Educação Ambiental: Educar, Conscientizar e Preservar
 
Educação Ambiental: Educar, Conscientizar e Preservar
 


RESUMO Nós últimos anos, a discussão e pesquisa sobre o meio ambiente está cada vez mais atenua devido os impactos da sua degradação e destruição. Nesse propósito, o presente artigo tem objetivo de apresentar a abordagem teórica, e as contribuições da educação ecológica partindo do contexto educacional par o social. Com isso, o trabalho está fundamentado em teorias de renomados teóricos e documentos concernentes a educação, bem como os PCNs (1996), Leff (2001), CF (1988), Grün (2003), Morin (1998) e outros. A metodologia utilizada nesta pesquisa, referemse a documentos oficiais, artigos e literatura voltada a educação ambiental e ecológica. Espera-se que a partir dos estudos aqui focalizados, possa-se compreender refletir e contribuir com uma educação voltada aos aspectos da formação de aluno, cidadão ecologicamente correto. Palavras-chave: Educação ambiental; educação ecológica.

INTRODUÇÃO

Este artigo pretende discutir, abordar as contribuições da temática educação ecológica partindo do contexto educacional para osocial. O artigoestá organizado em doismomentos. O primeiro discute-se a importância da educação ambiental na escola e o segundo sobre a ramificação da educação ambiental, educaçãoecológica. Visto que ambas se completam, nesse sentido, faz - se a necessidade abordarum pouco sobre educação ambiental.

Espera-seque as reflexões ora expostas, possam contribuir e fortalecer o trabalho da educação ecológica e que tais motivos nos fazem crer que este artigo é de enorme valia para todos aqueles quecomprometidos educam também na perspectiva da educação ambiental,os sujeitos que estão aprendendo a ser cidadãos ecológicos.

1. EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Dentre diversas ações e propostas políticas, a Educação é uma das alternativasque pode contribuir na sensibilização e transformação dos atores sociais, pois os educadores são formadores de opiniões, podendo, então, estimular o senso crítico, produzindo alterações significativas de comportamento, levando-os a novos hábitos e atitudes em relação ao ambiente físico, social, cultural, econômico, pautados em valores que propiciem a relação de equilíbrio homem-natureza.

Durante muitos anos os movimentos ambientalistas foram vistos como um empecilho ao desenvolvimento da tecnologia. Entretanto, a exploração indiscriminada dos recursos naturais, as mudanças climáticas, a superpopulação humana e outros problemas ambientais têm provocado uma crescente crise ambiental. Isso obriga uma nova visão sobre o uso do ambiente. "Daí veio surgindo um pensamento da complexidade e uma metodologia de pesquisa interdisciplinar, bem como uma epistemologia capaz de fundamentar as transformações do conhecimento induzida pela questão ambiental" (LEFF, 2001, p. 109).

As mudanças ambientais globais provocaram uma verdadeira revolução nos procedimentos metodológicos das pesquisas e teorias científicas, rompendo com paradigmas estabelecidos anteriormente pela ciência. Mudanças estas que fundamentaram a construção de uma racionalidade social, tendo como contribuição dos processos sociais constitutivos da racionalidade ambiental[1]: o conceito de formação socioeconômica em Marx, o conceito de racionalidade em Weber e o conceito de saber em Focault. (LEFF, 2000, p. 115).

Diante da problemática ambiental, diversos segmentos da sociedade mundial se mobilizaram para discutir e propor estratégias em prol da transformação da realidade socioambiental. Um dos caminhos encontrados e amplamente discutido é a /naeducação.

Na educação atual cabe a escola a responsabilidade de capacitar os educandos para o mundo, buscando acompanhar a atual evolução da humanidade, as transformações sociais, culturais, geográficas e problemas ambientais[2]que estão ocorrendo de forma rápida e crescente.

