ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO VÍTIMA DE FRATURA NO COLO DE FÊMUR
 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO VÍTIMA DE FRATURA NO COLO DE FÊMUR
 


Iêda Maria R. Barros Santos 1

RESUMO: As quedas são os eventos mais freqüentes de acidentes com idosos. Entre as lesões físicas as mais temidas são as fraturas, sendo que a fratura do colo de fêmur representa a principal causa de hospitalização aguda por queda tendo uma incidência maior no sexo feminino. Assistência de enfermagem é essencial, visando promover o conforto e o bem-estar do paciente quando há instabilidade nas condições do paciente. O período pós-operatório deve ser bem monitorizado por parte do enfermeiro, pois constitui um momento de estresse nas funções vitais e passíveis de complicações. Optou-se por um levantamento bibliográfico que objetivou conhecer minuciosamente a assistência de enfermagem aos idosos vítima de fratura no colo de fêmur.

Palavras-chave: Idoso; Fratura no colo de fêmur; Quedas.

ABSTRACT: Falls are the most frequent events of accidents involving elderly. Among the most feared physical injuries are fractures, and the fracture of the neck of femur is the leading cause of hospitalization for acute fall with a higher incidence in females. Nursing care after the surgery is essential, in order to promote the comfort and well being of the patient when there is instability in the conditions of the patient. The postoperative period should be well monitored by the nurse, since it is a time to stress the vital functions and capable of complications.We chose to a reference survery that aimed to detail the nursing care for the elderly victim of the neck of femur fracture.

Keywords: Aged; the femur fracture; Falls.

  1. 1

1.Acadêmica do 8ºsemestre de Enfermagem da Faculdade São Francisco de Barreiras. E-mail imbarros @fasb.edu. alunos. br.

2.

INTRODUÇÃO

No Brasil, a população acima dos sessenta anos de idade vem crescendo mais rapidamente que o restante da população, o que promove o aumento significativo do número de idosos, sendo este crescimento o mais acelerado do mundo. Diante deste crescimento, surgem várias conseqüências sociais, culturais e epidemiológicas que prejudicam a qualidade de vida do idoso.

O envelhecimento tem como característica marcante a dependência nas atividades da vida diária. Por isso, a dependência nas atividades básicas da vida além de ser objetivada por todos os idosos, é um importante indicador do estado de saúde e também da qualidade de vida dos idosos.

A manutenção do equilíbrio, da postura e da marcha sofre declínio natural com o processo de envelhecimento, e acaba sendo um dos fatores responsáveis pelas quedas, prejudicando a independência do idoso. As quedas freqüentes na população idosa por conseqüências da perda do equilíbrio e têm sido atribuídas à diminuição da estabilidade do corpo. São considerados fatores de risco intrínsecos que predispõem às quedas como: diminuição da força e da massa muscular, o sedentarismo, as deformidades dos pés, o efeito colateral de medicamentos, distúrbios cardiovasculares, neurológicos, pulmonares e endócrino-metabólicos.

Os fatores extrínsecos como a ambientais como iluminação inadequada, pisos escorregadios, degraus altos e calçados inadequados, podendo ser responsáveis por até metade de todas as quedas em idosos. A possibilidade de queda e a instabilidade postural predispõem o idoso a limitar suas atividades.

Entre as lesões físicas as mais temidas são as fraturas, sendo que a fratura do colo de fêmur representa a principal causa de hospitalização aguda por queda. Cerca de 50% dos idosos que sofrem este tipo de fratura, falecem dentro de um ano e a metade dos que sobrevivem ficam totalmente dependente dos cuidados de outras pessoas. Estas fraturas ocorrem mais em mulheres, não só por possuírem uma maior expectativa de vida mais principalmente devido à osteoporose que é mais proporcionada neste sexo (JUNIOR E HECKMAN, 2006).

Assistência de enfermagem aos pacientes idosos acometidos de fratura no colo de fêmur é importante dentro do contexto de atendimento multidisciplinar, nesse sentido além dos cuidados que visam promover o conforto e o bem estar do paciente, o enfermeiro deve ter o amplo conhecimento das alterações fisiológicas induzidos pelo ato cirúrgico deverá a detectar precocemente alterações que possam comprometer sua evolução, comunicando e discutindo o quadro clínico com a equipe multidisciplinar, para que as ações imediatas possam ser tomadas.

