Dificuldades de Aprendizagem na Leitura
 
Dificuldades de Aprendizagem na Leitura
 


DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA LEITURA


JADERLICE MEDEIROS DOS SANTOS*
INALMIR BRUNO ANDRADE DA SILVA**

Resumo
O presente trabalho insere-se no quadro da sistematização dos tipos de problemas que podem surgir prejudicados o perfeito movimento na competência na leitura. Esses problemas referem a distúrbios que afeta a aprendizagem do indivíduo, ao ponto de serem necessárias algumas adaptações no ensino para que o aluno possa vir diminuído a sua desvantagem. Sabemos que ainda são poucos os estudos experimentais que procuram encontrar as dificuldades de aprendizagem na leitura e a deficiência que pode apresentar como a dislexia e a própria ansiedade. O estudo aqui apresentado além de focalizar tal questão, também utilizou a dislexia como sendo um tipo de deficiência que as crianças têm com a leitura. Dislexia, segundo a sua etimologia, significa qualquer transtorno na aquisição da leitura. Assim, os objetivos deste trabalho foram analisados as dificuldades de aprendizagem com suas concepções; a dificuldade e a ansiedade, como a escola compreende o conceito de ansiedade; assim como distinguir as dificuldades especificar contratando que se trata de problemas de aprendizagem resultantes de varias causas visíveis que pode ser extrínsecas e como intrínsecas ao indivíduo.

Palavras-chave: Leitura; Dificuldade; Dislexia; Aprendizagem; Leitura.








*Universidade Estadual da Paraíba. Graduando em Licenciatura em Computação. Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: [email protected]

**Faculdade Intregadas de Patos ? fip. Curso de Especialização em Psicopedagogia. Faculdade Intregadas de Patos ? fip.

Introdução
A aprendizagem é um processo de aquisição e assimilação mais ou menos consciente, de novos padrões e novas formas de perceber, ser, pensar agir.
Assim os educadores não podem limitar o saber fazer, mas devem estar consciente e dar razões porque procedem desta e daquela forma. É que a educativa não é uma arte que se aprende empiricamente, mas em reflexões profundas de natureza filosófica e em apuradas investigações de índole cientifica, só tomando consciência destes pressupostos básicos poderão os educadores fazer uma obra verdadeiramente humana.
A dislexia e a disgrafia ou mais conhecida como letra feia são como dificuldades especificais da aprendizagem, tornando-se não só um problema social como também um problema econômico cultural.
Só o fato de não saber ler nem escrever representam uma injustiça social, porque os que não sabem ler nem escrever estão condenados a incultura, a ignorância ao analfabetismo e a manipulação social. O perigo de uma sociedade analfabeta, dependente, imatura e incultura é um terreno propicio e desigualdade e a opressões de varias ordens.
Sendo o elevado índice de evasão escolar uma preocupação, propusemo-nos a iniciar um estudo sobre esta matéria com o tema: Dificuldade de aprendizagem na leitura.










1 Dificuldades de aprendizagem na leitura

Os problemas das dificuldades de aprendizagem (DA) gerais da leitura, fazendo uma revisão teórica do tema. Hoje em dia, pode-se considerar consensual a definição de distúrbios da aquisição da leitura, embora alguns países utilizem "reading disability" e outros utilizem dislexia, mas, em todos os casos, concorda-se sobre uma mesma síndrome.
Para Grégoire, (1997, pag.111) afirma que:
Assim distinguir o termo dislexia dificuldade na aprendizagem da leitura, do termo alexia incapacidade para aprender a ler ou para compreender a linguagem escrita por consequência de uma lição cerebral.

