A Prática Docente E A Formação Cidadã
 
A Prática Docente E A Formação Cidadã
 


Resumo:

Este trabalho discute a importância da atuação da prática docente para a formação do aluno como cidadão critico. A sociedade vem sofrendo grandes transformações em sua estrutura social, econômica e política, estabelecendo novas relações sociais, passando a exigir da escola a formação de um novo aluno, capaz de atuar na sociedade, de maneira a transformá-la. A formação cidadã vem sendo destacada como necessária, para que os cidadãos possam contribuir na construção de novos valores calcados na solidariedade, pois as novas relações sociais estabelecidas estão provocando a exclusão social das classes menos favorecidas.

Palavras-Chaves: cidadania, prática docente e transformações sociais.

A sociedade sofre grandes transformações na esfera política, econômica, e social, exigindo um trabalhador mais capacitado, dinâmico, reflexivo e polivalente, capaz de atuar na realidade social. A sociedade evolui de um período onde o trabalhador deveria ser especializado em um a determinada função, realizando tarefas pré-determinadas pelos seus superiores, para um período em que a dinamicidade e a formação do trabalhador é fator de sobrevivência.

 As profundas modificações que têm ocorrido no mundo do trabalho trazem novos desafios para a educação. O capitalismo vive um novo padrão de acumulação decorrente da globalização da economia, da reestruturação produtiva que, por sua vez determina novas relações entre o estado e a sociedade (Kuenzer 2000:33).

Com essas transformações a escola é desafiada a repensar seu papel diante o meio social, formando alunos mais capazes para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e condutas que facilitem o enfrentamento de situações dinâmicas. A escola deve preparar o aluno para a comunicação em massa, para resolver problemas práticos utilizando conhecimentos científicos, buscando se aperfeiçoar continuamente com responsabilidade, criatividade e criticidade.

Nesta perspectiva, a escola é concebida como um espaço onde os alunos possam exercer seu papel na construção da democracia social, desenvolvendo a criatividade, sensibilidade e a imaginação, que visa preparar o aluno para o processo produtivo, habilitando um trabalhador ativo e efetivo no exercício da cidadania (Kuenzer, 2001, Libâneo, 2003).

A preocupação com a formação cidadã do educando necessitaria ser uma das preocupações primordiais da escola. Gadotti (2001) define a cidadania como consciência de direitos e deveres no exercício da democracia e defende uma escola cidadã como a realização de uma escola pública e popular, cada vez mais comprometida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Neste contexto em que prevalece entre nós a globalização neoliberal, a ideologia do pensamento único, do mercado acima da vida, deve-se repensar e dialogar sobre estratégias e os desafios para uma educação popular e libertadora, capaz de formar o aluno como cidadão - critico. Nesse contexto, Schnorr (2001: 71) pontua que

a necessidade de uma pedagogia da libertação popular afirma em nosso cotidiano porque em nossos corpos, e mentes e em toda pratica social ainda está a pedagogia do opressor. Esta pedagogia legitima sua prática domesticadora negando o direito de ser mais do povo.

Paulo Freire idealizou uma pedagogia capaz de libertar a sociedade da opressão, desenvolvendo no aluno a consciência revolucionária, onde o mesmo possa questionar e desvelar criticamente as relações de poder que o envolve (Giroux, 1997).

Para contatar in locu os objetivos operacionalizados e executados pela escola e relacionar a realidade escolar com o novo modelo de escola proposto frente às transformações citadas acima, foi realizada pesquisa em escola pública, com o objetivo de verificar na prática a concretização (ou não) dos objetivos e ideais de uma educação para e pela cidadania. (foi observado o planejamento, seleção e organização dos conteúdos, momentos avaliativos e realização das aulas)

Percebeu-se durante a pesquisa que o planejamento das aulas é feito quinzenalmente, não constando à presença dos elementos que são considerados essenciais, como: objetivos, metodologias, avaliação, conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais, recursos didáticos e tempo para a realização das atividades. Entretanto, observou-se grande enfoque aos conteúdos mais voltados para a memorização e a atividades rotineiras, que apenas ocupam o tempo dos alunos.

