A Relação Homem e Sociedade em Frankenstein de Mary Shelley
 
A Relação Homem e Sociedade em Frankenstein de Mary Shelley
 


O presente trabalho tem como objetivo mostrar através da obra Frankenstein que a sociedade molda o caráter do homem. Inicialmente faremos uma análise do Homem em seu "Estado Natural" em seguida faremos uma relação entre o Dr. Frankenstein e sua Ciatura e para finalizaremos discorrendo sobre a necessidade de sociabilização do Homem. O projeto tem como finalidade abrir discussões sobre literatura, tendo em vista que todo texto literário parte da contextualização com a realidade, faz-se necessário um estudo dentro da obra (homem X sociedade), para podermos fazer associações.

1 JUSTIFICATIVA

Baseado na obra de Mary Shelley  Frankenstein - e nos filósofos Hobbes, Locke e Rousseau, pôde ser constatado que o homem não necessariamente é por natureza um ser mau mas, a sociedade com seus modelos e regras convencionados como corretos podem torná-lo, caso não se adéqüe a tais modelos e regras. O "Monstro" por não possuir uma estética adotada como bela pela sociedade foi discriminado e o sentimento de rejeição tornou-o uma pessoa revoltada que acaba cometendo vários crimes.

Tendo em vista que o processo de construção do ser humano está a merce do ambiente que os abriga, se faz necessário um estudo sobre a posição da sociedade diante dessa formação. Esta tem sua parcela de culpa na marginalização do homem. Vemos o desprezo da sociedade por tudo que é diferente, um verdadeiro "pré-conceito". A sociedade é padrão, e quem não segue este modelo fica a mercê da não aceitação de todos.

Hoje nossas crianças estão marginalizando-se, ou melhor, nós estamos marginalizando nossas crianças, não cremos que a culpa seja exclusiva das autoridades. Muitas vezes os próprios pais contribuem para estas ocorrências, não dando a devida atenção que uma criança merece, quando a sociedade se cala diante dos fatos ou quando nada faz, contribui também para esse índice de marginalização.

A sociedade é elitista, só pensa em si. Fecha os olhos diante dos problemas que ela própria causou. Com tanta discriminação, injustiça, desprezo esta traz para si danos irreparáveis.

O projeto tem como finalidade abrir discussões sobre literatura, tendo em vista que todo texto literário parte da contextualização com a realidade, faz-se necessário um estudo dentro da obra (homem X sociedade), para podermos fazer associações

2 OBJETIVOS

Objetivo geral: Mostrar na obra Frankenstein que a sociedade molda o caráter do homem.

Objetivos específicos:

l Analisar o homem em seu "estado natural";

l Fazer uma relação entre Dr. Frankenstein e a Criatura criada por ele;

l Mostrar a necessidade de sociabilização do homem

3 HOMEM E SOCIEDADE NA VISÃO DE ALGUNS FILÓSOFOS

Partindo do pressuposto de que o "estado natural" não tinha lei. O homem natural viu a necessidade de criar um homem artificial que exercesse de maior poder, para que não generalizasse a guerra entre eles, por não saber o desejo do próximo o ser humano atacava para não ser atacado. Assim foi criado o Estado como nos explica Dallari (1931, p.11):

Disso tudo resulta o conceito de Estado, como 'uma pessoa de cujos atos se constitui em autora uma grande multidão, mediante pactos recíprocos de seus membros, com o fim de que essa pessoa possa empregar a força e os meios de todos, como julgar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comuns'. O titular dessa pessoa se denomina Soberano e cada um dos que o rodeiam é seu súdito.

Então o homem fez um contrato social, é a partir daqui que surgem os filósofos contratualistas: Hobbes, Locke e Rousseau.

