A Nova Formação do Pedagogo para Atuar no Mercado de Trabalho no DF
 
A Nova Formação do Pedagogo para Atuar no Mercado de Trabalho no DF
 


Resumo: Por muitos anos os estudantes de Pedagogia possuíam campos de trabalhos restringidos apenas a sala de aula, ou trabalho de coordenação, enfim atividades estas que estariam centradas apenas em sala de aula e em instituições de ensino propriamente ditas, o que conotava não haver necessidade de ser um profissional capacitado. O curso de Pedagogia nos dias atuais nos proporciona um grande leque de oportunidades no campo profissional, como por exemplo: Pedagogia Hospitalar que hoje temos leis que regulamentam esta profissão, Pedagogia Empresarial, pedagogos que trabalham em áreas de recursos humanos de empresas, devido as disciplinas do curso de Pedagogia conter disciplinas que abarcam conteúdos e correntes filosóficas associadas à Psicologia, Psicopedagogia em fim na nossa bela área de formação podemos exercer diversas atividades e não somente em ambientes escolares e presencial este é o enfoque do meu artigo. Palavras-Chave: Pedagogia, Atuação dos Pedagogos, Formação

1  INTRODUÇÃO

Atualmente e em décadas passadas estamos vivenciando e observando amplas e profundas mudanças, enquanto sociedade, em todos os nossos níveis. Os efeitos dessas mudanças nos acompanham nas diferentes áreas do cotidiano, elas ocorrem nos meios de comunicação em geral, nas manifestações religiosas, nas relações sociais impessoais e pessoais, na cultura, política, ambiente e economia. Atingem frontalmente a maneira como vivemos no mundo. Elas ocorrem rapidamente e em todo o planeta.

As modificações melhoram as possibilidades de comunicação e conversação, elas atingem as tecnologias e os meios de informação. Estes novos instrumentos, bases, meios de se comunicar e de produzir o conhecimento estão sendo intrincados aos vários campos relacionados à Educação da sociedade que se globaliza.

Essas transformações chegam também no centro do sistema de educação no mundo inteiro, e nesse caso no Brasil, conduzindo as instituições educacionais e por conseqüência o trabalho docente buscar a inovação no trabalho promovido em sala de aula.

Esta pesquisa analisa as diferentes práticas educacionais e a atuação profissional que o licenciado no curso de Pedagogia pode exercer aproveitando toda essa inovação e transformação nos diferentes tipos de área que a pedagogia envolve, entre elas está a Pedagogia Hospitalar, Empresarial e o Assistente de Recursos Humanos. Mostrarei fatos que acompanham a trajetória do Curso de Pedagogia nas décadas anteriores e os dias de hoje, realizando a comparação e paralelismo entre os profissionais pedagogos.

Mesmo nesse contexto de inovações o curso de Pedagogia e conseqüentemente a profissão de professor não vem sendo valorizado em nosso país devido à grande falta de estrutura para se trabalhar, baixos salários, falta de incentivo profissional e reconhecimento.

As inovações curriculares  interdisciplinaridade, sala-ambiente, ciclos de aprendizagem e outras, requerem dos professores novas exigências de atuação profissional e, em conseqüência, novos conhecimentos pedagógicos, que nem sempre tiveram lugar em sua formação.

2- A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL

No século XIX, com o intuito de melhorar a formação dos mestres fundava-se as escolas normais. As primeiras tinham funcionamento precário, poucos alunos, menos ainda professores e eram muito instáveis. (Aranha 2006)

O descaso pelo preparo do mestre fazia sentido em uma sociedade não comprometida em priorizar a educação elementar. Além disso, prevalecia a tradição pragmática de acolher professores sem formação, a partir do pressuposto de que não havia necessidade de nenhum método pedagógicoespecífico. Essa tendência, embora começasse a ser criticada pelo governo  a Escola Normal de Niterói fora fundada em 1835 para que os mestres aprendessem a aplicar métodos lancasteriano de ensino mútuo -, iria predominar ainda por muito tempo, em decorrência da concepção "artesanal" da formação do professor. (ARANHA,2006,p.)

Já naquela época era abertamente visível a grande distância que há entre discursos de valorização à profissão e ao docente, pois, o governo, que agia com demagogia, pagava mal os professores e o material didático era precário.

