CONDUTAS DE ENFERMAGEM FRENTE À PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NO CONTEXTO PRÉ-HOSPITALAR
 
CONDUTAS DE ENFERMAGEM FRENTE À PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NO CONTEXTO PRÉ-HOSPITALAR
 


CONDUTAS DE ENFERMAGEM FRENTE À PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NO CONTEXTO PRÉ-HOSPITALAR


Jaciel de Oliveira Clementino*


RESUMO

Trata-se de um estudo descritivo de revisão sistemática de literatura que teve como objetivo revisar as condutas de enfermagem em vítimas de parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar e para tal, a mesma foi realizada em periódicos indexados nos bancos de dados LILACS; MEDLINE; SCIELO, bem como em livros, periódicos científicos, os quais foram encontrados por meio dos seguintes descritores: PCR, enfermeiro, pré-hospitalar. Por se tratar de uma situação dramática que oferece risco iminente de morte e/ou seqüelas permanente, a qual tem sua ocorrência nos mais diversos ambientes, sendo esse um dos motivos pelo qual o enfermeiro deve estar habilitado para realizar o atendimento primário através das manobras de RCP as vítimas de PCR, independente da sua área de atuação. No estudo foi evidenciado o quanto é importante que os profissionais estejam prontos para identificar os sinais de PCR bem como entrar com as devidas manobras de reversão do quadro com perícia profissional.

Palavra- chave: PCR, enfermeiro, pré-hospitalar









ABSTRACT


One is about a descriptive study of systematic revision of literature that had as objective to revise the behaviors of nursing in victims of respiratory cardio stop in the daily pay-hospital context and for such, the same one was carried through in periodic indexed in the data bases LILACS; MEDLINE; SCIELO, as well as in books, periodic scientific, which had been found by means of the following describers: PCR, nurse, daily pay-hospital. For if dealing with a dramatically situation that offers to imminent risk of permanent death and/or sequels, which has its occurrence in the most diverse environments, being this one of the reasons for which the nurse must be qualified to carry through the primary attendance through the RCP maneuvers the PCR victims, independent of its area of performance. In the study he was evidenced how much it is important that the professionals are ready to identify the signals of PCR as well as entering with the due maneuvers of reversion of the picture with professional skill.

