Ética profissional na assistência de pacientes com transtorno mental
 
Ética profissional na assistência de pacientes com transtorno mental
 


         Ética Profissional na Assistência de Pacientes com Transtorno Mental

 

Geisiane Maciel Silva¹

 Gracyele Lorena¹

Janailde Gomes¹

Mônica Ribeiro Costa¹

 Sueide Pereira dos Santos¹

Thales Batista da Silva

Wanderson Pablo da Silva

 

RESUMO: A meta desta pesquisa é obter o conhecimento sobre a ética profissional na assistência a pacientes com transtornos mentais. O objetivo da enfermagem é apontar e direcionar os casos de manifestações mentais em qualquer especialidade e na situação de atenção à saúde, preparando enfermeiros para tratar as pessoas afetadas em todos os níveis de atenção, exercendo suas funções na prática da saúde mental.

 

Palavras - Chaves: Ética; Assistência; Saúde Mental; Cuidados de Enfermagem.

Ethics in Care of Patients with Mental Disorder

ABSTRACT: The goal of this research is to gain knowledge about professional ethics in the care of patients with mental disorders. The goal of nursing is to point and direct manifestations of mental cases in any specialty, and the situation of health care by preparing nurses to treat the affected people at all levels of care, exercising their functions in the practice of mental health.

Keywords: Ethics; Assistance; Mental Health, Nursing.

 

 

 

 

 

¹ Acadêmicas do curso de enfermagem, na Faculdade São Francisco de Barreiras – FASB.Dictionary

INTRODUÇÃO

 

Há anos observa-se o aumento no número clientes relatando sintomatologia sugestiva de transtorno mental, e que recorreram aos diversos serviços de saúde, e que não obtiveram devida atenção dos profissionais. A uma deficiência quanto aos estudos científicos, ou mesmo experiências, que visa aprimorar as ações do enfermeiro dirigidas ao portador de transtorno mental (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

A OMS vem frisando a atenção para alguns fatores responsáveis pela deficiência na identificação e no manejo dos portadores de transtornos mental, que são eles falta de conhecimento do profissional de enfermagem, falta de destreza clínica, limitação no tempo da consulta para escutar o cliente, falta de apoio especializado para o manejo e referência de pacientes com problemas complexos (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

Ao direcionar transtorno mental exigem atenção primária, mas ainda permanecem sem serem diagnosticados e sem receberem tratamento, o que repercute em carga excessiva de sofrimento, elevada morbidade e mortalidade, além do contínuo risco de suicídio (CANDIDO; FUREGATO, 2005).  

O Tratamento Moral, instituído no século XVII, perdeu sua força no final do século XIX. A psiquiatria passa a assumir uma posição positivista, focada na medicina biológica (MOSTAZO; KIRSCHBAUM, 2003).

Com os avanços da medicina, a psiquiatria se constitui de um modelo biomédico no tratamento das doenças mentais. Modelo este resultado da influência do mecanicismo, onde o corpo é identificado como uma máquina que pode ser examinada em partes. No Brasil, até a segunda metade do século XIX, não houve assistência médica exclusiva para os doentes mentais. Na segunda metade dos anos oitenta ocorreu a Reforma Psiquiátrica, a preocupação então deixa de ficar centralizada apenas na instituição psiquiátrica e passa a incluir a analise da condição humana, social, política e cultural do doente mental(MOSTAZO; KIRSCHBAUM, 2003).

Dessa forma um cuidado ético preocupa-se com tudo que envolve o ser humano, com tudo que o rodeia, ou seja, com a sua singularidade, igualdade, desigualdades, harmonias e conflitos. Não pode ser baseado numa única estratégia; deve ser livre, criativo e não pode ter medo de inovar (WAIDMAN; ELSEN, 2005).

As ações de saúde mental têm o objetivo de desenvolver o cuidado, atuando sempre visando às políticas especificas, estabelecendo com o paciente um vinculo promovendo o acolhimento(VILLELA; SCATENA, 2004).

 

Essa pesquisa tem como propósito compreender a importância das ações de enfermagem na assistência e identificação dos pacientes com transtornos mentais.  Visto que é necessário à implementação de novas políticas de saúde, para que os profissionais de saúde estejam preparados para identificar e cuidar dos pacientes com transtornos mentais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

METODOLOGIA

 

Para alcançar o objetivo, foram realizadas pesquisas a partir de revisão de literatura. De inicio, localizamos publicações que correspondia os seguintes critérios: ética profissional, saúde mental, assistência e cuidados de enfermagem. Foram realizados consulta a bases de dados informatizadas: SCIELO, BIRENE, Site Ministério da Saúde e livros.

