A IMPORTÂNCIA REGIONAL DO AGRESTE
 
A IMPORTÂNCIA REGIONAL DO AGRESTE
 


A IMPORTÂNCIA REGIONAL DO AGRESTE


Marcelo Cavalcante Nunes Morgado
Graduando Licenciatura Plena em Geografia ? UEPB.


RESUMO


Demonstra o Agreste marcado pelo solo pedregoso e pela vegetação escassa e de pequeno porte (mirtáceas leguminosas e combretáceas). Situada numa área de transição entre a Zona da Mata e o Sertão. Onde apresenta certas características próprias da caatinga, consistindo em uma região úmida e cheia de brejos com o clima semi-árido. Sendo que nesta sub-região predominam as pequenas e médias propriedades rurais policulturas e a pecuária leiteira. Pelo seu desenvolvimento que abastece o maior mercado consumidor do Nordeste ? A Zona da Mata. De tal modo que atualmente pelos tempos das incertezas políticas, percebe-se a falta de investimentos Agroindustrial, Tecnológica e Turístico para o progresso da região do Agreste. Este trabalho procura analisar de forma sócio-econômica, com o objetivo de localizar, observar e valorizar os principais recursos naturais existentes na região do Agreste. Procurando, viabilizar o aumento social e turístico, potencializando essas áreas através das atividades econômicas pela sua diversidade cultural como os centros urbanos sub-regionais que provocam o desenvolvimento dessa região. Capacitando o manejo sustentável desses recursos naturais viventes em ações que marcam garantir os padrões de qualidade econômicos de muitas possibilidades sociais e ambientais dentro da sua unidade de conservação, que é o Agreste Nordestino. Identificando Campina Grande como a Capital do Agreste. Pela sua localização geográfica, entre o Sertão e o Litoral. Por ser uma cidade de fundamental importância para o crescimento da região, pelas suas condições naturais, pela produção de sua área de influência, na movimentação de seu comércio, na iniciativa criadora de sua indústria e do seu pólo Tecnológico, que garante como um centro regional importante no interior do Agreste. De tal modo, que essa região, carece de condições que favoreçam os investimentos de complexos e segmentos produtivos a serem instaladas em processo de concretização como: as novas alternativas agrícolas para a produção do biodiesel, a agricultura irrigada, as oportunidades turísticas e a expansão dos complexos industriais. Dando relevância à necessidade de integrar a gestão da água em função dos seus diferentes tipos de uso rural e urbano de forma sustentável e consciente gerando atos de produção ao meio ambiente de configuração inovadora com o uso dos investimentos governamentais e privados centradas na intensificação da produção vegetal e animal através do uso crescente social e tecnológico da produção.


PALAVRAS-CHAVE: Produção, Sustentabilidade e Tecnologia



INTRODUÇÃO


A região do Agreste encontra-se numa faixa de terra bastante estreita na direção leste-oeste e alongada na direção norte-sul, de transição climática entre essas duas sub-regiões. O litoral úmido do Nordeste e o vasto sertão semi-árido, começando desde Rio Grande do Norte e vai até o sul da Bahia. Segundo Andrade.


O Agreste, como salientamos anteriormente, é uma região de transição entre a Mata e o Sertão. Às vezes ele é bem característico em seus aspectos, mas em outras ocasiões pode ser confundindo com a Mata em seus trechos mais úmidos e com o Sertão nos mais secos. (ANDRADE, p.43)


O seu relevo é uma área relativamente alta de 500 a 800m. Caracterizando o Planalto da Borborema que corresponde à área mais elevada desta sub-região do Nordeste que age como uma barreira, dificultando a passagem dos ventos úmidos do oceano Atlântico e que perdem sua umidade nas chuvas habituais que incidem na parte oriental do Nordeste, na Zona da Mata e na porção leste do Agreste. E Andrade afirma que.


O Agreste, localizado quase inteiramente sobre a Borborema, apesar de próximo à área açucareira e de dispôs de condições climáticas e pastagens favoráveis ao desenvolvimento da pecuária, foi tardiamente povoado. (ANDRADE, p.152)


Esse Planalto Brasileiro e Nordestino é formado por escudos cristalinos de rochas da era Arqueozóica e Proterozóica conhecido geologicamente por Escudo Brasileiro, caracterizado por Depressões Sertanejas, pelo Planalto da Borborema e o mínimo geológico dos planaltos e serras de leste sudeste.

De modo que o solo do Agreste é áspero, inculto, indelicado, possuindo características férteis de boas condições de umidade a leste em contato com a Zona da Mata e a oeste em contato com o Sertão, apresenta solos profundos, com relevo extremamente variável, associados a solos rasos, solos de baixa fertilidade e pouca umidade.