Para Hobbes (1642) o homem não é um selvagem é o mesmo que vive em sociedade, sua natureza não muda com o tempo, ou a história, ou a vida social. Não são absolutamente iguais, mas são "tão iguais que...", ou seja, iguais o bastante para que nenhum possa triunfar de maneira total sobre o outro. É isso que traz a permanente "guerra de todos contra todos", que tem como partida a igualdade natural de todos. Contudo o homem também tem o desejo de acabar com a guerra, mas este não é social por natureza. O estado natural é para todos um estado de insegurança. Daí surge a necessidade de sair do "estado natural" e estabelecer o "estado social" e esse contrato é uma mútua transferência de direito.

Locke(1690) fundamentou a corrente filosófica chamada empirismo, esta corrente discorre que o homem é uma tábula rasa, ou seja, as pessoas ao nascerem o fazem sem saber de absolutamente nada, sem impressões e sem conhecimento algum, este processo é aprendido pela experiência, pela tentativa e erro.

O homem de Locke vivia num estágio pré-social e pré-político, isto é, o "estado de natureza", só que diferente do estado de guerra hobbesiano, era um

estado de relativa paz, concórdia e harmonia, como é descrito por Weffort: "Nesse estado pacífico os homens já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade que, numa primeira acepção genérica utilizada por Locke (1998, p.85) designava simultaneamente a vida, a liberdade e os bens como direitos naturais do ser humano."

Rousseau(1762) defende o contrato social interno, é contra o que vem de fora, o homem nasce bom e a sociedade por ser egoísta e elitista acaba atrapalhando, ou seja, a socialização é culpada pela deturpação do mesmo. Filósofo iluminista, precursor do romantismo no séc. XIX e apesar de ser um iluminista era um crítico ao movimento.Seu pensamento político é baseado na idéia da bondade natural do homem. Rousseau é o filósofo da natureza, da liberdade e da igualdade. A família é vista como o reflexo doestado. A criançaé um ser inocente e bom por natureza. Vê a infância como um momento onde se ver, se pensa e se sente o mundo de um modo próprio, portanto ação do educando neste momento deve ser natural, que leve em consideração a "ingenuidade e inconsciência" da criança, que marca a falta da razão adulta. A construção do homem não se faz apenas de intelecto, pois as disposições primitivas nele presentes como: as emoções, os sentidos, os instintos e os sentimentos, existem antes do pensamento elaborado, essas dimensões primitivas são para ele, mas digna de confiança do que os hábitos de pensamentos que foram forjados pela sociedade e impostos aos indivíduos.

4 MARY SHELLEY E O FRANKENSTEIN

Mary Shelley foi uma escritora Inglesa do período romântico. Tornou-se conhecida pela obra frankenstein, esta publicada em 1818, quando Shelley tinha 21 anos, porém ela escreveu com apenas 19 anos.

A auora nasceu em Londres. Filha de Mary Wollstonecraft, considerada aprimeira feminista, pois influenciou os primeiros movimentos de emancipação da mulher e William Godwin, um teórico anarquista, escritor e jornalista político. Tinha atitudes revolucionárias perante as instituições sociais.

Mary foi educada entre os intelectuais que participavam de seu circulo de amizades, como Hazlitt, Lamb, os poetas Coleridge e Percy Bysshe Shelley, que se tornaria seu esposo mais tarde. Publicou seu primeiro poema com 10 anos.

A história de Frankenstein teve início no verão de 1816, quando a escritora e seu marido Percy reuniram-se com Claire Clairmont e Lord Byron em Genebra (Suiça). Byron propõs um desafio para os que ali estavam, escrever uma história de terror, e foi daí que nasceu Frankenstein. Romance filosófico que recebeu influências simultâneas do pai e da mãe da escritora.

O ambiente de seu pai é o da pequena burguesia progressista do fim do séc. XVIII, daqueles artesãos cultos e esclarecidos partidários dos Jacobinos.

Sabemos que Frankenstein de Mary Shelley é uma obra carregada de denúncias sociais, retrata a trajetória de um personagem que foi privado de afeição e generosidade e através disso, foi jogado para o "nada social". Sendo a distinção social regulada idealmente pelo mérito da riqueza e da educação, mudou o quadro do antigo regime, onde a sociedade era hierarquizada por critérios estamentais.