Isso reflete na falta de compreensão da importância do ato de planejar, pois ao estruturar sua aula o professor especifica e operacionaliza os procedimentos diários para a concretização dos objetivos da formação cidadã, organizando de forma seqüencial todas as atividades que são desenvolvidas no decorrer dos momentos de interação professor-aluno.

Planejamento de ensino é a previsão das ações e procedimentos que o professor vai realizar junto a seus alunos, e a organização das atividades discentes, e a aprendizagem, visando atingir os objetivos educacionais estabelecidos. O professor ao planejar o ensino antecipa, de forma organizada, todas as etapas do trabalho escolar. Cuidadosamente, identifica os objetivos que pretende atingir, indica os conteúdos que serão desenvolvidos, seleciona os procedimentos que utilizará como estratégia de ação e prevêem quais os instrumentos que empregará para avaliar o progresso dos alunos. (Gadotti, 2001: 9)

Na elaboração do planejamento de aula, a escola, visando levar o aluno a compreender e transformar o mundo a sua volta, pode estabelecer as intraconexões e interconexões de áreas e conhecimentos, desenvolver sua autoconfiança, estabelecer relações qualitativas e quantitativas e resolver situações-problema, desenvolvendo novas competências e novos conhecimentos, favorecendo a criatividade, o trabalho coletivo, a iniciativa pessoal e a autonomia (Blumenthal 2004:3).

A seleção e organização dos conteúdos não podem ser entendidas como uma mera listagem. Kuenzer (2001: 41) afirma que os conteúdos a serem trabalhados devem desenvolver competências intelectuais voltadas para o enfrentamento de novas situações que exigem reflexão, crítica, flexibilidade moral e intelectual, além da capacidade de educar permanentemente. Assim os conteúdos passam a serem utilizados como estratégias para a formação cidadã.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (Pcn. p. 41), pontuam que a importância dada aos conteúdos revela um compromisso da instituição escolar em garantir o acesso aos saberes elaborados socialmente, pois se constituem como instrumento para o desenvolvimento, a socialização e o exercício da cidadania democrática. Os conteúdos que são ensinados pela escola devem estar em consonância com as questões sociais, voltadas principalmente para a realidade dos alunos. A formação escolar necessita propiciar desenvolvimento de capacidades, de modo a favorecer a compreensão e a intervenção dos alunos na sua própria realidade, que visa favorecer a inserção dos alunos no dia a dia das questões sociais.

Os conteúdos se configurados como marco essencial para a formação cidadã, propicia não mais a memorização e reprodução mecânica, mas a formação de capacidades cognitivas e intelectuais nos alunos. Nesta perspectiva,os conteúdos e os tratamentos que a eles devem ser dados assumem papel central, uma vez que é por meio deles que os propósitos da escola são operacionalizados, ou seja, manifestados em ações pedagógicas (Pcn p. 73). Essas ações pedagógicas ampliam os fatos e os conceitos, passando a incluir procedimentos, normas valores e atitudes na abordagem dos mesmos.

Zabala (1998:42-48) aborda os conteúdos em três categorias atitudinais, conceituais e procedimentais. Os conteúdos conceituais referem-se à construção ativa de capacidades intelectuais para operar símbolos, imagens, idéias e representações que permitam organizar as realidades. Os conteúdos procedimentais referem-se ao fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtém e os processos que colocam em ação para atingir as metas que se propõem e os conteúdos atitudinais referem-se à formação de atitudes e valores em relação à informação recebida, visando a intervenção do aluno em sua realidade.

Os conteúdos devem considerar ainda o desenvolvimento de capacidades adequadas as características sociais, culturais e econômicas particulares da realidade social do aluno e que durante o processo de ensino aprendizagem os alunos e os professores sejam capazes de identificar as relações de poder presentes na sociedade, libertando-a da opressão (Giroux, 1999, Freire, 2001).

Os conteúdos na prática aqui relatada eram selecionados de acordo uma seqüência do livro didático. As aulas objetivavam apenas a memorização mecânica, não preocupando com a construção de competências e habilidades nos alunos. Os conteúdos eram selecionados por disciplinas, trabalhados de maneira fragmentada, desconsiderando a interdisciplinaridade..