Nessa sub-região nordestina, o Agreste é caracterizado pela sua semi-aridez, menos úmida que o litoral, através de solo pedregoso, com escassa e mirrada vegetação de caatinga de áreas pastoris com exceção de alguns trechos mais úmidos chamados brejos, onde a vegetação dominante é a mata de áreas agrícolas, que em alguns locais se assemelha à mata Atlântica.

Possuindo um clima de transição entre o clima tropical atlântico tendendo a seco pelas irregularidades da ação das massas de ar alternadamente úmido e seco com temperaturas médias entre 19°C - 28°C e uma pluviosidade média inferior a 2000 mm/ano.Apresentando um clima semi-árido que possui médias térmicas anuais superiores a 25° C com uma pluviosidade média anual inferior a 1000 mm/ano com chuvas irregulares, oscilando entre 700 e 800 mm/ano.

A sua hidrografia apresenta várias características que são determinadas pelo clima semi-árido. Seus rios oferecem em sua maioria um regime pluvial temporário, que secam durante as grandes estiagens, da mesma forma que enchem na época das chuvas. Isso inutiliza o abastecimento de água a população e dificulta o desenvolvimento das atividades econômicas, especialmente da agropecuária. Essa sub-região é caracterizada pela existência de um grande número de açudes, construídos para armazenar água e combater as seqüelas da seca.

Neste aspecto, o Agreste está influenciado por duas bacias hidrográficas como: A Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco - Tem uma área de drenagem de 645.067,2 km² de extensão e o seu principal rio é o São Francisco, com 3.160 km de extensão que nasce na serra da Canastra, em Minas Gerais. Depois de cruzar terras de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, desemboca no oceano Atlântico, na divisa desses dois últimos estados. É o único rio perene que nunca seca e atravessa o Agreste Nordestino. Abastecendo as populações com água e possibilita a prática da agricultura e na criação de gado sempre foi atividade tradicional em suas margens, desde a época colonial.

E a Bacia do Atlântico Leste que possui uma extensão área de 374.677 quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica engloba os estados de Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Em sua região é possível encontrar fragmentos de Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e vegetação costeira. Na bacia, a pesca é utilizada como atividade de subsistência. Abrangendo as áreas de drenagem dos seguintes rios: rio Jequitinhonha, Vaza-Barris, Paraguaçu e das Contas (na Bahia), o rio Doce (em Minas Gerais e Espírito Santo) e o Paraíba do Sul (em São Paulo e Rio de Janeiro).


AS ATIVIDADES ECONÔMICAS DO AGRESTE


O Agreste geograficamente é divido na sua parte setentrional em: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, separam a Zona da Mata canavieira do grande sertão pastoril. Na Paraíba e em Pernambuco o Agreste coincide com as terras altas do maciço da Borborema baixando sensivelmente de altitude em Alagoas e Sergipe.
A sua atividade econômica é formado pela policultura, que possui pequenas propriedades e uma densidade demográfica inferior à da Zona da Mata e bem superior à do Sertão. O caráter de transição dessa faixa contribui para a existência de pelo menos quatro micro-climas, que variam de acordo com a altitude e a proximidade do litoral. Existem assim áreas frias, úmidas, semi-áridas e quentes, cada uma delas com vocação para o cultivo de determinados produtos. Porém, certas áreas do Agreste têm demonstrado uma acentuada tendência à especialização, como a cultura da citricultura em Boquim, de nos produtos agrícolas, com destaque no cultivo de tabaco e plantas cítricas em Lagarto, cultivados por pequenos agricultores, neles são produzidos cereais, frutas e de verduras em Itabaiana, no Agreste sergipano; de fumo em Arapiraca, município alagoano; de café em Garanhuns, de tomate em Pesqueira, no Agreste pernambucano.

Nas áreas mais secas, como no Agreste potiguar, a ocupação econômica lembra a zona sertaneja, com fazendas de gado e plantações de algodão (principalmente o do tipo herbáceo) e sisal. A criação é feita em pastos cercados e o rebanho muitas vezes alimentado com a palma forrageira.
Em áreas mais favoráveis, as propriedades são realmente muito pequenas; nela se pratica a policultura, com plantações de milho, algodão, feijão fava, mandioca, etc. Já os brejos, zona de intensa umidade, e grande densidade demográfica, situados no alto da Borborema paraibana e pernambucana, apresentam grande variedade de produtos, destacando-se: a cana-de-açúcar, alguns cereais, e principalmente frutas e verduras, com plantações de banana, abacaxi, goiaba, caju, manga, pinha (fruta de conde), maracujá, tomate, abóbora e outros.