Depois da busca e seleção das publicações, realizamos leitura e releitura das mesmas para extrair os pontos desejados. Logo em seguida foi realizada uma segunda leitura com intuito de detectar similaridade e divergência a partir do estudo sobre cada artigo, com finalidade de organizar os dados obtidos. Esse estudo foi realizado durante do ano de 2011, nos meses de abril a maio. Foram utilizados como referências literárias: dezenove artigos e um livro padrão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RESULTADOS

O planejamento e a implementação do cuidado de enfermagem devem ser baseados nas características clínicas que cada paciente com transtorno mental possui, identificadas através da observação constante no relacionamento enfermeiro-paciente. Os objetivos dos cuidados de enfermagem à pessoa com transtorno mental devem estar relacionados ao aumento da autoestima dos pacientes e com as ações técnicas para atender as suas necessidades (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

É preciso salientar que o cuidar do outro com uma dimensão ética é uma exigência que precisa ser vivenciada por quem cuida e implica o não exercício de um saber ou poder sobre o outro, que possam transformá-lo, domesticá-lo ou adaptá-lo, segundo os preceitos e expectativas institucionais(CARVALHO; MAGALHÃES; FREIRE, 2008).

Para que exista um cuidado ético é preciso profissionais comprometidos com a ética, preparados para identificar os recursos disponíveis e saber interferir e interagir na hora adequada (WAIDMAN; ELSEN, 2005).

 

É necessário que haja um cuidado diferenciado com ações interdisciplinares, buscar junto com a equipe de saúde soluções e um novo cuidado baseado na ética para os portadores de doença mental. Um cuidado ético que reitera a necessidade de uma qualidade de vida, a reinserção na sociedade e a reconquista do direito à cidadania (WAIDMAN; ELSEN, 2005).

 

Os portadores de transtorno mental necessitam de assistência em todos os aspectos da sua vida, necessitando do acompanhamento da equipe de enfermagem, de familiares, encorajando-os, estimulando e apoiando no seu tratamento. Para facilitar este acompanhamento e alcançar os resultados esperado, é recomendado à sistematização da assistência na prestação de cuidados de enfermagem, tendo como aspectos principais a avaliação, diagnóstico, identificação de problemas, planejamento, prescrição, intervenção e evolução. Um processo contínuo, que tende a atender as necessidades do portador de doença mental e melhorar sua qualidade de vida (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

            A enfermagem tem como princípio o compromisso com a saúde e a qualidade de vida entre o indivíduo, a família e o coletivo, com o objetivo de manutenção, promoção e a reabilitação da saúde. O enfermeiro exerce suas funções para a promoção do ser humano de acordo com os princípios éticos e bioéticos, visando às necessidades dos usuários, indo além das atividades burocráticas (VILLELA; SCATENA, 2004).

 

            As funções do enfermeiro vão além da promoção e prevenção da saúde mental, na ajuda ao doente a enfrentar os problemas da patologia mental e na capacidade de assistir o paciente, a família e a comunidade. Ações como observação e assistência fazem parte do processo de planejamento de enfermagem, conduzido conforme os preceitos éticos e legais. A reabilitação é considerada como necessidade e exigência ética, um processo de reconstrução, o direito a cidadania que é fundamental na reabilitação psicossocial, sendo necessário um vínculo efetivo entre profissional e paciente (VILLELA; SCATENA, 2004).

 

            Os profissionais de saúde vêm assumindo uma postura de reflexão sobre os conflitos éticos, morais e legais na assistência ao paciente. A enfermagem ocupa posição de destaque, pois é a equipe que possui o primeiro contato e uma maior interação com o paciente no período da reabilitação, ela baseia-se na atenção psicossocial e busca o resgate da cidadania mostrando a capacidade de cada um agir de maneira livre e participativa, enxergando uma nova ética do cuidado(ARAUJO; BOTTI, 2006). Este profissional tem que ter consciência que o paciente portador de transtorno mental também é um ser humano digno de soluções para os seus problemas(SILVA; FUREGATO; COSTA JUNIOR, 2003).

