A DANÇA COMO TERAPIA: EM UM MOVIMENTO DE SUPERAÇÃO ÀS DIFICULDADES NAS RELAÇÕES SÓCIO-AFETIVAS
 
A DANÇA COMO TERAPIA: EM UM MOVIMENTO DE SUPERAÇÃO ÀS DIFICULDADES NAS RELAÇÕES SÓCIO-AFETIVAS
 


A DANÇA COMO TERAPIA: EM UM MOVIMENTO DE SUPERAÇÃO ÀS DIFICULDADES NAS RELAÇÕES SÓCIO-AFETIVAS

Sandra Souto Silva Souza *

RESUMO:

Este artigo está fundamentado nas teorias de Maria Fux, Gerda Alexander, Carls Jung, Angel e Klauss Vianna enfocam a importância da dança como terapia, expressividade corporal, sendo de grande ajuda ao sujeito-aprendente, na obtenção de superação de dificuldades de aprendizagem, de relacionamentos intrapessoais e interpessoais, visando-se com isto uma maior e melhor qualidade de vida.
Palavras - chave: Expressividade. Dança. Sujeito-aprendente. Superação.Terapia.



Pedagoga e especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica, especialista em Arte-Educação.
E-mail: [email protected]











1-Introdução:

Verifica-se que a finalidade deste artigo intitulado: A Dança como terapia: um movimento em busca de superação às dificuldades nas relações sócio-afetivas vem abordar em uma linguagem clara e objetiva, a importância da dança em nossos dias como alternativa de superação em um mundo que está em constante mudança com os avanços tecnológicos e que tem na dança uma terapia que possibilita inúmeras chances de modificar atitudes, comportamentos e aprendizagens.
Percebe-se que na vida o universo que nos cerca, está de certo modo em constante movimento, até mesmo as árvores, fixas ao chão, ainda balança seus galhos na agitação do vento.
Qual movimento da dança, que nos impulsiona e anima, também pode promover superações de vida atribuladas pelo stress diário ,por serem alguns , portadores de necessidades especiais,que faz as pessoas se distanciar uma das outras, onde a preocupação com a estética é maior que a busca pela qualidade de vida,daí ser este o foco do referente artigo: a terapia pela dança.











2-A história da dança para a humanidade


Descrevendo-se a história da dança, pode-se perceber que ela representa uma das três principais artes cênicas da antiguidade, em conjunto com o teatro e a música tendo-se como referência os movimentos do corpo, previamente constituídos, na coreografia ou as danças de improviso. Ela inseriu-se como uma manifestação artística ou de pura diversão, sendo arte , quando expressa símbolos e não necessita da música para fazer-se entender e tem uma platéia que não é voltada somente para as minúcias teatrais, notando-se que a dança hoje também está nas ruas, e através de vídeos pode-se divulgar a dança, sendo acessível às pessoas dos mais longuíncuos lugares.
Há registros de que o homem primitivo já dançava e foram encontrados em cavernas, no Período Paleolítico, eram desenhos simbolizando seu modo de vida, mas esta atividade de dançar tinha uma co-relação com suas vivencias diárias, como a caça, colheita, pesca, exorcizar um demônio, casamento, homenagem aos deuses, retratavam também suas subjetividades, ainda que meramente inconscientes, como alegria, tristeza, perdas e ganhos. Sabe-se que é uma das atividades mais antigas do mundo, a dança.
Relata-se que, na Dança Cósmica, (Eurípedes, 485-406 a. C.), se refere a "Etérea dança das estrelas", Ilíada e Odisséia, com suas danças fúnebres, bélicas, matrimoniais e agrícolas, também "A dança de Shiva", as danças para Calígula, Nero e Cômodo. As danças do Império Chinês.