Das questões acima citadas a gravidade dos problemas ambientais merece destaque, pois pressupõe que as medidas para diminuir os impactos negativos no ambiente natural e na sociedade devam ser tão rápidas quanto foi o avanço de nossa ação predatória.

Entre essas medidas, o trabalho educacional é, sem dúvida, um dos mais urgentes e necessários, pois atualmente, grande parte dos desequilíbrios está relacionada a condutas humanas geradas por apelos consumistas que geram desperdício, e pelo uso inadequado dos bens da natureza, como os solos, as águas e as florestas. Somos responsáveis diretos pelo que acontece à nossa volta e, a menos que mudemos nossos valores e nossos hábitos, não haverá saída.

Diante da crise ambiental, é urgente que haja uma reforma educacional embasadas em diversas correntes científicas e filosóficas, aprofundamento teórico-prático, visando compreender a dinâmica da questão ambiental balizada por uma transformação, que parte de uma teoria antropocêntrica para outra, biocêntrica, ou seja, uma educação centrada na vida, no sue contexto físico, biológico, cultural, social e econômico, onde o ser humano reaprenda conviver com a fauna, a flora e os recursos naturais sentindo-se parte integrante da natureza.

Sabe-se que o processo educativo existe desde os primórdios. Ocorrendo, principalmente, nas relações sociais. Segundo BRANDÃO (1995, p. 7) "ninguém escapa da educação".Independentemente da formação cultural, social ou econômica, o ser humano participa de um processo educativo contínuo desde o nascimento até a morte. "Educar é impregnar de sentido as práticas da vida cotidiana" (GUTIÉRREZ, 2002, p. 14). Portanto a essência do ato educativo é o acontecer dinâmico das lutas cotidianas. A educação é uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam.

É certo que ao longo do tempo a educação passou por profundas modificações. Uma das mais significativas mudanças foi e estruturação do ensino formal, constituindo-se assim, novos espaços de interação social.Entretanto, as diferenças existentes entre os seres humanos, sejam sócio-culturais e/ou econômicas sempre dificultaram a universalização do saber no ensino formal.

Diante disso, além da formulação de propostas teóricas, da aprovação de leis e da introdução de novas diretrizes curriculares e orientações didáticas nos sistemas educacionais, além da produção e distribuição de material pedagógico, é necessário que haja mais acompanhamento e maior apoio ao que acontece dentro das escolas, no espaço das salas de aula. É lá que a educação realmente acontece e, quer sejam grande ou pequenas ações, elas são extremamente necessárias. É a partir delas que acreditamos existir a possibilidade de mudar condutas e formar pessoas que, disseminando suas convicções, trabalharão por uma nova maneira de relacionar-se com o mundo e com os outros. A Educação Ambiental não é um modismo, pelo contrário, é uma necessidade urgente.

A Educação ambiental é um dos Temas Transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's) [3], tendo como objetivo respeitar as diversidades regionais, culturais e políticas existentes no país, com a finalidade de permitir aos alunos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessário ao exercício da cidadania. No entanto, "não deve ser implantada como disciplina específica do currículo de ensino" (Lei nº. 9.795/99 Artigo 10 § 1º), mas enfatizam a necessidade da integração da educação ambiental em todas as disciplinas escolares.

A Educação Ambiental visa à construção de relações sociais, econômicas e culturais capazes de respeitar e incorporar as diferenças (minorias étnicas, populações tradicionais), à perspectiva da mulher e à liberdade para decidir caminhos alternativos de desenvolvimento sustentável, respeitando os limites dos ecossistemas, substrato de nossa própria possibilidade de sobrevivência como espécie.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, afirma:

O Ensino Fundamental terá por objetivo a formação básica do cidadão, dentre outros elementos, mediante: II- a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se encontra a sociedade. (Lei nº. 9. 394/96, Art. 32)

