Pôxa
- Por Carlos Magno de Almeida
- Publicado 8/10/2008
- Poemas e Poesias
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Pôxa
Poema de Carlos Magno
Pôxa!...
Que entardecer risonho,
o mundo bordou de sonho,
pra enfeitar esse lugar.
Veja só que nuvem flutuante!
Parece o mesmo brilhante
que acende o teu olhar.
Se uma querência bem medida,
se atirar de tua vida
pra viver em minhas mãos,
eu a apertarei assim nos dedos,
como se guardam segredos,
se não, vazam pelos vãos.
Ah! Se tua pele vaporosa
fosse pétala de rosa
e eu gota de sereno!...
Eu não perderia tal ensejo,
despejava meu desejo
em teu jardim de céu ameno.
Carlos Magno de Almeida
Release CARLOS MAGNO Desenvolvendo múltiplas atividades, atuando como artista plástico, músico escultor e poeta, Carlos Magno transfere para suas telas muito da musicalidade e poesia da cultura popular brasileira, trazida do rico universo dos subúrbios pobres do Rio de Janeiro onde foi criado. Expondo a partir de 1973 em São Paulo, mostrou individualmente suas obras no Museu Nacional de Belas Artes, (Rio de Janeiro), Associação Atlética do Banco do Brasil, (Tijuca), Galeria Líquen em Assuncion do Paraguai e várias coletivas pelo Brasil. Sendo: 22 exposições individuais, 38 coletivas e 14 salões. Endereço do Artista Rua dos Biólogos- Lote 05 – Quadra 15 – Jacarepaguá – Rio de Janeiro – RJ. CEP – 22723-510 – Tel 24409075 - 91375143
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