A Saudade Da Poeta
- Por Inajá Martins de Almeida
- Publicado 12/04/2008
- Poemas e Poesias
- Sem avaliações
a saudade da poeta
Amei-te mais que pudera
E, na ânsia de ser feliz,
Errei – insensata aprendiz!
Atrás voltar, quem dera.
Perceber, não podia,
Do destino, artimanha,
A dor, da chaga, tamanha,
Que no peito se abria.
Nos teus braços fortes, a pensar,
Pensamento enfeitava a manhã,
Tecia planos para o amanhã,
Declinava o verbo amar.
Na rede, embalava a esperança:
- Quem dera, o canto que encanta
Alma, sôfrega, que canta,
Pudesse alimentar o sonho de criança.
Não mais seu sorriso terno,
Acalenta minhas manhãs
Lembranças, agora, vãs
Ao menos, aquecem meu inverno.
Mas, muito embora a saudade,
Venha machucar corpo moído
Ainda assim, vale mais este peito doido
Do que jamais ter vivido a felicidade.
Ao usar este artigo, faça referência, cite a FONTE:
.
E, na ânsia de ser feliz,
Errei – insensata aprendiz!
Atrás voltar, quem dera.
Perceber, não podia,
Do destino, artimanha,
A dor, da chaga, tamanha,
Que no peito se abria.
Nos teus braços fortes, a pensar,
Pensamento enfeitava a manhã,
Tecia planos para o amanhã,
Declinava o verbo amar.
Na rede, embalava a esperança:
- Quem dera, o canto que encanta
Alma, sôfrega, que canta,
Pudesse alimentar o sonho de criança.
Não mais seu sorriso terno,
Acalenta minhas manhãs
Lembranças, agora, vãs
Ao menos, aquecem meu inverno.
Mas, muito embora a saudade,
Venha machucar corpo moído
Ainda assim, vale mais este peito doido
Do que jamais ter vivido a felicidade.
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Inajá Martins de Almeida
Bibliotecária, Documentalista, Escritora, com trabalhos publicados em diversos sites, além de publicações em revistas técnicas.
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