 

            A Reforma Psiquiátrica é resultado do amadurecimento das políticas públicas de saúde mental, com maior conscientização da sociedade civil. A desinstitucionalização não está restrita a substituição do hospital por cuidados externos, mas à devolução à comunidade da responsabilidade dos seus doentes e seus conflitos, transformando aquilo que era individual em coletivo. A desinstitucionalização é parte do cuidado que o doente mental tem direito, um cuidado ético, contrário à exclusão e violência(GONÇALVES; SENA, 2001).

            Para que ocorra a inclusão dos doentes mentais como cidadãos na sociedade, é necessário muito mais que reorganizar a rede de serviços ou substituir técnicas terapêuticas(OLIVEIRA, 2004). É necessário que os trabalhadores da saúde mental reconheçam a sua condição de cidadania, aceitando o outro e o seu potencial, essa é uma atitude do verdadeiro cuidado do enfermeiro para com o outro e não para com um objeto qualquer que é cuidado. É um cuidar que tem interesse com o outro, possibilitando-lhe assumir seu próprio caminho, crescer, amadurecer, e encontrar-se verdadeiramente (PEREIRA, et al., 2007).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCUSSÃO

 

A ética profissional na assistência de pacientes com transtorno mental vem sofrendo várias mudanças paulatinamente desde a reforma psiquiátrica. Estudos confirmam que apesar da evolução das práticas de enfermagem, percebe-se que na atuação em saúde mental a enfermagem é pouca lembrada (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

 

De acordo com literatura o enfermeiro tem que está apto para realizar promoção e prevenção da saúde mental, ajudando o doente a enfrentar os problemas da patologia mental que o acomete, e ter capacidade de assistir o paciente, a família e a comunidade, porém em outros estudos demonstram que há uma deficiência no preparo dos profissionais de saúde relacionada à escuta dos anseios, tensões e sofrimento dos pacientes, ou seja, não consegue realizar um planejamento adequado para resolver os problemas nos de transtorno mental, levando a uma carência de compreensão e de comunicação efetiva entre o paciente e os profissionais (ALMEIDA, 2010). Hoje, espera-se que o enfermeiro tenha capacidade de identificar e encaminhar de forma adequada os casos de manifestações mentais em qualquer especialidade e situação de atenção à saúde, e que os enfermeiros psiquiátricos e de saúde mental estejam preparados para cuidar da pessoa afetada em todos os níveis da assistência e atenção (SCHERER; SCHERER e LABAT, 2002).

 

Estudos referem que o Cuidar do outro com uma dimensão ética é uma exigência que precisa ser vivenciada por quem cuida e implica o não exercício de um saber ou poder sobre o outro, que possam transformá-lo, domesticá-lo ou adaptá-lo, segundo as expectativas institucionais (MOSTAZO; KIRSCHBAUM, 2003), porém pesquisas realizadas em uma instituição psiquiátrica revelam que existem muitos profissionais que não estão satisfeito com seu trabalho ou que não concorda de ter o portador de transtorno mental em sua unidade, e que esses profissionais não mostram interesse ou preocupação pelos mesmos (CANDIDO; FUREGATO, 2005).

Esse estudo permite uma reflexão ampla e generalizada em relação a estes profissionais multidisciplinares, incumbidos para esta árdua tarefa. Uma vez que o limite entre profissional e o doente mental está em cada um, e ainda existem preconceitos e desprezo em relação a estes pacientes(VILLELA; SCATENA, 2004).

                O enfermeiro independentemente de sua especialização, é o profissional da equipe de saúde que está à frente dos trabalhos para com estes, sendo responsável por estes resultados éticos independentemente, uma vez que a enfermagem está ligada diretamente ao processo saúde e adoecimento (WAIDMAN; ELSEN, 2005).

 

            Visando que a sua assistência é um conjunto de ações centralizadas nas relações interpessoais iniciando outra conduta onde a terapêutica desenvolvida humaniza a assistência ao doente mental(ARAUJO; BOTTI, 2006).

 

Para obter um cuidado ético, são necessários profissionais comprometidos com a ética, capacitados e preparados para identificar os recursos disponíveis e saber interferir e interagir na hora adequada (WAIDMAN; ELSEN, 2005). Estudos relataram que enfermeiros, que atua em atividade na rede básica de saúde (atenção primária), não estão capacitados para prestar assistência adequada ao portador de transtorno mental, mesmo apresentarem médio conhecimento teórico sobre a doença(CANDIDO; FUREGATO, 2005).

 

Fatores de ordem educacionais como o despreparo de acadêmicos e profissionais da área da saúde que constitui a equipe multidisciplinar demonstram pouco interesse para esta área, além da insegurança no momento da atuação (WAIDMAN; ELSEN, 2005).

