A Cruz de Cristo: Perdição ou Salvação?
 
A Cruz de Cristo: Perdição ou Salvação?
 


Manoel Felizardo dos Santos (Doutorando em Ciências da Educação)

Palavra chave: Cristo - Cruz - Maldição ? Salvação

Resumo:
A Cruz de Cristo, símbolo de veneração dos cristãos (católicos), e escândalo para outros, desde os primeiros testemunhos dos homens e mulheres da história do cristianismo, ainda hoje, vinte e um século depois, é motivo de vergonha para os que não acreditam na vitória de Jesus sobre a morte. Acreditar em Cristo Jesus, no seu testemunho na sua Palavra na sua entrega na sua morte e na sua Ressurreição e querer esconder o símbolo da sua vitória, (a cruz), é viver um testemunho de ignorância, vergonha e hipocrisia, respeitando todas as crenças e ideologias.


Introdução
A palavra cruz, na Bíblia, algumas vezes faz referência à cruz de madeira na qual Jesus foi cravado e posto para morrer, no Calvário. A cruz é o sinal de Cristo para o Cristão. Ao olhá-la, o Cristão recorda que nela morreu Cristo. Na Cruz Paulo vê o design de Deus que levará os homens a glória (1cor 2,7-8; Rm 14,7-9). Por isso a veneração da Cruz: O madeiro do suplício, no qual Jesus foi crucificado, converteu-se de imediato para os Cristãos no símbolo dos sofrimentos de Cristo suportados para a nossa salvação, e no próprio símbolo da salvação. Glória e Cruz são dois símbolos e, de certo modo, duas situações extremas de um caminho que foi o de Israel e o de Jesus. A tradição Judeu-Cristã faz ressaltar a salvação necessária da glória com a cruz. Isto foi o que o Apóstolo São Paulo falou aos Filipenses, que Cristo "foi obediente até a morte, e morte de cruz" (Fp 2,8). A cruz do grego Tau, do latim Crux, é uma figura geométrica formada por duas linhas ou barras que se cruzam em um ângulo de 90°, dividindo uma das linhas, ou ambas, ao meio. As linhas normalmente se apresentam na horizontal e na vertical; se estiverem na diagonal, a figura é chamada de sautor, ou aspa. A cruz é um dos símbolos humanos mais antigos e é usada por diversas religiões, principalmente a cristã, embora nem todos os cristãos a usem como símbolo, pois consideram que Jesus Cristo foi pregado em um madeiro. Ela representa uma divisão do mundo em quatro elementos (ou pontos cardeais), ou então a união dos conceitos de divino, na linha vertical, e mundano, na linha horizontal. Na subcultura Gótica, este símbolo geralmente é a representação do sofrimento, dor ou angústia. É possível que esta definição tenha o sentido original, já que em Roma antes mesmo da morte de Cristo, era usado para esta finalidade. Uma das formas de condenação à morte consistia em atar ou pregar condenados em uma cruz, fazendo os mesmos padecer terrivelmente. A cruz, em outras vezes, é atinente às aflições e provações que os crentes atravessam pela causa da religião que professam, quando seguem a Cristo fielmente. Vêem-se neste sentido quando o Senhor usa a palavra: "Aquele que não toma a sua cruz, e segue-me, não é digno de mim" (Mt 10,38). Este também é o sentido no qual Paulo usa a palavra quando escreve aos Gálatas. Ele conhecia bem esta cruz. A afirmação de Jesus diz não somente a quem ele era, mas também àquilo que ele veio fazer no mundo; não somente às sua pessoa, mas também a sua missão; não somente a sua vida, mas também à sua morte. Aos olhos de Paulo, a cruz assume uma dimensão cósmica. "a antiga tradição desenvolverá o tema da cruz como árvore cósmica que, com o braço vertical, une céu e terra e, com o braço horizontal, reconcilia entre si os diversos povos do mundo". Evento cósmico e ao mesmo tempo personalíssimo, aos olhos do Apóstolo, Cristo foge a toda compreensão humana ao acontecimento da entrega e da morte: "me amou e se entregou por mim" (Gal 2, 20). Cada homem escreve o Apóstolo, é um "daquele por quem Cristo morreu" (Rom 14, 15).