Deste modo, dislexia refere-se aos indivíduos que com um nível mental adequado, sem deficiência sensorial e sem uma causa aparente revelam dificuldades no processo de aquisição da leitura.
Por outro lado, Garcia (1998) indica que dislexia é transtorno que se manifesta pela presença de um défice no desenvolvimento do reconhecimento e compreensão dos textos escritos, não sendo a deficiência mental inadequado ou escassa escolarização, défice visual ou auditivo nem a problemas neurológicos. Trata-se assim de um transtorno do desenvolvimento da leitura.
Para Selikowitz (2001) comenta que:
Dislexia engloba uma dificuldade na aprendizagem da leitura, que se manifesta por dificuldades de distinção ou memorização de letras sozinhas ou agrupadas numa palavra, assim como dificuldades de letras sozinhas ou agrupadas.

Sendo que a dislexia diz respeito aos indivíduos que têm umas dificuldades nos mecanismos específicos da leitura, na ausência de um défice intelectual.
De acordo com o nacional joint comitês on Leorning Desabiliteis (NJCLD), representante de várias organizações que se ocupam com este tema dificuldades de aprendizagem na leitura. É um termo geral que se refere a um grupo heterogêneo de desordens manifestadas por dificuldades significativas na aquisição e uso da audição na fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas. Estas desordens são intrínsecas aos individuais, presumivelmente deve-se a disfunções do SNC e podem ocorrer ao longo da vida.
Problemas na auto-regulada, o comportamento, percepção. O social pode existir com as DA, mas não constituem por eles próprios uma dificuldade de aprendizagem embora as DA possam ocorrer concomitantemente com outras condições desvantajosas (por exemplo, dificuldade sensorial, diferencia mentais, distúrbios emocionais sérios) ou com influências extrínsecas (tais como diferenças culturais, instrução, não insuficiente ou inapropriada) elas não são o resultado dessas condições ou influências.
Partindo desta definição não podemos constatar que já são consensuais alguns aspectos como quando os problemas de aprendizagem são derivados de questões sócios afetivas, de meios socioculturalmente desfavorecidos, de handicaps sensoriais ou deficiência mental, não são considerados DA ou distúrbios de aprendizagem.
Para Fonseca (1984) comenta que:
Uma criança com DA pode revelar um baixo desempenho entre, isto é, na leitura, na escrita e/ou no calculo.

Também Major e Walsh (1998) reforçam esta definição indicando que o termo DA designa-se a criança que, com uma inteligência normal ou acima da média, revelam dificuldades nas atividades escolares e que não se devem a fatores visuais, auditivos, motores ou emocionais.
Assim, apus estas consideráveis previas, daremos agora atenção ao tema principal deste artigo não as dificuldades de aprendizagem na leitura. Sendo a leitura uma aquisição o fundamental para as aprendizagens posteriores, esta passa a ser um meio de aprendizagem, em uma vez de um fim.
Para Fonseca (1999) afirma que:
Os problemas e sua aquisição um obstáculo para o progresso escolar das crianças, tendo efeitos em longo prazo no desenvolvimento das capacidades cognitivas.

De acordo com Citoler e Sanz (1997) a tipologia de indivíduos que podem apresentar dificuldades na aquisição da leitura é muito diversificada e, como tal, pode levar a confusão de mal-entendidos.
Neste sentido, faremos uma distinção entre as dificuldades gerais da leitura resultam de fatores exteriores ao individuo ou a ele inerentes, no caso de alguma deficiência manifestada. Derivam, assim, de situações adversas aprendizagem normal, como por exemplo: o edifício escolar; a organização; pedagogia e didática aos deficientes; ausências e abandono escolar; instabilidade familiar; relações familiares e sociais perturbadas; meio socioeconômico e cultural desfavorecidos. Pertencerão a um grupo minoritário marginalizado; ocorrência de uma ou mais deficiências declaradas.
Para Rebelo (1993) afirma que:

Assim sugere que nas dificuldades gerais de aprendizagem da leitura encontramos crianças com algum tipo de deficiência física, sensorial, como um handicap visual, auditivo, motor.