Estes produtos e mais o leite, obtido de uma bem sucedida pecuária leiteira desenvolvida na faixa agrestina dos cincos estados, destinam-se aos mercados consumidores urbanos próximos, principalmente as capitais da Zona da Mata, com destaque para a área metropolitana do Recife.
Já no Agreste Meridional separa o Recôncavo e a zona Cacaueira, áreas úmidas do litoral da Bahia, do enorme sertão semi-árido, que abrange o interior baiano. Igualmente de transição, que se organizou prioritariamente como uma zona de pecuária, com rebanhos leiteiros próximos de Feira de Santana e principalmente de corte nas micro-regiões de Itapetinga e Vitória da Conquista. A pecuária leiteira abastece o mercado consumidor de Salvador, enquanto a criação de corte destina-se ao abastecimento das capitais nordestinas do litoral oriental, inclusive Recife. Trata-se da mais importante área pecuarista do Nordeste brasileiro, com as melhores raças de clima tropical, dentre das quais: Gir, Nelore, Guzerá e Indu-Brasil. Itapetinga, Vitória da Conquista, Ipiaú e Jequié são municípios pecuaristas de grande importâcia, só comparáveis aos grandes centros criadores de Minas Gerais.


Na agricultura, destacam-se as plantações de café no planalto de Vitória da Conquista, as culturas do fumo nos municípios próximos de Feira de Santana, de laranja em Cruz das Almas e Alagoinhas, de mandioca na região de Jequié. O exemplo do que ocorre no Agreste Setentrional, na Bahia surgiram centros comerciais importantes como Feira de Santana, Vitória da Conquista e em menor escala Jequié a Alagoinhas. De acordo com SANTOS, através da racionalidade no campo e na cidade, garante.

No campo e nas cidades, o aprendizado e a crítica da racionalidade hegemônica se fazem através do uso da técnica e da experiência da escassez. (SANTOS, 2009 p.307).

Assim, percebe-se a clara demanda produtiva da região, através das intensas monoculturas ligadas ao dia-a-dia do consumo local de cada produtor. Que de fato acontece na BR-116 que liga Fortaleza ao Rio Grande do Sul, que passa pelo Agreste Baiano servindo produtos as principais cidades da região e contribuindo decisivamente para o crescimento destes centros urbanos.

E Feira de Santana que possui um parque industrial bastante expressivo está ligada a Salvador por uma moderna auto-estrada duplicada, a BR-324. Movimentando entroncamento rodoviário, que cresceu como qualquer outra cidade do interior nordestino, só comparada em população e importância a Campina Grande que se tornou um grande atrativo econômico com os seus pólos de desenvolvimento industrial e tecnológico para região do Agreste Nordestino. De acordo com Andrade, sobre advento das indústrias afirma.

O processo de industrialização tem sido intensificado com o surgimento de indústrias modernas com maior capacidade de produção. Essas indústrias, porém acarretam o desaparecimento de outras de pequena e média capacidade, voltadas para o mercado regional e local, como as têxteis, que beneficiavam o algodão [...] (ANDRADE, p.281).


Vê-se, deste modo, que o Nordeste está apto para o crescimento viável para os novos investimentos públicos e privados. De modo a ampliar a sua capacidade produtiva e o poder de exportação em diversas áreas econômicas do capitalismo mundial por meio da globalização. Incentivando as novas alternativas agrícolas para a produção do biodiesel, a agricultura irrigada, as oportunidades turísticas e a expansão dos complexos industriais.


CAMPINA GRANDE - A CAPITAL DO AGRESTE


Entre os portos do litoral e o vasto sertão do Nordeste, esta localização muito contribuiu para o surgimento de importantes empórios comerciais com tradicionais feiras. Os principais são as cidades de Campina Grande, na Paraíba; Caruaru e Garanhuns, em Pernambuco; Arapiraca e Palmeira dos Índios, em Alagoas; Itabaiana e Lagarto em Sergipe. E em Campina Grande no desempenho da atividade comercial conseguiu acumular grandes fortunas, hoje utilizadas para financiar seu parque industrial e tecnológico que desponta como promissor nesta quase metrópole do Agreste Paraibano. Que fica localizada sobre o Maciço da Borborema, entre o litoral úmido e o sertão semi-árido, Campina Grande é a Capital do Agreste, sendo uma das mais importantes cidades da região Nordeste. Sua localização é bastante privilegiada, foi um fator decisivo no desempenho da atividade comercial, pois desde o século XIX que esta cidade vem servindo de entreposto entre as capitais litorâneas e várias cidades do interior nordestino. Neste particular as suas relações comerciais com Recife sempre foram muito acentuadas, a capital pernambucana funcionando como ponto de abastecimento de produtos manufaturados em troca de produtos primários procedentes do sertão nordestino a exemplo do algodão e couro, comércio antes estimulado pelo interesse da Inglaterra nestas matérias-primas.