Além disso, selecionava os mestres em concursos e exames que dispensavam a formação profissional..., nesses exames  que por não terem a devida publicidade eram pouco disputados - , o candidato deveria mostrar que "lê corretamente, escreve com maior ou menor apuro caligráfico, efetua as quatro operações fundamentais da aritmética, às vezes com dificuldade e alguns erros; a parte teórica não é devidamente aprofundada. Em Religião, recita de cor a orações principais da Igreja: responde a uma ou outra pergunta, sem contudo dar provas de eu cabalmente compreende os princípios e a doutrina". AUTOR

Aranha (2006) aponta ainda a prática de clientelismo e protecionismo como causa costumeira que dificultava ainda mais a formação adequada dos professores.

Outra causa que agia contra a formação adequada de mestres era o costume de nomear funcionários públicos sem concurso, devido à troca de apoio, forma de clientelismo que sempre existiu  e continua existindo  no Brasil dos laços de família e dos favores que estimulam a prática do nepotismo e protecionismo. (ARANHA 2006, p. 227)

Com os poucos anos e níveis muito inferiores de ensino, para se ingressar nas escolas normais não era preciso ter um bom histórico escolar ou mesmo experiência na profissão, sendo, como já visto, bastava ao candidato apenas ser alfabetizado, "brasileiro, ter 18 anos e bons costumes". A predominância feminina de inserção ao curso se deu com o passar dos anos, pois, no começo o atendimento era voltado aos rapazes.

De 1860, em diante período em que cresceu o interesse pela educação, a formação do professor tornou-se mais relevante em conjunto com outras providências para melhoria do ensino.

Dessa feita, o que se propunha era preparar o professor para "saber se portar, saber o que ensinar e saber como ensinar". Por exemplo, após sua reativação, a escola Normal de Niterói teve como diretor, no período de 1868 a 1876, o bacharel e jornalista Alambary Luz, que trabalhou com a intenção de tornar aquela instituição uma escola-modelo. Nesse período, o currículo foi ampliado e enriquecido, , e a aprendizagem da metodologia pedagógica modernizou-se, acatando as novidades da Europa e dos Estados unidos, que enfatizavam o ensino intuitivo. Ainda com esse propósito, Alambary Luz importou material didático próprio para aplicação do método. (ARANHA 2006, p. 228)

Dando um salto na história até a década de 1970, encontramos a época que se deu a expansão dos Cursos de Pedagogia intrínsecos à expansão do ensino superior. Entre o ano de 1970 e 1975 o Curso de Pedagogia teve aumento em suas matrículas. Nesse contexto evolutivo do Curso de Pedagogia evidencia-se expressivo aumento, no mercado de trabalho, dos que abandonaram o curso, entre 1970 e 1975.

Atualmente o curso apresenta, em algumas faculdades, mais vagas que candidatos à estas, o que o torna praticamente inexistente, o que de certa forma transforma o curso uma alternativa viável para segunda opção no concurso vestibular aos candidatos que concorrem às vagas mas disputadas, como Medicina por exemplo. Isso graças à precariedade da seleção dos profissionais do ensino ou da própria instituição.

Acima dessa situação podemos encontrar atualmente, profissionais que têm uma visão clara, graças a uma formação bem fundamentada, de que seu papel não é impor verdades absolutas que serão aplicadas instantaneamente em sala de aula pelos alunos. Eles sabem serem ponderados, flexíveis, inventivos e críticos, aprendem com as pesquisas e vivências do dia-a-dia, têm uma estratégia e uma visão interdisciplinar dos conteúdos a serem abordados dentro e fora da sala de aula. Profissionais estes que conseguem inovar, criar novas formas de passar o conhecimento com novos métodos ou métodos diferentes daqueles que já estão desgastados. Tudo isso acompanhado das LDBs, DCNs em conjunto com uma nova linha de formação que se desencadeia nos Cursos de Pedagogia do Brasil e do DF.

3  A NOVA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL

Os novos pedagogos são impelidos a terem por essencial o entendimento de que o curso de Pedagogia compõe uma área que estuda proposital e criteriosamente as manifestações da Educação na sociedade, usando como fundamento as bases da nova formação tanto no campo epistemológico, quanto teórico e metodológico do ensino e da educação.

Há, historicamente, uma série de questões que diz respeitam às funções desse curso quanto a serventia do mesmo. Examinando as funções conferidas ao pedagogo é perceptível uma busca contínua do que ele é como profissional. O pedagogo, por vezes, é visto ou comparado com um especialista ou mesmo técnico da educação, como um estudioso da Educação ou ainda também como professor fundamental ou das séries iniciais.