Nas dificuldades gerais de leitura encontrou a dislexia, que se optasse que designasse obstáculos provenientes de stress emocional, nível intelectual baixo, déficit sensorial ou lesão cerebral, resultante numa leitura hasitante ou vagarosa.
Para Sanches (1995, pag.100) expõe que:
Nas dificuldades gerais de leitura, encontramos a leitura relutante, dependente da disposição e motivação do indivíduo para atingir melhores ou piores resultados.

Referem que existem causas que são visíveis e causas que são visíveis e causas que não se observam nas dificuldades de aprendizagem da leitura.
Assim, para as dificuldades gerais da leitura teríamos causas que são visíveis, como por exemplo: nível intelectual diminuído, escolaridade inadequada ou interrompida; desvantagem socioeconômica; handicap físico; debilidade neurológica visível; problemas emocionais.
Para Heaton e Watterson (1996) expõe que:

Assim as dificuldades gerais de leitura, constatamos que se trata de problemas de aprendizagem resultantes de varias causas visíveis e que podem ser tanto extrínsecas como intrínsecas ao indivíduo.

Garcia (1993) refere que as dificuldades de leitura poderiam ser explicadas por um atraso na manutenção do sistema nervoso, por dificuldades psicomotoras, dificuldades de percepção visual, perturbações de lateralidade e por fim, perturbações dos processos de atenção.

2 Dificuldades Iniciais em Leitura
Seguindo a pesquisa de Ferreiro (1999), a criança com escrita alfabética faz uma representação grafema-fonema das palavras.
O mesmo processo pode não se dar na leitura, uma vez que decodificar através da rota fonológica de leitura pode ser muito cansativo e desestimulante quanto não ligado ao significado textual. Essa forma de leitura se contrapõe ao pensamento global da criança, que estará muito mais preocupada com o que diz o texto do que com a decodificação.
Uma criança alfabética pode escrever CAXORO, mas ao ter que ler CACHORRO em determinado contexto pode se sentir cansado na decodificação.
Para a criança pequena, os livros são muito mais do que letras e sons, por isso é fundamental incentivar que a criança se arrisque na rota lexical, através de questionamentos que a levem a pensar sobre o significado e não apenas sobre o som, elaborando hipóteses de leitura. LEMOS (IN: ROJO,) enfatiza a importância da oralidade para iniciar o relacionamento com o texto escrito:
As práticas discursivas orais em torno de objetos portadores de texto estão na origem das relações que se estabelecem entre a criança e o texto. Através dessas práticas é que o texto deixa o seu estado de "coisa" para se transformar em objeto significado antes pelos seus efeitos estruturantes sobre essas mesmas práticas orais do que pelas propriedades perceptuais positivas. Não se trata aí, portanto, de uma oralidade que desvenda o texto escrito nem que é por ele representada, mas de uma prática discursiva oral que, de algum modo, o significa, isto é, que o torna significante para o sujeito... Assim como o texto oral instaura relações com objetos, relações que são significadas como referenciais, o texto escrito pode entrar em relação com o texto oral. Ganhando uma significação que vem a ser interpretada como referência a ele. Nesse processo de ressignificação que incidiria fundamentalmente sobre cadeias de textos-discurso e não sobre unidades como palavras e sílabas, letras e fonemas ? produtos desses processos -, o papel do outro seria, como na aquisição da linguagem oral, o de intérprete.
Lendo para a criança, interrogando a criança sobre o sentido do que "escreveu", escrevendo para a criança ler, o alfabetizado, como o outro que se oferece ao mesmo tempo como semelhante e como diferente, insere-a no movimento lingüístico-discursivo da escrita.
O trabalho sobre o léxico-visual seria o reconhecimento visual das palavras, para além da decodificação, que pode ser explorada através de práticas discursivas.
Para Garcia (1998) uma forma de potencializar a representação léxica das palavras, seria fazer conexões com o significado através da sua correspondência com o grafema. Para isso, podem ser utilizados desenhos e mímica das palavras.
Segundo Kleiman (1998) comenta que:
O conhecimento do aspecto psicológico, cognitivo do processo de leitura é importante por que ele pode alertar contra práticas pedagógicas que inibem o desenvolvimento de estratégias adequadas para processar e compreender o texto. .. a relevância desses aspectos do processamento para o desenvolvimento de estratégias flexíveis de leitura é clara. No início, a leitura será muito mais difícil para o leitor e por isso ela fica quase que limitada à decodificação, se o professor não tomar a atividade comunicativa, fazendo comentários, perguntas, enfim, fugindo da forma, já saliente demais devido às dificuldades iniciais do leitor, e focalizando o sentido.