Keyword: PCR, nurse, daily pay-hospital














1. INTRODUÇÃO

A parada cardiorrespiratória (PCR) é sempre uma ocorrência dramática, a qual é responsável por uma elevada morbimortalidade, mesmo em situações de atendimento ideal. Pois nessa situação o tempo corresponde uma variável extremamente importante, estimando-se que, a cada minuto sem reversão do quadro, no indivíduo vítima de PCR, corresponde a 10% a menos de probabilidade de sobrevida. (FILHO et al, 2003).
Segundo Ribeiro, Born e Junior (2004), nos Estados Unidos, 930.000 pessoas morrem por doenças cardiovasculares, correspondendo a 43% dos óbitos de todas as causas, sendo que desses, aproximadamente 500.000 são devido a doenças coronarianas. Cerca de 50% dessas mortes ocorrem subitamente, dentro das primeiras 02 horas do início dos sintomas, sendo que 2/2 acontecem fora do hospital, dessa maneira as mortes súbitas devido às doenças coronarianas representam as mais freqüentes emergências médicas.
Bartholomay et al 2003, define a parada cardiorrespiratória como ausência súbita de ventilação espontânea e pulso em grandes artérias, acompanhados de perda da consciência em um mesmo indivíduo ao mesmo tempo, sendo assim, nessa situação ocorre a cessão súbita e geralmente inesperada das funções cardíacas e respiratórias.
Segundo Silva e Padilha (2001), a PCR, em si não representa um indicador de má qualidade da assistência, porém demonstra, principalmente, o nível de gravidade em que o paciente encontra-se, uma vez presente, a chance de sobrevivência depende, em grande parte, da aplicação imediata, adequada e segura das manobras de reanimação que precisam ser instituídas prontamente com a finalidade de restaurar as funções vitais e conseqüentemente evitar lesão cerebral irreversível.
No entanto, independente do local de atuação, o enfermeiro deve estar preparado para atender uma situação de PCR, visto que se trata de uma situação súbita, que pode ocorrer tanto em ambientes hospitales quanto em qualquer local onde se tenha pessoas circulando, dessa maneira, é imprescindível que esse profissional tenha o conhecimento básico para aplicar as técnicas de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
De acordo com Smeltzer e Bare (2005), parada cardiorrespiratória é uma situação na qual exige preparo técnico da equipe de enfermagem e recursos matérias e tecnológicos disponíveis, os quais são fatores determinantes para o sucesso do atendimento.
Para Silva e Padilha (2001), a importância técnica cientifica dos profissionais e a necessidade de protocolos de atendimento, visando à padronização das ações a serem seguidas, como forma de facilitar a abordagem terapêutica, assim essas características no seu conjunto é que possibilitarão um atendimento resolutivo em qualquer situação, destacando-se aqui, o atendimento a PCR.
Mediante a necessidade de discutir a temática em questão, e devido a sua relevância no que concerne a condutas de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar, a questão norteadora do presente estudo foi quais as condutas adotadas pelo enfermeiro frente a uma situação de parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar?
O presente artigo tem por objetivo revisar as condutas de enfermagem em vítimas de parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar.
A importância de se revisar as condutas de enfermagem em vítimas de parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar faz-se necessário porque se trata de uma intercorrência freqüente tanto no ambiente intra-hospitar quanto extra-hospitalar, dessa forma, entende-se que o reconhecimento precoce da equipe de enfermagem dos sinais e sintomas que precedem uma parada cardiorrespiratória, aumentado as chances de sobrevida do paciente, uma vez que os cuidados imediatos podem ser prestados precocemente a fim de evitar o evento em si, ou alertar a equipe para a situação de ressuscitação cardiopulmonar, caso o quadro da PCR seja imediatamente diagnosticado.
Trata-se de um estudo descritivo de revisão sistemática de literatura sobre as condutas de enfermagem em vítimas de parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar e para tal, a pesquisa foi realizada em periódicos indexados nos bancos de dados LILACS (Literatura Latino Americana e do Caribe de Ciências da Saúde), MEDLINE (Literatura Internacional em Ciências da Saúde), Scielo, bem como em livros, periódicos científicos e sites na internet para a identificação da bibliografia potencial, por meio dos seguintes descritores: PCR, enfermeiro, pré-hospitalar.
Na busca dos artigos com conteúdos relacionados à temática acima citada, foram estabelecidos os seguintes critérios para inclusão: publicações cientificas redigidas em língua portuguesa, no período de 2000 a 2010 obtidos na integra.
Outro motivo para o desenvolvimento do estudo proposto é o fato de existirem poucos relatos disponíveis, a respeito do atendimento de emergência, na literatura nacional, sendo que a estatística a respeito do assunto é inconstante, não confiável e a maioria das estratégias de treinamento e avaliação adotadas no cenário brasileiro, são baseadas em números internacionais e nas experiências de outros países (RIBEIRO, BORN & JUNIOR, 2004).

2. BASES TEÓRICAS DO ESTUDO
2.1 Parada Cardiorrespiratória: algumas definições

Parada cardíaca ou parada cardiorrespiratória é a cessação súbita da circulação sistêmica em indivíduos com expectativa de restauração da função cardiorrespiratória e não portador de doença crônica intratável ou em fase terminal (RIBEIRO; BORN & GONÇALVES, 2004).
Segundo Martins & Souto (2004) a parada cardiorrespiratória é a cessão abrupta de efetiva atividade cardíaca é imediatamente seguida de parada respiratória, assim como parada da função respiratória é seguida de parada cardíaca tem se a denominação parada cardíaca.
Para Cintra; Nishide& Nunes (2008), a PCR pode ser definida como uma condição súbita e inesperada de deficiência absoluta de oxigenação tissular seja por ineficiência circulatória da função respiratória.
Daniel et. al (2006), define a parada cardiorrespiratória como a cessão súbita da circulação sistêmica em indivíduos com expectativa de restauração de suas funções fisiológicas, e não portador de doenças crônicas intratáveis ou em fase terminal.
Segundo estudos, a parada cardiorrespiratória é a principal causa de morte na Europa, nos Estados Unidos da América (EUA) e no Canadá, enquanto que no Brasil as principais causas de morte são as doenças que acometem o sistema circulatório, respondendo por (32%) dos óbitos, longo em seguida tem-se as causas externas (15%) e de neoplasias (15%).


