Família 8 - A Família E A Febre Do Consumismo
- Por Josué Ebenézer de Sousa Soares
- Publicado 30/12/2006
- Estudos Bíblicos , Lar e Família
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A FAMÍLIA E A FEBRE DO CONSUMISMO
O que é consumismo? A palavra é um neologismo ainda não de todo assimilada pelos lexicólogos. Vem de consumo. Mas um consumo compulsivo, um gasto desmesurado, aplicando-se as riquezas na satisfação das necessidades pessoais. Consumismo, então, é a gastança descontrolada, quase doentia, a que estão sujeitos os indivíduos que se deixam engodar por uma sociedade voltada para a produção e a comercialização do que se produz, sob a intermediação de um instrumento que pode ser altamente nocivo chamado marketing.
Sabemos que esta é uma febre mortal que acomete a sociedade moderna e a joga sobre o leito da gastança. Tanto que nossa sociedade já foi devidamente catalogada como "sociedade de consumo". Mas, por que ela nos escraviza? Por uma razão muito simples: Nossos olhos se deixam levar pela aparência e somos muito susceptíveis às novidades. Além disso, há um sentimento perverso que nos corrói: a inveja. Se utilizamos um bem material para satisfação das necessidades econômicas próprias, e o fazemos descontroladamente, e se compramos para o gasto próprio de maneira abusiva e obcecada, então já fomos mordidos pelo agente transmissor dessa febre. O difícil é sair dela; curar a doença!
O consumo como "deus" destes tempos mercadológicos
A complexidade dos tempos modernos, no que diz respeito ao consumo, é tamanha que não podemos nos descuidar do que ocorre à nossa volta. O "deus-consumo" arregimenta uma legião de fiéis que diariamente acorrem aos seus templos para piedosa e dispendiosa devoção. Se a nossa cultura industrializada depende dos consumidores para subsistir, muitos dos cidadãos tornam-se fanáticos nesta empreitada. O problema do consumo, não é o fato em si, mas o excesso, o consumo do descartável, a consumição indevida, desnecessária, descontrolada.
A própria sociedade se incumbiu de preparar as arapucas mercadológicas para aprisionar o consumidor inveterado: cartões de crédito, cheques pré-datados, crediários, além dos famosos caderninhos de balcão. Somem-se a isto as facilidades: comprar sem dinheiro, pagar depois, parcelar, dividir em inúmeras vezes, à perder de vista... Crédito pré-aprovado, facilidades etc. Comprar, consumir, gastar... Quem, pelo menos uma vez na vida, não caiu nesta armadilha? O importante é, quando se cai, aprender logo a lição para não mais voltar a incorrer no erro. Caso contrário, aos poucos, o indivíduo vai entrando numa consumpção terrível, em que ao consumir, é consumido; ao gastar, se gasta e se desgasta. A pessoa consumptível é aquela que entra num processo de definhamento gradual, porém lento, em que seu organismo vai se desintegrando. O consumidor voraz pode atrair sobre si este tipo de consumptibilidade na forma de doença psicossomática, à medida que perde o controle da situação.
O "deus-consumo" é insaciável. Nunca está satisfeito. Mais ainda, não se contenta com pouco, ao contrário, quanto mais alimentado é, mais tem sua fome aumentada. É cruel e implacável. Quer sempre tornar seus suditos e fiéis cada vez mais dependentes dele. Cuidado! Há muitos que não tiveram volta neste caminho tortuoso.
Os shoppings-centers como templos desse novo culto
O culto ao consumismo tem como ponta de lança a superficialidade da vida moderna em que o "ter" se sobressai ao "ser"; em que a aparência conta mais ponto do que a essência; em que se valorizam mais os valores da estética do que da ética; em que se está mais interessado no invólucro do que no conteúdo, na casca do que na polpa. Vivemos os estertores de várias gerações que valorizaram o corpo mais que o espírito. E como conseqüência, vivemos num mundo de futilidades e transgressões.
Lembremo-nos da situação degradante porque passou Saul, o primeiro rei de Israel. Depois de ter sido ungido rei sobre o povo, desobedeceu às ordens expressas de Samuel, o sacerdote, contrariando a vontade de Deus e colocando a culpa no povo e acrescentando que o motivo era nobre como se os fins justificassem os meios (1Sm 15.1-31). Na seqüência, quando ocorre a escolha do novo rei, dentre os filhos de Jessé, ao deparar-se com Eliabe e com ele ficar impressionado, Deus disse para Samuel: "Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como vê o homem. O homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração" (1Sm 16.7). Deus vai mais além da superfície. Ele nos conhece por dentro. E como está o nosso "eu" interior?
Nunca se viu tanta gente vazia. Vazia de amor, de afeto, de respeito próprio. Vazia de Deus. Esse niilismo é algo extremamente prejudicial à vida em sociedade, pois vem a ser um posicionamento ético-teológico que prescinde de Deus, ao incorporar uma descrença absoluta. O indivíduo que se deixou amordaçar pelo consumismo, passa a ter uma visão materialista e utilitarista da vida, desejando a qualquer custo os objetos de sua predileção seja por força de atração e sedução da mídia, seja por influência do grupo, do meio social, das circunstâncias mais próximas.
