Artigo de Revisão: SÍNDROME DE BURNOUT NA EQUIPE DE ENFERMAGEM DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
Artigo de Revisão: SÍNDROME DE BURNOUT NA EQUIPE DE ENFERMAGEM DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 


Artigo de Revisão


SÍNDROME DE BURNOUT NA EQUIPE DE ENFERMAGEM
DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

RESUMO


Este estudo tem como propósito esclarecer fatores relevantes que levam ao estresse que afeta a equipe de enfermagem na urgência. A trajetória metodológica para o desenvolvimento deste estudo optou-se pela pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, tendo como objetivo do estudo analisar através da revisão literária os fatores desencadeantes do estresse na equipe de enfermagem. O objetivo foi buscar através deste estudo base para elaborar algumas estratégias que ajude minimizar os efeitos do estresse durante a jornada de trabalho. Listar os principais fatores desencadeantes dos sinais e sintomas que envolvem os profissionais acometidos pela síndrome.



PALAVRAS-CHAVES: Enfermagem, Estresse, Síndrome de Burnout.



ABSTRACT



This study aims to clarify the relevant factors that lead to stress that affects the nursing staff in emergency. The methodology for the development of this study was chosen literature qualitative, aiming to analyze the study through literature review the triggers of stress in nursing staff. The objective was to get through this baseline study to develop some strategies to help minimize the effects of stress during the workday. List the main factors triggering the signs and symptoms that involve professionals affected by the syndrome.



KEY WORDS: Nursing, Stress, Burnout Syndrome


1. INTRODUÇAO

O trabalho apresenta revisão literária sobre a Síndrome de Burnout (SB) e suas principais características, como sinais e sintomas apresentados no seu quadro clínico. A escolha do tema se deve a situações enfrentadas no local de trabalho. Tem como proposta, investigar através da revisão literária os principais fatores que desencadeiam estresse na equipe de enfermagem. A SB é um termo psicológico que descreve o estado de exaustão prolongada e diminuição de interesse, especialmente em relação ao trabalho. Sabe-se, hoje em dia, que o estresse é um dos fatores responsáveis por alterações do estado de saúde e de bem-estar do indivíduo que podem levar à doença e à morte. Sabe-se que Burnout não é um problema do indivíduo, mas do ambiente social no qual o indivíduo trabalha; pois são os problemas sociais que leva o estresse profissional e pode conduzir o profissional da enfermagem a desenvolver a SB.
Este trabalho tem como objetivo geral, listar através da revisão literária os principais fatores desencadeantes do estresse em funcionários da equipe de enfermagem que atuam m na urgência. E como objetivos específicos: buscar através deste estudo base para elaborar algumas estratégias para minimizar os efeitos do estresse durante a jornada de trabalho. Evitar fadiga constante e progressiva; distúrbios do sono; dores musculares; cefaléia, enxaquecas; perturbações gastrintestinais; imunodeficiência; transtornos cardiovasculares; distúrbios do sistema respiratório; disfunções sexuais; falta de concentração; alterações de memória; sentimento de alienação; impaciência; baixa auto-estima; sentimento de solidão; depressão; desconfiança e, paranóia.



2. METODOLOGIA

Pesquisa de caráter qualitativa; revisão bibliográfica por meio das bases de dados Utilizando a internet como ferramenta de busca, e foram consultadas as seguintes bases: "Scielo", "Medline" e "Lilacs". Inicialmente foi realizado um levantamento bibliográfico, no período de 2000 a 2009, e selecionados os artigos que, em seus títulos, mencionassem a palavras: "estresse", "enfermeiro" ou "burnout", artigos nos idiomas, inglês e português; sendo 14 referências utilizadas no estudo.