Nesse sentido, a forma de se configurar as relações de interdependência entre indivíduos mudou completamente. Então a obra denuncia que o progresso material não pode vir atrelado a exclusão social.

O monstro de Mary Shelley não é um homem, mas um ser sem identidade, sem espécie, abandonado no mundo, privado de afeição e condenado a nunca fazer parte da sociedade que vive da aparência, da riqueza e do mérito do nome.

Esta seria incapaz de ver nele, além da aparência externa, uma beleza interior a ser cultivada e trabalhada para melhorias, não cultivava a sensibilidade de que todas as pessoas devem ser tratadas como partes de uma mesma dignidade, como podemos observar no relato do monstro:

Aprendi, Frankenstein, que os bens mais almejados pelos seus semelhantes eram a alta posição, a reputação e as riquezas. Uma só dessas vantagens bastaria para outorgar respeito a um homem, mas a falta de pelo menos uma delas era suficiente para que fosse considerado relegado à condição de pária ou escravo, condenado a despender todas as suas forças para lucro de poucos eleitos. (SHELLEY, 2007, p. 114).

Nessa linha de raciocínio o monstro é mais miserável do que qualquer outro homem miserável, pois para ele não há chance de afeição, nem mesmo de seu criador, o cientista Victor Frankenstein:

(&) Sou mau porque sou miserável. Acaso não sou evitado e detestado por toda a humanidade? Você, meu criador, seria capaz de reduzir-me a frangalhos e exultar com isso. Considere isso e diga-me por que devo usar de mais piedade com o homem do que ele comigo. Para você, não seria crime jogar-me numa dessas fendas de gelo e destruir minha estrutura, a obra de suas próprias mãos. Por que devo eu respeitar o homem se ele me despreza? Que ele viva em paz comigo e deixe-me viver. Então, em vez de maléficos, derramei o bem sobre sua cabeça, agradecendo por ter-me aceitado. Mas isso não é possível. Os sentimentos humanos são barreiras intransponíveis à nossa união. Todavia não terei a submissão do escravo. Vingar-me-ei das ofensas. Se não posso inspirar amor, causarei medo, e principalmente a você, meu arquiinimigo, que por ser meu criador, juro odiar sem trégua. (SHELLEY: 2007. p. 138-39)

A Criatura não ousava nem a dizer quem era eu, dizia apenas o que era eu. Não era digno de consideração afeição.

5 DR. VICTOR FRANKENSTEIN

Victor Frankenstein cidadão de Genebra pertencia a uma de suas famílias mais ilustres. Teve uma infância feliz. Era um jovem curioso que tinha muita ansiedade em conhecer o porquê das coisas: Interessava-se a desvendar os muitos mistérios a cerca do céu e da terra. Era um estudante interessado em Ciência natural que após vários anos de estudo, na ânsia de descobrir a origem da existência humana, acabou dando vida a um ser monstruoso, que o próprio Victor sente medo ao contemplar sua obra, devido à falta de assistência prestada a Criatura, essa vem lhe causar muitas desgraças.

Dr. Victor tinha boas intenções, queria descobrir a origem vital latente em todas as coisas vivas, desse modo significava poder dominar tal princípio e dar-lhe uma finalidade. Essa finalidade para ele era criar um homem resistente a todas as mazelas "banir a doença do coração humano, tornando o homem invulnerável a todas as mortes, salvo a provocada pela violência..." então, ele "seria o criador de uma nova espécie, seres felizes, puros..." que lhe deveriam a própria existência (SHELLEY, 2007: p. 41-56). Victor Frankenstein ao repudiar à sua obra estava apenas refletindo as idéias da sociedade. Cresceu em volta de pessoas que nunca aceitavam o "diferente".