O estrangulamento da qualidade de vida e o aniquilamento dos relacionamentos humanos como forma agregadora de emoções, sentimentos, experiências, compartilhamento, tudo visando ao crescimento do indivíduo como um ser holístico é a marca deste tempo. Para atender a demanda do consumismo, foram erigidos verdadeiros templos, catedrais modernas, para onde afluem os fiéis a cada dia. São os shoppings-centers. Suas portas estão sempre abertas, os apelos a epiderme são grandes: sentir, ver, tocar, saborear, vestir, curtir. O cristão precisa estar atento quanto às formas avassaladoras com que o Diabo tenta seduzir-nos, dentro de sua estratégia de atrair a vista, despertar desejo, aninhar-se no coração, maquiar a razão e promover corrupção.
Buscando a verdadeira satisfação da vida
Se vivemos numa sociedade tão voltada para a aparência, que valoriza tanto os aspectos não essenciais da vida, onde estaria a verdadeira satisfação para o indivíduo? A sanha de consumo pode representar um tipo de fuga pela trivialidade, em que o indivíduo se esconde atrás de uma posse qualquer, seja uma roupa nova, um sapato, um artigo mais caro ou mesmo em frivolidades como jogos eletrônicos, lanches fast-food ou quinquilharias chinesas ou paraguaias de pouca utilidade e durabilidade.
Ou seja, o consumismo pode estar a revelar uma insatisfação ou inadequação de alguém ao seu modus vivend. Isso gera insegurança, medos, complexos e temores. E o indivíduo pode estar trocando sua razão de existir das coisas essenciais como o ser humano, a cultura, a fé, para as descartáveis, em uma sociedade de consumo que sempre se aprestará em nos oferecer a melhor opção, mesmo que à luz dos interesses de quem vende. Há todo um jogo de sedução na arte do consumo. O vendedor - esteja ele representado por que indivíduo seja na escala da transação -, está interessado em fazer transferir o dinheiro do seu bolso para o dele. Em última instância, é dessa máxima que se estabelece o comércio.
O crente deve ter muito cuidado com as investidas falaciosas de nossa sociedade de consumo. Se as propagandas prometem realização, felicidade, alegria, satisfação, sedução, conforto, prazer e muito mais; em apelativos comerciais para convencimento dos incautos, os cristãos devemos ter consciência de que nossa satisfação maior não está nas coisas desta vida. Há bênçãos que nos são distribuídas desde a nossa conversão e aquelas que nos são prometidas para a vida futura.
O Apóstolo Paulo alerta no sentido de que nossa expectativa em Deus deve ser maior do que qualquer coisa que venhamos a ter ou experimentar neste mundo: "Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens" (1Co 15.19). Além disso, Paulo mostra que o que Deus tem para nós não tem nada a ver com aquilo que muitas vezes ficamos ambicionando, cobiçando, nesta vida, ao afirmar: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam" (1Co 2.9). O mesmo Paulo que assim cria e vivia era o que podia também declarar: "Porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia" (1Tm 1.12). É o mesmo que ouviu de Deus esta especial afirmação: "A minha graça te basta" (2Co 12.9).
Cada um deve viver como Deus quer
Se cada crente tiver consciência da crueldade que promove a sociedade de consumo em que um pode ter algo, outro não; uma criança possui tal ou qual brinquedo, enquanto outra sofre ao vê-la brincando sem sequer poder sonhar em um dia possuir um exemplar; filhinhos de papai desfilam em roupas de grife e carros luxuosos, enquanto uma multidão se apinha em conduções coletivas, vestindo o roupão diário, então seremos mais atenciosos com relação ao valor da vida. "A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui", é o que Jesus asseverou (Lc 12.15). Assim, precisamos aprender a viver sobriamente, com temperança, optando por um estilo de vida simples, sem ostentação, sabendo honrar aquele que nos chamou e que há de ser fiel para conosco, mesmo que sejamos infiéis.
A Bíblia nos dá o exemplo de Paulo que sabia se contentar com o que tinha. Ele sabia que em qualquer situação, podia contar com a presença e proteção divinas (Fp 4.11). Por isso podia afirmar: "Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade" (Fp 4.12).
Encontramos, também, na Bíblia a exortação no sentido de seguirmos o exemplo deixado pelos servos de Deus, acreditando sempre em sua proteção: "Seja a vossa vida sem avareza, contentando-vos com o que tendes, pois ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei" (Hb 13.5)
Aplicações para a vida
Algumas verdades bíblicas que nos ajudarão a enfrentar a sociedade de consumo em que vivemos:
1ª) A família deve buscar as coisas que são de Deus prioritariamente - É isto que nos exorta Paulo com propriedade: "Portanto, se fostes ressuscitados com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus" (Cl 3.1).
