Desejo de liberdade
Por: PAULO ANDRÉ DOS SANTOS
Vida interrompida.
Onde estamos?
Onde paramos?
Para onde vamos?
Tanto caos,
tanta miséria,
mau que se repete
nos quatro cantos
de um mundo insano.
Capital, social, cultural...
Quem será responsável,
pela lágrima de uma mãe,
que diz aos prantos:
por quê o meu filho?
A cada dia, um novo cenário,
destruição humana,
que se reproduz em massa,
a sociedade do medo se iça
diante das prisões domiciliares.
Mas ninguém poderá dizer,
apesar de tudo, que não há esperança.
A Liberdade que perdemos,
ou que, talvez, nunca tivemos,...
Um dia,...um dia,...possamos encontrá-la.