No contexto atual temos a existência de uma nova formação do pedagogo, graças à nova representação curricular do curso de pedagogia e conseqüentemente transformação do perfil do profissional.

As mudanças que estão acontecendo no campo educacional e a nova LDB levam mais e mais os profissionais da Educação, bem como as instituições de ensino, a refletir sobre seus atos educativos e seu comprometimento com a sociedade. Assim, podemos retomar a idéia de que esses fatos tendem a impulsionar nos currículos dos cursos de licenciatura uma reconstrução, revelando com maior transparência a contínua necessidade de uma adaptação ao momento de globalização da sociedade que nos cobra como exigência de qualificação, além de outros importantes fatores, abertura reais de democracia no que concerne ao acesso as ditas novas tecnologias da informação e da comunicação, bem como os procedimentos construtores do saber, portanto, necessariamente necessita-se reflexão quanto a produção de conteúdos, metodologia educacional na formação do pedagogo e os critérios de avaliação e seleção.

Este contexto conduz-nos a análise de documentos e questionários respondidos por graduadas e alunas do 7º período do curso de Pedagogia, Licenciatura da Faculdade Evangélica de Brasília. O grupo de entrevistadas possui idades que variam de 24 a 49 anos, com maior concentração na faixa etária entre 24 a 29 anos, que avaliam o curso de licenciatura, abordando as novas formas do ensino superior voltado para Pedagogia, e as diretrizes curriculares, sabendo que são estas que fundamentam essencialmente a área de atuação do profissional. Vai para a pesquisa de campo

Leda Dal M. de Menezes (49, Técnico de Nível Superior) diz que "minha formação acadêmica é em Administração Escolar, mas no estágio senti o grande paradoxo entre teoria e prática". Quando perguntada sobre o que é ser professor (a) ela diz que "é estar imbuído de uma grande responsabilidade de transmitir conhecimentos, lidar com as diferenças étnico-sociais e culturais".

O que se percebe de Leda é que, assim como outros graduados, a formação trouxe-lhe satisfação, mesmo não atuando como professora, ela cita as matérias que mais lhe proporcionaram base durante o curso para lecionar, "... didática, metodologia de ensino e educação comparada... planejamento e currículo...".

Mas, se por um lado temos uma pedagoga que mesmo não atua na área, mas, leva com sigo uma bagagem curricular bem fundamentada e sólida para a vida, não vemos isso em todos os que cursaram ou cursam Pedagogia. Outra entrevistada, Soraya R.P. , quando perguntada por qual motivo escolheu o curso de Pedagogia, responde que "Na verdade por falta de opção. Era o curso mais acessível no momento". Mesmo que em um primeiro momento a resposta causa estranhamento, o fato é que muitos pedagogos se encontram ou já se viram na mesma situação, não podiam cursar, por falta de dinheiro ou por qualquer outro motivo o curso que pretendiam. No entanto, o que parece ser um caminho de fardo para Soraya logo dá lugar ao fascínio pelo currículo e por todo o aprendizado durante o curso, mesmo não revelando desejo de seguir carreira diz que "gostei muito das disciplinas Teoria e Prática e Conteúdos e Métodos". É fato que nem todos os que cursam pedagogia estão no curso dos seus sonhos, mas é fato que mesmo essas pessoas têm encontrado no currículo, cada vez mais abrangente, matérias que lhes envolvem e lhes deixam mais perto de uma formação válida, e mais relevante ainda é poder constatar que os que estão no curso para seguir carreira têm visto novas políticas pedagógicas que ampliam cada vez mais os horizontes para as práticas educativas dentro e fora de uma sala de aula.