Desenvolvimento
Mas a palavra cruz também se refere, em alguns outros lugares da Escritura, à doutrina de que Cristo morreu pelos pecadores sobre a cruz, - "A cruz" aponta para Cristo crucificado, o único Salvador. Este é o significado no qual Paulo usa a expressão, quando fala aos coríntios: "A pregação da cruz é loucura para os que perecem" (1 Cor 1,18). Também é o significado que ele escreveu aos Gálatas: "Longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo. Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, ela também revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Paulo, o Apóstolo, declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6,14). Este mundo odiou e crucificou o Senhor e, através desse ato, crucificou a todos. Também na mesma carta ele declara que as pessoas observantes da lei não conseguem vislumbrar a real presença de Deus em nosso meio, assim " Os que observam a lei, porém, estão todos debaixo do Jesus da maldição, pois a Escritura diz: Maldito seja todo aquele que não é fiel a todas as coisas que estão escritas no livro da lei para serem praticadas. Além disso, é evidente que ninguém pode tornar-se justo diante de Deus através da lei, pois o justo viverá pela fé. A lei não se baseia sobre a fé, pois diz: "Quem praticar os preceitos da lei viverá por meio deles". Cristo nos resgata da maldição da lei, tornando-se Ele próprio maldição por nós, como diz a Escritura: " Maldito seja todo aquele que for suspenso no madeiro" (Gal 3, 10-13). A maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz "com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo" (1Cor 1,17). "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 Jo 4,19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. "Se alguém me ama, guardará a minha palavra" (Jo 14,23). A lei para os Judeus era a sua vida, pois através da observância desta, abreviaria a chegada do Messias prometido pelos profetas, assim era inconcebível conceber este Messias esperado no maldito crucificado, consciente e conhecedor da lei, Paulo escreve: "Sabemos que tudo que a lei diz aplica-se aos que vivem debaixo da lei. Isso para que todos calem a boca, e o mundo inteiro se reconheça culpado diante de Deus. Porque ninguém se tornará justo diante de Deus através da observância da lei, pois a função da lei é dar consciência do pecado" (Rom 3, 19-20). A cruz para os Judeus era símbolo da fraqueza, do fracasso e da vergonha, porque nela eram executados os criminosos, assim Paulo um dos maiores perseguidores da igreja de Cristo (os Cristãos), e também paradoxalmente um dos maiores anunciadores do Cristo Ressuscitado escreve: "Os Judeus pedem sinais e os Gregos procuram sabedoria; nós, porém, anunciamos Cristo Crucificado, escândalo para os Judeus e loucura para os pagãos. Mas, para que são chamados, tanto Judeus como Gregos, Ele é o Messias, poder de Deus e sabedoria de Deus. A loucura de Deus é mais sábia do que os homens e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens" (1cor 2,22-25). Na certeza do poder de Deus sobre os homens e reconhecendo que dar glória a Deus é receber, reconhecer que Deus é absoluto, Paulo nos chama a reflexão da sabedoria, da nossa pouca sabedoria, limitada para os mistérios de Deus, ele descreve Cristo como nosso irmão e nosso salvador a quem nos convida para vivermos junto com Ele o seu amor: "Foi Ele que nos tornou capazes de sermos ministros de uma aliança nova, não aliança da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, e o Espírito é que dá vida (2cor 3,6). Mas, na interrogação de muitos que diziam e dizem:" Então, pela fé anulamos a lei? "De forma alguma, pelo contrário, nós a confirmamos" (Rom 3,31). "Cristo é a nossa paz. De dois povos Ele fez um só, na sua carne derrubou o muro da separação: O ódio. Aboliu a lei dos mandamentos e preceitos. Ele quis, a partir do Judeu e do pagão, criar em si mesmo um homem novo, estabelecendo a paz. Quis reconciliá-los com Deus num só corpo, por meio da cruz; foi nela que Cristo matou o ódio" (Ef 2, 14-17). Aceitar a cruz de Cristo é viver um novo amanhecer, onde vive o Todo, aceitar a cruz é embarcar numa viagem onde os vagões que deslizam no caminho da vida têm um nome chamado amor, só se pode descobrir a magnífica passagem ao nos perdermos no sagrado coração de Deus, como testemunha Paulo: "Quanto a mim, foi através da lei que eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Fui morto na cruz com Cristo. Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim" (Gal 2,19-20). Conhecendo a Palavra de Deus e se tornando pequeno, simples, para acolher os seus ensinamentos de quem te amou primeiro, com amor de Pai, aceitemos a sua voz que fala em nossos corações assim: "Quanto a você permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como certo você sabe de quem o aprendeu. Desde a infância você conhece as Sagradas Escrituras; Ela tem o poder de lhe comunicar à sabedoria que conduz a salvação pela fé em Jesus Cristo. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para corrigir, para educar na justiça, afim de que o homem de Deus seja perfeito, preparando-o para toda boa obra" (2Tim 3,14-17).
