Avanço Da Contabilidade, Valorização Do Profissional De Contabilidade E O Avanço Da Tecnologia
 
Avanço Da Contabilidade, Valorização Do Profissional De Contabilidade E O Avanço Da Tecnologia
 


ARTIGO

Rubens Pesconi da Silva/Mestrando Fecap.

Avanço da Contabilidade, Valorização do Profissional de Contabilidade e o Avanço da Tecnologia.

RESUMO

Neste artigo é abordado Avanço da Contabilidade, Valorização do Profissional de Contabilidade e o Avanço da Tecnologia. A evolução da Contabilidade acompanha os acontecimentos históricos e a conseqüente evolução dos povos e das demais ciências.

Sobre a valorização que as pessoas em geral dão à profissão contábil, ás vezes refere-se as que os próprios profissionais dão à sua profissão e que a sociedade não valoriza devidamente esse profissional.

A imagem desse profissional em nossa sociedade não é o melhor possível, mas é reconhecida pela importância que a Contabilidade assume para a gestão da empresa, quando elaborada por um profissional competente.

A imagem dessa profissão no Brasil ou em países subdesenvolvidos (ou em desenvolvimento) está muito aquém que nos países desenvolvidos.

A tecnologia da informação é uma realidade hoje no ambiente empresarial e sua influência não se limita apenas a ambientes de pesquisas, desenvolvimento de novos produtos, tem influenciado também a gestão das empresas, a maneira de fazer negócios, e o relacionamento entre clientes e fornecedores para auxiliar seus gestores nas tomadas de decisões e na elaboração de planos estratégico.

1. INTRODUÇÃO

O objetivo deste artigo é analisar o Avanço da Contabilidade, Valorização do Profissional de Contabilidade e o Avanço da Tecnologia, mediante a globalização de mercados, o surgimento, o desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas, tais como: a Internet, novas formas de relacionamento, o comércio eletrônico entre outras, sendo a Contabilidade a linguagem universal da informação econômica e dos negócios, faz-se necessário que esteja em constante aprimoramento e atualização.

2. AVANÇO DA CONTABILIDADE

Antigamente, no Brasil, o profissional da área contábil era chamado de "guarda-livros". Watanabe (1996, p. 22) comenta que esse profissional era considerado um agente auxiliar do comércio e estava sujeito às leis comerciais, ditadas pelo Código Comercial Brasileiro, que, por sua vez, foi instituído pela Lei n° 556, de 25 de junho de 1850, sancionada pelo Imperador Dom Pedro II.

Naquela época, não havia "guarda-livros" diplomado, visto que a maioria era constituída por indivíduos que tinham conhecimento do oficio. Todavia, no inicio da Velha República, já existiam cursos de Contabilidade nas escolas de comércio. Nesse contexto, as primeiras escolas de Contabilidade surgiram em 1902, dentre elas, a Academia de Comércio do Rio de Janeiro e a Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) SP.

Em 22 de setembro de 1945, o Decreto-lei n° 7.988 elevou os cursos de Contabilidade ao nível universitário. No entanto, somente em 27 de maio de 1946, com a assinatura do Decreto-lei 9.295 pelo então Presidente da República Federativa do Brasil Eurico Gaspar Dutra, ocorreu a regulamentação da profissão contábil nos pais, além da criação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs),

Assim, Sá (1997, p. 15) resume a Contabilidade quando afirma que essa ciência nasceu com a civilização e jamais deixará de existir em decorrência dela; talvez, por isso, seus progressos quase sempre tenham coincidido com aqueles que caracterizaram os da própria evolução do ser humano. Dessa forma, a evolução da Contabilidade acompanha os acontecimentos históricos e a conseqüente evolução dos povos e das demais ciências.

Oliveira (2003, p. 7) comenta sobre a época do feudalismo, durante a qual se considerava que não havia interesse nem necessidade para a Contabilidade, pois o sistema baseava-se em uma economia rural, agrícola, estreitamente ligada a terra e auto-suficiente, e cada feudo almejava a subsistência sem recorrer a terceiros.

Outro fator relevante a ser mencionado é que, na Idade Média, na maior parte da Europa, as condutas eram regidas pela crença religiosa que, na época, considerava imoral a busca de lucro. Isso apenas foi modificado no Renascimento, época na qual o lucro passou a ser justo e socialmente aceito. (SÁ, Antonio Lopes de, 2004).