A não-aprendizagem da leitura também pode estar relacionada com o simbólico da questão. Aprender a ler representa crescimento diante da família e do mundo, exige autonomia e descentramento que questão sendo construídos ainda pela criança pequena. Quando se escreve, se tem o controle da comunicação, sabe-se o que se vai expressar, em contrapartida, na leitura não há esse controle, não se sabe exatamente que mensagem o autor expressou em seus escritos. Ler é uma atividade extremamente complexa, que envolve problemas fonéticos, culturais, ideológicos e filosóficos. Ler é estar em contato com outro, o outro autor, cujo discurso não se possui controle. "Assim, "não quero crescer", "não posso ler o meu papel no mundo", não posso fazer leituras" influenciam nas dificuldades de aprendizagem na leitura. Vencer esse medo é o primeiro desafio.

3 Dificuldades de aprendizagem e letramento
Atualmente, é muito comum ouvir de um educador que se uma criança não obteve os resultados esperados é porque sofre de algum transtorno. Mas será que estas crianças fizeram uso de todos os recursos possíveis para a aquisição lingüística? Como foi feita a alfabetização desta criança?
Todas as questões apontadas acima são de extrema importância, pois nem tudo é transtorno, nem tudo é dificuldade. Existe uma parte que cabe ao sistema e à forma que tal proposta foi estabelecida e conduzida até chegar à aprendizagem.
Para Sousa (1996) afirma que:
"Enquanto ainda não sabe ler, leio tudo para as crianças".

A alfabetização com a afirmação da frase acima parte do pressuposto de que enquanto a criança não domina a leitura e a escrita, é necessário que o professor conduza a leitura e, conseqüentemente, vá conduzindo o educando a ter autonomia para também ler de forma a expandir seus horizontes na construção do conhecimento. Existem inúmeras técnicas e formas de se iniciar a leitura e a escrita no processo de alfabetização. Porém, muitos educadores se mantêm convictos de que a alfabetização só ocorre através da decodificação das famílias silábicas.
Logo, se a forma de pensamento de como se dá a alfabetização mudar, certamente haverá bem menos profissionais encaminhando seus alunos a clínicas de psicopedagogia por entenderem que o mesmo tenha algum tipo de transtorno. Muitas vezes, o que parece um transtorno se resume em uma dificuldade, resultante de um sistema não eficaz que não conseguiu aproximar o aluno daquilo que era proposto.
O profissional da educação, ao ter a consciência de que a leitura não é só algo visual, que também visa à compreensão daquilo que foi lido e o que significa para o aluno de acordo com o conhecimento que o mesmo já tem com ele, vai conseguir entender melhor o que são as dificuldades de aprendizagem. Em síntese, o letramento pode ser uma ferramenta eficaz para que as crianças superem as dificuldades em leitura e escrita. Só um avanço contínuo no sentido de se criar novas propostas e de pensar na importância do letramento, impedirá que a criança chegue ao 4° ou 5° ano sem saber ler e escrever.
Para José e Coelho (2002) expõe:
Um bom caminho para crianças que tem dificuldade de aprendizagem, de acordo com a proposta do letramento, seria contemplá-las com aquilo que elas não fazem uso dentro de seu meio social. Um exemplo é inserir em uma comunidade carente livros, revistas, jornais, material impresso de todo tipo de leitura que será apresentada às crianças e as mesmas farão uso daquela que mais se identifica e tem sentido para ela.