 

            As falhas e ausência de programas de reabilitação para pacientes mentais no Brasil mostram que a reabilitação, o retorno à cidadania não são preocupações principais de alguns profissionais(BRESSAN; SCATENA, 2002). Além disso, existe uma contradição na assistência ao doente mental, é preconizado que o enfermeiro desenvolva um vínculo efetivo com o paciente, todavia estudos ressaltam que a assistência está focada na identificação de sinais e sintomas. Há uma indefinição dos profissionais no seu papel de assistência levando a realização apenas de atividades burocráticas (OLIVEIRA; ALESSI, 2003).

 

            Os resultados mostraram que as práticas comunitárias afirmam o direito à cidadania, porém é preciso rever a maneira de pensar, mudar os conceitos e preconceitos para que estas pessoas possam ser vistas como um ser humano digno de respeito e que merece viver livre na sociedade, dentro de suas limitações, sendo respeitada por todos (SILVA; FONSECA, 2003).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Para que ocorram mudanças na assistência ao portador de doença mental se faz necessário à implementação de novas políticas de saúde, uma atualização ética e conceitual para a equipe de saúde que vai atuar na psiquiatria, assim como na formação desses profissionais preparados, comprometida com a ética, capacitados para atuar na saúde mental.  É necessário mudar os conceitos e preconceitos arraigados há anos.

Os profissionais de enfermagem, nos diferentes níveis de atenção, não estão preparados para identificar e cuidar das pessoas que apresentam transtornos depressivos. Sabendo disso, aumenta a responsabilidade dos educadores nessa área. É responsabilidade e compromisso ético de todo profissional de saúde assistir o indivíduo deprimido com qualidade e eficiência.

A contribuição para a inclusão dos doentes mentais como cidadãos na sociedade vai além de novas políticas públicas. É necessário que aqueles que atuam na saúde mental possuam perspectiva humanista, reflexiva, valorizem as influências biopsicossociais frente à concepção do doente como ser humano cidadão, que busquem a sua reintegração na sociedade mostrando a sua capacidade para tal. Dar a este paciente uma assistência baseada nos preceitos éticos e morais constitui o maior instrumento sinalizador de qualidade.

                                                            

 

 

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

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  4. CARVALHO, Lilian Brandão; MAGALHÃES, Maria      Lúcia; FREIRE, Jose Celio; Dimensão ética do cuidado em saúde mental na      rede pública de serviços, 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v14n3/v14n3a04.pdf>.      Acesso em 19 de abril de 2011.
  1. GONÇALVES, Alda      Martins; SENA, Roseni Rosângela; A reforma da psiquiatria no Brasil:      contextualização e reflexos sobre o cuidado com o doente mental na família,      2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692001000200007&lng=pt&nrm=iso>.      Acesso em 01 de maio de 2011.
  2. MOSTAZO; Rubiane Rodrigues; KIRSCHBAUM, Débora      Isane Ratner; Usuários de um Centro Psicossocial: um estudo de suas      representações sociais acerca de tratamento psiquiátrico, 2003. Disponível      em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000600013&lng=pt&nrm=iso>.      Acesso em 28 de abril de 2011.
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13. ROBERTO, Marcio; OLIVEIRA, Letícia; LABROCENI, Maria; ALVES, Maftum; Cuidado ao portador de transtorno mental: percepção da equipe de enfermagem de um pronto atendimento, 2010. Disponível em: <http://periodicos.uem.br/ojs/index. php/ciencCuidsaude/artitle/viewFile/112381608>. Acesso em 05 de maio de 2011.

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  2. SILVA, Ana      Luisa Aranha; FONSECA, Rosa Maria Godoy Serpa; Os nexos entre concepção do      processo saúde/doença mental e as tecnologias de cuidados, 2003. Disponível      em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000600015&lng=pt&nrm=iso>.      Acesso em 05 de maia de 2011.
  3. VILLELA, Sueli de Carvalho; SCATENA, Maria      Cecília Moraes; A enfermagem e o cuidar na área de saúde mental, 2004. Disponível      em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v57n6/a22.pdf>.      Acesso em 19 de      abril de 2011.

18. WAIDMAN, Maria Angélica Pagliarini; ELSEN, Ingrid; O cuidado interdisciplinar à família do portador de transtorno mental no paradigma da desinstitucionalização, 2005. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsp/v42n4/6931.pdf>. Acesso em 15 de abril de 2011.

 
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