Silenciosa Guerra
- Por PAULO SANTOS
- Publicado 16/11/2008
- Poemas e Poesias
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Silenciosa guerra
Por: Paulo A. Santos
O Brasil é um grande deserto,
onde se ouvem muitos clamores;
Ouvir respostas é difícil, é incerto,
o povo chora com suas dores.
Pior que chorar é sofrer em silêncio,
guardando mágoas no coração;
O povo corre atrás do fulgêncio,
com lenço, chapéu e caneca na mão.
É difícil enfrentar a batalha diária,
ouvindo promessas de uma vida melhor;
Se a cidade esconde a sua face precária,
desgosto na vida não há pior.
O povo é forte e luta valente,
inocentes pobres condenados “morte”;
Silenciosa guerra que deram para a gente,
estamos jogados à mais pura sorte.
O Brasil é um grande deserto,
onde se ouvem muitos clamores;
Ouvir respostas é difícil, é incerto,
o povo chora com suas dores.
Pior que chorar é sofrer em silêncio,
guardando mágoas no coração;
O povo corre atrás do fulgêncio,
com lenço, chapéu e caneca na mão.
É difícil enfrentar a batalha diária,
ouvindo promessas de uma vida melhor;
Se a cidade esconde a sua face precária,
desgosto na vida não há pior.
O povo é forte e luta valente,
inocentes pobres condenados “morte”;
Silenciosa guerra que deram para a gente,
estamos jogados à mais pura sorte.
PAULO SANTOS
Paulo Santos nasceu em 1979, na cidade de Salvador Bahia, atualmente, está se graduando no Curso de Licenciatura em Pedagogia na Faculdade Social. Entre outros textos publicados estão: Educação: expressões da teoria e da prática; A importância social do Carteiro; Um alegre dia de céu cinzento; Correios Net Mobile, etc http://pauloandrdossantos.blogspot.com/
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