Portanto, é possível afirmar que a Contabilidade, enquanto mensuração do patrimônio (ou seja, como uma ferramenta utilizada por indivíduos que simplesmente "contam"), já existia bem antes das partidas dobradas, porém, apenas evoluiu quando as atividades mercantil, econômica e cultural, mormente a partir do Século XII foram desenvolveram. (Iudícibus, 2000, p. 31) Foi nesse período que o frei franciscano Luca Pacioli, o qual era Matemático, escreveu o livro Summa de arithmética, geometria, proportioni et proportionalitá, que continha um capítulo a despeito do sistema de escrituração por partidas dobradas.

O autor salienta ainda que os avanços das teorias e práticas contábeis foram desencadeados logo após a Primeira Guerra Mundial com o surgimento de grandes empresas, o crescimento do mercado de capitais, a necessidade de o investidor estar bem informado e com a disponibilização de recursos e incentivos por parte do governo, das universidades e dos órgãos de classe em pesquisas sobre os princípios e procedimentos contábeis. Nota-se que o referido autor mencionou quatro interessados na valorização da profissão contábil:

  • os professores da Ciência Contábil ("eles são verdadeiros pólos reprodutores e incentivadores de progresso para a profissão");
  • as instituições de ensino ("precisam dedicar fundos e esforços à pesquisa, no sentido de treinar, manter e atualizar seu corpo docente, com boa participação de docentes que se dedique integralmente à universidade"; "os bons cursos de Ciências Contábeis, diga-se de passagem, são escassos");
  • as entidades de classe ligadas à área ("nossas entidades trabalho de profundidade sobre pesquisa de princípios contábeis");
  • o próprio profissional ("será necessário que nossos técnicos de Contabilidade se dirijam, em massa, para os bons cursos de Ciências Contábeis, a fim de obterem uma formação realmente completa").

3. VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO CONTÁBIL.

"Valorização, segundo Ferreira (1986, p. 1750-1751), é o ato ou efeito de valorizar (-se), é valorizar significa dar valor ou valores a ou aumentar de valor. A palavra valor, por sua vez, pode ser definida como qualidade pela qual determinada pessoa ou coisa é estimável em maior ou menor grau; mérito ou merecimento intrínseco; valia; estima apreço; importância, consideração".

Faria e Brito (2001, p. 6) comentam que foi alterado o envolvimento do profissional de Contabilidade, de forma que este passou a engajar-se cada vez mais no processo de gestão das organizações, agregando, desse modo, mais valor às mesmas, além de melhorar sua imagem perante a sociedade. Outro fato considerado importante pelos autores supracitados é que o referido profissional passou a ser mais envolvido em trabalhos de naturezas estratégicas, alavancando a comunicação com os gestores operacionais, assim como melhorando a qualidade da decisão", pois esta passa a ser baseada em informações econômico-financeiras.

Segundo o mesmo autor além das qualificações necessárias para desenvolver essas e outras funções, o Contador precisa ter agilidade, dinamismo, desempenhar suas atividades com rapidez e tempestividade e ter bom relacionamento interpessoal para, inclusive, interagir com facilidade com profissionais das mais diversas áreas do conhecimento. No entanto, apesar de todas essas características e responsabilidades,

Marion (2003, p. 1) comenta que a sociedade não valoriza devidamente esse profissional. "O mesmo autor cita que o este o tipo da imagem desse profissional em nossa sociedade não é o melhor possível (aparentemente não muito criativo, talvez um pouco tímido e, em alguns casos extremos, até com suspeita de ausência de idoneidade profissional)". Assim, a Contabilidade de muitas empresas costuma ser feita por imposição legal, mas não porque esses empresários conhecem, efetivamente, a importância que a Contabilidade assume para a gestão da empresa, quando elaborada por um profissional competente.

Sobre a valorização da profissão contábil, o autor expiaria que a imagem dessa profissão no Brasil ou em países subdesenvolvidos (ou em desenvolvimento) está muito aquém que nos países desenvolvidos.

Marion, (2003, p.1). Complementa seu pensamento ao citar alguns privilégios que os Contadores têm em alguns países como Inglaterra e Estados Unidos, ao afirmar que no momento, no Brasil, não vivemos nós Contadores esses privilégios, na verdade, eles estão chegando e dentro de muito pouco tempo surpreenderão a muitos, um dos fatos que está propiciando tal mudança é que as empresas estão percebendo que, sem uma boa Contabilidade, não há dados para a tomada de decisão numa economia que a cada dia exige mais competência e competição

Sobre a valorização que as pessoas em geral dão à profissão contábil, outro fato identificado refere-se as que os próprios profissionais dão à sua profissão. Sobre esse assunto, Scarpin, Scarpin e Calijuri (2000, p. 36) mencionam que, por vezes, os honorários são cobrados com desprestígio para a classe, e que os profissionais sentindo-se inferiores, cedem "seus lugares a profissionais de outras áreas".