Desta forma, justifica-se a necessidade de um levantamento bibliográfico que objetive conhecer minuciosamente a assistência de enfermagem aos idosos acometidos de fratura no colo de fêmur, suas possíveis complicações causadas pela ausência desses cuidados, bem como a implementação da assistência de enfermagem qualificada e humanizada para o cuidador e a família dos idosos vítimas de lesões e fraturas.

DESENVOLVIMENTO

As quedas são eventos comuns e freqüentemente temidos pelas pessoas idosas, que constitui-se em sérios problemas de saúdepública em países desenvolvidos, decorrente do elevado percentual de pessoas com idade superior a 60 anos. Queda pode ser definida, segundo Brito, (2001), como sendo "a ocorrência de um evento não intencional que leva uma pessoa inadvertidamente a cair ao chão em um mesmo nível ou em outro inferior".

O mesmo autor coloca que determinados tipos de quedas são associadas com perda de consciência ou de um ataque convulsivo súbito, decorrentes de um evento cerebrovascular agudo, de doença epitélica, de grave acidente automobilístico, de atividade recreacional exagerada ou atos de violência física.

A fratura do colo do fêmur é encontrada repetidamente em mulheres acima de 60 anos e sua incidência vem aumentando em várias partes do mundo devido ao acréscimo da expectativa de vida nessa faixa etária. Os mecanismos de trauma são: queda do mesmo nível, estresse mecânico de repetição associado à osteoporose nos idosos e traumas de alta energia em pessoas jovens vítimas de acidentes (GUCCIONE, 2002).

Nos idosos as quedas recorrentes são sinais evidentes de uma situação clínica de fragilidade, imobilidade, instabilidade e, muitas vezes, de doenças agudas ou crônicas não corretamente diagnosticadas. Além disso, as quedas frequentemente contribuem para o declínio funcional em decorrência das lesões ósseas e musculares resultantes, da limitação da atividade física diária, do receio que o individuo tem de sofrer novas quedas e da perda de mobilidade e independência para a realização das tarefas habituais e básicas da vida diária (FREITAS et. al, 2006).

O fêmur é o principal osso responsável pela sustentação do peso, sendo o mais longo, o mais volumoso e o mais resistente do corpo. Seu componente mais fraco é o colo do fêmur, cujo, diâmetro é menor que o restante do osso, e internamente mais fraco por ser constituído principalmente de osso trabecular. O fêmur forma um ângulo orientado medialmente e para baixo em relação ao quadril durante a fase de apoio da marcha e da corrida, o que torna possível o apoio em uma única perna debaixo do centro de gravidade do corpo (THOMPSON, 2002).

Guccione, (2002) afirma que as fraturas localizadas no colo do fêmur são divididas em duas etapas, a saber:

Fratura intracapsular: que leva geralmente a interrupção do aporte sanguíneo à cabeça do fêmur, isto explica a grande incidência de necrose asséptica e de falta de consolidação neste tipo de fratura;

Fratura extracapsulares: que dificilmente leva a um comprometimento da irrigação da cabeça do fêmur.

Os fatores de risco para fratura de fêmur proximal incluem menor número de massa corporal, dieta pobre em cálcio, menopausa, baixa atividade física, menor grau de instrução e pacientes com pouca atividade física no trabalho (GUIMARÃES; CUNHA, 2004).

Os pacientes portadores de fratura de colo de fêmur apresentam alta taxa de mortalidade e morbidade no primeiro ano de evolução. Contudo, existem inúmeras variáveis que influenciam, direta ou indiretamente, seu prognóstico, tornando a fratura apenas mais um fator a ser considerado (BARBOSA, 2004; PASCHOAL; LIMA, 2006).