A grade curricular proposta pelas Diretrizes Curriculares Nacionais estão direcionadas às pluralidades da sociedade em constante mudança. Tânia Suely Azevedo, em seu artigo elaborado para apresentação no II Seminário Integrado de Pesquisa, Pós - graduação e Extensão da UNIR sobre as Diretrizes Curriculares segundo resultados da pesquisa:

"Em relação à aquisição das competências e habilidades propostas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia, os resultados da pesquisa revelam que, em sua maioria, os acadêmicos declaram que as mesmas estão sendo contempladas com uma intensidade considerada relevante (muito e bastante). Dentre elas destacam a 'capacidade de identificar problemas sócio-culturais e educacionais propondo respostas criativas às questões da qualidade de ensino e medidas que visem superar a exclusão social' e a 'capacidade de apreender a dinâmica cultural e de atuar em relação aos significados que a constituem'. Apesar da ênfase dada às competências anteriores, podemos observar nas respostas dos acadêmicos que a preparação para 'atuar com portadores de necessidades especiais, em diferentes níveis da organização escolar, de modo a assegurar seus direitos de cidadania' não atende às suas expectativas formativas, demonstrada na valoração de intensidade regular, pouco ou nenhuma.". (Azevedo)

E os desafios não se restringem ao aperfeiçoamento do ensino aos alunos com necessidades especiais, a formação, hoje, tenta libertar os professores das antigas práticas do ensino positivista e alienista, constrói uma nova abordagem prático-teórica para que os alunos compreendam as aulas trazendo para suas realidades, na família, na vizinhança ou no cotidiano pessoal, de maneira humana e despertando o pensamento crítico em sala. As novas abordagens na formação querem garantir maior reciprocidade entre a pesquisa que acontece fora de sala e a que acontece dentro da sala de aula, articulação cada vez maior das áreas de disciplinas, do conhecimento em diferentes campos e buscar o desenvolvimento de atitudes científicas, socialização do conhecimento e habilidades.

Os pedagogos têm que lidar cada vez mais com conteúdos que antes, com uma visão mais simplória do curso, não teria ligações com o campo Pedagógico, é o caso, por exemplo, da Psicologia, Tecnologia da informação, Ludicidade e Psicomotricidade. As disciplinas mais comentadas e que parecem cair no gosto dos futuros profissionais e os já graduados em Pedagogia são História da Educação, Didática, Português, Artes e Pedagogia Hospitalar.

4- Atuações Dos Pedagogos

A nova formação abriu portas para os acadêmicos em diferentes áreas o que amplia a área de atuação no mercado de trabalho. E o caso da Pedagogia Hospitalar que se enquadra nesses novos campos de atuação para efetuar seu trabalho tanto em domicílio quanto no hospital, para prestar assistência as crianças e jovens a poder continuar às atividades educacionais, mesmo não estando dentro de uma sala de aula, uma escola. É uma classe que foi implantada nos hospitais para que a criança ou jovem doente seja integrada a nova condição tão logo quanto possível, privilegiando um ambiente suave e acolhedor, sem perder o contato com o mundo externo, dando ênfase e privilégios às relações familiares e sociais.

Existe também o pedagogo empresarial que, nestes tempos em que as empresas e organizações das mais variadas vertentes precisam de profissionais mais bem preparados para atender expectativas e demandas, aparece como um instrumento a mais para o desenvolvimento dentro das organizações que rumam para serem instituições atinjam notoriedade pela qualidade de seus serviços. O pedagogo encaminha o profissional às tarefas que este se adaptou melhor, avaliando o aproveitamento e melhor ajuste, pois, sendo ele o pedagogo o profissional que ajusta às falhas, diante de novas situações tem de pensar estrategicamente, é conhecedor de vários perfis psicológicos: ao meso tempo que transmite conhecimento treinando e delegando tarefas ele também sabe aprender  este perfil, acrescidas mais algumas características, é solicitado aos profissionais desse mercado que, diga-se, é globalizado.

A administração Escolar, que pode ser apontado como um campo muito aberto também ao pedagogo é o campo onde o administrador escolar trabalha em conjunto com alunos e professores das instituições educacionais, assessorando o progresso do currículo, organizando as práticas pedagogias, é legal e administrativamente responsável pela instituição, em suma tem a função de diretor da mesma.

Administração escolar é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida no Brasil através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização. (Wikipédia)

Esses são alguns dos campos abertos ao pedagogo de hoje que pode escolher uma área ou mais de uma para trabalhar bastando que lhe pareça mais compatível com seu perfil, objetivos e ainda lecionar em sala, que ainda é o que os futuros pedagogos mais almejam.

5  Os cursos de Pedagogia no DF e a formação de professores

O primeiro curso de pedagogia no DF foi criada pela antiga Universidade do DF (UDF), que hoje chama-se Centro Universitário do DF.Logo após, a UnB cria na sua faculdade de educação o primeiro curso em estabelecimento público.O antigo Centro de Ensino Universitário de Brasília (CEUB, que hoje chama-se UNICEUB) também criou o seu curso de Pedagogia, na Faculdade de Educação do DF, Faculdade que faz parte do próprio CEUB.