Uma afirmação que reforça a necessidade de ações de valorização da classe contábil foi escrita por Scarpin, Scarpin e Calijuri (2000, p. 36): Apesar de a Ciência Contábil fornecer um manancial de informações detalhada e precisas aos gestores de empresas, estes não foram ainda devidamente cientificados do alcance dessas e de sua importância para o planejamento e controla de suas atividades. Este fato tem inibido o crescimento, o desenvolvimento e reconhecimento de muitos contabilistas e suas empresas de Contabilidade.

Ao estudar a evolução da Ciência e do pensamento Contábil, nota-se que esta é uma área do conhecimento cuja evolução sempre esteve associada ao desenvolvimento das atividades mercantis, econômicas, políticas, sociais e culturais. Oliveira (2003, p. 7) comenta sobre a época do feudalismo, durante a qual se considerava que não havia interesse nem necessidade para a Contabilidade, pois o sistema baseava-se em uma economia rural, agrícola, estreitamente ligada a terra e auto-suficiente, e cada feudo almejava a subsistência sem recorrer a terceiros.

Iudícibus, (2000, p. 31), foi nesse período que o frei franciscano Luca Pacioli, o qual era Matemático, escreveu o livro Summa de arithmética, geometria, proportioni et proportionalitá, que continha um capítulo a despeito do sistema de escrituração por partidas dobradas. Os avanços das teorias e práticas contábeis foram desencadeados logo após a Primeira Guerra Mundial com o surgimento de grandes empresas, o crescimento do mercado de capitais, a necessidade de o investidor estar bem informado e com a disponibilização de recursos e incentivos por parte do governo, das universidades e dos órgãos de classe em pesquisas sobre os princípios e procedimentos contábeis.

No tocante à Contabilidade nos dias atuais, ludícibus (2000, p. 36) comenta que: Uma característica atual do estágio de desenvolvimento da Contabilidade no Brasil é paradoxal: a qualidade das normas contábeis à disposição ou editadas por órgãos governamentais (devido à inoperância), até um passado recente, de nossas associações de contadores, o Governo teve de tomar a iniciativa é claramente superior principalmente agora com a Lei das Sociedades por Ações e a Correção Integral à qualidade média atual dos profissionais que têm de inserir estas normas.

Conforme se pode observar, o autor comenta sobre uma não atuação das "associações de Contadores", "até um passado recente" em propor e editar normas, lacuna esta que fora suprida pelos órgãos governamentais. Além disto, cita a baixa qualificação dos profissionais contábeis, apesar de comentar que tal aspecto apresenta "sinais evidentes de progresso" (Iudícibus, 2000, p. 39).

4. AVANÇO DA TECNOLOGIA

O profissional contábil está passando por um momento em que exige muita reflexão, pois com o avanço da tecnologia da informação aliada ao grande desenvolvimento das telecomunicações, muita coisa está mudando dentro das organizações, que lançam mão cada vez mais da tecnologia para auxiliar seus gestores nas tomadas de decisões e na elaboração de planos estratégicos. Meira Neto, Abdon (2003, p.12) Segundo o mesmo autor este avanço da tecnologia da informação dentro das organizações vem ocorrendo também na área contábil, onde alguns anos atrás as grandes empresas tinham enormes departamentos de contabilidade, para classificar, conciliar, datilografar ou digitar lançamentos, etc. e que hoje em dia já não se vê mais isto, pois todo este trabalho está "informatizado".

Guerreiro, (1989, p.10,11), diz: é importante observar que nas ultimas décadas o mundo, e particularmente o Brasil viveu uma verdade ira revolução tecnológica da informática. Esta revolução criou condições técnicas e econômicas para a implementação das mais avançadas soluções em nível de processamento de dados. Entendemos que a contabilidade, tanto a nível teórico como pratico, tem se utilizado de uma forma muito pobre dos recursos disponíveis da informática para a concepção e implementação os seus sistemas de informação.

Segundo (GIL 2000, p.13) Nossa sociedade mundial, cada vez mais depende da tecnologia, necessita da qualidade do trabalho do ser humano, considerado por seu talento intelectual, para continuidade da caminhada com foco na melhoria dos negócios. É importante observar que estas mudanças trazidas pelo avanço tecnológico imprimem uma constante necessidade de atualização dos profissionais ligados à gestão das empresas, e muito especialmente os profissionais contábeis.

O profissional contábil está passando por um momento em que exige muita reflexão, pois com o avanço da tecnologia da informação aliada ao grande desenvolvimento das telecomunicações, muita coisa está mudando dentro das organizações, que lançam mão cada vez mais da tecnologia para auxiliar seus gestores nas tomadas de decisões e na elaboração de planos estratégicos, Meira Neto, Abdon (2003, p.13,14).

