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O Amor Pela Administração E Realização
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Sergio Dal Sasso
Consultor, Palestrante, Escritor e Articulista. Sérgio Dal Sasso é administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP. Colunista e articulista de diversas revistas e jornais (Vencer, Venda Mais, Meu Proprio Negócio, PEGN, Gestão&Negócios, Mais que Negócios, Meu Próprio Negócio)...), consultor de conteúdo da Globo/PEGN/TV. http://www.sergiodalsasso.com.br http://www.educacaoprofissional.com.br http://www.sergiodalsasso.blogspot.com 
Por Sergio Dal Sasso
Publicado 4/07/2008
 
Tenta- se falar que o sucesso vem do sorriso, das aproximações, do saber como criar uma saudade gostosa, fazendo com que os outros tenham vontade de voltar. Quem sabe disso entende do que digo agora.

ADMINISTRAÇÃO

O AMOR PELA ADMINISTRAÇÃO E REALIZAÇÃO

Sérgio Dal Sasso: Palestras, Treinamentos, Aulas Magnas, Consultoria - Administração, Educação Corporativa, Empreendedorismo – 01/07/2008.

Tenta-se explicar o amar, mas o que é o amor se não o encontro com algo que lhe faça bem.

Mas ainda vemos pessoas persistindo pela busca do concreto, tipo nasceu para ser cabeleireiro, mas se formou advogado, fazendo com que os cabelos dos clientes ficassem em pé.

Tenta- se falar que o sucesso vem do sorriso, das aproximações, do saber como criar uma saudade gostosa, fazendo com que os outros tenham vontade de voltar. Quem sabe disso entende do que digo agora.

O amor do administrador tem que ser do tipo, daquele que guarda cada fio de cabelo, de cada conquista diante do esforço, quando da superação dos próprios limites.

Amor em administração deve ser ficar pensando, traduzir e conseguir produzir algo útil desses sonhos malucos, obtendo resultados, mesmo diante de tantas e naturais imperfeições.

Talvez seja deitar na cama, brigar com lençóis, morder o travesseiro do lado, não dormir, ficar preocupado, ser responsável e comprometer-se com a sua parte para que ações de fato possam dar certo. E mais, acordar, tomar uma ducha fria, anotar tudo, sair, negociar, convencer e por em prática, mesmo quando exposto a erros.

Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte.

Se soubesse definir esse amor, talvez fosse produzir o que não se define, e que também não pode ser medido, por ser tão inexplicavelmente sentido e vivido.

Talvez em uma conversa com Deus, diria o quanto sou feliz, por não saber nada, por não ser nada, quando essas palavras me impulsionam pelo descobrir e assim não parar de continuar.

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