com a ausculta da freqüência cardíaca e sons apresentados pelas bulhas cardíacas. É importante analisar a presença de edema que pode ser um indicativo de retenção hídrica ou insuficiência ventricular direita.

Segundo Smeltzer e Bare (2004) a coloração da pele e mucosas quando examinada podem servir para detectar alterações hemodinâmicas e hidroeletrolítica, em membros inferiores e perfusão das extremidades e avaliada por ser um indicativo da função ventricular esquerda que é responsável pela injeção de sangue rico em oxigênio na circulação sistêmica.

DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM

 

             

  • Conhecimento deficiente  no tocante a relação entre o regime de tratamento e  o e controle do processo patológico;
  • Falta de adesão ao regime terapêutico relacionada com os efeitos colaterais da terapia prescrita.

 

PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM

 

  • Realizar palestras enfatizando sobre a importância da adesão ao tratamento, destacando os benefícios e os riscos para o mesmo em caso de abandono do tratamento.;
  • Orientar quanto a dosagem e horário dos medicamentos, dieta, e exercícios físico auxiliando no controle da pressão arterial;
  • Orientar quanto a assiduidade nas consultas com  a equipe multiprofissional  na área de saúde;
  • Orientar a comparecer a unidade de saúde caso haja alguma anormalidade com relação a terapêutica medicamentosa;
  • Realizar a consulta de enfermagem auxiliando na detecção de fatores ;
  • Incentivar a adesão ao tratamento da patologia ;
  • Dar apoio psicológico e emocional ao portador;
  • Orientar os familiares do paciente quanto ao o apoio necessário durante o controle da patologia enfrentada pelo mesmo.

HIPERDIA

 

O programa  hiperdia implantado nos PSF’s de barreiras ,é caracterizado por um atendimento qualificado, sendo implementado através do Ministério da Saúde, visando  reduzir na incidência das patologias como (diabetes mellitus e hipertensão arterial).

 O Sistema Hiperdia de acordo os autores Ferreira e Ferreira (2000) foi   desenvolvido na tentativa de permitir aos pacientes do SUS - Sistema Único de Saúde o monitoramento dos pacientes atendidos e cadastrados em sua rede ambulatorial e gerar informações para aquisição necessárias para a dispensação e distribuição de medicamentos, de maneira sistemática, a estes pacientes.

Os registros do DATASUS revelam que além do cadastro, o Sistema permite o acompanhamento, a garantia do recebimento dos medicamentos prescritos, ao mesmo tempo que, a médio prazo, poderá ser definido o perfil epidemiológico desta população, e o conseqüente desencadeamento de estratégias de saúde pública que levarão à modificação do quadro atual, a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas e a redução do custo social.

Devido ao alto índice de internações hospitalares por causas das complicações mais frequentes que  necessitam das internações hospitalares, o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, estabeleceram diretrizes voltadas para o aumento da prevenção, detecção, tratamento e controle desses agravos, sendo atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

 

METODOLOGIA

 

Segundo Barros e Lehfeld, a metodologia “consiste em estudar e avaliar os vários métodos disponíveis, identificando as suas limitações ou não em nível das implicações de suas realizações” (BARROS e LENFELD, 2000, p. 32). 

A presente pesquisa foi realizada na micro área 04 que fica localizada no bairro Cascalheira, onde o público alvo são os hipertensos  cadastrados no programa Hiperdia no posto de saúde CAIC.

Os pacientes serão convidados através de convites individuais a participar de uma palestra sobre a importância da adesão ao tratamento da hipertensão, administrado no auditório do colégio CAIC, localizado ao lado do posto de saúde, e será utilizado como recurso audiovisual data-show para uma melhor compreensão do assunto a ser abordado.

 

PÚBLICO-ALVO

 

Pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica que fazem parte do programa hiperdia no PSF VI CAIC composto por um valor aproximado de 30 hipertensos.

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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