Higienização das mãos no controle de infecções em serviços de saúde: um estudo sobre a prática da lavagem entre os profissionais de saúde em diversas áreas de atuação

A infecção hospitalar (IH) representa importante problema de saúde pública, tanto no Brasil quanto no mundo e constitui risco à saúde dos usuários dos hospitais que se submetem a procedimentos terapêuticos ou de diagnóstico. Sua prevenção e controle dependem, em grande parte, da adesão dos profissionais da área da saúde às medidas preventivas. Como medida de controle de infecção à higienização das mãos não é, portanto, recomendação recente. Deve ocorrer antes e após o contato com o paciente, antes de calçar as luvas e após retirá-las, entre um paciente e outro, entre um procedimento e outro, ou em ocasiões onde exista transferência de patógenos para pacientes e ambientes, entre procedimentos com o mesmo paciente e após o contato com sangue, líquido corporal, secreções, excreções e artigos ou equipamentos contaminados por esses. Apesar da importância epidemiológica da

higienização das mãos na prevenção das infecções hospitalares, a adesão a essa medida tem se constituído em um dos maiores desafios para as Comissões de Controle de Infecção Hospitalar – CCIH que, dentre outros aspectos, envolve os recursos humanos nos estabelecimentos de saúde, seu preparo e sua conscientização. Frequentemente, as IH são associadas à baixa adesão dos profissionais da área da saúde à higienização das mãos. Este trabalho tem como objetivo principal fazer uma revisão bibliográfica acerca das principais normas de higienização das mãos e investigar até que ponto esse procedimento é realizado à contento nas instituições de saúde. 

Palavras-Chave: Higienização das mãos , Profissionais de Saúde,  Infecções, Instituições de Saúde.

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