2ª) A família deve reconhecer que o necessário nunca lhe faltará - O salmista diz: "Nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão" (Sl 37.25). Nenhum crente sincero deve temer por sua vida.
3ª) A família deve ter consciência de que nada trouxe e nada levará deste mundo - Se "nada trouxemos para este mundo, e nada podemos levar dele" como afirma Paulo, viver obcecadamente querendo ficar rico, pode levar ao desvio de Deus e à ruína, se colocar o amor no dinheiro (1Tm 6.7-10).
4ª) A família deve contentar-se com as coisas simples - Paulo recomenda a vida simples: "tendo, porém, sustento e com que nos vestir, estejamos contentes" (1Tm 6.8).
5ª) A família deve confiar em Deus, Jeová-Jireh - Com certeza, vivendo pela fé, como deve ser a vida do cristão, seremos assistidos por Deus, em cada circunstância, pois ele é um Deus provedor como descobriu Abraão no Monte Moriá (Gn 22.1-14).
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Família 8 - A Família E A Febre Do Consumismo publicado 30/12/2006 por Josué Ebenézer de Sousa Soares em http://www.webartigos.com
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Josué Ebenézer de Sousa Soares
Jornalista, bacharel em Comunicação Social e Teologia. Escritor, poeta e pastor é casado com Katia Cardoso Soares e pai de Lucas (1992), Murilo (1996) e Noemi (2000). Autor das revistas: Vida Cristã Frutífera (4ª ed.) e A Família e os Desafios dos Novos Tempos (3ª ed.). Autor do livro: Vale de Sombras (Poesias) tem vários outros títulos de sua verve poética que serão publicados em breve. É pastor da Igreja Batista do Prado, NOVA FRIBURGO, RJ.
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35 Comentários em "Família 8 - A Família E A Febre Do Consumismo" 
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andre celestino
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comentou em 05 Jan 2007 4:13:31 PM BRT
medit
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Bárbara
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comentou em 07 Feb 2007 8:58:36 AM BRT
Este
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Lucas Nascimento
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comentou em 22 May 2007 12:29:00 PM BRT
Muito
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brigida
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comentou em 28 Jun 2007 8:06:21 AM BRT
Adore
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marlene
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comentou em 04 Aug 2007 7:39:37 AM BRT
texto
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elis vieira tavares
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comentou em 13 Aug 2007 10:56:20 AM BRT
est&a
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Elisama
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comentou em 17 Aug 2007 1:10:50 PM BRT
Sou p
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Camila
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comentou em 28 Aug 2007 5:14:30 PM BRT
como
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julio
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comentou em 06 Sep 2007 7:03:40 AM BRT
adore
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Vanessa Ferreira
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comentou em 14 Sep 2007 11:59:54 AM BRT
Excel
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mari rezende
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comentou em 07 Oct 2007 9:07:13 PM BRT
Exele
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Vanessa
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comentou em 11 Oct 2007 8:52:34 AM BRT
Pura
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Hygor Rodriguês
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comentou em 26 Oct 2007 11:47:17 AM BRT
Eu go
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EloizioNogueira
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comentou em 05 Nov 2007 5:37:54 AM BRT
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Luis
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comentou em 21 Jan 2008 10:30:41 AM BRT
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Para Não |
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Márcia
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comentou em 06 Feb 2008 11:52:33 AM BRT
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Paulo Geandro do Nascimento
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comentou em 08 Mar 2008 5:24:01 PM BRT
É rea
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dayana mota bevilaqua
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comentou em 10 Apr 2008 7:06:52 AM BRT
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Rackel
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comentou em 16 Apr 2008 1:21:40 PM BRT
Ótimo
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sérgio pascoal
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comentou em 28 Apr 2008 6:34:39 PM BRT
Goste
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julianna
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comentou em 08 May 2008 9:04:19 AM BRT
MUito
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hevelem
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comentou em 13 May 2008 7:59:33 AM BRT
Bemm
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camila
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comentou em 16 May 2008 4:16:23 PM BRT
perfe
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Flávia
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comentou em 06 Aug 2008 7:10:56 AM BRT
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Bruno Luiz Ramo Andrade
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comentou em 27 Aug 2008 6:57:37 AM BRT
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comentou em 12 Oct 2008 5:37:07 PM BRT
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Josineide
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comentou em 15 Oct 2008 3:39:54 PM BRT
Muito
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Mari Zanin
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comentou em 15 Dec 2008 9:42:53 PM BRT
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CELSO
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comentou em 11 Jul 2009 8:08:13 PM BRT
Muito
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Luana Dias Lemos
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comentou em 30 Jul 2009 6:12:54 PM BRT
goste
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Luana Dias Lemos
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comentou em 30 Jul 2009 6:28:40 PM BRT
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Lavinia
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comentou em 17 Oct 2009 6:44:42 PM BRT
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Lavinia
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comentou em 17 Oct 2009 6:56:07 PM BRT
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comentou em 25 Feb 2010 2:24:44 PM BRT
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