2.2 Causas mais freqüente da PCR

Panzine et. al (2003), afirmam que a principal causa da PCR no adulto, é a fibrilação ventricular, esse distúrbio do ritmo cardíaco é ocasionado por mecanismos de reentrada, ocasionando contrações desordenadas e ineficazes das células do músculo cardíaco, sendo esse, distúrbio do ritmo cardíaco mais comum nos primeiros dois minutos de PCR, podendo evoluir rapidamente para assistolia, caso não sejam estabelecidas medidas de SBV.
Em consonância com Panzine et. al (2003), Ribeiro, Born & Gonçalves (2004), informam que apesar das estatísticas disponíveis serem limitadas, algumas inferências podem ser feitas a cerca das principais causas da PCR, uma delas é que a fibrilação ventricular (FV), é a causa mais freqüente da mesma, e é a que se apresenta com maiores chances de sobrevida, sendo que o tempo é o fator mais importante para que haja sucesso na ressuscitação. O primeiro socorrista a ter o contato com a vítima é o principal, pois dele deve partir os pedidos de ajuda e os primeiros esforços nos sentido da realização da RCP.
Cintra, Nishide& Nunes (2008), as causas mais freqüentes da PCR são quatro: 1) taquicardia ventricular sem pulso; 2) fibrilação ventricular (FV); 3) assistolia e 4) atividade elétrica sem pulso, sendo que a mesma é caracterizada por batimentos ectópicos ventriculares rápidos e sucessivos e geralmente degenera-se em FV, sendo a conduta para esse caso a mesma indicada para o manuseio da FV.
Segundo Panzine et. al. (2003), a principal causa de FV, são as síndromes isquêmicas miocárdicas instáveis (SIMI). As taquicardias ventriculares (TV) podem ocasionar PCR e devem ser tratadas como FV, neste caso, além das SIMIs, devem ser lembradas patologias como as miocardiopatias, como a chagásica.
Ferez (2008), informa no seu estudo, que na população adulta, a morte súbita secundária a doenças cardíacas é bastante freqüente. A constância de PCR é variada conforme o estudo e incide em aproximadamente 0,8 a 0,95/1000 habitantes por ano até 1,5/1000 habitantes por ano, sendo que a sobrevida tardia destes pacientes é inconstante, varia entre 5,6%, 6,7% e até 16%32, e está diretamente relacionada com o tempo de chegada do socorro, a presença ou não de testemunha no local do evento e do tipo de ritmo cardíaco em que ocorreu a PCR.
A PCR de origem não cardíacas em indivíduos adultos é menos freqüente, correspondendo a apenas 34,1 % dos casos, desses o trauma é a causa mais comum seguido das intoxicações exógenas e o afogamento, estes apresentam um prognóstico pior em relação ás causas de origem coronariana (FEREZ, 2008).
Durante a PCR, a isquemia ocorre devido à diminuição do fluxo de sangue oxigenado para o tecido cerebral é de extrema importância para seus resultados. O cérebro tem muito poucas reservas de substâncias essenciais para a manutenção das suas atividades, tais como a glicose e o oxigênio,conseqüentemente todas as funções que requerem energia cessam dentro de poucos minutos após a PCR (BERTELLI, BUENO & SOUSA, 1999).

2.3 O Diagnóstico da PCR

O diagnóstico preciso e precoce da PCR é fator determinante no prognostico das vítimas. Então como regra geral o mesmo envolve seu reconhecimento através da ausência de sinais de vida como: inconsciência, inexistência de movimentos, ausência de respiração e ausência de pulso em grandes artérias (FEREZ, 2008).
Para Daniel et. al (2006), o diagnostico clínico de parada cardíaca é feito quando os seguintes sinais estão presentes: inconsciência, respiração agônica ou apnéia e ausência de pulsos. O sinal clínico mais importante é a ausência de pulsos carotídeos.
Segundo Cintra, Nishide& Nunes (2008), considera-se o paciente em PCR quando, pela palpação digital nas regiões carotídeas e femorais, não é possível se detectar pulsação efetiva. Não há necessidade de se proceder à ausculta cardíaca nem realizar eletrocardiograma imediato, devendo-se iniciar as manobras básicas de ressuscitação.
Em pacientes sob anestesia e com monitorização cardiorrespiratória deve obedecer a outras variáveis como: ausência de pulso na oximetria, diminuição ou ausência de dióxido de carbono exalado no capnógrafo, modificações eletrocardiográficas sugestiva do evento, até mesmo ausência de pulso em uma grande artéria (FEREZ, 2008
Para Cintra, Nishide& Nunes (2008), é de extrema importância que toda pessoa, inclusive leigos, saiba detectar uma PCR, pois não deve perder mais que 10 a 20 segundos para realizar o diagnóstico e instituir as manobras de RCP. Na prática considera-se o paciente em PCR quando, pela palpação digital nas regiões carotídeas e femorais, não é possível se detectar pulsação efetiva. Não há necessidade de se proceder à ausculta cardíaca nem realizar eletrocardiograma imediato, devendo-se iniciar as manobras básicas de ressuscitação.

