Da Teoria Do Conhecimento à Filosofia Da Linguagem
 
Da Teoria Do Conhecimento à Filosofia Da Linguagem
 


1. Conhecer as si mesmo Ao longo do tempo, o ser humano encontrou diversos caminhos para conhecer-se a si mesmo, os outros e o mundo em que vive. As formas que o homem encontrou para compreender o que se apresenta como dúvida, problema, indagação ou simples curiosidade, foram e ainda são: o mito, o senso comum, o conhecimento teológico, o conhecimento filosófico e o conhecimento científico. Desse modo, é fácil perceber que, a todo instante o ser humano procura obter idéias claras a respeito do que o cerca, utilizando seu mecanismo perceptivo e sua inteligência para ampliar os conhecimentos que já possui. Quando o tema é conhecimento, os termos gnoseologia, crítica e epistemologia concorrem com o mesmo significado. Porém, nesse estudo, o conhecimento pressupõe a existência de um sujeito conhecedor e de um objeto a ser conhecido, mediados pelo ato de conhecer: ... é a relação estabelecida entre sujeito e objeto, na qual o sujeito apreende informações a respeito do objeto. É a atividade do psiquísmo humano que torna presente à sensibilidade ou à inteligência um determinado conteúdo, seja ele de campo empírico ou do próprio campo ideal. (Severino, 1992, p. 38) Assim, se o sujeito apreende um objeto e torna-o presente aos sentidos, então o ser humano, aos poucos, pode ir conhecendo, compreendendo cada vez melhor a realidade que o cerca. Dessa forma, o conhecimento passa a consistir na apropriação intelectual de um conjunto de dados empíricos ou ideais, com a finalidade de dominá-los e utilizá-los para entendimento e elucidação da realidade. É nesse mesmo sentido que Luckesi (1990:122) o concebe: O conhecimento é a compreensão inteligível da realidade, que o sujeito humano adquire através de sua confrontação com essa mesma realidade. Ou seja, a realidade exterior adquire, no interior do ser humano, uma forma abstrata pensada, que lhe permite saber e dizer o que essa realidade é. A realidade exterior se faz presente no interior do sujeito do pensamento. A realidade, através do conhecimento, deixa de ser uma incógnita, uma coisa opaca, para se tornar logo compreendido, translúcido. Essa necessidade de conhecer o processo do conhecimento humano é tão antiga quanto as investigações dos filósofos gregos acerca da busca da essência do ser. 2. A Teoria do Conhecimento A teoria do conhecimento propriamente dita tem início na Idade Moderna, no século XVII, com Galileu e outros cientistas que, ao criarem um novo modelo de investigação do mundo fenomenal e ao redefinirem o papel das ciências particulares, despertaram nos filósofos uma preocupação com os fundamentos, as possibilidades, os limites e o alcance do conhecimento humano, além de certa reserva aos argumentos de autoridade que prevaleceram durante toda a Idade Média. Filósofos como Descartes, Bacon, Leibniz, Espinoza, Locke, Berkeley e Hume foram os autores responsáveis pelo surgimento de duas grandes correntes que traduzem o sentido dos tempos atuais: o racionalismo e o empirismo. O racionalismo fundamenta a sua teoria do conhecimento na supervalorização da razão como o único instrumento capaz de atingir as verdades universais, sobre as quais se assentam as bases de uma ciência pretensamente infalível. Ao passo que o empirismo se baseia na experiência, supervalorizando os sentidos e relativizando as operações subseqüentes da razão, na busca da verdade, cujo caráter universal e absoluto é questionado. Os empiristas têm na realidade concreta e visível os subsídios para a construção do verdadeiro conhecimento. Para descobrir se é possível alcançar o conhecimento e sua plenitude, a história fornece duas posturas: o ceticismo que afirma a impossibilidade de conhecer a verdade e o dogmatismo que diz o contrário. Segundo Aranha e Martins (1986:51), embora sejam posturas antagônicas, compartilham uma visão imobilista do mundo: o dogmático atingiu uma certeza e nela permanece; o cético anseia pela certeza e decide que ela é inaceitável. De volta ao passado, caminhando ao encontro dos filósofos gregos, é possível perceber o predomínio de três tipos de problemas: cosmológico, antropológico e metafísico. Entre os filósofos pré-socráticos, prevaleceu a necessidade de direcionar o conhecimento para a busca da origem (arché) do universo. Desejavam conhecer e compreender de onde vinha o mundo; quem ou o que o fez; do que era constituído. Voltaram a atenção para os problemas cosmológicos (kosmos, mundo, universo). Os sofistas, especialistas na arte de bem falar, tinham como finalidade preparar o homem grego para ser cidadão, político, isto é, um habitante da pólis, capaz de argumentar e defender seus pontos de vista, no exercício do cotidiano da democracia grega. Preocupavam-se em ensinar os homens a falar bem, independentemente da verdade ou falsidade de suas afirmações. É fácil perceber que o conceito da verdade se tornou relativo, impossibilitando a construção de toda e qualquer ciência. Se de um lado o foco de atenção dos sofistas se dirigiu para os problemas antropológicos (antropos, homem), elegendo o ser humano como objeto de suas preocupações, de outro desvirtuaram a possibilidade de apreensão de conhecimentos verdadeiros, ao transformarem o homem na medida de todas as coisas. Sócrates (479-399 a.C.), movido pela necessidade de superar o relativismo e o ceticismo dos sofistas e convencido da importância de fazer ciência fundamentada em verdades universais (unus versus allia, uma que se opõe a todas as outras; aquelas que têm validade em qualquer lugar, em qualquer tempo e para qualquer indivíduo), resgatou o objeto de estudo dos sofistas e passou a examiná-lo utilizando um método que se processa em duas etapas: ironia e maiêutica. Por meio de perguntas e respostas rápidas, Sócrates levava o seu interlocutor a reconhecer o seu falso conhecimento e sua ignorância: Só sei que nada sei. Tal era o objetivo da ironia (do grego eironéia, que quer dizer: eu interrogo com a finalidade de zombar). Despojado das falsas verdades, nasce dentro do homem o desejo de saber, de construir o conhecimento adequado. Dessa forma, através da maiêutica (do grego maieutiqué/tecné, que significa: a arte de dar à luz), Sócrates auxiliava os homens a darem à luz a verdade, fundamento possível de toda ciência. Os pré-socráticos se detiveram no exame dos problemas cosmológicos; os sofistas e Sócrates, embora motivados por finalidades e objetivos absolutamente diversos, se voltaram para o estudo dos problemas antropológicos. Platão (420-348 a.C.) e Aristóteles (385-322 a.C.) elegeram os problemas metafísicos como alvo da Filosofia. Platão e Aristóteles, também estavam preocupados com a busca da verdade para fazer ciência e superar o domínio da opinião (do grego, doxa), uma questão vital e polêmica para dois filósofos pré-socráticos: Heráclito de Éfeso e Parmênides de Eléia. Para Heráclito (535465 a.C.), a essência do universo reside no movimento. Diz ele: O que existe não é o ser, mas o que vem a ser. Nada há de real, além do movimento. Tudo muda, nada permanece. Dessa maneira, ele inviabilizou o conhecimento, já que não era possível estabelecer qualquer tipo de relação entre sujeito e objeto, ambos em constante mudança. Na visão de Parmênides (529  490 a.C.), a única realidade é o ser. Diz ele: O ser é e não pode não ser. O ser é eterno, imóvel, sem começo e sem fim. Dessa forma, só o ser existe e só o ser é real e só pode ser pensado e conhecido o que é real: o ser. Para Parmênides, o movimento é aparente e a realidade sensível, uma ilusão. Identifica ser e conhecer: só é possível conhecer aquilo que é. Não é difícil perceber o problema metafísico que se estabeleceu com ambos os filósofos: a conciliação entre o devir (constante viraser) e o ser, bem como o valor do duplo conhecimento, quer dos sentidos (Heráclito), quer da razão (Parmênides). Platão tentou superar essas dificuldades através do dualismo: propôs a existência de dois mundos: o mundo sensível, das aparências, domínio da opinião, onde viviam os homens, e o mundo das idéias, eterno, imutável e verdadeiro, domínio da ciência, do qual o mundo sensível é apenas uma cópia imperfeita. Assim, as idéias se tornaram o único objeto possível do conhecimento. Ao eleger as idéias como objeto e fonte exclusiva do verdadeiro conhecimento, Platão abriu caminho para o idealismo ou racionalismo idealista, que vigorou a partir da Idade Moderna. Aristóteles, discípulo de Platão, perante a polêmica instaurada por Heráclito e Parmênides, optou por uma solução bastante diferente daquela de seu mestre. As idéias ou essências não existem em um