Contrário ao observado, o professor precisa trabalhar de maneira construtivista, nesta perspectiva, os alunos constroem o seu conhecimento a partir da interação com objeto, o professor torna-se mediador entre conhecimento e o aluno. Para tanto, o professor pode utilizar vários tipos de recursos e metodologias para desenvolver os conteúdos em sala de aula, utilizando recursos audiovisuais, textos reflexivos, jogos didáticos, sair do espaço sala de aula partindo para pesquisa de campo e outras estratégias para facilitar a interação do aluno com o conhecimento, do aluno com sua realidade.

As aulas observadas durante o período da pesquisa eram sempre realizadas dentro do espaço da sala de aula, com as carteiras organizadas em fileiras, sempre privilegiando atividades individuais e constantes para ocupar o tempo dos alunos. As atividades eram seqüenciais no modelo tradicional: a professora abordava os conteúdos e em seguida passava uma lista de exercícios, impondo a autoridade do professor que não conseguia manter a disciplina necessária para o bom andamento das aulas.

Os recursos materiais utilizados para a realização das atividades foram basicamente o livro didático, caneta, papel, quadro negro, giz. Não foram utilizados recursos como: revistas, materiais audiovisuais, mapas, textos reflexivos. Durante o período de observação, não foi percebido o estabelecimento de contratos didáticos, e as decisões eram tomadas baseadas na autoridade do professor, percebendo a influência do tradicionalismo na prática docente.

Não foi observada a preocupação com momentos avaliativos individuais ou coletivos. As produções dos alunos não eram consideradas como instrumentos de avaliação. Entretanto, na perspectiva de construir uma escola cidadã, democrática e autônoma, o processo avaliativo emerge como um importante instrumento para a prática pedagógica do professor. A avaliação deve ser compreendida como instrumento auxiliar e indispensável no processo de aprendizagem, que venha favorecer na compreensão do nível de aprendizagem dos alunos.

A avaliação da aprendizagem escolar feita pelos professores deverá estar a serviço das funções sociais da escola, dos objetivos de ensino, da proposta pedagógica da escola, do currículo, das metodologias. Além disso, ela assenta no respeito a todos os alunos de usufruírem ensino de qualidade. (Libâneo, 2003: 2001).

A avaliação é uma ação contínua, pois o processo dará subsídios ao educador para perceber os avanços, as dificuldades dos educandos e assim rever a sua prática e redimensionar as suas ações, abre um longo espaço para a avaliação diagnóstica, observando os aspectos conceituais, atitudinais e procedimentais.

 Avaliar significa emitir um juízo de valor sobre a realidade que se questiona e deve ser considerado as peculiaridades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagens decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo e social em uma determinada situação na qual os alunos tenham boas condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social (Pcn: 86).

Durante a observação aqui relatada à professora contemplou as atividades referentes às disciplinas de Língua Portuguesa e basicamente de matemática. Nesta disciplina observa-se a exploração de conteúdos voltados para as quatro operações: Adição, Subtração, Multiplicação, Divisão e a ênfase na resolução de problemas matemáticos. Através da observação no caderno dos alunos percebeu-se que, os conteúdos já haviam sido trabalhados, porém a maioria dos alunos apresentava dificuldades na multiplicação e na divisão.

Os conteúdos na disciplina de matemática, não apresentavam nenhuma articulação e exploração entre si, dificultando a intraconexão e interconexão com outras disciplinas e com a realidade social dos alunos que apesar de citada era pouco explorada. Não houve a utilização de recursos didáticos, estímulo ao uso de jogos, privando o aluno a uma reflexão autônoma, reduzindo a capacidade cognitiva do mesmo, priorizando apenas a memorização.

Portanto, nesta disciplina, o professor deve procurar atividades voltadas para a

formação da cidadania, a formação da consciência crítica no aluno, valorização da pluralidade cultural, tornando o aluno capaz de resolver situações-problema, rompendo assim com uma educação livresca, inútil e tradicionalista (Barreto, 2001:8).

Na disciplina de Língua Portuguesa a professora abordou apenas a leitura, escrita, interpretação de texto e a leitura de gibis, apresentou e leu com a turma o texto e após procedeu com a interpretação e correção. O texto demonstrou estar  descontextualizado da realidade do aluno e durante a interpretação os alunos tinham que apresentar respostas prontas, retiradas do texto.