2.4 Aspectos do Suporte Básico de Vida

O suporte básico de vida ou RCP básico consiste em um conjunto de técnicas e procedimentos de emergência, os quais podem ser executados tanto por profissionais da área de saúde, como por leigos devidamente treinados. As habilidades que os socorristas devem adquirir incidem no reconhecimento da obstrução das vias aéreas, dos sinais de parada cardiorrespiratória e aplicação da RCP por meio das seqüências preconizada: desobstrução das vias aéreas, respiração boca a boca, na falta do ambu, e compressões torácicas externas (TIMERMAN, 1998).
Segundo Ribeiro, Born & Gonçalves (2004), o suporte básico de vida compreende as manobras de abertura das vias aéreas, ventilação adequada e suporte circulatório por compressão torácica externa (CTE) realizada em uma vítima de parada cardiorrespiratória. Mais recentemente, tem sido acrescentada ao SBV a desfibrilação externa por meio do desfibrilador externo automatizado (DEA), que apresenta um manuseio simples, de fácil compreensão, podendo ser operacionalizado até mesmo por leigos, quando treinados.
De acordo com Panzine et. al. (2003), o suporte básico de vida compreende ventilação e massagem cardíaca, devendo as mesmas serem instituídas o mais precocemente possível, devendo ser interrompida apenas em três situações, a saber: quando for proceder à desfibrilação, no caso da realização da intubação orotraqueal e para infusão de medicação na cânula orotraqueal.
Segundo Cintra, Nishide& Nunes (2008), O suporte básico de vida consiste em: 1) ventilação artificial (ventilação por pressão positiva intermitente VPPI) e 2) circulação artificial através da compressão torácica externa (CTE).
Para que se obtenha sucesso na RCP, é importante:
Ø Diagnóstico rápido, determinar a ausência de pulsações nas artérias carótida e/ou femoral, em pacientes inconscientes;
Ø Colocar o paciente em decúbito dorsal horizontal sobre uma superfície plana, dura e firme, podendo eventualmente elevar os membros inferiores para aumentar o retorno do sangue venoso.
Ø Promover abertura das vias aéreas, realizando-se a chamada "dupla manobra de retificação das vias aéreas", que consiste na dorsiflexão da cabeça concomitante com o tracionamento da mandíbula para cima e para frente, tornando a via aérea pérvia e impedindo que a queda da língua a obstrua; remover objetos da cavidade oral (próteses ou corpos estranhos). Verificar se após essas manobras existem movimentos respiratórios espontâneos.