Qualquer pessoa que investigue, pesquise e procure os textos que fale sobre o cristianismo pela primeira vez ficará impressionada pelo destaque extraordinário que os seguidores de Cristo dão à sua morte. No caso de todos os outros grandes líderes espirituais, a morte deles é lamentada como fator determinante do fim de suas carreiras. Os apóstolos Pedro, Paulo e João ao descrever a morte do Messias, Jesus, conseguem desenvolver de uma forma inspirada tudo aquilo que os homens puros de coração e os religiosos vêem a morte do Salvador na cruz. Paulo diz: "Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado "(I Co 2,2), Pedro também declara: Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus" (I Pe 3,18), envolvido pela declaração de amor que transborda no coração João complementa: "Nisto consiste o amor: não em nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e nos enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados" (I Jo 4,1) O religioso ressaltou que "a morte de Cristo tem um alcance universal: O amor de Cristo nos compele, considerando que, se um só morreu por todos, logo todos morreram (2 Cor 5, 14). "Sua morte deu um sentido novo à morte de cada homem e mulher". Seguir os caminhos de Cristo é ouvir a sua Palavra e colocá-la em práticas através de atos, atitudes e principalmente por testemunho de vida dedicada ao próximo, ao irmão e esquecer o que passou fixando os olhos para Cristo, caminho, verdade e vida, dando testemunho ininterrupto como fez Paulo, depois que o conheceu dizendo: "Esqueço-me do que fica para trás e avanço para o que está na frente. Lanço-me em direção a meta, em vista do prêmio do alto, que Deus nos chamou a receber em Jesus Cristo"(Fil 3,13). Complementa, acrescentando: "Irmãos, sejam meus imitadores e observem os que vivem de acordo com o modelo que vocês têm de nós. Uma coisa eu já disse muitas vezes e agora repito com lágrimas: Há muitos que são inimigos da cruz. O fim deles é a perdição; o Deus deles é o ventre, sua glória está no que é vergonhoso, e seus pensamentos em coisas da terra" (Fil 3,17-19).
Considerações Finais
Paulo plantou a cruz no centro da Igreja como mastro principal no centro do navio; tornou-a fundamento e centro de gravidade de tudo. Fixou para sempre o quadro do anúncio cristão. "Os evangelhos, escritos depois dele, seguiram o esquema, fazendo do relato da paixão e morte de Cristo a base sobre a qual tudo está orientado." A cruz de Cristo é motivo de esperança para todos, nela Cristo teve o seu gesto mais profundo de sacrifício Ele deixou a glória, o trono, esvaziou-se, tornou-se homem, servo, foi perseguido, preso, açoitado, cuspido, pregado na cruz. Sendo Deus se fez homem; sendo senhor, se fez servo; sendo santo, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo o autor da vida, deu a sua vida. O Sinédrio o humilhou cuspindo nele. Os soldados o humilharam o açoitando e rasgando o seu corpo com fortes açoites, colocando na sua cabeça uma coroa de espinhos, dando-lhe pancadas na cabeça.
Jesus foi humilhado ao ter que carregar uma cruz pelas ruas agitadas de Jerusalém ao lado de dois ladrões. Ele foi humilhado pelo vozerio da multidão ao pé da cruz. "Ele foi humilhado até a morte e morte de cruz". Ele foi humilhado quando clamou que estava com sede e lhe deram vinagre para agravar sua tortura. Para conhecer o Cristo sofredor e Salvador de toda a humanidade é preciso abrir o coração e a mente procurando compreender o caminho que a família de Deus percorre, tendo assim o encontro pessoal com ele, não ficando prisioneiro da lei, de uma lei morta que não dá vida, percebendo-o tão próximo, sem precisar do jugo da lei, para isso faz-se necessário descobri-lo como Paulo o fez: "... No entanto, os espíritos deles se tornaram obscurecidos. Sim, até hoje, quando eles lêem o Antigo Testamento, esse mesmo véu permanece; não é retirado, porque é em Cristo que ele desaparece. Sim, até hoje, todas as vezes que lêem Moisés, há um véu sobre o coração deles, somente pela conversão ao Senhor é que o véu cai, pois o Senhor é o Espírito; e onde se acha o Espírito do Senhor aí existe a liberdade" (2cor 3, 14-18). Alguns aceitaram o que Ele dizia, mas outros não quiseram acreditar. Houve assim discordância entre eles. Enquanto iam saindo Paulo só disse uma coisa: "Bem que o Espírito Santo falou aos antepassados de vocês por meio do profeta Isaías:" Vá ter com esse povo e diga-lhe: Vocês vão escutar bem, mas não compreenderão; vocês vão olhar bem, mas não verão. "O coração desse povo está embotado; ouviram mal com os ouvidos e taparam os olhos, nem ouçam com os ouvidos, e não entendam com o coração, nem se convertam e eu não os cure" (At 28,24-27).