No ano de 1999 o Congresso Nacional instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental com a aprovação da Lei nº. 9.795/99. O texto possui vinte e um artigos, distribuídos em quatro capítulos que tratam: da Educação Ambiental; da Política Nacional de Educação Ambiental; da Execução da Política Nacional de Educação Ambiental e disposições finais. Esse documento veio regular a educação ambiental no Brasil. A Lei nº. 9.795/99, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, estabelece em seu Art. 1o Entende-se por educação ambiental os processos por meio do qual o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

A educação ambiental está ligada aos conceitos ou representações que se atribuiu ao Meio Ambiente. REIGOTA (2002, p. 15) afirma que as representações sociais são fundamentais para o processo de construção de nossas identidades.Nas últimas décadas, vem se consolidando e tornando-se um parâmetro no estabelecimento de outro pensar a educação no seu conjunto, haja vista, o número de publicações, projetos, experiências e pessoas envolvidas com a temática, em todas as esferas, seja formal ou informal.

Segundo MOSCOVICI (1976), citado por REIGOTA (2002, p. 12), a representação social é o senso comum que se tem sobre um determinado tema, onde se incluem também os preconceitos, ideologias e características específicas das atividades cotidianas, sociais e profissionais das pessoas. Assim, quando se trabalha Educação Ambiental, as representações sociais são muito importantes, por constituírem áreas de conflito e por não existirem unanimidade. 

MAURO GRÜM (2003, p. 15-58), afirma que a educação ambiental deve superar o modelo cartesiano que é reducionista, fragmentário, sem vida e mecânico, pois a atual crise ambiental exige uma atuação do educador ambiental um modelo que seja complexo, holístico, vivo e orgânico. Portanto, as escolas devem abandonar práticas pedagógicas limitadas, onde priorizam a discussão de um ou outro tipo de problema ambiental através de ações desconectadas da realidade local em campanhas ocasionais.

Para atuar no espaço local com visão diversificada o educador ambiental deve buscar a compreensão global da questão ambiental. Entretanto, é importante ressaltar que diversas tentativas de se direcionar a compreensão global através do paradigma holístico tendenciou-se a reduzir o todo, pois somos seres simultaneamente físicos, biológicos, sociais, culturais, psíquicos e espirituais. Então o todo complementa as partes e as partes fazem o todo. "O todo só funciona como todo se as partes funcionarem como partes" (MORIN, 1998, p. 259-264). Por esta razão, é necessário compreender o princípio da complexidade, posta como desafio à problemática de desconstruir e reconstruir o mundo. Para que isso se efetive o essencial é a formação dos educadores de todos os níveis e modalidades de ensino adentrando-se nas perspectivas de multidisciplinaridade e interdisciplinaridade já vêm ocorrendo em vários campos do conhecimento.

2. EDUCAÇÃO ECOLÓGICA

A Educação Ecológica aborda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem com suas mútuas influências e adaptações. E os aspectos que acarretam para as condições de vida do homem na relação com a naturezae conseqüente adaptação são motivados pelos processos tecnológicos e os sistemas de organização social. 

Nessa perspectiva, a Educação Ecológica deve despertar uma nova visão nas pessoas no sentido de orientar quanto à interligação existente entre todos os níveis de vida e o conseqüente respeito e compaixão. Ela deve mostrar a necessidade moral, que são dotados os seres inteligentes,conceber como superior aos outros,obrigar a preservar a natureza e os reinos inferiores, sob pena de decair junto com os indivíduos.

Para deixar para traz velhos hábitos não ecológicos, encontra-se na educação, como já foi dito anteriormente, o caminho mais promissor, na qual pode estimular o desenvolvimento moral dos indivíduos, contribuindo para a formação de uma sociedade mais justa, responsável e sustentável. Reitera-se que a educação ecológica deve ser trabalhada nas escolas e em todos os seus níveis, e deve passar pelas emoções dos animais, a sua importância no ambiente, se estendendo até os cuidados cotidianos com a natureza.