Mas é na década de 1990 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, houve uma grande expansão dos cursos superiores no Brasil e em Brasília. Aqui, por exemplo, segundo dados oficiais do Ministério da Educação(BRASIL.MEC.SES.2006), existiam mais de 200 instituições de ensino Superior (inclusive educação à distância).

Contudo com essa grande expansão dos cursos superiores, e em especial os cursos de Pedagogia  os cursos de licenciatura nas áreas especificas, quase não foram atingidos  muito fecharam ou foram descredenciados pelo Ministério da Educação, como é o caso da Faculdade Caiçara em Brazlândia, da Faculdade AD1 em Cinelândia. Outros, foram incorporados por outras instituições, como é o caso da Faculdade Santa Terezinha (pelo grupo Anhanhera), a CENECISTA (pela Faculdade Projeção). Até a antiga UDF, foi comprada por um grupo de fora de Brasília  a UNISUL. A Faculdade AD1 foi comprada pelo Grupo Unisaber, mas o curso de Pedagogia continua a existindo.

RESULTADOS

A pesquisa foi realizada com...formandos do curso de pedagogia, e utilizamos um questionário e observação direta.No questionário, procuramos explorar questões pertinentes sobre a formação e qualificação profissional.Na questão numero um, indagamos sobre os motivos que os formandos em pedagogia .... O foco da exploração da pesquisa foram os profissionais já formados e os formandos no curso de pedagogia.

ANALISE DOS RESULTADOS

Percebemos que na questãop 1, a maioria dos entrevistados procuram o curso de pedasgogia por considerar um curso fácil e de duranção curta, alem de dar bases teóricas para aturar no mercad,,,

6 - Conclusão

Este artigo teve como objetivo principal descrever e explicar as evoluções nas funções exercidas pelo estudante do curso de pedagogia, ou seja, por meio desde foram expostas as atividades que um pedagogo exercia antigamente, e as opções que este profissional tem hoje em dia dentro da sociedade. No desenvolvimento deste artigo foi feito uma análise histórica da importância pedagógica, ou seja, foi dito como o governo se comportava em relação a essa profissão no inicio, no passado, e como foi o processo de transição para um nível mais elevado de importância. Assim, pode-se perceber como era a educação, e a capacitação de professores e a partir de quando este fato começou a ser abordado com mais preocupação.

Após um longo período o curso de pedagogia se inovou, digamos assim, expandiu seu leque de opções para o profissional, que antes se limitava a sala de aula e era muitas vezes confundido com outros profissionais. Este artigo tem como outro interesse, mostrar para que áreas da educação os profissionais recém-formados em pedagogia tem escolhido atuar, e assim, mostrar também como a pedagogia abrange outros setores, especificados no artigo, contendo comentários sobre como este profissional pode atuar em cada um dos setores citados.

Este artigo contém também dados sobre os primeiros passos da pedagogia no DF, ou melhor, sobre os primeiros cursos, a origem, e a evolução deste curso no Distrito Federal.

REFERÊNCIAS:

ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia  Geral e do Brasil.3ª.São Paulo:Moderna,2006.

BRASIL.MEC.SES.....Brasília;DF,2006.

REFERÊNCIAS ELETRÔNICAS

QUARESMA, Maísa dos Reis. Expansão dos Cursos de Pedagogia no Brasil. Disponível em http://www.histedbr.fae.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario4/trabalhos/trab047.rtf

PIMENTA, Selma Garrido. Funções sócio-históricas da formação de professores da 1ª. A 4ª. Séries do 1º. Grau. Disponivel emwww.crmariocovas.sp.gov.br/prf_a.php?t=002

SANTOS, Tânia Regina Lobato dos. Formação de Professores em Ciências e Educação: Conflitos e Perspectivas. Disponível em http://www2.uepa.br/gpc/tania_lobato.pdf

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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Sobre este autor(a)
Nasceu em Pombal-PB, mora em Brasilia há mais de 35 anos. Formado em historia, letras e peagogia, mestre em educação, doutor em historia antiga e doutorando em psicologia.Professor da Secretaria de Ensino do DF e de Instituições de Ensino Superior do DF
Membro desde outubro de 2009
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