Ter a cruz de Cristo como salvação ou perdição é uma escolha e como escolha deve ser respeitada, mas como princípio escatológico observa-se que assim como a morte e a ressurreição de Jesus marcam a inauguração do tempo final da plenitude para a história, dando-lhe assim um significado todo novo, também a morte dos que acreditam e vêem essa morte em Cristo dá ao período da vida da pessoa uma profundidade sem limites. É o tempo da vinda de Deus é o tempo da decisão e resposta humana. É o tempo que a pessoa encontra Deus e o seu mais verdadeiro, ou perde ambos. Devemos perceber que vivemos a vida num "agora" escatológico, sem ameaça ou conforto de várias repetições. O que fazemos tem significado eterno. Assim, na visão Cristã a salvação abrange o todo, e isto se encontra implícito na antropologia que considera a pessoa humana como irredutível unidade de corpo e espírito. Cristo nos salvou por inteiro, morrendo na cruz e ressuscitando, conduzindo todos aos braços do Pai. A fé cristã na ressurreição de Jesus Cristo dos afirma a vitória fundamental de Cristo sobre as forças da morte. A salvação através da cruz atinge toda a família humana. Assim, enquanto vai desaparecendo a expectativa de uma parusia iminente, a escatologia e piedades cristãs tornam-se cada vez mais individualistas. A vida eterna é pessoal, mas não é um progresso e perfeição de indivíduos são o estabelecimento e perfeição de uma comunidade universal de amor, fundada na comunhão com Deus. "Longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo", (Gal 6,14). Que Jesus Cristo o Ressuscitado se faça presente em cada coração e que através da sabedoria de Deus possa florescer como um amanhecer em cada mente e em cada ser, e que a Cruz de Cristo seja esperança para todos. Na Idade Média o homem tinha os olhos e o coração voltados para Deus, ele vivia exclusivamente para louvar e servir ao seu criador, hoje, no mundo secularizado onde se vive como se Deus não existisse, é preocupante a não aceitação do maior símbolo do cristianismo. A cruz. Friedrich Nietzsche Chegou a dizer que "Deus está morto" e que as igrejas não passam de sepulturas e monumentos funerários de Deus. Nietzsche é o anunciador da supremacia do tempo, da exccelsitude elementar, inexorável e indevassável do tempo. A mensagem bíblica é em sua essência também uma mensagem do tempo, para Paulo a representação do tempo como transcurso cronológico delimitado não significava um esvaziamento da temporalidade. Para Paulo o tempo não se reduz de modo algum a uma passagem insignificante, uma espécie de sala de espera. Ao contrário, somente Nele o "presente" se faz perceptível, logicamente que os homens do passado tinham uma visão de Deus, hoje temos outra, mas Deus não muda o que muda são as nossas interpretações do poder Dele. O que devemos ter em nossas mentes é que alguma coisa está seguindo o seu caminho natural. Acreditar na vitória de Cristo é apresentar a sua cruz que representa o trono do nosso Salvador. Escondê-la é se envergonhar do maior símbolo cristão. Devemos mostrar a todos e nos orgulhar do madeiro que nos levou ao Pai. A cruz de Cristo.


















E-mail: [email protected] Artigo proposto para a complementação do Curso Integrado de Mestrado e Doutorado em Ciências da Educação pela Universidad San Carlos- PY.
Referências
ü Bíblia Sagrada. Edição Pastoral, Editora Paulus. 1990
ü Bíblia de Jerusalém
ü Revista Concilium. Editor e proprietário da Edição em língua portuguesa: Editora Voz Limitada, Petrópolis, RJ, Brasil, 1970.
ü Santridián, Pedro R. Dicionário Básico das Religiões/ Pedro R, Santridián; desenhos Mariano Sinués. - Aparecida, SP: Editora Santuário, 1996.
Sites:
ü http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=272714 ? 27.08.10 ás 11h25
ü http://www.monergismo.com/textos/cruz/cruz_ryle.htm - 27.08.10 às 11h
ü http://www.chamada.com.br/mensagens/cruz.html - 27.08.10 ás 11h14
ü http://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz_(s%C3%ADmbolo) -27.08.10 ás 11h16
ü http://hernandesdiaslopes.com.br/2009/12/a-cruz-de-cristo-a-maior-expressao-de-amor/ 26.08.10 as 11h44
 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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Sobre este autor(a)
Pós Doutor em Direito pela Universidad Del Museo Social Argentino – UMSA -, Mestre e Doutor em Ciências da Educação pela Universidad San Carlos – USC - Doutorando em Epistemologia e História da Ciência pela Universidad Três de Febrero - UNTREF, Pós Graduado em Psicopedagogia Clínica, pela Faculdade ...
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