Há um provérbio que se diz que só se aprende quando se pratica. A aprendizagem de leitura e escrita não se realiza da mesma forma para todos e o primeiro fator de dificuldade para a criança é o de não saber para que sirva a língua escrita e como ela funciona.
Há muitas formas de se dar a alfabetização. Inseri-las para o benefício do aluno é fundamental. Nem toda criança que tem dificuldade pode ser considerada como uma criança com transtorno de aprendizagem, nem toda dificuldade é somente responsabilidade da criança, pois o fracasso escolar e os métodos arcaicos de alfabetização também influenciam para que tal "dificuldade" exista.

Considerações finais:
As dificuldades de aprendizagem na leitura encontram crianças com algum tipo de deficiência física ou sensorial visual, auditivo ou motor; crianças com capacidades cognitivas limitadas que levam a dificuldade na leitura e em outras aprendizagens, crianças que sofrem de privação sociocultural e bloqueios afetivos, levando ausência de oportunidades de aprendizagem adequadas.
Em resumo somos de opinião que se faz necessários uma boa biblioteca nas escolas e outros textos de diversas fontes, adequadamente explorados por professores qualificados, para que os alunos possam estudar numa perspectiva de funcionalidade de uso, mas não descartamos a utilização de materiais didáticos produzidos por terceiro, fazendo a ressalva de que esse material precisa ser efetivamente de qualidade e esta nas mãos de professores com competência e saber explorá-lo, as crianças com algum tipo de deficiência física ou sensorial.
As dificuldades da leitura são processos distintos que se complementam. Enquanto a escrita se dá por estágios de elaboração de hipóteses, a leitura envolve processos para além da decodificação, envolvendo movimentos oculares, memória de trabalho, memória semântica e precisa ser uma aprendizagem com significado. É fundamental que os profissionais que atuam na alfabetização, seja no ensino ou na clínica psicopedagógica, tenham clareza desses dois processos, que estão intimamente ligados ao crescimento da criança, à sua autonomia.










Referências:
CITOLER, S.D.; SANZ, R.O. A Leitura e a Escrita: processos e dificuldades na sua aquisição. 1. ed. Brasília: Rider,1997.
FERREIRO, Emília. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
FONSECA, V. Insucesso Escolar não Abordagem Psicopedagogia das Dificuldades de Aprendizagem. Lisboa. 1999.
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GARCIA, J. S. Dislexia é um Transtorno que se Manifesta pela Presença de uma Deficiência no Desenvolvimento dos Textos Escritos. 2.ed. Porto Alegre: Ideal, 1993.
GARCIA, J. N. Manual de Dificuldades de Aprendizagem: Linguagem, leitura, escrita e Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
GRÉGOIRE, J. S. Necessidades Educativas Especiais. 2. ed. Lisboa: viver,1997. 111p.
HEATON, P.; WATTERSON, P. Lidando com Dislexia. Londres: Publicadores de Whurr. 1996.
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KLEIMAN, Â. Oficina de Leitura: teoria e prática. São Paulo: Pontes, 1998.
MAJOR, S.; WALSH, M.A.Crianças com Dificuldades de Aprendizagem. São Paulo: Idéia. 1990.
MARTINEZ, G. M. As Dificuldades de Leitura Poderiam ser Explicadas por um atraso na Manutenção do Sistema Nervoso. 2. ed. São Paulo: Ática, 1993.
REBELO, J.A.S. Dificuldades da Leitura e da Escrita em Alunos do Ensino Básico. Rio Tinto: Idéias, 1993.
SANCHEZ, E. A Aprendizagem da Leitura e seus Problemas. In Álvaro Marchesi (org.), Desenvolvimento Psicológico e Educação não Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. 100p.
SELIKOWITZ, M. Dislexia e outras Dificuldades de Aprendizagem. Rio de Janeiro: Revinter. 2001.
SOUZA, E. M. Problemas de Aprendizagem ? de Crianças. Bauru: Edusc, 1996.





 
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