Natal Ii
- Por HELDER DUARTE
- Publicado 24/12/2007
- Poemas e Poesias
- Sem avaliações
HELDER DUARTE
Natal! Natal! o que é pois afinal?
Para mim, acho que só o é a valer,
Quando, com o erro acabarmos e o mal.
É-o, depois que a verdade, em mim nascer.
Acabai, com os meus poemas, hipócritas,
E vem comigo, escrever um poema com obras.
Saiamos à rua e durmamos, com a gente nua.
Escrevamos um poema, no pó que dorme na rua.
Durmamos, com os que se cobrem com cartão de papelão
Não, lhe deiamos, só pão, mas façamos com eles uma oração.
Acabemos, com escritos feitos dentro de casas e portas.
Escrevamos, um poema, com, este assunto, chamado amor.
E fervor e calor. Não haja mais dor, nem desamor.
Não mais haja, falsidade, mentira. Acabemos com os hipócritas!
Para mim, acho que só o é a valer,
Quando, com o erro acabarmos e o mal.
É-o, depois que a verdade, em mim nascer.
Acabai, com os meus poemas, hipócritas,
E vem comigo, escrever um poema com obras.
Saiamos à rua e durmamos, com a gente nua.
Escrevamos um poema, no pó que dorme na rua.
Durmamos, com os que se cobrem com cartão de papelão
Não, lhe deiamos, só pão, mas façamos com eles uma oração.
Acabemos, com escritos feitos dentro de casas e portas.
Escrevamos, um poema, com, este assunto, chamado amor.
E fervor e calor. Não haja mais dor, nem desamor.
Não mais haja, falsidade, mentira. Acabemos com os hipócritas!
Fonte: Webartigos.com | Textos e artigos gratuitos, conteúdo livre para reprodução. 1
» Envie este artigo para seus amigos!
» Quer publicar artigos? Crie seu perfil de escritor!
1 A fonte do artigo e informações do autor devem ser mantidas. Reprodução apenas na Internet.
» Envie este artigo para seus amigos!
» Quer publicar artigos? Crie seu perfil de escritor!
1 A fonte do artigo e informações do autor devem ser mantidas. Reprodução apenas na Internet.