mundo à parte. Elas se encontram presentes em dado ser e podem ser conhecidas por meio da abstração, operação realizada pela inteligência a partir dos dados obtidos pelos sentidos por meio da percepção sensível. Enquanto Platão enfatizava as idéias, Aristóteles reconheceu no mundo das coisas concretas o ponto de partida para o conhecimento do ser, reintegrando no mundo material as essências que Platão havia transformado em modelos ideais e reais. Assim, a teoria aristotélica se fundamenta no realismo (do latim res, coisa), tendência filosófica segundo a qual a realidade existe independentemente de o homem conhecê-la ou não, e o conhecimento tem origem na experiência sensível, na percepção das coisas reais, concretas e particulares das quais foram extraídas as essências para elaborar os conceitos universais que permitem a elaboração da ciência. Durante toda a Idade Média, prevaleceu a necessidade de harmonizar a herança filosófica greco-romana com os princípios do cristianismo. Buscava-se conciliar razão e fé. Os filósofos medievais encontraram em Platão e Aristóteles os fundamentos teóricos para efetivar tal conciliação. De um lado, surgiram os seguidores do platonismo, entre os quais deve-se destacar Santo Agostinho (354  430), de outro lado, os adeptos do aristotelismo, cujo maior expoente foi Santo Tomás de Aquino (1225-1274). O tomismo se caracterizou pela tentativa de conciliar a autoridade da Igreja com o saber aristotélico. A síntese efetivada por Santo Tomás de Aquino, que encontrou em Aristóteles os fundamentos filosóficos para a teologia cristã, dominou o pensamento medieval, essencialmente teocêntrico (Deus como centro de tudo). 3. A Filosofia e o Renascimento O Renascimento, ao resgatar o antropocentrismo (o homem como centro do universo) questionou a autoridade papal, propiciou o surgimento do protestantismo e acabou com a hegemonia da Igreja Católica; além de recuperar o racionalismo naturalista grego, abrindo caminho para a construção do conhecimento científico, preparando também o terreno para atuação do homem moderno. Durante a Idade Antiga e Média, a realidade do mundo era inquestionável e enfatizada era a existência do objeto, conhecido através da sua essência. A crença no poder sem limites da razão que marcou o pensamento moderno, atingiu o seu ponto alto com o iluminismo, no séc. XVIII, também conhecido como Século das Luzes. A verdadeira sabedoria só seria possível através da razão. Immanuel Kant (1724 - 1804) foi um dos principais representantes do iluminismo. Suas obras, Crítica da Razão Pura (1781), Crítica da Razão Prática (1788) e Crítica da Faculdade de Julgar (1790), submetem a razão a um exame rigoroso para verificar a possibilidade de alcance da razão como instrumento de acesso ao conhecimento. Por isso, sua filosofia foi também chamada de criticismo kantiano. Kant reconheceu a existência de dois tipos de conhecimento: o empírico (a posteriori) obtido por meio da experiência sensível; e o puro (a priori) que não depende da experiência e das impressões dos sentidos e produz juízos necessários e universais. Ele também atribuiu ao sujeito a elaboração do conteúdo do conhecimento por intermédio de condições subjetivas que são as faculdades e suas respectivas formas: a sensibilidade, espaço e tempo, entendimento, categorias de unidade, pluralidade, totalidade, realidade, negação, limitação, substância, causalidade, comunidade, possibilidade, existência e necessidade. Assim, o conhecimento começa com as experiências sensíveis que atingem os sentidos: a matéria do conhecimento são as impressões que o sujeito recebe dos objetos exteriores, de maneira desorganizada, desordenada. Os dados empíricos são organizados logicamente pelo espaço e tempo, formas a priori da sensibilidade. A filosofia kantiana é também denominada idealismo transcendental: o sujeito constrói o conhecimento e dá significado e sentido à realidade a partir de categorias subjetivas a priori (idealismo); o conhecimento não está particularmente voltado para os objetos, mas para o modo de conhecê-los aprioristicamente (transcendental). Kant revolucionou a Filosofia ao atribuir ao sujeito um papel determinante no ato de conhecer. Este já não resulta de uma adequação do sujeito a uma realidade exterior, mas sim de uma construção mental apriorística do espírito. Eis