Percebe-se a descontextualização do ensino de Língua Portuguesa com a proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais que afirmam que,

 o domínio da língua, oral e escrita, é fundamental para a participação social e efetiva, pois é por meio dela que o homem tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista partilha e constrói visões de mundo, produz conhecimento. (PCN:15).

Na verdade, o que se pretende é a formação de indivíduos com a capacidade de não apenas codificar sinais, mas sim formar os indivíduos, no sentido de compreender aquilo que ele lê. É preciso que façam interferências a partir do contexto e de como a leitura proposta intervém na sua realidade. Em relação à escrita, a prática de aDalise e reflexão sobre a língua permite que explicitem saberes implícitos dos alunos, abrindo espaço para a sua reelaboração.

Baseado no que é proposto pelos PCNs observou-se que as aulas ministradas junto a esta disciplina deixaram a desejar quanto: a reflexão sobre o uso da língua, à contextualização da leitura com a realidade do aluno, a prática de produção de texto, para a formação de escritores capazes de produzir textos coesos, coerentes e eficazes.

A escola deve privilegiar o aprendizado da linguagem oral e escrita do aluno de maneira que o aluno vá interagindo com textos, filmes, dramatizações e pesquisas, pois segundo Piaget (1993:58),

o conhecimento é construído a partir da interação do sujeito com o objeto. O desenvolvimento cognitivo se dá pela assimilação do conhecimento às estruturas anteriores presentes no sujeito e pela acomodação dessas estruturas, em função do que vai ser assimilado. Para Piaget, a criança se adapta de um conhecimento se agir sobre ele, pois aprende a modificar, descobrir, inventar.

Nessa perspectiva, a função do professor de língua Portuguesa é propiciar situações para que a criança construa seu sistema de significação em torno da mesma, o qual uma vez organizado na mente será estruturado no papel ou oralmente. Com base nisto o ensino de língua portuguesa deve ser alicerçado no uso ueflexão - uso da língua, para a formação de leitores e escritores, conscientes, capazes de ler as entre - linhas do texto, e capazes de identificar as relações de poder presentes nas entre - linhas das relações sociais.

Não foi percebido as interconexões dos conteúdos com os Temas Transversais - Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural e Orientação Sexual, que são propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Que estes devem ser desenvolvidos interdisciplinarmente através de projetos. A interação permitirá que os projetos desenvolvidos sejam mais interessantes e voltados para a realidade do aluno. (Blumenthal, 2004:5).

Diante do exposto percebe-se que a formação da cidadania critica do educando não vem ocorrendo de fato no espaço escolar. A escola está reproduzindo o conhecimento e ensinando o aluno a fazer o mesmo, o aluno recebe a informação pronta, apenas para reproduzir. Silveira (2002:65), afirma que no modelo atual de sociedade não basta apenas buscar informação. O desafio para o novo milênio é promover a ousadia, a criatividade, autoconfiança, compreensão e formação de um indivíduo que seja diferencial na sociedade, realizando mudança.

A escola deve proporcionar um ensino de qualidade, buscando a formação de cidadãos livres e conscientes de seu papel na construção e/ou transformação da sociedade. Para que esta formação ocorra, toda a escola precisa estar comprometida com o aluno, principalmente o professor que torna-se o mediador entre o aluno e o conhecimento. Esta mediação deve ocorrer de maneira consciente, critica e intelectual.

O professor pode adotar uma postura critica frente à realidade que aí está, atuando de forma responsável, partícipes do contexto social no qual estão inseridos não meramente como críticos, mas como sujeitos reflexivos, capazes de perceber a realidade e a partir dela assumir coerentemente uma postura educativa, capaz de promover transformações educacionais e sociais, assumindo a postura de intelectual transformador, capaz de pesquisar e produzir o próprio conhecimento.

REFERÊNCIAS

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ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas. 1998.

 
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Sobre este autor(a)
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Tocantins-Arraias-TO, Pós-Graduado em Gestão de Programa de Reforma Agrária e Assentamento pela UFLA, Pós-Graduado em Desenvolvimento Rural Sustentável pela UNITINS. Tem experiência na área de Educação e Extensão Rural. Professor da FADES- ...
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