Ao alfabetizarmos uma criança, remete-nos lembrar que esse processo segue o mesmo caminho da aquisição da linguagem , ou seja:compreender o significadoe a expressão da palavra. seguindo

Ao percebermos que criança não consegue se alfabetizar, certamente, encontraremos alguma falha em algum momento do processo por ele vivenciado, que constitui um distúrbio ou transtorno de aprendizagem.

Antes de ser iniciado o processo de alfabetização há exigência de que algumas habilidades sejam desenvolvidas. Esse desenvolvimento deve o ser vivenciado antes no macro espaço, para em seguida ser reproduzido no micro espaço, através de dramatizações, representações com material concreto, sendo o papel o último a ser utilizado.

O desenvolvimento considerados fundamentais são: lateralidade, imagem e consciência corporal, orientação espaço-temporal, coordenações geral e fina, coordenação óculo-motora e linguagem oral.

Considerando que a aprendizagem é embasada nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor, temos a maturação e o aspecto emocional como fundamentais a uma aprendizagem plena.

Caso o professor perceba falhas graves no processo de alfabetização é importante verificar se o aluno é portador de algum distúrbios ou transtorno de aprendizagem, a fim de diagnosticar e solucionar o problema, para iniciar uma reeducação escolar.

Caso o aluno não consiga escrever com ortografia correta, será portador de "DISORTOGRAFIA".

Apresentando dificuldade para escrever ou gravar as letras o distúrbio será "DISGRAFIA".

Ao apresentar transtorno na fala será portador de "DISLALIA".

Tendo o raciocínio matemático afetado, apresentará "DISCALCULIA"

É importante que o professor alfabetizador domine diferentes modalidades dos métodos de alfabetização, a fim de adequá-las aos diferentes transtornos ou distúrbios.

Maria Edmir Andolpho de Albuquerque Maranhão

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