Atenta-se para o fato de que através de Platão e Sócrates, filósofos gregos consideraram que a dança é uma atividade que forma o cidadão por completo , onde promoveria saúde ao corpo, ponto de reflexão estética e filosófica, no que a fez destacar-se na educação grega, eles não acreditavam que o corpo era separado do espírito e acreditava que a dança equilibrava e lhe trazia o conhecimento e a sabedoria.
Havia também naquela época, danças entre os romanos e etruscos, onde não há registros de textos escritos, somente representações eram feitas, percebendo-se sofrer grande influencia dos gregos desde o século VII a.C., onde inventavam danças guerreiras e dionisíaca de banquetes, onde os movimentos aconteciam de forma harmoniosa, com gesticulações, discursos numa mímica antiga.Toda a dança romana era especificada a reis , império , república e afins.
Sabe-se que, no Baixo Império Romano Cosmopolita, foi proibido o drama falado, devido a diferenças de línguas, passando-se também os espetáculos relatarem a decadência da história , ficando-se as artes cada vez mais rudes tendo-se me sua representação o circo e na obscuridade da pantomima, (teatro gestual que utiliza-se de poucas palavras e emprega mais mímicas), tendo-se assim um envolvimento com a vida corrupta romana, a condenação do cristianismo, onde padres da igreja , como Sto. Agostinho fala da dança como "coisa demoníaca".Pode-se relatar que a dança e o teatro , perderam com isto em relação a ser componente pecaminoso , a partir do século IV todos que freqüentavam o circo e a pantomima, foram excomungados, o batismo foi proibido , também pelos imperadores que se pronunciavam cristãos.





Constata - se que no século até mesmo no século XVII, na França , comediantes não podiam ser enterrados no "campo santo", sendo banida também a dança da liturgia.
Tal proibição só veio a ter fim, no Renascimento, quando os valores humanos foram exaltados novamente. Em meados do século XV aparece o balé na Itália , nascendo da corte aristocrata.Afirmando-se então que a dança saiu do gueto, onde no período que foi proibida , se exilou.Vale salientar que durante vários séculos, a dança foi privilégio do homem, somente muito tempo depois , mulheres puderam participar das danças folclóricas, e somente a partir do século XV, realizaram-se os primeiros tratados teóricos sobre a dança.
Em seu livro, intitulado: Dançar a vida, Roger Garaudy nos diz:

A mímica como palavras compõe-se de movimentos representativos, de uma realidade que já existe ou de seu conceito. O gesto do mimo é descritivo. O do dançarino é projetivo: induz uma experiência não conceitualizável, não redutível à palavra. Se pudéssemos dizer certa coisa, não precisaríamos dançá-la. [...] como o mito, a dança é um indicador de transcendência. (Garaudy, 1994p. 22, Apud Siqueira, ano2006).

Dispõe-se o homem, em suas inúmeras interpretações e mímicas, transcende com o mito, toda palavra e mostra a realidade ou a realidade que a conceituou.








2-2-A dança como terapia


Conta-se que , no século XIX, François Delsart(1811-1871),um dos principais precursores da dança moderna, estudou a afinidade do espírito com o corpo, do pensamento com o gesto , sendo até então percebidos pelos ocidentais como algo separados individualmente:corpo-espírito.Outro estudioso, dançarino e coreógrafo , nascido no Império Austro ?Húngaro, Rudolf Van Laban,(1879-1958) aprofundou esses estudo sobre o movimento e sua significação na dança e da dança para os seres humanos , do ritmo, do corpo e da música.
Narra - se a história, que a primeira escola de dança moderna , denominada de A Denishawn , fundada por Ruth St.Denis e Ted Shawn, em 1917-Sendo porém berço das três grandes celebridades da dança moderna:Doris Humphrey (1894-1958), Martha Graham(1894-1991) e Marian Chace(1896-1970), foi terapêutica moderna americana notando em seus alunos , um gosto maior pelas emoções que fluíam com suas danças , do que propriamente os movimentos ensaiados da dança em si.Trabalhou no St.Elizabeth¨s, hospital, de onde tinha mais alunos , com problemas de bulimia , anorexia , etc. E a fim de ter maior embasamento em dança terapêutica , foi estudar na escola de Washigton School of Psychiatry.