Logo, com o capital acumulado no comércio, Campina Grande resolveu investir na atividade industrial tendo surgido nos seus arredores um parque fabril e um grande Pólo Tecnológico, hoje promissor de progresso do interior nordestino, para todo o Brasil e para o mundo na produção de softwares.



Deste modo, compreendendo que a ação econômica no espaço social está contida no espaço geográfico, criado originalmente pela natureza e transformando continuamente os espaços de produção pelas relações sociais. Em que, Campina Grande se destaca no cenário econômico nordestino, como uma das cidades mais industrializadas e de porte médio do nordeste. O município assumindo um papel de centro hegemônico mercantil no Estado da Paraíba, e no nordeste, consolidando-se como um centro intermediário-distribuidor dos produtos advindos do Sudeste.
Reconhecendo a Campina Grande dos dias atuais, que se insere em um meio técnico-cientíco-informacional, atraindo objetos e ações características deste meio, os quais se fazem presentes no espaço urbano, mas que ao mesmo tempo convive e se contrapõem aos objetos e as ações pretéritas, conferindo a cidade um caráter singular em meio à tendência homogeneizadora da globalização.


CONCLUSÃO


Diante desse contexto, reconhece a importância do agreste, apesar de suas intensas atividades econômicas básicas encontradas nessa sub-região que compreende os grandes complexos comerciais e industriais bastantes desenvolvidos ao longo de séculos desde o início de sua colonização. Pela busca incessante e sofrida de um povo marcado pelo clima semi-árido, carente de recursos imediatos para uma digna sobrevivência em combater a idéia persistente da seca que está correlacionada à baixa produtividade.
Assim sendo, o agreste se assemelha ao sertão e constitui numa área em que a pressão sobre a terra é bastante forte e com muitas diferenças culturais em virtude das densidades demográficas e da estrutura fundiária, que tende para o minifúndio provocando à existência de muitas fazendas de gado.

Devido ao aceleramento do desenvolvimento industrial, das mudanças climáticas e a interferência cada vez maior do homem na natureza, têm gerado discussões cada vez mais vivas sobre o desenvolvimento sustentável. Mesmo que a Região seja sujeita a uma forte pressão demográfica ocasionada pelos movimentos migratórios provenientes do Sertão, a subdivisão das propriedades rurais do Agreste está se constituindo em um sério problema fundiário. Em determinadas áreas, sobretudo no Agreste Setentrional, o esfacelamento das propriedades tem criado verdadeiras colchas de retalhos, insuficientes para alimentar uma família, dada a diminuta área destas propriedades. Isto tem sido um desestímulo pra muitas famílias que procuram migrar para as capitais litorâneas próximas, ou para as áreas metropolitanas da Região Sudeste, no caso, São Paulo e Rio de Janeiro.

Portanto, se a região do Agreste for dinamizada com o devido tratamento político e adequada pelas técnicas de produção. Poderá conduzir a região para o desenvolvimento sustentado capaz de elevar a qualidade de vida da população regional, estabelecendo uma Política Agroindustrial, Turística e Ecológica. Adotando diversas tecnologias de mais fácil acesso aos trabalhadores rurais e que sejam mais adaptadas à realidade nordestina. Como também, estabelecendo a agricultura irrigada nas áreas onde existir disponibilidade de água e ampliando a agricultura seca, com as plantas xerófitas (que resistem à falta de água), num ciclo vegetativo curto, beneficiando as matérias-primas locais, visando de modo economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente sustentável.



REFERÊNCIAS


AESA ? Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. Disponível em: http//www.pb.gov.br/aesa. Acesso em: 16 mai. 2011.

ANA ? Agencia Nacional de Águas. Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Brasília, 2002. Disponível em: http://www2.ana.gov.br/Paginas/portais/bacias/SaoFrancisco.aspx.Acesso em: 23 mai. 2011.

ATLAS Geográfica do Estado da Paraíba. João Pessoa: GRAFSET, 1985.
CBHSF ? Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. Disponível em: http://www.saofrancisco.cbh.gov.br/baciasf.aspx. Acesso em 7 jun. 2001.

COGERH ? Companhia de Gestão de Recursos Hídricos do Estado da Paraíba ? Dados técnicos e operacionais. 2010.2

IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo 2010. Disponível em: . Acesso em: 14 jun. 2011.

IDEME ? Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual da Paraíba. Disponível em:
LIMA, P. J. de; HECKENDORFF, W. D. Climatologia. In: Governo do Estado da Paraíba; Secretaria de Educação; Universidade Federal da Paraíba: Atlas Geográfica do Estado da Paraíba. João Pessoa: Graf set, 1985.

SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4. Ed. 5. reimpr. - São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2009.


 
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