O tratamento cirúrgico é quase obrigatório, pois as pessoas idosas devem levantar da cama e voltar a atividade sem demora, casos contrários não conseguirão evitar complicações pulmonares e escaras de decúbito. A tração cutânea temporária, extensão de Buck pode ser aplicada para reduzir o espasmo muscular, imobilizar o membro e aliviar a dor. As cirurgias consistem em: redução aberta ou fechada da fratura e fixação interna; substituição da cabeça do fêmur por uma prótese (hemiartroplastia) ou redução fechada com mobilização percutânea para uma fratura intracapsular (IDEM).

As fraturas deslocadas do colo do fêmur podem ser tratadas como emergências, com redução interna realizada dentro de doze a vinte e quatro horas depois da fratura minimizando os efeitos do suprimento sangüíneo diminuído e o risco de necrose avascular (SMELTZER, BARE 2004).

Quando não há complicações gerais no pós-operatório, o índice de mortalidade chega a 15%. Com alterações de origem cardíaca, pulmonar e vascular, existe aumento para 38%. Os pacientes que voltam a andar durante o período de internamento têm índice de sobrevida de 95%, contra 45% para os que permanecem acamados. Complicações cardiopulmonares podem causar 10% de mortalidade no 1º mês de pós-operatório (BARBOSA, 2004; PASCHOAL, LIMA, 2006).

Sparks, Taylor e Dyer (2000), enfatizam que os principais diagnósticos de enfermagem aplicados ao idoso com fratura de colo de fêmur, são:

ØMobilidade física prejudicada, relacionada à incapacidade de movimentar-se voluntariamente, evidenciada por diminuição da amplitude dos movimentos e redução no processo de deambulação;

ØIntegridade da pele prejudicada, relacionada ao envelhecido e posicionamento constante e por períodos prolongados em cama ou cadeira de rodas, evidencia da por destruição das camadas da pele;

ØDor, relacionada à tração em membro lesado, evidenciada por relato verbal e expressão facial de desconforto;

ØInfecção, risco para, relacionado a tecidos traumatizados, evidenciado por sinais sugestivos de infecção;

ØEnfretamento individual ineficaz, relacionado à crise circunstancial, evidenciado por necessidade de dependência de familiares ou cuidadores.

No que se refere à atenção da enfermagem a imobilidade do paciente, a mesma direciona o reposicionamento do idoso com um travesseiro que deve ser colocado entre as pernas para manter a abdução e o alinhamento, e para proporcionar o suporte necessário quando houver mudança do paciente. A mudança de posição a cada duas horas alivia o desconforto e a pressão nas proeminências ósseas e evita as escaras de decúbito. (SMELTZER, BARE. 2004).

Ainda com relação à mobilidade física, Doenges, Moorhouse e Geissler, (2003) relatam que a enfermeira pode ajudar nos exercícios de amplitude e movimentos específicos para a área afetada e os membros não afetados começando precocemente no estagio pós-operatório, fortalecendo os músculos necessários para a deambulação. Bem como, em casos mais delicados deve-se referenciar o idoso ao atendimento especializado. Como fisioterapeuta, terapia ocupacional, entre outros.

Em relação à integridade da pele prejudicada, Sparks, Taylor e Dyer (2000), o enfermeiro pode intervir com uso de dispositivos preventivos de proteção da pele, de acordo com a necessidade, tais como colchão de espuma, colchões com alternância de pressão, pele de ovelha, travesseiros ou almofadas para evitar desconfortos e lesão da pele. Essas medidas não substituem a necessidade das mudanças de posição.

Para Doenges, Moorhouse e Geissler (2003), outro cuidado com a integridade da pele se baseia em massagens na pele e proeminência ósseas. Mantendo os lençóis da cama secos e livres de pregas. Colocando almofadas d' água  outros tipos de colchins sobre os cotovelos/ calcanhares, conforme indicados.

Em se tratando da dor, o enfermeiro segundo Sparks, Taylor e Dyer (2000), deve administrar agentes analgésicos prescritos para atenuar na dor. Monitore as reações colaterais aos fármacos usados. Cerca de 30 a 45 minutos após administrá-los peça ao paciente que gradue novamente a dor numa escala de 1 a 10, para determinar a eficácia do tratamento analgésico.