Confere-se que a dançaterapia (ou dança expressiva) é resultado de uma terapia onde tem na dança um meio de superação, quem dança cria um conhecimento maior de seu próprio corpo e os seus limites, é uma terapia que deixam os movimentos fluírem livremente, sem obedecer a regras específicas como as demais danças , seu critério é a improvisação, objetiva a obtenção do prazer em simbiose com a música ou com o silencio .Vale-se da linguagem não ?verbal, excitando o "som" do corpo, despertando a consciência de potencialidade , atenção , reflexos e habilidades percebendo-se ser capaz de se expressar através desta arte, em um equilíbrio corporal e mental.
Tal técnica ajuda a melhorar a auto - estima, além de deixar a pessoa mais desinibida, no que são feitas com músicas ou com o silencio . Inicia-se as aulas, com o aprendizado de saber respirar corretamente , acreditando-se ser importante para tudo fluir com mais leveza , mais tranqüilidade.Segue-se depois , o relaxamento, orientando-se então os alunos a fazerem uma viagem de imaginação.E nestas viagens , eles são" levados pelo professor a diversos lugares" , como uma praia, o campo, permanecendo-se assim por cinco minutos.
Logo em seguida começa-se o trabalho corporal, ficando os movimentos a critério da vontade do aluno, sendo primordial que expresse neste movimento que realizar seus sentimentos, sinta a música e se deixe envolver por ela; fazendo-se uma interpretação individual dos sons que estiver ouvindo, como o canto dos pássaros, o barulho de uma cachoeira (caso a aula seja ao ar livre) , o tumulto dos carros , e essas interpretações feitas por meio de seu próprio corpo, caso seja necessário, haverá incentivo do professor.
Tal dança aplicada terapeuticamente, desígna que o aprendente, coloque para fora o que está internalizado, suas habilidades, em um trabalho corporal de mente e alma, no "sentido de essência da vida", podemos organizar as aulas por etapas e trabalhar-se cada parte do corpo separadamente.







Qual método inova uma forma de dança onde se estimula partes do corpo adormecidas e gera a emancipação do ser humano tornando-se mais criativo e participativo no seu meio sócio-afetivo, firmando-se a dançaterapia, como mais uma maneira de superação dos problemas, no âmbito cognitivo e subjetivo.
No fator emocional, a dançaterapia ajuda o aprendiz a terem melhor auto estima e ser mais confiante em si mesmo , diminuindo-se com isto as frustrações e as dificuldades de expressões verbais .Quanto ao fator cognitivo, ajuda na melhoria das capacidades cognitivas como motivação e memória .Ao nível físico, libera um bem-estar, desenvolvimento da coordenação psicomotora, crendo com isto os dançaterapeutas, que são superados problemas mentais e emocionais , vê que o estado do corpo pode influenciar dançaterapia atitudes e sentimentos , tanto de forma negativa , quanto positiva..O uso da beneficiam com os movimentos adaptados , ritmados , diminuindo-se a ansiedade , desenvolvem a auto expressão e de forma natural , passam a acreditar nos seus próprios impulsos.
Obtendo-se resultados benéficos com esta prática , pode ?se afirmar que , a dançaterapia , produz em quem a pratica , resultados como:
? Regula-se a freqüência respiratória;
? Diminui a fadiga;
? Amplia os estímulos sensoriais, melhorando a atenção e concentração;
? Desenvolve a criatividade;
? Ampliação da capacidade de comunicação;
? Fortalece a identidade pessoal e a auto estima;
? Aumenta a resistência ao stress e a ansiedade;
? Promove a integração.
Entende-se que a dançaterapia é uma atividade lúdica e terapeuta, causando melhoras no corpo e na mente e estimula as individualidades. E a esses aprendizados adquire-se uma consciência corporal, reeducação de postura e respiratória, melhora a coordenação psicomotora, adaptações e ganho de autonomia dos gestos diários.