2.5. Papel da Enfermagem na PCR

A assistência adequada a PCR exige ação rápida e harmoniosa dos indivíduos envolvidos nesta situação, enfatizando a necessidade de uma equipe bem treinada, não só nos aspectos relativos à participação isolada de cada um dos seus integrantes, mas também na ação em equipe, com a finalidade de poder promover uma atuação profissional conjunta e efetiva, evitando transtornos decorrentes da desorganização e tomando o atendimento mais efetivo (SILVA & PADILHA, 2001).
Os Enfermeiros devem estar aptos a prestar o suporte básico de vida em cardiologia, bem como a cumprir os procedimentos de sua competência (CINTRA, NISHIDE & NUNES, 2008).
Consiste em um dos papéis do profissional de enfermagem conhecer a seqüência do atendimento, manter certo nível de tranqüilidade para poder organizar as manobras de ventilação e circulação artificiais e reunir material e equipamentos necessários para este período são condições imprescindíveis para uma boa equipe de enfermagem, principalmente porque é ela que permanece o maior tempo com o paciente e, na grande maioria das vezes, é quem detecta a PCR (CINTRA, NISHIDE & NUNES, 2008).
Dessa forma é recomendado reciclar a equipe de enfermagem na execução das manobras do suporte básico de vida (ventilação artificial e compressão torácica) e, também, ter conhecimento e domínio do conteúdo existente no carro de emergência e manuseio do equipamento (CINTRA, NISHIDE & NUNES, 2008).
Para Daniel et. al (2006), a atualização e treinamento da equipe devem se buscar nas diretrizes de RCP e nos procedimentos e fluxos de atendimento preconizados pela instituição e a periodicidade do treinamento deve ser definida de acordo com as características dos atendimentos de emergências da instituição. Treinamentos práticos e simulações são estratégias fortemente recomendadas para educação continuada em RCP
Ainda para Cintra, Nishide& Nunes (2008), a manutenção, na unidade de internação, de matérias e equipamentos necessários para o atendimento de qualquer situação de emergência, especialmente PCR, é um fator que permitirá atuações rápidas e eficientes.


3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Mediante ao exposto a respeito das condutas de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória no contexto pré-hospitalar, pode-se inferir que tal situação é sempre uma circunstância dramática que requer agilidade e destreza profissional, as quais perpassam pela formação e busca profissional de embasamento cientifico que lhe conduza a uma assistência livre de imprudência e imperícia.
O profissional de enfermagem independente da sua área de atuação deve esta preparado para reconhecer e saber agir diante de uma PCR, pois esse evento tem sido cada vez mais freqüente nos mais diferentes ambientes extra-hospitalares, onde tem circulação de pessoas, sendo ele também responsável por grande números de óbitos.
Espera-se que esse estudo possa servir como aporte teórico para futuras pesquisas na área, pois trata-se ainda de um campo de estudo carente de publicações, principalmente no âmbito nacional.


Por fim a pesquisa mostrou a existência da necessidade de se desenvolver estudos que relatem e avaliem a implementação de estratégias direcionadas a resolução do problema aqui levantado, que e prática assistencialista e prescritiva assumida pelo profissional de enfermagem frente ao usuário com diagnóstico de DM.
Diante do exposto deixa-se em aberto, essa linha de estudo para outras realidades e olhares.



4. REFERÊNCIAS

BERTELLI, A.; BUENO, R. M.; SOUSA, C. Estudo preliminar das relações entre duração da parada cardiorrespiratória e suas conseqüências nas vítimas de trauma. Rev. esc. enfermagem. USP [online]. 1999, vol. 33, nº 2,pp. 130- 141.

CINTRA, E. A.; NISHIDE V. M.; NUNES, W. A. Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. - 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.

DANIEL, R. C. M.; LIMA, E.O.; BERNARDO, P.; MIZOI, C. S. Padronização das Ações de Enfermagem na Parada Cardiorrespiratória. In: KNOBEL Elias (Org). Condutas no Paciente Grave. ? 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.

MARTINS, S.; SOUTO, M. I. D. Manual de Emergências Médicas: Diagnóstico e Tratamento. - 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.

PANZINE , F. A.; SANTOS, J. C.; CASTRO, R. B. P.; BUENO, C. D. F.; SCHMIDT, A. Parada Cardiorrespiratória (PCR). Medicina, Ribeirão Preto. 2003, vol. 36 pp. 163-178.

RIBEIRO, P. É.; BORN, D. J. G. I..Parada Cardiorrespiratória e Ressuscitação Cardiopulmonar no Adulto. In: JUNIOR et al, Sedi (Org.). Emergências: manual de diagnóstico e tratamento.- 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Sarvier, 2004.

SILVA, S. C.; PADILHA, K.G. Parada cardiorrespiratória na unidade de terapia intensiva: considerações teóricas sobre os fatores relacionados às ocorrências iatrogênicas. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2001, vol.35, n.4, pp. 361-365.

SMELTZER, S. C; BARE, B. G. Brunner e Suddarth: tratado de enfermagem medico-cirúrgica. 10 ed. Riode Janeiro: Guanambara Koogan, 2005.

TIMERMAN, A. Ressuscitação cardiopulmonar. ? 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1998.

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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