Os cuidados com a dor continuam segundo os referidos autores, ajudando o paciente a colocar-se em posições confortáveis e usar travesseiros para imobilizar ou apoiar as regiões doloridas, quando for necessário para reduzir a tensão ou espasmo muscular e redistribuir a pressão sobre as áreas do corpo.

Como explica Nettina (2003), o enfermeiro deverá limpar debridar e irrigar a lesão da fratura aberta de acordo com a prescrição logo que possível, a fim de minimizar a possibilidade de infecção.

Ainda segundo o referido autor o enfermeiro também deve começar imediatamente a ATB prescrita, depois que for obtida a cultura da lesão; usar técnica estéril durante a troca de curativo, a fim de diminuir a infecção da lesão, tecido mole e osso.

Sparks, Taylor e Dyer (2000), relatam intervenções de enfermagem para que o paciente supere o enfrentamento individual ineficaz, para isso o enfermeiro deverá de início permitir que o paciente dependa um pouco de você para realizar as atividades envolvidas com o autocuidado. O paciente pode regredir a um nível inferior de desenvolvimento, durante a fase inicial da crise. Explique todos os tratamentos e procedimentos e responda às perguntas do paciente, para atenuar o medo e permitir que ele readquira a sensação de controle.

Ainda segundo os referidos autores, o enfermeiro deverá também ensinar técnicas de resolução comportamentais e cognitivas, tais como substituição das crenças irracionais, respiração profunda e relaxamento, para ampliar suas habilidades de resolução de conflitos.

Quanto aos resultados esperados relacionados à mobilidade física prejudicada Sparks, Taylor e Dyer (2000), afirmam que o paciente deverá manter a força e a amplitude dos movimentos das articulações, como também não apresentará sinais de complicações, tais como contraturas, estenose venosa, trombose ou lesões da pele.

Quanto aos resultados esperados relacionados à integridade da pele prejudicada ainda segundo os referidos autores, a integridade da pele do paciente melhorará em resposta ao tratamento e às medidas de suporte permitindo que os riscos de determinadas complicações possam diminuir como as úlceras de pressão; o paciente demonstrará técnica de inspeção da pele, bem como executará cuidados rotineiros com a pele.

Em relação à dor, segundo Doenges, Moorhouse e Geissler (2003), o paciente irá informar se a dor está aliviada/controlada; parecer relaxado e capaz de repousar/dormir apropriadamente; verbalizar o entendimento da dor fantasma e os métodos de dar alívio.

Sparks, Taylor e Dyer (2000), quanto ao risco para infecção à temperatura permanecerá na variação normal; a leucometria e a contagem diferencial continuará na faixa normal; as feridas e incisões parecem limpas, rosadas e sem secreção purulenta; o paciente não apresenta quaisquer sinais e sintomas de infecção.

Como explicam os referidos autores, quanto ao enfrentamento individual ineficaz, o paciente deverá participar das decisões relacionadas com sua assistência; aumentando gradativamente a participação nas atividades relacionadas com autocuidado e conhecendo pelo menos duas técnicas novas de resolução dos conflitos; descrevendo sues esforços no sentido de implementar as técnicas da resolução de conflito.

CONSIDERÇÕES FINAL

Podemos observar que, no Brasil, ocorre um processo de envelhecimento populacional que avança rapidamente, sem influência marcante das necessárias modificações socioeconômicas que costumam acompanhá-lo.

A qualidade de vida ganha um sentido mais amplo e necessário, criando-se a necessidade de um olhar mais crítico e intervenções a respeito das alterações do envelhecimento e de suas conseqüências, a fim de proporcionar ao idoso um maior bem-estar e maior capacidade funcional.

Por isso, devemos estar cientes da extensão do problema que uma queda significa para o paciente e seus familiares; pois ela pode trazer conseqüências desastrosas como um alto custo para a saúde pública, conseqüências essas, muitas vezes graves e até letais para os idosos, considerando-se também os transtornos psicossociais, às vezes, de difícil resolução.

Diante do exposto, evidencia-se também o relevante papel da enfermagem nos cuidados dos pacientes idosos vitima de fratura de colo de fêmur, onde através do conhecimento e técnico possa oferecer orientações e esclarecimentos necessários à promoção do bem-estar e melhoria das condições geral do paciente.

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