Ressalta-se que a dançaterapia atualmente não está restrita somente a dançarinas profissionais, mas a outras áreas como psicólogos, fisioterapeutas, antropólogos, professores de educação física, artes plásticas, médicos, psiquiatras, psicopedagogos, pediatras, atores e afins.
Alcança-se a dançaterapia atualmente, uma maior dimensão, por ter todos esses profissionais inseridos nos mesma e cientes de sua importância, ela se volta para todas as pessoas, como portadores de necessidades especiais, como síndrome de Down, espasmos ou qualquer de deficiência tantos mentais como auditivas
Qual criação tão inovadora, partiu da argentina Maria Fux, que relata em seus livros, não ter tido esta percepção de está fazendo dançaterapia com seus alunos , até ser notada por psiquiatras e psicólogos, partindo-se daí então aprimorar mais esta técnica de movimentos livres.E há mais de meio século que vem promovendo a integração , a comunicação das pessoas com este mundo através da arte da dançaterapia.
Compreendendo-se ser uma terapeuta da dança, Maria Fux, relata em seu livro Dançaterapia, numa linguagem simples e objetiva, os resultados benéficos que este fazer terapêutico provoca em quem dança, veja-se:

Eu não usava a palavra "terapia", mas os psiquiatras e psicólogos que viam meu trabalho me conformaram que o era e fizeram com que crescesse em mim aquilo que estava realizando: dançaterapia. (Apud, Maria Fux, p.10 ano1982).







Analisa-se que a dançarina acima mencionada, ficou conhecida mundialmente conhecida na pessoa de Maria Fux, onde dispõe atualmente de centros autorizados e supervisionados por ela, iniciou sua carreira artística como bailarina e coreógrafa tiveram como inspiração, Isadora Ducan, também bailarina, descobrindo a liberdade de movimentos que a dança propicia e estudou dança moderna, e percebeu que parte do corpo gera movimentação , explorando a projeção do ritmo absorvente, dando evidência ao ritmo do coração e a respiração.
Averigua-se que esses trabalhos elaborados por Maria Fux e seus demais seguidores, comporta não somente pessoas comuns, sadias, mas as que sofrem de Síndrome de Down, espasmos ou qualquer tipo de deficiência, podendo-se ser nos membros, problemas auditivos, visuais etc.Seu método incide em explorar o silêncio, e acreditando nele como provocador da descoberta dos ritmos internos emocionais , sendo um dos seus mais consideráveis trabalhos com pessoas vítimas de deficiência auditiva, conseguindo assim levar ritmo de movimentos a quem não acreditava jamais ser capaz de ter.
E nos diz, em seu livro Dançaterapia, que:

O ritmo está em tudo. Está em nossa respiração, em nossa respiração , em nossa circulação, em nosso nome, na maneira com que nos movemos , falamos , dormimos, amamos , comemos.Cada movimento executado no espaço tem a ver com nosso ritmo.(Apud, Maria Fux, p.47, 1988).







Dentre estes precursores desta arte, estão Gerda Alexander, que percebeu um método único de dança, onde o costume da época, "atrelava" professores e alunos a modelos pré-estabelecidos, inovando com isto, mostrando sua arte na Europa, onde a dança, também veria carregada de criatividade, emoção e espontaneidade sem, contudo obedecer a uma linha estilizada.
Frederick Matthias Alexander , também foi outro que inovou ,descobrindo movimentos no espelho, sendo ator , sua preocupação maior foi a postura dos atores contracenando, criou um método, onde trabalhava-se o pescoço da tensão, a flexibilidade dos movimentos , a cabeça mais esguia , a qualidade da voz, ele , na época não tocava em seus alunos , por ser criticada esta prática, mas atualmente , os que utilizam este método, manipulam o corpo inteiro, surtindo com isto um melhor efeito
Um dos pioneiros da arteterapia, Carl Jung, psiquiatra alemão, não se apropriou especialmente da dança em seus estudos, mas muito contribuiu para que os demais pesquisadores pudessem aproveitar-se do conceito de coletivização de Jung, exemplificando esta apreciação de individuação, que diz tornar-se aquilo que alguém está disposto a ser, ainda que isso exija romper com as expectativas e idéias instituídas. O mesmo, não deu ostentação ao enfoque do corpo e escreveu pouco a respeito da expressão corporal , mas estimulou seus seguidores a ampliar seus horizontes com sua psicologia , inclusive a somatoterapia e o movimento da dança e por volta de 1920, a então denominada terapia respiratória , passou a ser chamada de treinamento da sensibilidade.