uma citação de Kant: A razão só vê o que ela mesma produz segundo o objeto, que ela deve ir à frente com princípio de seus juízos segundo leis constantes e deve obrigar a natureza a responder as suas perguntas, sem se deixar, porém, conduzir por ela como se estivesse presa a um laço. (...) Até agora se supõe que todo o nosso conhecimento deveria regular-se pelos objetos; porém todas as tentativas de estabelecer algo a priori sobre ele através de conceitos por meio dos quais o nosso conhecimento seria ampliado, fracassaram sobre esta pressuposição. (...) Admitindo-se que o nosso conhecimento de experiência se regule pelos objetos como coisas em si mesmas, ver-se-á que o incondicionado não pode ser pensado sem contradição, admitindo-se em compensação, que a nossa representação das coisas como nos são dadas se regule não por estas como coisas em si mesmas, mas antes estes objetos como fenômenos se regulem pelo nosso modo de representação, ver-se-á que, a contradição desaparece. (Kant, 1974: 11- 13) O criticismo kantiano, ao sintetizar entre o racionalismo e o empirismo provocou o surgimento, de um lado, dos idealistas (Fichte, Schelling e Hegel) que enfatizaram a postura do sujeito como construtor do conhecimento a partir de categorias a priori, concebendo a realidade como produto exclusivo do pensamento humano: de outro lado, dos positivistas (Comte e seguidores) que destacaram o valor da experiência sensível como fundamento epistemológico das ciências, enfatizando o real como objeto de investigação do espírito positivo. Em Kant, chama-se dialético o uso especulativo, não experimental e não científico, da razão. A dialética transcendental trata das idéias puras da razão, e se chama assim porque as idéias se defrontam com oposições insolúveis, isto é, que permitem a sustentação tanto da tese quanto da antítese. Deste modo, tanto é possível sustentar o determinismo quanto a liberdade, tanto a infinitude quanto a finitude, a existência quanto a inexistência. Finalmente, a dialética adquire o sentido mais próximo do que irá servir ao marxismo. Para Hegel, compreender a natureza é representá-la como um processo. O Ser é a Idéia que se exterioriza e se manifesta nas obras que produz e que se interioriza voltando a si mesmo e reconhecendo a sua produção. Esse movimento da Idéia, de exteriorização e interiorização se faz por contradições. Sendo que essa estrutura contraditória do real, a dialética, passa por três momentos: tese  o da identidade; antítese - o da contradição; e, síntese - o da positividade ou negação da negação. Conclusão Neste trabalho, o movimento dialético é observado quando as tarefas da universidade para com a comunidade são questionadas em relação ao ensino da língua, especialmente quanto à exploração de argumentos no trabalho com produção de textos, no contexto atual de uma sociedade fundamentada na diversidade, nas diferenças e na contradição, explorando seus problemas e apontando soluções. É comum encontrar-se estudantes e pesquisadores que apontam falhas em diferentes situações, porém, não é comum aparecer estudantes com propostas para resolver os problemas. Assim, se faz necessária uma revisão dos estudos da teoria do conhecimento, visando uma reflexão acerca da contribuição da Filosofia da Linguagem para ajudar o aluno de curso superior a criar argumentos, ou seja, comprovar o que diz, por escrito, possibilitando maior entendimento dos seus textos, comprovando suas críticas e, desta forma, mostrando que o conhecimento é o conteúdo mas também é a forma de aprender a pensar e, nada melhor do que começar com a contribuição da Filosofia. BIBLIOGRAFIA ALMEIDA, Djalmira de Sá. A Habilidade de Expressão Escrita de 5ª a 8ª série do 1º grau. Londrina: UEL, 1981. (Monografia de Especialização em Língua Portuguesa). ALMEIDA, Djalmira de Sá. A produção de textos no 1º grau, na abordagem interacionista. Assis: UNESP, 1995. 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Sobre este autor(a)
Djalmira é pernambucana de Terra Nova- Pe. Aprendeu as primeiras letras na Fazenda Surubim. Estudou em Parnamirim - Pe de 1962 a 1972. Mudou-se para o Paraná aos 16 anos. Formou-se em Letras/Anglo em Cascavel-Pr. Possui Especialização, Mestrado e Doutorado em Filologia e Linguística de Língua Por...
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