3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Bianchi (2000) relata que estudo de stress entre enfermeiros teve início por volta dos anos sessenta, quando na realidade estrangeira surgiu a preocupação com o profissional irritado, desapontado e culpados por não conseguir lidar com esses sentimentos.
Há a concordância entre os autores que; ser enfermeiro é pertencer a uma profissão estressante. Bianchi (2000) relata que após a realização do estudo junto aos enfermeiros de centro cirúrgico ficou evidente a necessidade de realização de um estudo de comparação entre as unidades de atuação dos enfermeiros. É de conhecimento, que a atuação junto ao paciente crítico é desgastante e esforços são obtidos para aprimorar cada vez mais essas áreas de atuação, surgindo os cursos de especialização.
Em estudo realizado por Stacciarine (2001) fica claro que os estressores do ambiente de trabalho podem ser classificados em seis grupos:
1- Fatores intrínsecos para o trabalho (condições inadequadas de trabalho, turno de trabalho, carga horária de trabalho, contribuições no pagamento, viagens, riscos, nova tecnologia e quantidade de trabalho).
2- Papéis estressores (papel ambíguo, papel conflituoso, grau de responsabilidade para com pessoas e coisas).
3- Relações no trabalho (relações difíceis com o chefe, colegas, subordinados, clientes sendo diretamente ou indiretamente associados).
4- Estressores na carreira (falta de desenvolvimento na carreira, insegurança no trabalho devido a reorganizações ou declínio da indústria).
5- Estruturas organizacionais (estilos de gerenciamento faltam de participação, pobre comunicação).
6- Interfaces trabalho-casa (dificuldade no manejamento desta interface).
Segundo Morofuse et al (2005) o termo Burnout foi utilizado, primeiramente, em 1974, por Feudenberger que o descreveu como sendo um sentimento de fracasso e exaustão causados por um excessivo desgaste de energia e de recursos, observado como sofrimento existente entre os profissionais que trabalhavam diretamente com pacientes dependentes de substâncias químicas.
De acordo com estudo realizado por Batista (2005) a falta de funcionários é fonte considerável de estresse, repercutindo na qualidade do cuidado, havendo confronto freqüente entre as enfermeiras, paciente e familiar; a supervisão exercida em unidade de emergência determina-se como ineficiente na melhoria do ambiente de trabalho, devido a fatores como: falta de comunicação, inexperiência, falta de compreensão e falta de respaldo institucional.
De acordo com Ferreira, (2009) na área da saúde, a "terminologia estresse" foi utilizada pela primeira vez em 1936, "pelo médico endocrinologista Hans Selye", quando ainda cursava a Faculdade de Medicina e sentia-se incomodado ao perceber que havia algo em comum entre os seres humanos doentes, independentemente da doença existente, denominando esse conjunto de sintomas como Síndrome de Estar Doente.
Segundo Pafaro (2009), podem ser observadas as manifestações orgânicas frente ao stress tanto na forma física como na psicológica, para o autor os sintomas mais comuns, entre as manifestações físicas, é o aumento da sudorese, "nó no estômago", taquicardia, tensão muscular, hipertensão arterial, hiperatividade, mãos e pés frios, náuseas; já entre as psicológicas, ansiedade, tensão, angústia, insônia, alienação, dificuldade de relacionamento, preocupação excessiva, incapacidade de concentração, tédio, ira, depressão e hipersensibilidade emotiva.
Ferreira (2009) cita que após longo período de pesquisa, Selye (1959) definiu o estresse como um estado manifestado por uma síndrome específica, embora constituída por alterações inespecíficas, que são produzidas num sistema biológico, dividindo-o em três fases:
1. Fase de alarme: referente ao momento inicial, em que o organismo identifica o estressor e mobiliza uma resposta orgânica rápida para o enfrentamento.
2. Fase de resistência: nesta fase ocorre o aumento de resistência do organismo, independentemente da permanência ou não do estressor, com adaptação do organismo: a respiração, os batimentos cardíacos, a circulação e a pressão arterial voltam a níveis anteriores.
3. Fase de exaustão: o estressor permanece e o organismo não é capaz de eliminá-lo ou adaptar-se adequadamente.
De acordo com Maslach, & Leiter, (1999), a exaustão emocional caracteriza-se por fadiga intensa, falta de forças para enfrentar o dia de trabalho e sensação de estar sendo exigido além de seus limites emocionais; são comuns sintomas como insônia, ansiedade, dificuldade de concentração, alterações de apetite, irritabilidade e desânimo.
Segundo De Martinho et al. (2004) é de grande relevância o conhecimento do "cronótipo dos trabalhadores", a fim de auxiliar a definir períodos de melhor desempenho físico e mental, o que influencia as atividades de um modo geral.
De acordo com Ferreira et al. (2009) o que ocorre nos serviços de saúde, muitas vezes, é a falta de interesse nos aspectos relativos à promoção e à manutenção da saúde física, mental e social do profissional que atua nessas instituições.
Segundo Ferrareze (2007), muitos autores relatam que a enfermagem é uma profissão estressante, devido à responsabilidade pela vida do ser humano e a proximidade com os pacientes em que o sofrimento é quase inevitável, exigindo dedicação para o desempenho de suas funções, aumentando cada vez mais a probabilidade de ocorrência de desgastes físicos e psicológicos. Dessa forma, incorporam alto nível de responsabilidade, na tentativa de ter o controle absoluto sobre o trabalho, o que muitas vezes os levam a exigir de si mesmos atitudes sobre-humanas.
Esta doença está relacionada na lista de doenças profissionais, como cita Vieira (2006): "A síndrome do esgotamento profissional integra a Lista de Doenças Profissionais e Relacionadas ao Trabalho (Ministério da Saúde, Portaria nº 1339/1999). Está classificada sob o código Z73. (Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão - CID-10), como problema que leva ao contato com serviços de saúde".
De acordo com estudo realizado por Jodas et al, (2009) sobre Síndrome de Burnout em trabalhadores de enfermagem de um pronto socorro de hospital universitário, a enfermagem foi classificada pela Health Education Authority, como a quarta profissão mais estressante, no setor público.
Segundo Jodas (2009), alguns componentes são conhecidos como ameaçadores ao meio ambiente ocupacional do enfermeiro, entre os quais o número reduzido de profissionais de enfermagem no atendimento em saúde, em relação ao excesso de atividades que eles executam as dificuldades em delimitar os diferentes papéis entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, e a falta de reconhecimento nítido entre o público em geral de quem é o enfermeiro.
Além disso, a situação dos baixos salários agrava a situação, obrigando os profissionais a ter mais de um vínculo de trabalho, resultando numa carga mensal extremamente longa e desgastante. O sistema social e econômico no qual vivemos produz, sem dúvida, grandes desigualdades. Essas características encontram-se coerentes como os fatores estressores ocupacionais apontados a seguir.
No estudo de Jodas (2009), foram identificados os elementos estressores de acordo com o cargo ocupacional dos enfermeiros: enfermeiros assistenciais, recursos inadequados, atendimento ao paciente, relações interpessoais, carga emocional; enfermeiros administrativos, recursos inadequados, relacionado à assistência, relações interpessoais; cobranças, sobrecarga de trabalho, reconhecimento profissional, poder de decisão; enfermeiros docentes, recursos inadequados, atividades com os alunos, relações interpessoais, política universitária, sobrecarga de trabalho, questões salariais e carga horária.
De acordo com os resultados obtidos um estudo realizado Santa Casa de Misericórdia de Assis-SP, por Paschoalini, et al no ano de (2008), dos 80 entrevistas a maioria dos profissionais declarou considerar sua profissão estressante e seus efeitos foram mais referidos durante o exercício profissional.
Na presente amostra, os agentes estressores mais relatados foram as condições e a organização do trabalho, e a sobrecarga laboral por dupla jornada que foi vista em apenas um terço dos entrevistados. No mesmo estudo observaram-se também pessoas exercendo funções com demandas inferiores às suas qualificações. Estas constatações sugerem que os agentes estressores possuem características intrínsecas às demandas sócio-econômicas e culturais de cada cidade.
Em outro estudo desenvolvido nos blocos cirúrgicos de 11 hospitais da cidade de Londrina ? PR por Schmdt, et al (2009), encontrou 56,1% dos trabalhadores na categoria de exposição intermediária ao estresse ocupacional, porém vale considerar que estes profissionais podem em outro momento perceber maior demanda e menor controle em seu ambiente de trabalho, tornando-se um grupo predominantemente de alta exposição ao estresse no trabalho e com maior risco para o adoecimento. Destaca-se que em nesse estudo, 26,3% dos participantes foi considerados altamente expostos ao estresse, freqüência considerada preocupante.
Bastista et al (2006), estudou uma amostra constituída de 73 enfermeiros de instituições públicas e privadas do município de São Paulo, que exerciam a função em unidade de emergência há, no mínimo, um ano. Observou que os fatores relacionados à estrutura do ambiente de trabalho, bem como a deficiência no número de funcionários da equipe de enfermagem foram os mais relatados como estressores pelos enfermeiros de unidade de emergência. Verificou-se que a Condições de trabalho para o desempenho das atividades de enfermeiro e atividades relacionadas à administração de pessoal, apresentaram os maiores escores, com um indicativo para alto nível de estresse. A SB é definida por Batista, como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos.


