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E O Título Da Crônica
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Airton Soares
Airton Soares É formado em Letras, e se especializou em Literatura Brasileira. Cursou Economia, Filosofia e Psicologia. Trabalhou no Grupo M. Dias Branco, Banco do Estado do Ceará e Organização Educacional Farias Brito. Há 20 vinte anos ministra cursos e palestras, para empresas e estudantes, nas áreas de Recursos Humanos, Comercial e Administrativa usando como metodologia o Teatro Empresarial. Entre seus clientes - parceiros estão: Fácil Consultoria Serh Consultoria - CDL - FCDL - SEBRAE Cetrede - SESC, Ceras Johnson, Universidade de Fortaleza - UNIFOR, entre outros.  
Por Airton Soares
Publicado 20/09/2007
 
Meus caros e parcos leitores, preciso compartilhar com vocês uma pequena felicidade que teima em se repetir e se espichar por todos os dias. Não é uma coooisa do outro mundo, mas tem muito significado para mim. Trata-se dos meus escritos. Decidi todos os dias, escrever uma crônica; não uma crônica meticulosamente pesquisada, mas uma crônica escrita a toque de caixa, puxada pelo improviso, como esta que ora se forma.

Sei que corro o risco de não agradar
Meus caros e parcos leitores, preciso compartilhar com vocês uma pequena felicidade que teima em se repetir e se espichar por todos os dias. Não é uma coooisa do outro mundo, mas tem muito significado para mim. Trata-se dos meus escritos. Decidi todos os dias, escrever uma crônica; não uma crônica meticulosamente pesquisada, mas uma crônica escrita a toque de caixa, puxada pelo improviso, como esta que ora se forma.

Estou conseguindo. Sei que corro o risco de não agradar, mas vou em frente. Nada de texto longo. É coisinha miúda... leve e sutil. Sabe por que decidi escrever todos os dias, leitor? Para perder o medo. Verdade! Perder o medo de errar, medo de não agradar. Cansei de viver em função dos outros. Por falar nisso, tem uma frase que cabe bem neste contexto: "A opinião pública é como fantasma de castelo, ninguém nunca o viu, mas todo mundo tem medo."

- "AS, e nessas pressa toda... os erros de português!?" Alguém pode me questionar. Sem problema. Vou errando... e consertando. Lógico que terei o máximo cuidado com a gramática; estruturação do texto (coerência e coesão), mas sem me deixar travar por alguma dúvida de sintaxe.

E para finalizar esta crônica, que ainda não tem título, gostaria de dizer ao leitor que escreve e passa por estas aflições que use e abuse da imortal frase do Mestre Machado de Assis: "Palavra puxa palavra". Vá pensando... pensando... e escrevendo e quando você perceber já tem ultrapassado o "Tratado de Tordesilhas." E o título da crônica?