A educação ecológica deve também se estender fora da escola, com as famílias dos alunos, orientando-os no uso racional da água, da coleta seletiva do lixo e na manutenção de uma cidade mais limpa. As grandes empresas na busca da qualidade total, já dão o exemplo a seus funcionários e comunidades da importância de ser ecologicamente correto.

Vale ressaltar que os professores devem ser preparados através de formação continuada para trabalhar com os alunos, pois estes absorvem mais profundamente principalmente nas séries iniciais que as lições que lhe são passadas, são fixadas e que o poderão ser feitas de forma lúdica e empreendedora. Conforme citação dosParâmetros Curriculares Nacionais

A problemática ambiental exige mudanças de comportamentos, de discussão e construção de formas de pensar e agir na relação com a natureza. Isso torna fundamental uma reflexão mais abrangente sobre o processo de aprendizagem daquilo que se sabe ser importante, mas que não se consegue compreender suficientemente só com lógica intelectual. (Temas Transversais  Meio Ambiente, 1998, p.180)

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (MEC, 1997) sustentam que o educador precisa estar atualizado possibilitando atitudes de participação, questionamento e busca de informações junto com os alunos, direcionando a aprendizagem para a discussão, o saber reflexivo e a prática da pesquisa. A educação sobre e para o ambiente é um tema que deve permear as preocupações dos educadores e orientá-los a interagir com a visão de mundo dos alunos.

Os conceitos bem fundamentados são referências na vida futura e poderão ser incrementados junto ao conhecimento das demais matérias. A educação ecológica deve incorporar não só os direitos humanos, mas também os direitos animais e ambientais, ensinando os alunos uma atitude responsável com todo o meioque o cerca.

A consolidação dessas bases responsáveis e éticas contribui para a formação da personalidade humana e a vivência de um ambiente familiar saudável. Há pesquisa que mostra uma estreita e delicada relação entre pessoas psicologicamente desequilibradas ou inseridas num ambiente desestruturado e traumatizante com os maus tratos a animais. Em direção oposta, existe uma rejeição à violência quando desenvolvida uma afeição pelos animais e uma maior auto-estima quando se está integrado às coisas da natureza.

Diante dosestudos feitos,a educação ecológica pode remontar a uma maior espiritualidade e uma abertura da visão para a beleza da criação, ou seja é um direito de cidadania viver num ambiente saudável e sustentável. Como diz o velho ditado popular, que aqui é parafraseado "eduquem as crianças de hoje, para que amanhã, elas não matem e nem desmatem".   

Sendo assim, a Educação Ecológica aplica no processo que encoraja a compreensão da necessidade de solidariedade e respeito pelas pessoas, pelos animais e pelo ambiente, entendendo a inter-relação existente ao nível de todos os seres vivos.

Podese afirmar então, que o intuito da Educação Ecológica consiste na (re) construção de uma cultura de empatia e de compreensão através da estimulação do desenvolvimento moral dos indivíduos, de modo a formar uma sociedade responsável e mais justa. Nesse sentido, a Educação Ecológica deve ser desenvolvida no espaço da sala de aula, dos corredores e do pátio da escola incorporando a explorando os temasde direitos humano, dos animais e do ambiente, de encontro que venhaensinar ao aluno um sentido de responsabilidade pessoal e uma atitude compassiva para com os seus semelhantes, os animais e o planeta em que habita.

Portanto, é inegável o sentido de globalidade, da interdisciplinaridade , da contextualidade desta prática de ensino. Assim como a mister relevância atuação na escola, no bairro, na cidade, por fim na realidade local. Agindo assim, terá uma maiorreceptividade dos alunos, em consonância ao seu entusiasmo e sempre renovada energia, estes são aliados preciosos neste tipo deação onde, seguramente, a atuação do professor tem um papel crucial, porque não dizer, especial, pois compreende-se que aslições que o aluno recebem na escola são muitas vezes absorvidas com muita ênfase, servindo de referênciapara sua formação pessoal, social e até mesmo profissional.