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Observa-se que o trabalho de enfermagem tem causado um grande desgaste físico e psicológico aos trabalhadores; esses, na maioria das vezes não sabem nem identificar o que está acontecendo, mas reagem faltando ao serviço, em muitos casos.
Refere-se a um sentimento de sobrecarga emocional, sendo este um traço fundamental da síndrome, caracterizado pela perda de energia, esgotamento e sentimento de fadiga constante, podendo esses sintomas afetar o indivíduo física ou psiquicamente ou das duas formas. A partir de então, as pessoas acometidas sentem gradativa redução de sua capacidade de produção e vigor no trabalho.
Na realidade a unidade de emergência, depara-se com setor de atendimento emergencial, médico e cirúrgico, disponível à população durante 24 horas diárias, no qual o profissional vivencia uma ansiedade por indefinição de suas atividades laborais.
Os principais fatores que geram estresse durante o atendimento no setor de emergência mostrado pela revisão foram: equipe não integrada, não capacitada, falta de equipamentos e materiais, sobrecarga de trabalho, não reconhecimento do trabalho desenvolvido, insegurança do enfermeiro, grande demanda de pacientes.
Para diminuir o estresse no local de trabalho, faz-se necessária a organização do setor, o treinamento das equipes, o bom relacionamento da equipe multiprofissional, condições de trabalho e evitar rotatividade; estes aspectos foram evidenciados na revisão literária.
Conclui-se que para prevenção da síndrome de burnout, além do conhecimento dos fatores deflagradores e dos sintomas, é extremamente relevante a adoção de medidas com objetivo de minimizar os fatores estressores, tipo limitação da jornada contínua de trabalho, adotando período de repouso durante as atividades profissionais; não preencher o tempo livre com excesso de trabalho, mas sim com atividades prazerosas, tais como pintura, música, dança, etc.



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA


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Sobre este autor(a)
Maria de Fátima Barboza Vasconcellos, graduada em Fisioterapia / UNINCOR / 2002 - 2005. Pós-graduada em Fisioterapia Hospitalar / UNIPAC/ 2005- 2006. Aprimoramento em Fisioterapia Respiratória com Enfase em Oncologia / Hospital Luxemburgo - 2007. Especialista em Saúde Pública e Educação / UNIFENAS/...
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