O mesmo autor menciona ainda que desde o começo dos anos 90 a tecnologia da informação tem se desenvolvido de forma cada vez mais veloz, principalmente na área de gestão, onde dentre outros, surgiram os softwares integrados de gestão, os chamados mensuração e informação que a contabilidade contribui ao desenvolvimento dos negócios indiretamente e à tomada de decisão diretamente. A contabilidade tem hoje, a missão também de informar aspectos econômicos através de dados não monetários, como por exemplo, o nível de risco a que se expõe uma entidade.

5. CONCLUSÕES

Conclui-se que o avanço tecnológico valoriza e dão ênfase as atividades do profissional contábil onde é destacado nas figuras abaixo: Adquirir e Expandir o Conhecimento e as Habilidades do Profissional Contábil no Século XXI, frente ao avanço da contabilidade e da tecnologia, inclusive os itens de conclusão a seguir.

Fig.1  Habilidades do Profissional Contábil no Século XXI

Fig.1. Fonte: Meira Neto, Abdon, Dissertação Unifecap. 2003. p.54.

Fonte Fig. 2: Fonte: Meira Neto, Abdon, Dissertação Unifecap. 2003. p.22.

1. "Valorização" é dar valor ou aumentar o valor, qualidade de uma determinada coisa, mérito ou merecimento intrínseco; valia, estima apreço, importância, consideração. O profissional contábil tinha um elenco de informações importantes e com avanço da tecnologia valorizou a qualidade dos relatórios necessários para tomada de decisão nas empresas tornaram-se ágil e prático e ainda qualificou o desempenho das informações adquiridas com muitos esforços na área do conhecimento contábil. A tecnologia tornou-se uma ferramenta quase que inseparável e necessária para executar as tarefas destes profissionais.

Sá (2002, p. 36);

Ferreira (1986, p. 1750-1751)

Segundo (GIL 2000, p.13)

2. Os profissionais da área contábil têm olhado com atenção o avanço tecnológico, assim como de outras áreas, de forma positiva como uma oportunidade de aprendizagem e de crescimento dos negócios, ou negativa como a possibilidade de perda de sua clientela, devido ao acirramento e especialização da concorrência,

O profissional de Contabilidade passou a engajar-se cada vez mais no processo de gestão das organizações, nos trabalhos de naturezas estratégicas, alavancando a comunicação com os gestores operacionais, com o advento dos softwares integrados de gestão melhorando assima qualidade na tomada decisão.

Faria e Brito (2001, p. 6). 1

Faria e Brito (2001, p. 6).

Meira Neto, Abdon (2003 p. 13,14).

Marion, (2003, p.1)

3. Atualmente a tecnologia da informação é uma realidade no ambiente empresarial, tem influenciado na gestão das empresas, a maneira de fazer negócios, e o relacionamento entre clientes e fornecedores. Nossa sociedade mundial, cada vez mais depende da tecnologia para continuidade da caminhada com foco na melhoria dos negócios. O Avanço tecnológico tem trazido mudanças que se tornam necessário à atualização dos profissionais ligados à gestão das empresas, e muito especialmente os profissionais contábeis, onde o seu perfil exige muito mais qualificação do que o simples conhecimento e aplicação das técnicas de registro e o atendimento às regulamentações legais e tributárias.

Faria e Brito (2001, p. 6). 1

Marion, (2003, p.1)

Segundo (GIL 2000, p.13)

Recomenda-se este Artigo para colaboração que se pretende dar às entidades de classe, graduandos em Contabilidade sobre suas respectivas atuações, as quais visem a promover a valorização da profissão contábil perante a sociedade em geral e junto aos próprios profissionais da área, quando se refere à apresentação a esses órgãos de classe contábeis e sugestões para que venha promover tal valorização, com o avanço da tecnologia.

BIBLIOGRAFIA:

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SCARPIN, Maria Aparecida; SCARPIN, Jorge Eduardo; CALIJURI, Mônica Sionara S. Marketing: um instrumento para a valorização profissional. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília, Ed. Especial. Trabalhos técnicos premiados no XVI CBC. Goiânia, n. 126, nov./dez.2000.

WATANABE, Ippo. Cinqüentenário da criação do CFC e CRCs. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília. n.99.p.20-29, maio/jun.1196.

 
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Sobre este autor(a)
Mestrando em Contabilidade e Controladoria na Fecap. em São Paulo SP, Pos- Graduado - Lato Sensu em auditoria Fiscal e Tributária, e Metodologia do Ensino superior, e graduado Ciencias Contábeis e Pedagogia Professor de Contabilidade Societária, IMES, (USCS) São Caetano do Sul -SP.
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