3. CONSIDERAÇÃO FINAL

Um dos fatores que diferenciam as sociedades é a maneira como elas tratam de seu meio-ambiente. Neste contexto, emerge como essencial uma conscientização comunitária para a preservação de condições para a elevação da qualidade de vida da população. Sem dúvida, pode-se afirmar que há uma necessidade de campanhas para a reciclagem, para desenvolver boas atitudes e comportamentos, estas podem ser feitas na escola, no bairro.

Enfim, dentre a análise feita promove-se aqui o pensamento que é absolutamente fundamental os órgãos públicos, entidades privadas, empresas, etantas outras Ong's organizadas em movimentos sociais se unam em torno da melhoria dos investimentos em questões ecológicas e sobre tudo nas escolas.

Deste modo, para que essa transformação aconteça de fatofaz-se necessário que invistam na formação dos professores, sejamcapacitados, para que eles possam escolham bons textos sejam noslivros didáticos, revistas, jornais os quais contemplem gêneros textuais que apresentem, discutem temáticas sobreo meio ambiente, principalmente, nas séries iniciais, pois, sabemos que os alunos nessa idade estão mais propícios acuidar, compreender erespeitara natureza. Nessa perspectiva, contribuirá na formação de cidadãos críticos, emancipatórios e fraternos.

Portanto, a principal função da Educação Ambiental e ecológica é contribuir para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de decidirem e atuarem na realidade sócio-ambiental de modo comprometido com a vida, com o bem-estar de cada um e da sociedade, esta assume a dimensão, atingindo praticamente todas as áreas do currículo escolar , podendo significar sinônimo do que se entende, hoje, por educação integral, educandopara a vida.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRANDÃO, C. R. O que é educação. 33ª. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 05 de outubro de 1988.

________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº9. 384/96 - LDB.

Brasília: Senado Federal, 1997.

________. Lei Nº. 9.795, de 27 de Abril de 1999. Brasília, 27 de abril de 1999.

________. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF. 1997.

________. PRONEA - Programa Nacional de Educação Ambiental. Ministério do Meio Ambiente, Diretoria de Educação Ambiental; Ministério da Educação, Coordenação Geral de Educação Ambiental.  3ª. ed.  Brasília: MMA, DF, 2005.

COSTA. Wagner Ribeiro. A Ordem Ambiental Internacional. São Paulo: Contexto, 2008.

GUTIÉRREZ, F. & PRADO, C. Ecopedagogia e cidadania planetária. 3ª. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

GRUN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas/SP: Papirus, 1996.

LEFF, E. Ecologia, capital e cultura: racionalidade ambiental, democracia participativa e desenvolvimento sustentável. Blumenau: Ed. Da FURB, 2000.

_________. Epistemologia Ambiental. 2ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.

LÜDKE, M. & ANDRÉ, M. E, D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

MORIN, E. Ciência com Consciência. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1998.

REIGOTA, M. Educação Ambiental e representação social. São Paulo: Cortez, 1995.

SEVERINO, A. Metodologia do Trabalho Científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

1 Expressão utilizada por Enrique Leff para explicar a incorporação de novos princípios, valores e processos em relação às externalidades humanas, articulando-se em quatro níveis de racionalidade: substantiva; teórica; técnica ou instrumental; cultural. (LEFF, 2000, p.235)

2 Aumento exponencial da população humana; falta de saneamento básico; degradação das terras cultiváveis, florestas e mananciais aquáticos; destruição da camada de ozônio e mudanças climáticas; escassez de recursos naturais e extinção das espécies.

3 Material elaborado em convênio com a Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (UNESCO). "Constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual" (MEC, 1997).

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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Sobre este autor(a)
Eliziane de Paula Silveira Barbosa Graduada em Letras e Especialista em GestãoEscolar e em Leitura e Produção Escrita/UFT- Universidade Federal do Tocantins. Diretora Pedagógica da Educação Básica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e formadora do Programa Além das Letras. Av: Pedro Lud...
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