Analisando Frankenstein na visão que o Rousseau tem sobre o homem, podemos dizer que ele foi mais um corrompido pela sociedade, e neste sentido a Ciência destruiu a vida do Dr. Vamos de encontro às doutrinas do Filósofo que diz que a Ciência e a Arte corrompem a vida do ser humano. O Victor na busca incessante pelo desconhecido traz todas as desgraças para sua vida. O que Ele aprendeu na escola não era suficiente ele queria mais, queria ir além, fazer descobertas que superasse todas até então mostradas à sociedade, e de certa forma foi influenciado por cientistas:

As Ciências naturais foram a bússola de minha vida. [...] Quando eu tinha treze anos, saímos todos para um passeio às termas próximas de Thonon. [...] Ali encontrei por acaso um volume das obras de Cornélio Agripa. [...] Abri o livro com apatia. Mas, à medida que me aprofundava na leitura, a teoria que ele tentou demonstrar e os fatos maravilhosos que relatou acabaram por transformar em entusiasmo aquele sentimento.Uma nova luz parecia raiar em minha mente e, transbordando alegria, fui correndo comunicar a meu pai a descoberta. (SHELLEY, 2007,p. 42).

Contudo Victor fez mal uso da Ciência, e esta quando usada de maneira inadequada pode trazer danos irreparáveis a sociedade. Se por um lado a ciência nos trouxe tantas soluções também acometeu-nos uma série de problemas. Temos como exemplo a crescente poluição provocada pelas indústrias e máquinas, fruto da inteligência e incessante busca de conhecer do homem.

6 A CRIATURA

O monstro é um indivíduo criado por um cientista em busca de glória, este é um ser horrendo, disforme e com estatura gigantesca (Cerca de 2,5 de altura). Foi construído a partir de matéria inanimada. Ao nascer causa medo ao seu próprio criador.

A Criatura em seu estado natural tinha bons sentimentos. Queria ajudar o próximo, tinha afeição com as pessoas. Precisava apenas de carinho e atenção daquele que tinha lhe dado a vida. Porém esse foi o primeiro a repudiá-lo. Em seguida vem a não aceitação da sociedade.

Victor Frankenstein desfruta de uma vida familiar que não proporciona ao monstro, que chega inocente no mundo e encontra dor e abandono. Devido à extremosidade monstruosa, não tinha como a sociedade aceita-lo como seu igual, a menos que conseguisse enxergá-lo para além da aparência.

Vamos estudar o monstro baseando nos princípios de Rousseau de que o homem é bom por natureza e a sociedade a corrompe. Sendo a socialização a culpada pela deturpação do mesmo, Lacerde (1991, p. 33) nos diz que "Nas vidas dos homens ilustres o monstro encontra exemplo de atos heróicos, mas praticamente não podemos dizer que se inspire neles, as circunstâncias logo o levam ao outro extremo."

A criatura tinha sensibilidade e senso ético. Isso fica evidenciado no episódio em que ele ajuda a família dos De Lacey na tarefa de apanhar lenha. Este sempre foi maltratado e desprezado pala sociedade. Diante de tanta injustiça e incompreensão, revoltou-se a assassinou criaturas inocentes, fazendo seu criador cair em desgraça.

O filósofo Locke é defensor da "tabula rasa", observamos que quando é feita a criatura ela não tem impressão e nenhum conhecimento, aprende sozinho e com a ajuda da família que ele observa e admira escondido.

Fazemos uma analogia entre o monstro e as crianças. Ambas são indefesas e recebem influência do meio em que vivem, precisam de orientação para diferenciar o bem do mau, porque se as deixarmos descobrirem sozinhas corre o risco de que estas aprendam de maneira errônea.

A postura de Victor diante de sua obra é de desprezo, ele tem um verdadeiro repúdio para/com a Criatura, fazendo assim com que a mesma se torne uma pessoa revoltada que comete vários crimes por vingança.A sociedade também tem sua parcela de culpa na marginalização da Criatura, por não aceitar este só porque ele era diferente de todos fisicamente. Vemos o desprezo da sociedade por tudo que é diferente, um verdadeiro "pré-conceito".