Esse desenvolvimento teórico , acima mencionado desenvolvia técnicas de "imaginação ativa", dando ao paciente, um instrumento do material real inconsciente, e assim colocou possibilidades para que se criasse uma "terapia do movimento", sendo de suma importância para Jung, o cliente ter um contato e compreensão da informação simbólica, advinda do inconsciente. Livre dos complexos, o material pessoal, seu núcleo arquetípico fornece recursos para a individualização e para a experiência de Eudade. Ele se valeu de sonhos e métodos artísticos como acesso direto para compreensão do que estava designado para o sujeito.Para este fim, Jung, aplicava a dança tanto com expressão direta como através da "agitação dos sonhos da pessoa."
No seu livro, Tocar-Terapia do Corpo e Psicologia Profunda, Deldon cita Joan Chodorow, analista juguiana, que nos diz:


O esforço dá-nos um modo de olhar para as atitudes intencionais de um indivíduo voltadas para o Tempo... a Forma...o Peso...e o Fluxo de tensão muscular .Dependendo da maneira como combinamos esses elementos , a experiência do movimento pode fortalecer nossa conexão com o mundo exterior objetivo ou pode relacionar-se com nosso mundo interior mais subjetivo...(Apud, Deldon, 1994.Joan Chodorow p.64.).

Fazendo-se uma análise sobre nosso comportamento diante de nossas atitudes , e do quão é importante esta conexão que fazemos com nós mesmos e com o mundo que nos cerca.






Atenta-se também para o trabalho do professor, bailarino e coreógrafo, Klauss Vianna, onde em seu livro: A Dança, especifica que:

"Quando trabalhamos o corpo é que percebemos melhor estes pequenos espaços internos, que passam a se manifestar por meio da dilatação.Só então estes espaços respiram".(Apud, Vianna, p.70, 2008.).

Ressaltam-se em suas palavras, a prioridade que dá ao cuidado e observação com o próprio corpo, deixando clara a sua preocupação em dar ao corpo liberdade de respirar, por crer quando questionado que "idéias corporais pré-fabricadas"deturpam a individualidade.Em sua concepção serviriam somente para iniciar esses movimentos e que seria portanto , um respaldo para o movimento seguinte.
Atribui-se o sucesso da dança na relação de afetividade professor aluno, em um feedback, onde assemelha seu método , neste patamar, com de Maria Fux, onde mais importante do que tudo , é a co-relação afetiva do mestre com o aprendiz, e toda proposta de movimento e inventividade , relaciona-se com as vivências diárias e a expressão corporal, ser algo específico a cada ser humano.Acreditar-se que nestas expressões estarem contidos movimentos da vida psíquica , das expressões , dos sentidos , dos afetos, enfim, todas as suas subjetividades , atentava-se para a percepção ao corpo em partes por vezes esquecidas e sempre exemplificando-se com a vida que por vezes , despercebemos partes que nos parecem mínimas , mas são importantes.





3- Conclusão:

Em meio a estas abordagens teóricas e vivenciadas por seus autores, observa-se a evolução da dança e sua importância como terapia, buscando-se ultrapassar obstáculos, neste artigo , a equipe que o elaborou, pode perceber, depois de inúmeras leituras sobre esta terapia, que a linguagem do corpo é autêntica, o corpo retrata o que de real sentimos , melhora-se o conhecimento mais profundo de si através da dançaterapia e quebram-se os paradigmas do preconceito. Numa simbiose dançante, em que no conjunto não se sabe quem é quem, vem superar dificuldades e deficiências a todos que inseri-se nesta arte .













4- Referências:

FUX, María. Dançaterapia. São Paulo: Summus, 1988.
MCNEELY, Deldon Anne. Tocar-Terapia do Corpo e Psicologia Profunda. São Paulo: Cultrix, 1994.
SIQUEIRA, Denise da Costa Olive. Corpo, Comunicação E Cultura: A Dança
Contemporânea Em Cena. São Paulo: Autores - Associados, 2006.
FUX, María. Dança Experiência de vida. São Paulo: Summus, 1983.
VIANNA, Klauss. A Dança. São Paulo: Summus, 2008.
ELLMERICH, Luís. História da Dança. 3. ed.São Paulo:Ricordi, 1964.











 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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