Discorrendo sobre a socialização, que é a necessidade que o homem tem de está na sociedade. Dr. Frankenstein priva a Criatura desses direitos de ser sociável. Esse é cheio de virtude mas sem a sociedade é infeliz. O homem por mais rude que seja precisa da sociedade, sem essa socialização não faz parte da realidade:

Esses, em linhas gerais, os argumentos que sustentam a conclusão de que a sociedade é um fato natural, determinado pela necessidade que o homem tem da cooperação de seus semelhantes para a consecução dos fins de sua existência. Essa necessidade não é apenas de ordem material, uma vez que, mesmo provido de todos os bens materiais suficientes à sua sobrevivência, o ser humano continua a necessitar do convívio com os semelhantes. (DALLARI,1995,p.9)

Por isso defendemos que o Dr. Victor não proporciona o direito de socialização do monstro, porque seu problema também é familiar e adotar o discurso da família é também adotar um discurso sobre a sociedade, sendo a família uma pequena sociedade.

Então não se pode falar no homem como um ser isolado devemos sempre pensar nele como um ser sociável, pois essa socialização é para ele condição essencial de vida. Consciente desta necessidade de convívio social deseja e procura favorecê-la.

A Criatura é violenta, porém isso foi imposto pela sociedade, por que ele em estado natural é confiante, afetuoso e pacífico, então o que é violento é o social e não o natural.

7 METODOLOGIA

Segundo o dicionário on-line priberam, "método" é a maneira de proceder; processo racional para chegar ao conhecimento ou demonstração da verdade; obra que contém disposta numa ordem de progressão lógica os principais elementos de uma ciência, de uma arte.

Pesquisa é uma atitude cotidiana do aprender a aprender, é está em constante busca do saber mais, saber pensar para melhor agir, possibilita-nos a serem partícipe de sua própria formação permanente. Faz questionamentos da realidade e discussões dos problemas sociais. Entrar em contato com realidades desconhecidas ou pouco conhecidas. Pesquisar é especular, buscar, inquirir, questionar e, finalmente, conhecer.

O tipo de pesquisa adotado nesse trabalho será a pesquisa qualitativa bibliográfica que consiste em fazer um estudo sobre os materiais já analisados e publicados, seja por meios eletrônicos ou escritos, como livros, artigos científicos e etc.

Utilizaremos o método indutivo, levando em consideração que partimos de algo específico para explicar o geral.

Apoiaremo-nos nas idéias sobre homem e sociedade dos filósofos: Hobbes, Locke e Rousseau, em seguida uma breve explanação sobe autora e obra. Discorremos sobre Victor Frankenstein e finalizamos falando sobre a Criatura e a necessidade de socialização do homem.

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DALLARI, Dalmo de abreu. Elementos de Teoria Geral do Estado. 19. ed., São Paulo: Saraiva, 1995.

FLORESCU, Radu. Em busca de Frankesntein: o monstro de Mary Shelley e seus mitos. São Paulo: Mercuryo, 1998.

GIASSONE, Ana Cláudia. O mosaico de Frankenstein. Brasília: UNB, 1998.

LECERCLE, Jean-Jacques. Frankenstein: Mito e Filosofia. 1. ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 1991.

SHELLEY, Mary. Frankenstein: ou o moderno Pometeu. São Paulo: Martin Claret, 2007.

WEFFORT, Francisco C. Os clássicos da Política 1. 10. ed., São Paulo: ática, 1998.

. Acesso em: 27 abr. 2009

. Acesso em: 10 jun. 2009.

 
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Sobre este autor(a)
Oi, eu sou Jacilene Silva, estou cursando o 8° período do Curso de Letras com Hab. em Língua Inglesa pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - U.V.A. Uma das minhas maiores paixões é a leitura pois é atrávés dela que tenho contato com o mundo inteiro, ela me proporciona um prazer inigualável.
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